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História Femboy - Capítulo 22


Escrita por: e tsukiaa


Notas do Autor


Oiee gentem acho q ta meio grandinho e estou feliz por isso. Pois ando conseguindo fazer uns caps maiores :)

Não tem coisa melhor, estou sangrando, estou mais carente do que geralmente, não posso comer tanto doce. Uau. E ontem eu tava no insta e apareceu um vídeo de uma pessoa cortando bolo, daqueles q nem bolo parece, tinha de crocks(?), bolsa, e uns outros.

O cap foi meio muito rápido e peço perdão por isso, eu queria fazer logo a parte boa >:)

Boa leitura 🍒🍒

Capítulo 22 - Na casa da vó


Acordo com uma faixa de luz sobre meus olhos, já não tinha nenhum peso em meu corpo. Um travesseiro vai de encontro com minha cara, me assusto e olho os lados. O Rodrigo estava rindo, provavelmente de mim ᶘಠᴥಠᶅ. 


— Que belo jeito de acordar né? — falo me espriguiçando 


Jogo o travesseiro nele e procuro minha roupa. Me visto e do nada meus pés não estavam mais encostando o chão. Sou jogado de leve na cama e recebo cosquinhas. 


— Para hahahaha eu vou fazer xixi assim para hahaha(me representa) eu vou morrer hahaha — ele para e fico parado de lado, apenas para recuperar minhas energias que estavam guardadas quando levantei 

— Não morre não. 

— Meninos, ele ainda não acordou. Venham logo comer, depois você deixa ele em casa, ok filho? 

— Aham. 


Ela da um sorrisinho e vai até a cozinha. Pego minha coisas e descemos. O café da manhã é ovos com bacon. Vish que pessoal rico e chique, tudo come comida de filme e série. Eu só como pão e as vezes bananada junto. Nos sentamos, comemos e conversamos, meio baixo pra não acordar o pai dele. 


Tive que ir embora mais cedo do que esperava. Esqueci de avisar a mamãe ontem, e hoje vamos almoçar na vovó e ela não gosta muito de atrasos. Saímos da casa e demos as mãos. A rua tava bem mais movimentada do que de costume, hoje não tem aula então pra onde todos estão indo? 


— Sabe, eu tenho medo do que pode acontecer com ela — direciono minha atenção a ele

— Com a sua mãe? 

— É. Vai que meu pai tenta alguma coisa contra ela? Vai que ele a culpe por eu ser bi. Por eu ser bi! 

— Se ele fizer isso... A gente tenta ajudar. Falar pra polícia, deixar ela o mais longe possível dele. 

— Não é tão fácil.

— Eu sei que não. Poderíamos tentar ajudar caso acontecer, e já ficar de olho nas ações dele. 

— E se quando ficamos fora ele tentar algo? Eu não quero ela mal. Ou com aquele cara que nem meu pai é direito — ele fecha a cara, paro de andar e ele me olha — ta tudo bem? 

— Sim. — apenas abraço ele que começa a chorar e me abraça bem forte — Sempre que precisar, fala comigo. Me promete não esconder nada? Nadinha? 

— Nadinha. — acho meio fofo quando ele fica meio carente e todo fofo. Isso é outra coisa! Pare de pensar isso em um momento como esse! — E vc? Promete? 

— Prometo! Com todos os meus 1,65 de altura 


Ele da um risinho e voltamos a andar. Quando chegamos, paramos na porta. Ele segurou minhas mãos. 


— Desculpe de novo sobre o que ele fez com você. 

— Não precisa se desculpar — faço carinho na sua bochecha 

— Ele te bateu! Ninguém pode te bater! 

— Ownn — fico na ponta do pé e dou um beijinho em sua testa — você é tão fofo quando ta protetor — aperto suas bochechas e ele resmunga 

— Não sou fofo(eu so bandida kkkk). Melhor eu ir logo

— Por que? 

