História Feind in Kraft - Capítulo 7


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Categorias Austin Mahone, Camila Cabello, Jensen Ackles, Kylie Jenner, Selena Gomez, Zac Efron
Personagens Camila Cabello, Kylie Jenner, Selena Gomez, Zac Efron
Tags Brigas, Drama, Homofobia, Jaewon, One
Visualizações 9
Palavras 1.555
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Drama (Tragédia), Famí­lia, Festa, Ficção Adolescente, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Suspense
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Drogas, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Pansexualidade, Sadomasoquismo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Oi, gente.

Decide colocar um gif de cada personagem em cada capítulo rs. Espero que vocês gostem dos personagens novos que vai aparecer no prosseguir da fanfic, e espero que gostem do que vai acontecer.

Os cursos dos personagens:
Marcos: Arquitetura;
Mack: Medicina;
Bradley: Dança e paga cadeira em medicina;
Clara: Ciências Sociais;
Luana: Dança e paga cadeira em nutrição;
Gabrielle: Psicologia;
Isabella: Dança.

Espero que cês gostem do capítulo.

Boa leitura.

Capítulo 7 - Capítulo 7


Guilherme entrou rapidamente em uma sala improvisada para ter uma reunião, e logo fechou a porta. Marcos se virou para o garoto, e o encarou, o esperando começar a falar os motivos para ter interrompido a converse dele com alguns meninos do seu setor.  

- Como previu, as três meninas vieram a festa. - Guilherme falou olhando para o chão, ele tinha medo de olhar nos olhos de Marcos, ninguém entendia o porque, até o próprio Marcos não entendia.  

- As três? - Marcos arqueia ambas sobrancelhas, e olha para os garotos sentados em seu sofá também sem entender.  

- Você veio! - Tracy gritou por cima do som enquanto se aproximava de Gabi, que apenas revirou os olhos.  

- Eu vim porque você disse que elas viriam, mas não as vi até agora. - fala desinteressada. 

- Calma, elas devem estar por aí. Por que não se diverte um pouco? - Tracy sorri de lado enquanto se aproximava da garota, que se afastou fazendo pouco caso.  

- Eu vou pegar uma bebida e procurar elas. - Gabrielle anda até o bar enquanto olhava ao redor a procura de suas amigas.  

A intenção de Gabrielle naquela noite, era ficar em casa e assistir mais uma vez Teen Wolf, mas sua mudança de plano foi repentina, quando recebeu uma mensagem de Tracy dizendo que Clara e Luana estavam na festa, ela queria saber o motivo de ambas estarem ali. Do outro lado da festa, Clara conversava animadamente com Carlos. Ela não podia negar que estava surgindo um sentindo por ele, ela acredita que ele pode ser um ótimo namorado. Desde que Carlos viu ela, ele soube que ela seria a garota que faria seus dias na faculdade mais felizes, e isso acontece.  
 

- Achei que você não apareceria. - Isabella fala enquanto se sentava ao lado de Luana. 

- Eu não teria vindo se soubesse que os demônios ficariam se sentando do meu lado. - a garota fala enquanto olhava as pessoas dançando.  

- Você que o único demônio é o Brad.  

- Mas a convivência fez todos se tornarem um. - Luana a olha. - O que você quer? 

- Saber qual a sensação de saber que vai perder. - Isa a olha com um sorrisinho.  

- Deveria perguntar a si mesma, já que está tão acostumada. - a garota ri alto e toma mais um gole da sua bebida.  

- Quem foi que perdeu dois anos seguidos mesmo?  

- Quem dá para o líder do setor só para, se vocês conseguirem, quando ganharem essa competição ser a rainha da escola? 

- Felizmente meu nome não é Luana. - ela se levanta do sofá. 

- Ainda bem, porque quem transa por favores é você, Isabella.  
 

Isabella se vira e encara a garota. - Eu espero que você consiga tirar as fotos de segundo lugar com essa sua cara toda acabada.  

LUANA 
 

Sinto as mãos de Isabella pegar no meu cabelo e me jogar pra fora do sofá. Onde essa garota conseguiu essa força? Antes de poder reagir, sinto o peso dela sobre mim e batendo em minha cara. As pessoas começam a fazer uma rodinha entre nós, mas ninguém tenta segurar ela, todos querem isso mesmo, uma briga física entre alguém dos nosso setores. Mas também eu não vou apenas apanhar. Empurro a garota pra trás a fazendo cair, subo encima dela e faço o mesmo com ela. Agora sim, algumas daquelas pessoas queria se aproximar para interromper, mas outros não deixavam. Uns queriam ver sangue de ambas, outros só queria que Isa acabasse comigo.  
 

Seguro os braços de Isa e olho seu rosto. - Você está com raivinha por que sabe que o que eu disse é verdade não é? - ela não fala nada, simplesmente cospe na minha cara.  
 

Fecho os olhos e respiro fundo, ela está brincando com minha cara. Solto suas mãos e volto a bater em seu rosto, mas dessa vez desço minhas mãos arranhando seus braços e busto. Com a minha mão esquerda, dou um soco em sua bochecha, deixando um arranhão do meu anel. Ela trocou de posição e segurou meu pulso.  

