História Feline, the wild woman - Capítulo 18


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Categorias Helena Bonham Carter, Johnny Depp
Personagens Personagens Originais
Tags Drama, Ficção Cientifica, Helena Bonham Carter, Investigação, Johnny Depp, Lucy Liu, Mutantes, Policial, Romance
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Palavras 1.173
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Crossover, Drama (Tragédia), Ficção, Ficção Científica, Luta, Mistério, Policial, Romance e Novela, Sci-Fi, Suspense, Universo Alternativo, Violência
Avisos: Álcool, Drogas, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Mutilação, Nudez, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Estou de volta ❤
Espero que gostem do cap e boa leitura 😍❤

Capítulo 18 - Castigo e proposta


Feline caminhou pelo longo corredor da casa.

Seu coração estava acelerado, como se a qualquer momento fosse explodir.

Seus passos eram silêncios, mas sua respiração ruidosa.

Ela abriu a porta no final do corredor.

Em frente à um espelho, Charlene Vásquez passava batom.

Feline não fez nada, ficou parada na porta, observando cada movimento da mulher, mas não pensou que seu reflexo pudesse aparecer no espelho e assustar Charlene, mas foi exatamente o que aconteceu.

-O que você é?-Charlene perguntou, virando-se para Feline

Feline não respondeu, andou na direção dela.

Os olhos escuros e ameaçadores e Feline estavam focados na mulher, que ia andando para trás, assustada, porém curiosa para saber mais sobre a espécie de Feline.

-Essas garras...O seu jeito...uma mistura entre animal e humana...!-Disse a mulher- Você é uma híbrida...!

"Híbrida" Então é isso o que eu sou!-Feline pensou

-Você é a tal mulher selvagem?

-Acertou!-Disse Feline andando em direção à ela.

Feline rosnou e ergueu as garras na direção da mulher.

Charlene fechou os olhos, esperando seu fim, mas nada aconteceu.

Quando abriu os olhos, viu as garras de Feline á poucos centímetros de seu rosto. Charlene respirou aliviada.

-Você não me matou...Obrigada!

-Não mencione isso a ninguém, ou pagará caro!-Disse Feline, antes de sair.

Ela desceu as escadas e adentrou o salão, lá pessoas dançavam e bebiam,Feline passou por eles, sem machucar ninguém,ela saiu da casa.

Agora, já longe daquele tumulto todo, ela conseguiu refletir sobre o que tinha feito.

Ela já não sabia o que estava sentindo. Um pouco de alívio, por não ter machucado ninguém, arrependimento, por ter desobedecido seu mestre, e medo da reação dele.

Mas não tinha o que fazer, ela tinha que seguir em frente! Ela tinha que contar á ele o ocorrido.

Quando se aproximou do laboratório, seu coração disparou, suas mãos tremeram, seus estômago doia e ela achou que ia vomitar, parecia que suas pernas já não a sustentavam mais,lhe faltava o ar.... Será que iria morrer?-Ela pensou.

Feline nunca havia sentido tanto medo assim, mas abriu a porta e entrou.

O cientista, com um sorriso sádico no rosto, a esperava.

-Meu bem...Como foi lá?

Feline estava cabisbaixa, não tinha coragem de encara-lo.

-Eu falhei com o senhor!-Ela disse, num sussurro

-Você o que?

-Eu não matei Charlene Vásquez, nem ninguém da festa! Eu falhei!

O cientista ficou em silêncio.

Um silêncio de poucos minutos, mas que pareceram horas para a assustada Feline.

-Minha querida Feline...!-Ele ergueu o rosto dela e olhou nos olhos- Você lembra a punição por desobediência?

-Sim senhor!

-Então vá até sua jaula e busque para mim!

Ela, com passos vagarosos, fez o que lhe foi mandado.

Ao entrar na sua jaula, sentiu-se mal pelas lembranças que aquele lugar lhe trazia.

Preso à parede estava ele: O chicote!

O chicote estava ali desde que ela havia chegado. Quando ela se rebelava contra ele, em momentos de raiva, ele dizia que o chicote era a punição por desobediência.

Ele nunca o usou, mas a ameaça sempre esteve presente.

Ela o pegou e levou para o cientista, que esperava com o olhar sem emoção, no laboratório.

Feline já sabia o que aconteceria, então tirou o vestido e deixou suas costas livres para que ele fizesse o que tinha que ser feito!

Ela gritou quando recebeu a primeira chibatada.

Sua pele ardia, quando o chicote lhe cortava a pele.

Mas ele continuou.

Ela gritou apenas na primeira chibatada, na sequência,ela permaneceu calada e imóvel.

