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História Fênix Entre os Dois Mundos - Capítulo 3


Escrita por:


Notas do Autor


Orfeu
Características: Cabelos curtos pretos e olhos vermelhos
Idade: 18 anos
Altura: 1,70
Personalidade: Mal
Estado Civil: Solteiro

Axel
Características: Cabelos louros médio e olhos verdes
Idade: 17 anos
Altura: 1,60
Personalidade: Mal
Estado Civil: Solteiro

Steve
Características: Cabelos curtos cinza e olhos da mesma cor
Idade: 16 anos
Altura: 1,60
Personalidade: Mal e Atrapalhado
Estado Civil: Solteiro

Capítulo 3 - Escolhidos


Fanfic / Fanfiction Fênix Entre os Dois Mundos - Capítulo 3 - Escolhidos

Capítulo Anterior 

Na mesma hora Roger e Bob ficam todos humildes e de joelhos ficam perante dos dois dizendo: 

— Perdoa-nos! 

— Agora vão embora daqui! — Minerva irritada. 

 

Imediatamente os dois vão para outro lugar. Tobias observa o jovem dizendo: 

— Até quando você vai esconder seu rosto, moça? 

 

Ela fica em choque e em seguir tira seu boné e óculos escuros nos seus olhos e solta seu lindo cabelo rosa. Na mesma hora o olhar do Carlos brilha apaixonado e fica com a boca aberta quando ver ela fala: 

— É uma linda moça! 

 

Artur bate na cabeça dele dizendo: 

— Para aí seu safado. 

 

Os dois já iam brigar, mas Minerva bate na cabeça dos dois e fala: 

— Sem briga! Ok rapazes. 

 

Os dois com cabeça para baixo respondem: 

— Sim, senhora. 

 

Pensamento Tobias: 

“— Nossa! Nossa! Minha mulher é brava.” 

 

Em seguir olha para moça dizendo: 

— Vejo que a senhorita não é daqui. Qual é o seu nome? 

— Sim. Sou de outro lugar. Meu nome é Sakura. — Pensamento — “Não é bom dizer onde que vim.” 

— Cadê seus pais, senhorita? — Pergunta Minerva. 

— Morreram. — Sakura com olhar triste. 

— Pelo visto não tem lugar para ficar. — Tobias disse. 

— Sim. — Sakura responde. 

— Você pode ficar em casa por alguns dias. Sinto que você é uma jovem boa. — Minerva dizendo. 

— Obrigada, mas nem sei os nomes de vocês. — Sakura falou. 

— Meu nome é Tobias e ela se chama Minerva minha esposa. — Tobias dizendo. 

— Meu é Carlos e ele se chama Artur. — Carlos falando. 

 

Tobias tira de sua carteira um pequeno bolo de dinheiro e entrega nas mãos do Carlos dizendo: 

— Acredito que seja suficiente para vocês comprarem algo para comer e comprar roupas novas. Minerva e eu temos algo para resolvermos. 

 

Minerva pega seu celular que marca às 11h e fala: 

— Estejam vocês na praça às 13h para irmos para casa. 

 

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Ainda na Escola  

Na sala do diretor. Bob muito bravo com Roger (os dois de pé) dizendo: 

— Pai não acredito que aqueles meninos vão continuar aqui. 

— Infelizmente vai filho. Esqueceu que os dois são donos desta escola também. 

— Sim, já tinha me esquecido. 

 

Os dois estavam conversando até alguém bate à porta. Roger abre com cara de assustado, pois, é o casal. Minerva com olhar bem sério para ele e fala: 

— É melhor que seja última vez que eu pego você humilhando os meus garotos. 

— Sim, senhora. — Roger olhando para chão cruzando os dedos pela costa. 

— Prometo mudar. — Bob cruzando os dedos pela costa. 

— O que os senhores vieram fazer aqui? — Roger perguntando. 

— Quero ver os relatórios daqui. — Tobias sério para eles. 

 

Roger fica surpreso. 

 

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Na Rua  

Sakura afirma com toda a certeza do seu mundo e dos cinco comandantes e o perigo que à Terra está correndo. Carlos e Artur não acreditam nela e pensa que ela está louca, mas a moça não desiste nem um momento. Os três estão com fome. O mais velho conta a quantidade ficando surpreso e fala: 

— Minha nossa! 

