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História Femboy - Capítulo 26


Escrita por: e tsukiaa


Notas do Autor


Esse cap aqui no final foi meio inspirado em killing stalking, o próximo tmb vai ser um pouco. Acho q ficou meio legalzinho o cap.
Título meio aleatório.

Boa leitura ❤

Capítulo 26 - Eu fiz algo errado?


Agora estou na casa do saiko. Ele ta tomando banho e a mãe dele ta na cozinha fazendo pipoca pra quando formos ver série. Eu ainda não me sinto tão confortável perto dela, parece que o ambiente fica pesado e um tanto quanto esquisito.

O saiko desce e se senta do meu lado, colocando seu braço em cima de meus ombros. A mãe dele chega também e coloca o pote de pipoca na mesa de centro que fica entre o sofá e a tv.

Nos vamos ver the office. O Michel é muuito chato, puta que pariu, e que chato. Me sinto meio enjoado depois de comer pipoca, mais que merda! De novo isso. Eu não quero estar assim.

— Gente eu vou no banheiro.

— Você esta bem amor? — saiko me pergunta

— Eu estou, só um pouco apertado mesmo

Vou até o banheirinho que tinha lá na sala e tranco a porta. Fico andando em círculos e tentando pensar em alguma coisa, mas quem disse que isso funcionou né? Molho meu rosto e bebo um pouquinho de água ali mesmo, dou descarga pra caso de pra escutar e não acharem que não fiz nada e volto pra sala.

O pai dele chega, ué, mas ele não tava em viagem? Vejo o sorriso do Rodrigo sumir e sua face ficar confusa, enquanto isso o pai dele só faz uma cara de desgosto ao me ver.

— Cancelaram o voo em última hora. — falou e subiu as escadas — Depois deixa o jantar no quarto querida

O clima ficou mais pesado ainda

✧・゚: *✧・゚:*

Um mês quase passou, falta um tempinho ainda. A relação entre o pai do Rodrigo e ele foi de mal a pior. E não vou negar que quando dormi lá da última vez eu ouvi gritos e isso foi na tarde da noite e faz um tempinho já. Só não quero que seja aquilo que pensei.

Eu acho que vou contar pro saiko hoje. Mas será? Eu to enrolando demais pra contar. Foda-se! Eu falo hoje.

Autora on

Saiko estava descendo as escadas pra poder perguntar pra sua mãe se podia dormir na casa do namorado. Ela estava lavando a louça, mais especificamente os talheres.

— Mãe eu po- — não deu nem tempo e sua mãe tinha enfiado uma faca em seu antebraço — M-Mãe

A mulher nem sabia que era seu filho, achava que era o homem que ela "amava" tentando abusar ela mais uma vez no dia. Quando percebeu que era seu filho começou a chorar e se desculpar desesperadamente enquanto pegava o telefone para ligar para a emergência.

Chegou logo depois. Seu filho estava perdendo muito sangue e também um pouco tonto, isso a assustava demais e se culpava por odiar tanto o homem que fez ela fazer isso com o próprio filho. Se nem tivesse se casado com aquele homem nada disso teria acontecido.

Ela entrou junto dele no veículo e pegou seu celular, caso precisasse ligar para ycaro, na verdade iria ligar de qualquer jeito.

Ycaro on

Eu estava tranquilo fazendo algumas tarefas enquanto ouvia algum lo-fi.

A música para de tocar e troca por um de chamada. Alguém estava me ligando. Eu atendo mas no início mão escuto nada.

— Alguém? — eu pergunto

— Ah! Olá ycaro, sou eu, a mãe do Rodrigo. Ele está no hospital, você pode vir?

— P-Pera por que ele ta ai?! — ela encerrou a chamada

Coloco só um calçado e desço rapidamente as escadas. Abro a porta correndo e nem tranco ela, a mamãe já deve estar confusa com minha ação. Eu nem pensei direito, o desespero me enchendo, fui correndo até lá sem me importar em quase ser atropelado por algum carro. Eu só preciso ver ele!

Chego lá e encontro a mãe dele. Vou até ela e ela me fala e me leva onde ele ta.

— Melhor você ficar com ele. Agora ele ta dormindo por causa da anestesia ok?

— O-Ok

Ela sai.

Eu queria contar pra ele hoje. Justo hoje! Eu nem sei o porque dele estar aqui, só sei que eu to chorando.

— Ta tudo bem? Espero que sim. E que sua mãe também esteja.

Eu sei que ele não vai responder isso mas...

— Rodrigo. Eu... Eu nem sei como falar, mas, eu to grávido. De algum jeito que nem eu sei. — aperto sua mão — Eu te amo. Demais, demais. Com todos os meus 1,65 de altura. E pra sempre.

Saio do quarto e vou saindo do hospital.

— Oi ycaro! — olho pra trás e vejo Noah. Por que ele ta aqui? — Eu gostaria de me desculpar com você

— Ah, tudo bem então

— Tão fácil assim?

— É. Eu to meio triste agora, pode me deixar sozinho?

— Deixa eu te ajudar

— Ajuda me deixando sozinho — falo calmo

— Que tal eu te acompanhar até sua casa? — dou um suspiro

— Ta

Eu nem prestava atenção no caminho, só ia.

— Por que esta triste?

— É um treco com meu namorado

—Vocês brigaram?

— Não

— Terminaram?

— Não! Podemos não falar dele?

— Ok ok, calma

Olho melhor pra onde estamos.

— Onde estamos? — eu pergunto

— Na minha casa

— O que? — eu tento correr mas ele é mais rápido e pega um martelo que tinha jogado na rua e depois bate na minha perna — Ai! Caralho!

Ele me pega e me coloca em seu ombro. Entra na casa, me joga no chão e acho que bati minha cabeça em algo. Porque não lembro de nada 



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