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História Feelings II - Capítulo 1


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Notas do Autor


Oi meus amores! Essa é a continuação de "Feelings". Espero que gostem. Beijos e boa leitura.

Capítulo 1 - Nosso Amor!


Fanfic / Fanfiction Feelings II - Capítulo 1 - Nosso Amor!

                          Silvânia

Chegou o grande dia! O dia da live da banda Calcinha Preta. Muitos fãs nos pediram para fazer, já que não está podendo ter show, devido ao problema que nosso País está enfrentando, então decidimos fazer.

No dia 7 de Abril, nós quatro nos reunimos na minha casa no final da tarde para tomar um café e gravar o vídeo anunciando a live. 

Aquela foi a primeira vez que eu vi o Daniel pessoalmente após o nosso beijo, lembro que quando nossos olhares se encontraram, meu coração acelerou e nós trocamos sorrisos.

Nada mudou de forma negativa entre nós dois após o beijo, continuamos conversando normalmente seja no privado ou no grupo da banda e sempre que podemos, estamos implicando um com o outro.

Hoje está fazendo um calor insuportável, por isso estou vestindo apenas short e sutiã. Estava assistindo televisão, quando o celular apitou, indicando chamada no FaceTime, com Daniel, Paula e Bell. Vesti a primeira blusa que vi e atendi.

Chamada de vídeo on:

"Que demora é essa para atender, Patrícia? Estava pelada?"

"Não, Abelha! Mas estava sem blusa". - Falei e eles riram. -

"Liguei para vocês para saber que horas vamos para o local da live."

"Oxe, Dan. E precisava ligar por vídeo? Não era mais fácil perguntar no grupo?"

"Era! Mas eu quis ligar por vídeo. Estou com saudade de você...de vocês.  - Ele tentou contornar o que havia dito. - Mesmo que a gente tenha se encontrado antes para ensaiar."

"Sendo assim, tudo bem. Nós podemos chegar lá por volta de 18h."

"Perfeito! Paulinha e Bell, estão de acordo?"

"Sim." - Responderam em uníssono. -

"Então é isso, nos vemos daqui a pouco. Abraço, Bell, beijo, Paulinha, tchau, Silvânia." - Ele implicou comigo. -

"Beijo, Bell, Abelha, um beijo. Daniel, vá a merda." - Retruquei e eles riram. -

Chamada de vídeo off:

Bloqueei a tela do celular e o deixei em cima da cama. São 16h, vou descansar um pouco e depois tomo banho e me arrumo.

Cochilei um pouco e acordei com o meu celular apitando, era mensagem da Paula no Whatsapp.

Mensagem on:

"Amiga, vai no meu carro. Passo para te buscar 17h45."

"Okay. Te espero."

Mensagem off:

Bloqueei a tela do celular, o deixei em cima da cama e fui para o banheiro. Após tomar uma boa ducha, escovei os dentes e retornei ao quarto. Vesti a lingerie, blusa de renda preta sobre pele, vestido branco de manga curta, o vestido era bem curto e casaco jeans. Calcei a meia e o tênis. Fiz uma maquiagem básica, dei um jeito no cabelo e passei perfume.

Peguei meus pertences, saí de casa, tranquei a porta e o portão, e fiquei aguardando a Paula. Em menos de cinco minutos ela parou em frente à minha casa. Entrei no carro, coloquei o cinto e ela deu partida.

- Vamos porque o pessoal já chegou lá, está faltando apenas nós duas.

- Que gente mais apressada.

- Pois é. Patrícia, que vestido curto é esse?

- Hoje eu quero causar. - Brinquei e ela riu. -

- Capaz de causar mesmo. - Ela disse, entre risadas. -

Chegamos no estúdio e após Paula estacionar o carro, nós tiramos o cinto, saímos do carro, ela travou a porta e nós entramos no estúdio.

Bell, Daniel e Luciano estavam conversando animadamente.

- Boa noite! - Nós os cumprimentamos. -

- Boa noite, meninas. - Eles responderam em uníssono. -

A estrutura para a live estava linda, quando eu vi mais cedo por foto, me emocionei de verdade, estou sentindo muita falta do palco, do pessoal da banda, dos fãs...de tudo.

- Sil, mais um pouco seu vestido vira uma blusa. - Daniel levantou e me abraçou por trás. -

- Me deixa, Daniel! - Saí do abraço. -

- Chata! 

- Sou eu sim a chata. 

- Começaram cedo hoje? - Bell brincou. -

- É o seu amigo que não me deixa em paz. - Sentei no sofá e peguei meu celular. -

Daniel sentou ao meu lado e pegou meu celular. 

