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História Felina de fogo - Capítulo 23


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Notas do Autor


Aiiii gente!

Desculpa mesmo pela demora, deu uns rolos aqui e eu não pude escrever nem ler nenhuma fanfic, mas eu já tô de volta!!!😁

Fiquem com a história...

Capítulo 23 - Inconsciente


Pov Peter


Eu detesto ficar de vela! Nós deveríamos ter nos dividido de outro jeito!

Enquanto íamos levando os lanches, e o casal brincava, vimos um misto de luzes vindo da direção da praça. E a não ser que estejam festejando em plena tarde, alguma coisa aconteceu com aqueles três.

Corremos o mais rápido que conseguimos, e quando chegamos lá... tudo que podíamos dizer é UAU!


Pov Gabi

Fiquei surpresa ao ver nossos amigos, um tanto... diferentes. As pedras deles brilhavam, então logo deduzi que eram as responsáveis.

Ni estava com orelhas de gato, luvas como se tivesse garras e um rabo, sua roupa tinha adquirido uma coloração vermelha e pude sentir o calor que ela emanava daqui.

Mateus estava com algum tipo de capacete que imitava a cabeça de um lagarto, um rabo escamoso e luvas marrons grossas, pareciam rochas.

Por fim Brenda, ela estava assustadora! Sua roupa ficou totalmente negra, seu cabelo estava solto e suas mãos pareciam controlar a própria escuridão. Sua aura estava aterrorizante.

As sombras parecem que também sentiram medo dela, pois começaram a recuar de pouco em pouco. 

Olhei ao redor, temendo que essa confusão tenha atraído uma plateia, mas a praça e as ruas perto estavam desertas, que coisa estranha...

Fui tirada dos meus pensamentos quando senti um estrondo. Mateus tinha socado o chão, causando um pequeno terremoto, e de sua mãos sairam rachaduras, indo na direção de duas sombras. Logo elas foram engolidas pelo chão, que se fechou imediatamente depois.

Brenda lutava corpo a corpo contra uma, e Nicoly com outra, mas ela pareceu se cansar e passou suas "garras" através de seu inimigo que sumiu.

Porém, as duas que sobraram e a com que Brenda lutava, começaram a se reunir, e diante dos nossos olhos vimos uma sombra enorme surgir das três pequenas. Ela deveria ter quase três metros de altura.

Nicoly e Mateus tentaram investir contra ela, mas foram lançados com as costas das mãos dela, cada um para um lado. Não satisfeita, veio na direção da Brenda.

Foi aí que decidimos nos mexer, Peter correu até a Ni que segurava seu braço direito e Guilherme foi em direção do Matt, ele estava se levantando, mas sua "transformação" se foi e ele caiu de joelhos. Ajudei ele a se levantar e ele se apoiou no Gui, Peter e Nicoly estavam em uma situação parecida, mas ela claramente se negava a receber ajuda.

Nos afastamos e eu chamei Brenda para ela sair dali, mas em vez de me ouvir, ela correu em direção a sombra, como se fosse lhe dar um soco. A sombra por sua vez, também veio na direção dela.

Brenda deu o soco, mas seu adversário segurou sua mão, ela arregalou os olhos como se tivesse visto um fantasma e a sombra de dissipou. Ela se virou para nós e deu um sorriso antes de desmaiar.

Corri para ver se ela estava bem, Peter desistiu de tentar ajudar a Ni e também foi na direção da Bre preocupado. 

Verifiquei seu pulso, estava tudo ok, ela deve ter desmaiado por conta de alguma coisa que aconteceu quando ela tocou na tal sombra.

Peter a levou nas costas e deitamos ela em um banco, esperando que ela acorda-se logo. Mas com o passar das horas, já estava anoitecendo e nada.

- Droga! Temos que arrumar um lugar para ficar pelo menos essa noite já que provavelmente perdemos o trem.- Guilherme não estava tão animado como de costume.

- E onde vamos arrumar um lugar gênio?- Nicoly claramente tentava esconder sua preocupação e dor com sarcasmo.

- Posso arrumar um lugar para vcs ficarem.- Todos nós nos viramos em direção da voz desconhecida.

- E quem é vc.- Eu disse tentando não ser grossa.

- Sua avó me ligou e pediu para recebê-los em meu apartamento - Ele disse olhando diretamente para Nicoly.

- Minha avó te ligou?- Ela disse fazendo uma careta.

- Sim, mas é melhor nos apressarmos, essa garota não parece bem...

Olhamos para Brenda e depois para o homem. 

- ...nem você - Ele concluiu apontando para a Nick. Todos a olharam espantados.

Ela, obviamente, deu um jeito de dizer que estava bem e que ninguém precisava de espantar, que era só uma dorzinha, já já ia passar. Eu realmente não acreditei muito.

