História Feind in Kraft - Capítulo 5


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Categorias Austin Mahone, Camila Cabello, Jensen Ackles, Kylie Jenner, Selena Gomez, Zac Efron
Personagens Camila Cabello, Kylie Jenner, Selena Gomez, Zac Efron
Tags Brigas, Drama, Homofobia, Jaewon, One
Visualizações 8
Palavras 1.755
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Drama (Tragédia), Famí­lia, Festa, Ficção Adolescente, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Suspense
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Drogas, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Pansexualidade, Sadomasoquismo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Oioi

Tava com preguiça de postar hihihihihi mas cá estou eu com mai sum capítulo, acho que está bosta mas o que importa é que eu tentei.

Boa leitura

Capítulo 5 - Capítulo 5


CLARA

Depois de ouvir as ameaças de Marcos para Tracy, me dirigi até a minha sala para pegar meu material. Tinha que falar com a diretora Celeste sobre as ameaças do Marcos para uma integrante do nosso setor; Pego meus cadernos e livros, e os guardo tudo dentro da mochila enquanto saia da sala de aula. Sinto meu celular vibrar no bolso da calça, e o pego olhando o visor. Era a minha mãe. Ela pedia para avisar assim que chegasse em casa. Reviro os olhos e ando até a escada mais próxima para a sala da diretora Celeste. 

Revirar os olhos enquanto olhava a mensagem de uma mãe com certeza é uma atitude bem comum de algumas filhas, no meu caso é muito comum. Meus pais não aceitam o que eu escolhi para cursar, e sempre estão tentando me fazer mudar de ideia, me convidando para jantares, comprando coisas para mim. Respiro fundo e entro na secretária me aproximando do balcão. 

- Eu sei que a senhora sabe quem pública essas coisas no site, por favor, me ajude. - o garoto praticamente implorava. 

- Eu já disse que não sei, e assim que descobrir vou dar um fim nisso. - a secretária fala e se levanta para vir na minha direção.

- Não, não pode fazer isso, eu preciso daquilo no ar para ajudar meu setor, se não eles vão estar completamente acabados. - o garoto choramingando.

- É uma pena, é melhor ir procurado algum outro setor. - ela para na minha frente e sorrir. - Clara! Achei que já tinha esquecido da sua amiga aqui, passou a semana e nem veio dar um oi. - disse enquanto cruzava os braços. 

- Desculpa, Mary, eu realmente fiquei bastante ocupada com as coisas do setor. - digo sorrindo.

- Talvez você possa entrar para o setor dela, eles são incríveis e já ganhou várias competições. - ela fala enquanto olhava para o garoto que permanecia ali. 

- Pensei que quem pagava para entrar no setor era os Owners of Power. - disse enquanto virava o rosto para me olhar. 

- Em qual momento eu ou ela ofereceu dinheiro para você entrar em nosso setor? - cruzo os braços e arqueio a sobrancelha. 

- Pra ela elogiar, vocês devem pagar. - assim que ele termina sua fala, Mary abre sua boca para responder mas levanto a mão e ela se ajeita atrás do balcão.

- Eu até fiquei com pena sobre seu setor ter que acabar, poderia até lhe ajudar, mas você é apenas mais um desses que distribui ignorância atoa. - olho a Mary. - Eu vou entrar. - ela assente e o olho. - Meus sinceros pêsames para o seu setor morto. - vou até a sala da diretora, bato na porta e logo entro. 

___

Ando pelo corredor da turma da Luana e olho o relógio. Vejo algumas pessoas saindo,e logo depois ela sai acompanhada de Tracy, desde de quando Tracy faz dança? Assim que elas se despedem, me aproximo da Luana que procurava algo na sua mochila. 

- Ei. - chamo sua atenção, ela levanta a cabeça e jogo sua mochila pro lado.

- Vamos na festa hoje. - ela fala simplesmente e junto as sobrancelhas. 

- Como assim? Achei que você não se sentisse mais a vontade de ir para festas. - cruzo os braços.

- E ainda não me sinto, mas Tracy me contou que hoje Marcos vai fazer uma reunião na festa, e podemos descobrir alguma coisa com isso. - fala balançando me olhando. 

- E se ela estiver mentindo? E se ele estiver te levando para uma armadilha? - descruzo os braços os movimentando.  

- Clara, essa é uma grande chance de acabarmos com ele, eu não vou desperdiça - la. - fala e começa a andar. Ando atrás dela. 

- Luana, por que tá agindo assim? Quem deveria estar me fazendo mudar de ideia era você, e não eu! - paro na sua frente. - Tracy mal entrou em nosso setor e já estar sendo uma mal influência pra você? - seguro seus braços.

Ela tira minhas mãos de seus braços. - Ela não me influenciou em nada, eu apenas estou fazendo o que sinto vontade de fazer, é errada? - ela pergunta e eu respiro fundo, ela passa por mim e eu balanço a cabeça negando. 

Ando atrás dela. - Vou esperar no estacionamento. - saio pela primeira porta que eu vejo e ando até o estacionamento, procurando por meu carro. 

Assim que o encontro, me escoro colocando minhas mãos dentro da jaqueta e fecho os olhos. Sinto um olhar sob mim, e abro os olhos olhando ao redor. 

- Procurando alguém? - me assusto e olho o Carlos colocando a mão no coração.

- Pra me matar é mais caro, idiota. - reviro os olhos e volto a me escorar no carro. 