— O que foi Carlos? — Artur pergunta. 

— Que cara feia você tem Carlos. — Sakura falando. 

— O senhor Tobias nos deu cinco mil reais. — Carlos alegre. 

— Eu nunca vi um bolo de dinheiro. — Artur não acreditando. 

 

Carlos observa a rua e encontra uma lanchonete chamada Lanche da Hora e grita:  

— MINHA NOSSA! — Assustando Artur e Sakura. 

— Carlos você que nos matar de susto? — Artur revirando os olhos. 

— Lanche da Hora. — Carlos com a boca da água. 

— E precisava ter gritado? — Sakura fecha a cara e olha para Artur que também está com água na boca. — Por que vocês estão assim? — Ela sem entender nada. 

— Essa lanchonete tem lanches gostosos. — Os dois falando juntos e apontando para a direção do lugar. 

 

Os três caminham para a direção. 

 

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Na lanchonete  

Como não é longe, os três entram e logo sentam à primeira mesa em seguir chega uma garçonete trazendo o cardápio. O ambiente estava com movimento. Os rapazes ficam admirados ao ver cada lanche então eles resolvem pedir sanduíche com dois hambúrgueres, batatas fritas, coca cola enfim tudo que tem direto. Os dois também pediram para Sakura a garçonete não demora com seus pedidos.  

Sakura ver os lanches, mas não estava a fim de comer, pois, não tem esse costume que os humanos têm. Artur olhando sério para ela: 

— Por que você não quer comer senhorita? 

— Não tenho hábito de vocês. Não estou com fome. — A barriga da Sakura ronca deixando-a com vergonha. 

— Você não sabe o que está perdendo. Experimenta logo. Você vai gostar. — Carlos dizendo. 

 

Sakura experimenta ao colocar primeiro pedaço na boca. Ela fica com olhos brilhando de alegria e gosta. E coloca tudo na sua boca e pede mais ainda. Deixando os meninos com boca aberta. 

 

— Você devorou dez sanduíches, mocinha. — Carlos surpreso. 

— Perdoa-me faz alguns dias que eu não comi e não me comporto assim. — Sakura envergonhada. 

— Não fique com vergonha. Se deixar o Carlos come muito mais. — Artur irritando-o. 

— Ora bolas! Olha quem fala. — Carlos responde. 

 

Sakura começa a rir das discussões deles. 

 

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Na rua  

Já andando na rua Sakura para de caminhar de repente. Carlos vendo ela pergunta: 

— O que foi? Sakura? 

— Sinto a presença dele. 

— Dele quem? — Artur perguntou. 

— Amim.  

— Quem é ele? — Carlos questionando. 

— Ele é o segundo braço do comandante Mor. — Sakura preocupada. 

 

Os dois percebem que ela não está mentida. Carlos ia dizer algo, mas é interrompido pelo Artur dizendo: 

— Vamos para aquela loja comprar roupas para nós. — Ele apontando para o lugar. 

 

Carlos se alegre e os três entram. Experimenta algumas peças e compra para ela também. 

 

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Na Escola  

Tobias terminava de ler os relatórios da escola parece estar tudo certo, na verdade, não. Roger é categoria de homem que não se pode confiar. Ele pensa que está enganado o dono. 

Tobias está de olho faz um bom tempo e ele pede para Roger e Bob para mostrar qual a sala estava ruim. Os três vão esquecendo da Minerva no lugar e ela tira uma câmara dentro de sua bolsa e instala uma parte escondida e logo senta no sofá e disfarça lendo um livro. Os três chegam. No pensamento Tobias: 

“— Roger você não me engana. Vou te pegar ainda.”  

 

Roger olha para o casal dizendo: 

— Mais uma coisa? 

— Não. — Minerva responde. 

— Se precisar é só chamar. — Com olhar diferente para ela. 

— Muito bem! Precisamos ir agora. — Tobias fala olhando para Minerva e em seguir Roger. 

— Se precisar de mim, estarei aqui senhor. — Roger disse. 

— Então vamos Tobias. — Minerva falou. 

 

O casal vai embora deixando os dois sozinhos e em seguir Roger e Bob também. 

 

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Na praça  

Os garotos e a Sakura com algumas sacolas nas mãos e estão sentados no banco e tomando sorvete esperando para ir embora. Assim que terminam com suas delícias. 