- Ele hoje doido para uma confusão. - Paula riu. -

- Ele vai é apanhar. Devolve essa porra, Daniel! - Tentei pegar meu celular, sem sucesso. -

O celular de Paula tocou e ela saiu para atender. Luciano que estava em outro canto do estúdio chamou o Bell, e o mesmo foi até ele. 

- Quer o celular? - Ele mexeu no meu cabelo. -

- Quero! - Fiz beicinho. -

- Então pega.

Ele levantou e colocou meu celular na parte alta da estante. 

- Caralho, Daniel! Devolve meu celular.

- Pega, moça. 

- Eu não dou altura.

- Aí eu já não tenho culpa. - Ele deu de ombros e eu quis matá-lo. -

- Você é ri dí cu lo. - Cruzei os braços e falei pausadamente. -

- Você fica linda bravinha. - Ele me abraçou por trás. -

- Você ainda não me viu brava, meu amor!

- Imagina. - Ele riu e deu um beijo na minha bochecha. -

Daniel pegou meu celular e devolveu.

- Acho bom.

- Eu amo te irritar.

- Ah, mas você jura, Daniel? Eu nunca havia percebido isso. - Revirei os olhos, ele riu, deu um beijo na minha bochecha e foi falar com Bell e Luciano. -

Me acomodei no sofá e fiquei rindo sozinha lembrando do quanto Daniel e eu implicamos um com o outro.

A hora passou rápido e quando demos conta, faltavam dois minutos para dar 20h.

Nos posicionamos e iniciamos a live da melhor maneira possível. Eu estava com muita saudade de cantar. 

Daniel

A live acabou e eu estou preocupado com a Silvânia, ela bebeu além da conta e não está aguentando em pé. Apesar disso, estou muito feliz, porque a live foi incrível, em todos os sentidos. Meus duetos com a Silvânia como sempre foram maravilhosos, nós dois nos abraçamos, implicamos um com o outro , ela me mandou calar a boca algumas vezes, foi muito bom. 

Neste exato momento a Silvânia está deitada no sofá e eu estou aqui conversando com o Luciano.

- Irmão, vou levar a Silvânia em casa. Vou dormir lá, vou mandar uma mensagem para a Roberta, mas vou falar que vou dormir na sua casa, se ela te perguntar, fala que pretendo dormir até tarde, então não sei que horas vou chegar à casa.

- Tudo bem, irmão. Vai lá.

Ele e Bell vieram no carro do Bell, eles se despediram da gente e foram embora.

- Paulinha, eu levo a Sil em casa.

- Gente, quero beber mais. - Silvânia tentou levantar, mas cambaleou e caiu no sofá. -

- Cuidado. - Sentei ao seu lado. - Paulinha, dá uma olhada nessa moça, por favor, eu vou mandar mensagem para Roberta. 

- Claro! Vai lá.

Levantei, fui em um canto mais reservado, peguei meu celular, desbloqueei a tela, abri minha conversa com Roberta no Whatsapp e enviei um áudio.

Mensagem de voz on:

"Roberta, vou dormir na casa do Luciano. Estou muito cansado e pretendo dormir até tarde. Até amanhã. Beijo na nossa filha. "

Mensagem de voz off:

- Pronto, Paulinha. 

- Ela dormiu.

- Eu vou pegá-la no colo. Vai apagando as luzes por favor e depois tranca a porta.

- Pode deixar.

Peguei a Silvânia no colo, com muito carinho e cuidado. Saí do estúdio com ela no colo, Paula pegou o tênis da Silvânia, que estava jogado pelo chão, o casaco e o celular. Trancou a porta do estúdio e abriu a porta do carro para mim.

- Obrigado.

- Disponha, amigo.

Coloquei a Silvânia no banco do carona e ela nem se mexeu, coloquei o cinto nela e fechei a porta.

- Paulinha, me acompanha até a casa da Sil para você dar um banho nela, por favor.

- Sim, com certeza.

- Muito obrigado.

Entrei no carro, coloquei o cinto, esperei o carro da Paula se aproximar do meu e dei partida, rumo a casa da Silvânia, que estava na mesma posição que eu havia deixado.

Sorri ao ver essa maluquinha dormindo. Nem parece que deu trabalho. 

Como ela mora perto do estúdio, logo estávamos em frente à sua casa. Estacionei o carro, tirei o cinto, desci, abri a porta do carona, tirei o cinto da Silvânia com cuidado, a peguei no colo e Paula fechou a porta para mim.

Ela estava com os pertences da Silvânia em mãos. Ela abriu a porta e nós entramos. 

Subi com Silvânia no colo, e Paula veio logo em seguida. 

- O que houve? Por que vocês estão aqui? - Silvânia acordou perguntando. -

- A Paulinha vai te dar um banho.