Nos juntamos e começamos a discutir os prós e contras de irmos com o moço, e decidimos ir, já que ele disse que conhecia a Dona Betty, mas não deixaríamos a guarda baixa.

Andamos um pouco e chegamos em um prédio, entramos e a mulher na recepção nos deu um sorriso. 

Entramos em um elevador privado e só aí comecei a reparar na roupa do nosso anfitrião. Ele usava uma blusa preta e uma camisa social branca por cima, abotoada até a metade, uma calça social e um sapato moderno. Um homem alto, loiro de olhos castanhos escuros.

Chegamos, estavamos na cobertura, era enorme, provavelmente ele era bem de vida.


Pov Nicoly

Não sei se fico aliviada ou desconfiada. Por um lado, não seria de grande surpresa minha avó conhecer gente como ele, mas por outro, ainda não consigo confiar nele, talvez seja porque eu tenho um pouco de dificuldade em confiar nas pessoas, mas mesmo assim.

- Sua avó conhece gente importante ein?- Mateus me falou de canto, baixinho. Ri do seu comentário. Isso aliviou um pouco a tensão em meus ombros.

Mas foi só por um instante, pois senti a dor no meu braço aumentar. Devido a isso, deixei um pequeno gemido de dor escapar atraindo a atenção do Peter. Dava para ver em seus olhos que ele estava preocupado com a irmã, eu não podia ser fraca e preocupá-lo ainda mais, muito menos o resto do pessoal.

A atenção de todos foi para o dono dessa cobertura, que agora estava batendo palmas devagar, como se estivesse chamando alguém.

Logo um homem e uma mulher apareceram na sala. 

- Margot, leve esses garotos e acomode eles. E Richard, me ajude a levar essa garota para a pequena área médica do meu escritório.

Eu já estava indo com o pessoal atrás da Margot, quando ouço o homem, que por alguma razão ainda não sei o nome, me chamar.

- Onde pensa que vai com esse braço?

Eu tentei protestar, mas não adiantou, então eu fui com ele, e quando estávamos saindo, Peter nos interrompeu.

- Eu vou com vcs.

E num é que ele foi mesmo? 

Nós caminhamos pela casa, até chegar em uma porta. Quando ela foi aberta, vimos um tipo de enfermaria e uma porta que provavelmente levava ao seu escritório.

O tal de Richard deixou a Brenda em uma cama e o cara apontou para que eu me senta-se sobre uma mesa, típica de consultório médico.

Primeiro ele examinou a Bre, fez algumas anotações e começou a preparar algum tipo de remédio. Enquanto isso eu podia sentir o Peter inquieto do meu lado.

Enfim, ele terminou de preparar o remédio e ergueu um pouco a cabeça dela, fazendo com que bebesse o preparado.

- Ela vai ficar bem, mas tem algo prendendo ela no mundo dos sonhos.- Ele disse por fim.

- Como assim?

- Tem algo impedindo ela de acordar... Agora sua vez.

Fiquei espantada pelo modo como ele mudou seu foco de uma hora para outra, eu já ia perguntar mais alguma coisa sobre o estado da Brenda, mas ele tocou meu braço e mais uma vez eu gemi por causa da dor.

- Minha nossa!- Ele me lançou um sorriso- Está pior do que eu pensava.

Pude ver a expressão do Peter ficar ainda mais preocupada.

- Está muito ruim?- Ele perguntou.

- Ela quebrou feio o braço, é incrível que não esteja urrando de dor.

Sua cara de espanto me fez rir, mas logo senti meu braço doer mais e levei a mão para o lugar que já estava roxo.

- Então, ainda não sei seu nome.- Olhei para ele, e perguntei, tentando me distrair da do dor.

- Apolo.

- Que nem o do Deus grego?

- Sim. Me deram esse nome porque, diz minha mãe, que eu parecia um raio de sol.

Sorri, essa conversa com certeza deixou o ambiente mais agradável.

Apolo disse que teria que engessar o meu braço. Ele colocou no lugar, admito que doeu um pouco, tive que me segurar para não gritar. Depois ele engessou e eu e o Peter fomos para a sala, de lá, a Margot nos levou para onde íamos dormir.

No quarto tinha duas beliches e uma cama de solteiro. Eu fiquei com uma de baixo que ainda não estava ocupada e o Peter com uma de cima.

Ele entrou no banho e eu me deitei, mergulhando em pensamentos.

Oque será que está prendendo a Brenda e impedindo ela de acordar?


Continua?



Notas Finais


Então? Oq acharam?

Por favorzinho, deixe sua opinião nos comentários, eu adoraria ler, mas é claro, só se vc quiser.

Um grande abraço e até o próximo cap.


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