 

— Quem é esse Fênix? Sakura? — Artur perguntando. 

— Ele é o rei do meu planeta. Também vim em procura dele sem saber qual o lugar daqui ele estar. Preciso de vocês. 

— Por que nos escolheram? — Questiona Carlos. 

— Temos uma pedra muito especial que se chama Pedra da Visão é ela que escolheu vocês. 

— Por quê? — Perguntou Artur. 

— Não sei, mas vocês são os escolhidos e nunca a vi perder. Deve ter algo especiais dentro de cada um. 

 

Artur o imagina como herói e algumas meninas ao seu redor chamando pelo seu nome: 

— Meu herói. 

— Meu lindo. 

— Venha meu amor. 

 

Passando em todos os noticiários dizendo que ele é herói de todo o tempo. Ele fica com cara de bobo ao imaginar. 

 

Carlos já estava chamando-o quase 20min por ele, mas não escutava e isso deixa nervoso o mais velho então ele bate na cabeça dele dizendo: 

— Seu nanico! 

 

Na hora, Artur desperta dizendo: 

— Tá! Maluco Carlos? 

— Eu te chamei quase 20min. 

— Eu não sou nanico. — Olhando sério para ele. 

 

Os dois se encara e Sakura: 

— Vocês vão me ajudar? 

 

Os dois a nega, mas Sakura faz um carinha fofo e isso quebra o coração do Carlos e olhando para ela. Ele responde: 

— Sim. Ajudaremos. 

— Você está falando é com você. — Artur bravo. 

— Obrigada, Carlos. Vamos ficar entre nós. 

 

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Tobias na rua estaciona o carro e dentro olhando para Minerva. 

— Você instalou as câmaras? 

— Sim, meu amor. Vamos pegar e prender este nojento. Você viu como ele olhou para mim? 

— Sim. — Beijando-a. — Se ele te tocar não sei o que serei capaz. — Tobias olha pela janela Carlos e Artur brigando. — Amor vai pegar os meninos, por favor. 

— Sim. 

 

Ela sai do carro. 

 

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Os dois ainda discutiam Minerva se aproxima deles dizendo: 

— Espero que vocês não estejam brigando. 

 

Os dois ficam como anjinhos: 

— Não estamos brigando. 

— Vamos todos para casa. Eu aposto vocês comeram besteiras. — Olhando para os três. 

 

Então os quatro vão para o carro. Carlos e Artur ficam com olhos brilhando ao ver o automóvel. 

— Que belo carro e tem bom gosto. — Carlos disse. 

— Lindo mesmo. — Artur concordando. 

“— Não importa os homens da terra ou dos outros planetas. Sempre serão o mesmo”. — Sakura pensamento. 

 

Todos entram e vão para casa. 

 

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Em uma rua deserta um Jovem misterioso com capuz preto caminhava tranquilo. No seu pulso direito tem uma pulseira grossa de ouro. Aparecem três adolescentes observando-o. 

— Orfeu e Steve vamos roubar aquele ali. — Axel disse. 

— Sim, vamos.  — Orfeu falou. 

— Nós não deveríamos ir não. Sinto que esse, cara não é gente comum. — Steve com mau pressentimento. 

— Para com isso Steve. — Axel dizendo. 

— Vocês viram que ele tem aquela pulseira? — Axel falando. 

— Deixe-o virar naquela rua sem saída e roubemos ele. — Orfeu dando ordens. 

 

O Jovem vira na esquina que não tem saída e os três se aproxima dele e ele estava de costa.  

— Passa o que você tem aí.  — Orfeu falou. 

— Anda você é surdo? — Axel disse. 

 

Jovem misterioso se vira para eles sem uma palavra com seu poder derruba eles no chão dizendo: 

— Vocês são apenas insetos. Não tempo com vocês. Estou procurando um esconderijo.  

 

Os três ficam surpresos e o Jovem vai embora. 

 

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No outro lugar  

Não muito longe onde tem algumas plantas, animais, árvores e gramas verdes e algumas pessoas caminhando ali. Algo acontecia nota-se que os seres vivos que habitam ali estão todos caídos no chão. As gramas e árvore estavam secos e as pessoas desmaiadas onde ficaram. 

 

Um mistério se formou quem fez essa maldade contra cada um ser vivo? 

Será que os escolhidos Carlos e Artur vão acreditar e aceitar sua missão dada? 



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