Ela não soube quantas chibatadas levou,mas finalmente, o chicote parou!

-Minha doce Feline...Isso doeu mais em mim do que em você! Mas você sabe que tinha que ser feito,não?

-Sim senhor!

-Agora me diga, você vai ser uma boa menina e cumprir as minhas ordens?

-Sim senhor!-Ela repetiu

-Muito bem...! Eu não sei o que houve com você,antes era tão obediente,mas desde que passou afastada por conta da sua perna machucada,parece que mudou!

-Desculpe senhor! Foi apenas uma falha,não vai se repetir.

-Afinal, como você machucou sua perna? Você nunca explicou...

-Eu estava na floresta, quando fui atacada por uma moça, ela disse que é caçadora de recompensas. O nome dela é Keiko May!

-A mercenária....Já ouvia falar dela! Se ela conseguiu lhe ferir em uma luta é por que ela deve ser muito habilidosa. Talvez eu precise dela.

-Precisar da Keiko? Por que?

-Garantia!

Feline não entendeu, mas também não se importou.

Quando Feline saiu só laboratório, o cientista pegou seu celular e discou o número de um dos homens que trabalhava pra ele:

*Ligação On*

-Preciso da seus serviços!-Disse o cientista

-Pode falar, senhor!-Disse a voz masculina, no outro lado

-Localize a mercenária Keiko May, preciso fazer uma proposta a ela.

-Como quiser, senhor!

*Ligação Off*

...

O sol já brilhava no céu, Keiko ajudava a mãe com as plantas, como fazia todas as manhãs.

Elas conversavam e riam, sem nem perceber que estavam sendo observadas.

O cientista saiu do carro preto, que estava estacionando lá a um bom tempo.

Ele andou até a casa até Keiko, e ela finalmente percebeu que a conversa era com ela:

-Posso ajudar?-Disse ela, ao cientista

-Poderia me convidar pra entrar?

-Acho que não! Pode falar aqui mesmo!

-Receio que você não tenha entendido o teor da nossa conversa, é melhor entrarmos!

-Está bem, mas ande logo!

O cientista acompanhou Keiko até a sala de estar, ambos sentaram-se no sofá:

-Não vai me servir uma bebida?-O cientista perguntou

-Não mesmo!

-Você é uma moça tão bela e habilidosa, pena que é tão rude!

-Vai falando o que tem que falar!

-Você é Keiko May Yamashita, a marcenaria!

-Eu sei quem eu sou. O desconhecido aqui é você, então é melhor ir falando logo, esquisitão, por que eu não gostei dessa tua cara!

-Está bem, sou o cientista Manfred Shulz.

-E eu com isso?

-A alguns meses, você danificou um de meus experimentos!

-Eu não danifiquei nada seu,cara, eu nem te conheço!

-Você machucou minha maior criação...Aquela que vocês chamam de mulher selvagem!

-Feline...? Você é o criador da Feline?

-Exatamente

-Você tem noção do que fez? A cidade está um caos graças a essa sua loucura!

-Eu sei. Era exatamente essa a idéia, e a minha proposta tem a ver com isso.

-Fala logo!

-Feline já foi muito eficiente, mas agora está falhando demais. A minha idéia é que você termine os serviços que ela deixa a incompleto, se é que me entende.

Keiko não era burra, ela entendia perfeitamente.

-Matar? Quer que eu mate pessoas?

-Você é bem rápida para entender.

-Nem pensar, nem sonha com uma coisa dessas.

-Ora, Keiko, não venha com moralismo. Você é uma mercenária, trabalha por dinheiro, e pode saber que vai ter muito dinheiro em jogo.

-Eu mato, sequestro ou prendo por encomenda sim, mas só assassínios e bandidos, não mato gente boa não!

-Você ganhará muito dinheiro, acredite!

-Eu recuso sua maldita proposta!

-Você sabe com quem está falando,mercenária?

-Não me importo! Não ligo se você é cientista macabro, príncipe, ou imperador...Você está na minha casa, e é melhor ir saindo logo antes que eu acabe com sua vida agora mesmo!

O cientista sorriu:

-Claro...! Tenha um ótimo...ótimo dia...!

Ele saiu e ela fechou a porta.

No carro, um homem musculoso de roupa preta e óculos escuros o esperava:

-Como foi?-O homem perguntou

-Ela recusou!

-E então?

-Você sabe...Keiko May pagará por isso!


Notas Finais


E então, amores?
Gostaram que a Feline não cumpriu as ordens do cientista?
E sobre o castigo até ele deu à ela?

E a proposta que ele fez á Keiko? Gostaram de que ela recusou e oq vcs acham que ele vai fazer contra ela?
Comentem ❤❤


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