- Eu sei me virar sozinha. - Ela saiu do meu colo e sentou no chão do quarto. - 

- Escuta a gente, Sil. - Falei de forma calma com ela. -

- Daniel, pega algo para ela vestir, por favor. Silvânia, vamos para o banheiro. - Paula a ajudou a levantar. - 

- Estou indo pegar. 

Abri a porta do guarda-roupas, peguei uma calcinha e um pijama para a Silvânia. Fechei a porta do guarda-roupas, bati na porta do banheiro, Paula abriu um pouco a porta e eu entreguei a roupa para ela.

Enquanto aguardava as duas saírem do banheiro, desbloqueei a tela do celular e vi pela barra de notificação que Roberta havia respondido. Bloqueei a tela novamente e coloquei o celular no bolso da calça.

A porta foi aberta, elas saíram do banheiro e Silvânia aparentava estar melhor. 

- Minha cabeça está girando.

- Deita, Sil. - Falei baixo. - Eu vou pegar um remédio para você.

- Obrigada, Dan. - Paula desforrou a cama e ela deitou. - 

- Disponha, moça.

Desci para a cozinha, coloquei um pouco de água no copo e peguei um remédio para dor de cabeça. 

Subi novamente e entreguei o remédio e o copo para a Silvânia, ela tomou tudo de uma vez e me entregou o copo.

- Bom, agora que você está deitada, vou embora. - Paula deu um beijo na bochecha da amiga e levantou. -

- Obrigada por ter me dado banho. - Silvânia falou baixo, com os olhos quase fechando. -

- Não precisa agradecer. Amigas são para essas coisas. - As duas sorriram. -

Desci junto com Paula para levá-la até a porta.

- Obrigado mais uma vez por ter vindo até aqui. Me avisa quando chegar em casa. Mas eu não vou responder, vou ver pela notificação, não quero que Roberta me veja online.

- Não há de que, amigo. Pode deixar que eu aviso. Boa noite. Ah, os pertences da Sil estão ali no sofá.

- Boa noite. bom. - Nos despedimos com um abraço, abri a porta, ela foi embora e eu tranquei a porta. -

Subi para o quarto e Silvânia estava quieta, porém, acordada.

- Dan, obrigada por estar aqui cuidando de mim. 

- Não precisa agradecer, mocinha. - Sorri e ela sorriu de volta. - Eu vou dormir aqui, Roberta já sabe que não vou dormir em casa. Posso tomar um banho?

- Pode sim. Tem toalha limpa no banheiro social.

- Certo. Obrigado. Ainda está com dor de cabeça?

- Está melhorando. - Ela cerrou os olhos. -

- Daqui a pouquinho vai estar cem por cento bem.

- Deus te ouça! 

- Vou lá tomar um banho.

- Pode ir.

Saí do quarto e desci para o banheiro social, fechei a porta e após estar de banho tomado, me sequei, vesti a mesma cueca, mesma calça e mesma camisa. Abri a porta do banheiro, fui até a cozinha beber um pouco de água, vi a mensagem da Paula avisando que chegou, e subi.

Entrei no quarto da Silvânia e ela estava dormindo, coloquei a coberta até sua cintura, sussurrei um "boa noite" e dei um beijo em sua testa, quando estava saindo do quarto dela para dormir na sala, fui surpreendido por ela.

- Acordada, pequena?

- Dorme aqui comigo, Dan. - Ela fez voz manhosa, porque sabe que eu não resisto. -

- É melhor eu dormir na sala para te dar privacidade.

- Com você aqui eu vou me sentir mais segura, por favor. 

Acabei não resistindo. Estou morrendo de vontade de dar outro beijo nela, mas ela está bêbada, vou me segurar.

- Tudo bem, eu durmo. - Após eu dizer isso, ela sorriu e isso deixou meu coração quentinho. -

- Obrigada.

Deitei ao seu lado e ela me ofereceu a coberta para dividirmos, eu aceitei e também me cobri até a cintura.

- Dorme, minha pequena. Você precisa descansar. - Depositei outro beijo em sua testa, ela fechou os olhos e logo dormiu. -

Por volta de 8h eu acordei e vi que Silvânia também estava acordada. Fomos dormir mais de 3h e acordamos cedo.

- Bom dia, Dan.

- Bom dia. Está melhor? Lembra do que aconteceu ontem?

- Estou novinha em folha, pronta para outra. - Ela brincou e nós rimos. - Lembro da live, de você me pegando no colo, me dando remédio, de Paulinha me dando banho e lembro que pedi para você dormir aqui na minha cama comigo. Eu fiz muita merda na live? 

- Sil, você entrou no freezer. - Gargalhei ao lembrar daquela cena. -

- Não acredito, Dan! - Ela cobriu o rosto, envergonhada. - 

- Acontece. Quem nunca bebeu além da conta um dia? - Brinquei e ela riu. -

Nós dois ficamos nos olhando em silêncio, durante um bom tempo. Nossos rostos se aproximaram, nossas testas estavam coladas e ela beijou a ponta do meu nariz. 