- Desculpa, mas te ver assustada é muito engraçado. - ele fala rindo e se encosta ao meu lado. Ele suspira e olho proo céu. - Estou preocupado com o futuro do meu setor, eles não estão mais com a mesma confiança de antes. 

- Eu já lhe dei uma sugestão, entra no nosso setor e para de se preocupar. - falo me virando pra ele. 

- E eu já disse que não vou abandonar eles. - ele me olha e eu balanço a cabeça me virando pra frente de novo. Passamos um tempo em silêncio, e eu só conseguia pensar onde Luana tinha se enfiando. - Vai pra festa? - o olho. 

- Hã? Acho que não. - falo coçando a nunca. 

- Sim ou não? - pergunta arqueando a sobrancelha. 

- Não. - falo por fim e me viro pra ele. - E você?

- O setor está querendo ir pra ver se ganha um pouco de reputação. - ele balança os ombros e olho o chão. 

- No meu caso, a Luana está querendo ir, e eu estou tentando fazê - la mudar de ideia. - olho minhas unhas.

- Não deveria ser ao contrário? - pergunta fazendo graça. 

- Também não entendi, mas a vida que segue. - balanço os ombros. 

- Sabia que você está me devendo um beijo? - pergunta mudando completamente o curso da conversa. O olho, ele já estava me encarando. 

- E... E o que eu posso fazer por isso? - pergunto ajeitando minha postura.

- Me dando um beijo. - fala enquanto se aproxima.

Uma limpada de garganta chama minha atenção e olho a Luana agora com seu cabelo molhado e roupas trocadas. 

- Olá, Luana. - Carlos a cumprimenta e ela só faz assentir. - Então, eu vou indo. - ele fala e começa andar pelo estacionamento.

- Vamos. - ela fala e arrodeia o carro indo para o lado do passageiro. 

GABRIELLE

Estaciono o carro em frente a casa dos meus pais e respiro fundo. Você consegue, é só entrar lá e conversar com eles. Olho para a porta e vejo minha mãe saindo de lá e acenando, sorrio e desço do carro, tranco e caminho até prendendo a chave no meu bolso. 

- Mãe. – a puxo para um abraço que ela logo retribui, fecho os olhos e me deixo ali aproveitar do carinhoso abraço de minha mãe.

Talvez os problemas daqui tenham se resolvido sem mim, talvez meu pai já tenha aceitado como sua filha realmente é. Separamos o abraço e ela me puxa para entrar, falando um “entra” repetidas vezes. Fecho a porta e olho a sala, do jeitinho que estava da última vez que vim aqui, olho os porta retrato e sorrio, erámos a família mais barulhenta do bairro e eu amava quando os vizinhos vinham aqui em casa reclamar e meu pai respondia que sua reclamação não ia deixar ele parar de dar felicidade aos seus filhos.

Suspiro, como eu queria todo mundo de volta, como eu queria aquele tempo de volta. Meu irmão, um garoto doce, que se deixou levar pelos nervosismos do meu pai e acabou saindo de casa e agora tá viciado em drogas. Minha irmã, ela nunca foi a certinha da família, mas sempre que a família se reunia, parecia que a ovelha negra sumia e só tinha paz e felicidade dentro de cada um de nós. Minha irmã caçula, minha doce irmã caçula, a única que ainda mora com meus pais, já que ainda tem apenas 15 anos.

Como pode um pai destruir uma família em tão poucos segundos apenas com três palavras? Como pode um pai humilhar todos aqueles que viveram por ele e pra ele? Apenas um pai egoísta e ganancioso faria isso, e o meu era isso, na verdade, muito mais que isso. Eu tinha inspiração no meu pai, eu me espelhava no meu pai, queria crescer forte e decidido como ele, eu quero sentir vergonha de ter dito isso um dia, mas eu só vou estar mentindo para mim mesma. Mesmo ele fazendo coisas horríveis, ele ainda é meu pai e infelizmente ou felizmente, eu ainda o amava do mesmo jeito.

- Tava pensando nele, né? – minha mãe disse colocando uma bandeja com café e bolo na mesinha de centro. Balanço a cabeça positivamente sem olhar para ela. – Eu também penso as vezes, dói né? – olho o chão. – As vezes eu sento e fico pensando: Meu Deus, será que eu fiz algo de errado?

- Não pense isso, mãe. – me viro para ela. – A senhora não fez e nunca fará algo de errado dentro da vida de seus filhos ou fora. – me aproximo. – A senhora é o meu orgulho, a senhora é mais forte que eu por ter sobrevivido á tudo isso. E eu to aqui, me lamentando por não ter feito alguma coisa. 

- Você não podia ter feito nada, minha filha. Você só pioria as coisas, ele é cabeça dura, você também, nunca iria acabar bem. 

- Mas eu podia ter tentando, nada da vida é fácil de conseguir, temos que lutar por elas. – olho no seus olhos e ela balança a cabeça.

- Para lutarmos, precisamos sentir dores, e você minha filha, não está pronta pra sentir isso ainda. – ela segurou minhas mãos e sorriu.

– Não pense mais nisso, hm?

- E você também não pense que fez algo de errado.

- Vamos fazer um trato, eu não penso mais nisso e nem você fica se lamentando, feito? – arqueou a sobrancelha e assento sorrindo.

- Feito. – a abraço e fecho os olhos respirando fundo. – Eu te amo, mãe. 

- Eu também te amo, querida. 
 


Notas Finais


gostaram????????????????? finalmente um pov da gabi né, graças a deus, até o proximo capítulo lindo


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