- Você está morta, garota.  

- Você acha que com essa sua forcinha de patricinha vai me machucar o bastante? Me poupe. - falo soltando meus pulso, ela se levanta. Sorrio com ironia achando que ela havia se rendido. 
 

Apoio minhas mãos no chão e antes de levanta recebo uma chute no estomago, abro a boca tentando soltar o ar, mas estava dificil. Mais dois chutes, mas um deles atingiu minha perna, mas não foi dado por ela. Levanto a cabeça e olho sorrindo, nesse mesmo momento, seguro seu tornozelos o puxando a fazendo cair batendo a cabeça no chão, ouço seu gemido de dor e subo encima dela. Assim que levanto minha mão para bater nela, dois braços abraça minha cintura me tirando de cima dela e eu começo a me debater.  

- MAS QUE INFERNO! - grito com raiva, e percebo que a música havia parado.  

Assim que ela se levanta, ela quer vem pra cima de mim. Como minha respiração já estava acelerada, eu estava com a visão borrada. Vejo alguém a segurando, mas não identifico quem é. Minha cabeça pende para trás, e eu só lembro de ouvir a música voltar a tocar.  

 
 

- É bom a gente colocar ela dentro de um carro e deixa - lá na recepção do prédio dela. - escuto a voz um pouco distante e aperto os olhos. Minha cabeça doí, meu corpo todo doí, mas eu não faço nenhum movimento, apenas volto a dormir.  
 

- Ela ainda não acordou? - ouço a voz se aproximando de mim. - Ela vai passar a noite aqui, vá ligar a câmera do quarto de hospedes. - a voz estava perto o suficiente, e pude identificar de quem era. Era Marcos.  
 

A porta do quarto é fechada, e eu continuo de olhos fechados. Eu vou passar a noite aqui, isso não fazia parte do meu plano, mas preciso agradecer a Isa depois por ter me ajudado a dar um passo a frente deles. O som dos sapatos dele ecoa pelo piso de madeira, e sinto ele segurar meu pé. Ele está mesmo tirando minha sandália?   

- Olha só como essa noite acabou, eu tinha planejado tanta coisa pra hoje, e o que você faz? Desmaia. - ele rir. - Bem que você poderia acordar logo pra gente começar uma discussão, porque eu não to nada afim de deixar você passar a noite aqui. Quero mandar você embora, mas não confio nesses caras, que droga. - o barulho do meu salto caindo no chão me assusta fazendo meu corpo tremer. - Está com frio. Ótimo, pelo menos posso fazer você sofrer com alguma coisa.  
 

A porta do quarto é aberta e uma voz que eu não conheço conversou com ele por alguns instantes.  

- Pode levar ela pra lá, eu quero dormir. - os passos se aproxima de mim e sinto meu corpo ser levantando e carregado, antes de sair completamente do quarto, abro um pouco os olhos e o olho com as mãos no rosto. - Não esqueça de ligar o aquecedor. - ele grita e ouço a porta se fechar.  

CLARA 

Lhe dou um copo e me sento no sofá bebendo. - Aqui é mais silencioso. - digo me virando pra ele.  

-Você mora bem perto do Marcos. - Carlos fala encarando sua bebida.  

-Infelizmente. - dou um gole na minha bebida. 

-Clara. - o olho, ele levanta sua cabeça e olha nos meus olhos. - O que a gente tem? Quer dizer, o que a gente pode ter? - inclino a cabeça pro lado e dou um sorrisinho.  

-A gente pode ter o que você quiser. - me aproximo dele. - Antes que eu me esqueça. - tiro o copo de sua mão colocando encima da mesinha e seguro sua nuca o puxando para um beijo.  

O beijo era quente e com muito desejo, como estivéssemos necessitados daquilo. Sua mão direita estava em minha nuca, e com sua outra mão apertava minha coxa; Minhas duas mãos permaneciam em sua nuca. Ele levou suas mãos até a bainha do meu vestido enquanto descia seus beijos pelo meu pescoço. 

Ele soltou a bainha do meu vestido e desceu as mãos para as minhas coxas, as acariciando, tiro sua camisa e a jogo em algum lugar da sala. Suas mãos vão para minhas costas e abre o zíper do meu vestido e o tirou, fazendo a mesma que eu fiz com sua camisa. Ele se levantou comigo em seu colo e me jogou encima do sofá, o olhei pra ele e mordi os lábios, ele tirou sua calça e se deitou sobre mim pressionando seu quadril contra o meu fazendo eu soltar um gemido baixo.  

Ele foi descendo os beijos até minha barriga e tirou minha calcinha, o puxo de volta pra cima e o beijo arranhando sua nuca. Ele separa do beijo e tira sua cueca.  

-E as preliminares? - pergunto se fôlego.  

-Foram todas as vezes que a gente esteve junto. - ele me beijou novamente e pressiona seu quadril contra o meu me fazendo soltar um gemido baixo. - Prometa pra mim, que não importa o que aconteça, você vai confiar e acreditar em mim.  

-Eu prometo. 


Notas Finais


Eu escrevi esse capítulo 3 vezes, porque eu preferi deixar algumas cena pro próximo rsrs. Espero que tenham gostado e até o próximo.


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