- Dan, o nosso beijo não sai da minha cabeça. - Ela me confessou. -

- E você acha que sai da minha? - Acariciei seu rosto. - 

Sem que eu esperasse, ela me beijou lentamente e eu retribuí. Sua língua percorria cada canto da minha boca com exatidão. Fomos aumentando a intensidade do beijo e eu sentia que precisava ir além. A essa altura meu membro já estava dando sinal de vida.

Continuamos nos beijando com desejo, sua língua estava dançando com a minha, mordi seus lábios e ela sugou minha língua. Minha mão percorreu todo seu corpo por cima do pijama, ela parou o beijo, gemeu e eu apertei sua bunda bem forte, fazendo-a gemer mais alto e sem pudor, ela tirou minha camisa e cravou a unha nas minhas costas, eu me arrepiei, ela desceu sua mão até o botão da minha calça, tirou junto com a cueca e  apertou meu membro, me fazendo gemer rouco.

Tirei seu short e em seguida sua blusa de pijama, a deixando somente de calcinha, apertei seu seio com vontade, chupei o bico do mesmo e repeti o processo no outro seio.

Ela inclinou a cabeça e eu voltei a beijar sua boca, sem parar o beijo desci até sua calcinha e tirei, coloquei dois dedos em sua intimidade, fazendo movimentos circulares, ela começou a gemer alto e eu continuei  movimentando meus dedos em seu clitóris, com movimentos vai e vem, ela se contorceu na cama e eu tirei meus dedos do local.

- Agora eu vou te chupar até você gozar! Quero que você goze gostosamente. - Beijei sua intimidade. -

 - Ahm! - Ela gemeu. - Não me tortura!

Passei a língua no seu ponto G, a levando ao delírio. Ela grunhiu quando minha língua entrou em contato com sua intimidade, comecei a sugar seu clitóris, depois de chupar e sugar, beijei com mais vontade. 

- Eu estou explodindo de tesão. - Ela falou. - 

Abri mais suas pernas, segurei meu membro e adentrei devagar em seu sexo, penetrando.


         -  Está gostoso assim?

- Muito! - Ela respondeu. -

Aumentei a velocidade da estocada e ela gemeu.

De acordo com as estocadas, ela gemia mais forte.

 - Não goza, não agora.

- Isso é torturante demais.

- Quietinha! - Dei uma estocada forte. -


    - Caralho! Que gostoso! Ahmmmm! - Ela se contorceu e gemeu. -

- Um! - Adentrei mais. - Dois! - Diminuí a velocidade e ela sorriu. - Três! - Penetrei mais forte e ela começou a ter espasmos. -

- Eu vou...go...zar!

- Agora você pode, estou quase lá! - Gememos em uníssono e gozamos juntos. -

Saí de dentro dela e deitamos a cabeça no travesseiro para recuperar nossas respirações, assim que recuperamos, voltamos a nos beijar e ela inverteu nossas posições, continuamos nos beijando e ela chupou meu pescoço com vontade, mordi seu lábio inferior e demos um selinho.

Ela trilhou beijos por todo meu abdômen enquanto eu acariciava suas costas. Silvânia desceu os beijos até meu membro, que estava duro, masturbou minha glande, passando sua mão por todo meu membro.

- Ah Silvânia Aquino! - Sussurrei. - Você ferra com a minha mente. - Afaguei seu seio, a fazendo gemer. - 

- Agora é a minha vez e eu quero você quieto. - Ela passou seu dedo indicador em meu lábio. -

Segurou meu membro e colocou de uma vez em sua boca, chupando com vontade.

- Ahmmm! Que delícia! - Gemi. - Você é excelente! Sabe direitinho como dominar um homem. - Puxei seu cabelo para ajudar a chupar meu membro. - Estou quase atingindo o orgasmo! Chupa mais, continua! - Supliquei. -

Silvânia continuou chupando meu membro, com sofreguidão, até que eu gemi alto e gozei, ela engoliu todo o líquido, tirou meu membro da sua boca e nós demos um selinho demorado.

- Meu Dan! 

- Minha Sil! Eu te amo, minha menina.

- Eu também te amo... muito! 

- Você foi incrível.

- Você também foi incrível, me deixou muito a vontade. - Ela sorriu e me deu um selinho. - O que será de nós daqui em diante?

- De hoje em diante, seremos um só. Você será sempre a minha amada. 

- E você será sempre o meu amor.

Nos beijamos mais uma vez, selando o nosso amor.









                                 FIM!









Notas Finais


Amores, assim terminou minha história. Espero que tenham gostado. Grande beijo!


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