— Pra eu ir logo pra casa e ficar com minha mãe 

— Ata. Eu tenho que ir pra minha vó! Vou ter que arrumar! — lembro e dou um selinho em seus lábios bem rápido — desculpe dar tchau assim mas tenho mesmo que me arrumar rápido — entro em casa e fecho a porta 


Quando me viro pude sentir um medo daqueles de trancar o cu. A mamãe estava me olhando meio brava. 


— Onde o senhorzinho estava? — me perguntou com os braços cruzados 

— E-Eu dormi na casa no Rodrigo

— Por que? 

— Tava meio tarde e a mãe dele disse que era melhor passar a noite lá — de certa forma é verdade 

— Espero que não esteja mentindo. Agora vai logo se arrumar, estamos quase nos atrasando 


Vou correndo pro meu meu quarto e procuro uma roupa bem nada chamativa. A vovó e o vovô tem aqueles pensamentos antigos, então eles são homofóbicos e não sabem sobre eu ser gay. Não irei usar as minhas roupas "femininas" pra eles não ficarem de mimimi. Termino de me arrumar e desço pra sala. 


A mm e a mamãe já estavam arrumadas, obviamente. Entramos no carro e a mamãe da partida. Teve umas horas que o trânsito não ia e quase batemos o carro. Quando chegamos na casa meio chique mas um pouquinho velha, recebemos um olhar feio. 


— Por que demoram tanto? 

— O trânsito estava ruim e ycaro chegou bem na hora de sair

— Aonde ele tinha ido? — perguntou enquanto todos se sentavam na mesa gigante onde tinha uma parte meio grande da família

— Eu fui na casa de um amigo — viu seu vô o olhando estranho 

— Entendi. Bom vamos almoçar! 


Eu comi um pouco e já me senti meio ruim. Será que algo aqui não me fez bem? Tomo um pouquinho do suco e meio que sinto minha garganta desinchar? Não sei como explicar. Volto a comer e me sinto meio ruim de novo. Mas dessa vez eu termino meu prato, por que to me sentindo assim? 


— Ycaro querido, esta bem? — minha tia me pergunta 

— Eu não sei 

— Como esta se sentindo? 

— Meio enjoado?

— Quer ir no hospital comigo depois pra ver se está bem? — a tia é médica então sempre que alguém está meio mal ela vê se está com alguma coisa 

— Pode ser — minha mãe responde — ai eu vou junto 

— Tudo bem. 


Fomos no hospital e ela fez uma treco em mim. Minha mãe está preocupada, será que ela tem ideia do que pode ser? Cutuco ela e pergunto. 


— Filho. Aconteceu algo ontem? Ou hoje na casa do seu namorado? Você estava andando um pouco tortinho sabe. Você caiu? Ou algo parecido? 


Eu congelo. Da pra perceber isso? Ou será que é o poder de mãe que percebe tudo? 


— E-Ehh

— Pode me contar. Ela vai voltar daqui a pouco, tem tempo ainda. 

— É que... Eu meio que... Tipo... 

—Eu não vou julgar se for algo que to pensando


O que ela ta pensando? 


— Eu perdi minha virgindade com ele — falo meio baixinho mas ainda deu pra escutar 

— Foi o que pensei. Acha que é por isso que esta meio ruim? 

— Como assim? 

— Não é possível que não tenha entendido. 

— Na verdade não entendi direito 

— Filho, você não é burro pra não entender. E se fosse por isso que esta meio ruim


— Ahhh ta. N-Não m-mãe. Nada disso. Como isso iria acontecer? Eu sou um homem

— É... Talvez eu esteja alucinando mesmo


A porta é aberta e minha tia entra. 


— Então, aparentemente você será papai. Como eu não sei mas será 


Estou totalmente chocado. Acho que vou desmaiar :0


Notas Finais


Será q tem menino q lê minha fic? To curiosa com isso


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