História Feito de Ouro - Capítulo 1


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Categorias Histórias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Cores, Magia, Monarquia, Traição, Universo Paralelo
Visualizações 5
Palavras 911
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Drama (Tragédia), Famí­lia, Ficção Adolescente, LGBT, Luta, Magia, Mistério, Saga, Sobrenatural, Suspense, Universo Alternativo, Yaoi (Gay), Yuri (Lésbica)
Avisos: Adultério, Bissexualidade, Heterossexualidade, Homossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


ATENÇÃO: A história a baixo é baseada num RPG, jogado não só por mim, mas por outros amigos também, evidentemente não se joga RPGs sozinho hahaha. Mas enfim, essa história não é somente MINHA. Agradeço a cada amigo que me emprestou seu personagem e sua história pra formar uma só <3 thanks.

Para os leitores, boa leitura! :3
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Eis que a perfeição surgiu
Em dourado e azul-marinho tão vivos
Brilhante e poderosa como outrora que a governou
Caliaura surgiu
Sapphire emergiu e junto dele
Golden brilhou
— Hino caluriano para Golden.

Capítulo 1 - A Tríplice de Dourada


Fanfic / Fanfiction Feito de Ouro - Capítulo 1 - A Tríplice de Dourada

A história das Cores começa no escuro. No caos, no vazio, no profundo do desconhecido, onde habitava os seres temidos por todos que hoje são conhecidos como Plebeus - ou simplesmente moradores da grande Highvenhet. No profundo caos, reinava o grande Lorde da Escuridão, pai da Princesa Blacking e inimigo da maior força criadora dessa Dimensão: a Luz; um ser de poder infinito, criador de todas as Cores, designador da paz e defensor do amor entre nações. Por anos viveram em rivalidade, até ambos cansarem e decidirem dar trégua eterna pelo bem de Highvenhet. Isso implicava no fato de que não só a paz reinaria, mas também os Plebeus e seus governantes, as Cores.

Vieram então as cores primárias, secundárias, terciárias e quartenárias. Das Cores vieram os tons, que são seus filhos após se fundirem umas as outras. Dos tons, vieram os Plebeus, raramente chamados de tons variados. Mas de todas as Cores, tinha uma que se sobressaltava e trazia para toda a Dimensão de Highvenhet uma sensação ora de ódio, ora de sagacidade; essa cor era a dourada, conhecido como Santo Tirano da cidade de Caliaura; promovedor das Duas Guerras; Atiçador da luxúria, da malícia e do ego. Esse era Golden, nascido das lágrimas da Luz, revestido por ouro, segurando um cetro e carregado, sobre a cabeça, uma coroa carregada de joias - era tão pesada que só ele e sua descendência. Já no seu nascimento, ele caminhava ereto em direção a uma pequena vila que viria a ser o império de Caliaura no futuro. Golden só não contava com uma coisa: o nascimento de dois irmãos, Bronze e Prata; respectivamente chamados de Bronzeus e Argent, nascidos dos resquícios das lágrimas de Golden.

Pedra sobre pedra, a cidade de Caliaura fora criada, sempre vigiada por Golden, seu atual Imperador-Rei.

- Você deve terminar o construir da Escola Artística ao amanhecer - Berrava aos montes com os Plebeus, vidrando seus olhos frios em cada erro. - Não quero nada mais do que perfeito, querido. E sugiro que se apresse, caso tenha amor por sua família.

A voz de Golden não era gasta a toa. Os familiares de quem quer que seja aquele Plebeu, estavam sendo levados a Poderius neste momento.

Ah! Poderius! Sim. A primeira construção concretizada em toda Caliaura. Era o palácio real onde viviam Golden, Argent, Bronzeus e as demais Cores com influência e sangue real. Era feito todinho de ouro, tal como Caliaura seria um dia; local de fofocas, procrastinação, luxúria. Naquele palácio, as paredes tinham ouvidos e passagens secretas; os nobres falavam pelos cotovelos e participavam de bailes uma vez na semana. Em dois anos, Caliaura já era o reino mais forte de toda Highvenhet. E todos os Pebleus, tons e Cores de lá sussurravam sobre Golden, Bronzeus, Argent:

- Os três são horríveis.

- Eu soube que um deles implantou uma lei artística que abole Arte em casa. Juro pela Luz, eu provavelmente deporia os três. 

- São tão arrogantes quanto se diz, acredite! Superam o próprio Lorde da Escuridão.

São conhecidos por todos como a Tríplice Cintilante. Os Juízes Impiedosos. Esse trio formado por três irmãos cruéis que tem o rígido apoio um do outro. Eles vivem em Poderius, o centro do da cidade de ouro.

- A guarda real anuncia a chegada de Argent e Bronzeus, irmãos de Golden, pretendentes ao trono e comandantes do Exército Caluriano! - Na sala do trono de Poderius, pôde-se ouvir o anúncio rebater em cada parede da sala, que era muito grande e circular.

No azulejo do chão e nas paredes haviam gravuras de pessoas na mais pura nudez; as portas de dois metros que se abriam e revelavam Argent e Bronzeus impecavelmente vestidos, eram ornamentadas com grandes leões de mogno para serem abertas. Em um vestido de prata que pendia do ombro esquerdo, Argent atravessou toda a sala do trono, com seu frequente olhar orgulhoso e semblante caótico. Bronzeus usava uma camisa de linho amarela, coturnos de soldado e um sorriso que tendia a psicopatia. Ambos fizeram sobre o peito um sinal comum entre eles: dedos cruzados, como um aviso de que nem tudo que lhes diria seria sincero.

- Bijuteria de quinta, espero que esteja bem. - Ironizou Argent para com Golden, com uma falsa reverência e uma pequena troca de olhares com Bronzeus. 

- Na verdade, Gold, não espero que esteja bem. - Bronzeus anunciou, suspirando e dando de ombros. Golden arqueou a sobrancelha direita e virou os olhos, abanando as mão em desdém. 

- Sejam diretos e não tentem me bajular - A Cor dourada ergueu-se do trono, respondendo-os num tom nada lisonjeiro. - São burros se acham que me enganam, então vão direto ao ponto. Agora.

Os olhares de Bronzeus e Argent se reduziram a algo frio e sem empatia. Ambos estalaram os dedos e houve um leve tremor em toda Poderius. Um tremor que aumentou e virou um grito intenso de uma provavel batalha. Os guardas na entrada trocaram olhares preocupados e saíram correndo da sala para investigar o ocorrido, que parecia-se demais com uma enxurrada de rebeldes tentando invadir o palácio. Argent e Bronzeus continuam quietos, e o silêncio estava matando Golden, que bateu os pés no chão com raiva.

- Me digam o que querem ou não poderei fazer nada por vocês. - Os braços dele estavam cruzados numa clara demonstração de nojo. 
Argent fez um breve tsc, tsc, negando com a cabeça.

- Viemos lhe tomar o trono, irmão.

 


Notas Finais


É ISTO. Não escrevo nada desde 2014, mas a gente se vê no próximo capítulo.


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