História Fênix (Interativa) - Em Hiatus - Capítulo 10


Escrita por: e amberheardr

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Categorias Agent Carter, Agents of S.H.I.E.L.D., Amber Heard, Benedict Cumberbatch, Capitão América, Chris Evans, Chris Hemsworth, Deadpool, Doutor Estranho, Elizabeth Olsen, Evan Peters, Guardiões da Galáxia, Homem de Ferro (Iron Man), Homem-Aranha, Hugh Jackman, James McAvoy, Jeremy Renner, Michael Fassbender, Os Vingadores (The Avengers), Robert Downey Jr., Ryan Reynolds, S.H.I.E.L.D., Scarlett Johansson, Thor, Tom Hiddleston, Tom Holland, Wolverine, X-Men
Personagens Anna Marie (Vampira), Anthony "Tony" Stark, Ben Parker, Caliban, Dr. Henry "Hank" McCoy (Fera), Ellie Phimister (Míssil Adolescente Megassônico), Emma Frost (Rainha Branca), En Sabah Nur (Apocalypse), Erik Lehnsherr (Magneto), Feiticeira Escarlate (Wanda Maximoff), Gwen Stacy, Howard Stark, James Buchanan "Bucky" Barnes, James Rupert "Rhodey" Rhodes, Laura Howlett (X-23), Maria Hill, Mary Jane Watson, May Parker, Natasha Romanoff, Nick Fury, Peggy Carter, Pepper Potts, Personagens Originais, Peter Parker (Homem-Aranha), Professor Charles Xavier, Sam Wilson (Falcão), Sharon Carter (Agente 13), Stephen Vincent Strange / Doutor Estranho, Steve Rogers, Wong
Tags Amber Heard, Aventura, Capitão América, Deadpool, Fênix, Guardiões Da Galáxia, Guerra, Homem Aranha, Homem De Ferro, Hulk, Romance, Vingadores, Wolverine, X-men
Visualizações 106
Palavras 2.602
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Esporte, Famí­lia, Fantasia, Festa, Ficção, Ficção Adolescente, Hentai, Lemon, Lírica, Luta, Magia, Mistério, Musical (Songfic), Poesias, Policial, Romance e Novela, Sobrenatural, Suspense, Terror e Horror, Universo Alternativo, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Spoilers, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Hello peoples. Finalmente não demorei para essa nova atualização, mesmo que o capítulo não esteja tão longo, esta cheio de ação. A história está decorrendo aos poucos, mas já poderão ter um pequeno vislumbre do que foi o passado da Audrey. Espero que gostem.

Capítulo 10 - Wolverine - I Was Here 2


Fanfic / Fanfiction Fênix (Interativa) - Em Hiatus - Capítulo 10 - Wolverine - I Was Here 2

Sodoma - Ano indeterminado


Audrey estava sentada sobre um enorme caixote de madeira,  local aonde seu avô costumava guardar seus equipamentos de pesca, algumas armas de fogo e conjuntos antigos de arco e flecha. Balançava os pés para cima e para baixo, já que por conta de sua altura, ela não conseguia alcançar o chão.  Era seu aniversário de 10 anos, e como todos os outros anos, ela iria sair para caçar com seu avô,  ele sempre a acompanhava na floresta para que ela conseguisse pegar um animal,  e conseguir pega-lo sozinha, era o maior presente de aniversário que ela poderia querer.


O senhor de cabelos brancos estava entretido em arrumar a bolsa com suas flechas favoritas, deixando os dois arcos postos ao lado da pequena garota, que observava os gestos dele em silêncio e com cautela, apreciando todos os objetos em que seu avô mexia. - Ele não era tão velho,  pelo menos não aparentava.  Já havia lutado em guerras passadas e continua um porte superior de ex general.  E mesmo que tivesse sempre uma cara fechada, seus olhos brilhavam e ele sempre era gentil e doce com sua única neta. O que fazia com que Audrey o amasse mais que tudo naquele mundo,  já que o mesmo era a única coisa no mundo que ela tinha. 


A mãe de Audrey morreu durante o parto da garota, sua gravidez já havia sido algo muito complicado e a mulher mal aguentou até os oito meses. A menina não sabia quem era o pai dela,  e aquele assunto era algo em que ninguém falava.  O Sr.  Wilson perdeu sua esposa quando a pequena tinha 3 anos,  o que acabou por ficar apenas os dois no mundo, e ele a criava como se ela fosse a sua própria filha.  Já que a pequena era o maior tesouro que havia lhe restado.


- Vovô, se eu conseguir pegar um veado.  O senhor vai assa - lo para comermos no jantar?  - Ela perguntou quando o homem havia parado para observa-la por alguns segundos. 


- Oras,  mas eu fiz um bolo para você.  - A menina sorriu com as palavras dele, mas sabia que ela não estava nem um pouco interessada no bolo.  - Claro que vamos comer o veado, e hoje eu irei te ensinar a tratar da carne de um animal. 


Ela esboçou um largo sorriso, agitando suas pernas no ar com mais frequência,  deixando claro toda a sua empolgação mediante aquela notícia.


Assim que seu avô terminou de arrumar as coisas, pendurou um dos arcos sobre o ombro dele, junto de uma bolsa de flechas e entregou as outras para Audrey,  a garota pulou de cima do caixote,  agitada. E correu para fora do estábulo, saltitando em direção a floresta, enquanto seu velho avô a seguia com um sorriso orgulhoso estampado no rosto.


Os dois andaram por cerca de um quilômetro e meio, até finalmente pararem no meio da mata densa,  o único barulho que eles conseguiam ouvir, era dos pássaros cantando acima de suas cabeças,  e alguns pequenos Saguis pulando de galho em galho.  O clima estava gelado, haviam nuvens densas de uma possível chuva se aproximando,  logo acima da copa das árvores.  As folhas se uniam de forma que o centro da floresta, ficava um pouco mais escuro,  mesmo ainda não se passando nem do meio dia.


- Você sabe o que fazer, certo? - O homem questionou ao deixar a bolsa com o resto dos equipamentos no chão. 


A pequena balançou a cabeça concordando,  jogou sua bolsa com flechas no chão,  logo após pegar uma e encaixar entre o seu arco. Ela treinava aquelas caçadas com seu avô, desde que tinha 7 anos, e sempre foi muito boa com alvos, eles estando em movimento ou não.  Olhou mais uma vez para o homem ao seu lado, que lhe lançará um sorriso cheio de orgulho, e por fim ela se afastou dele. Começando a caminhar por sobre as folhas e galhos que enfeitavam o chão da floresta. 

A pequena Wilson, caminhou lentamente sobre a estreita trilha de mato aberto,  enquanto mantinha seu arco e flecha erguidos um pouco acima de seus ombros, esperando ansiosamente que lhe aparecesse alguma presa.  Algo que não foi difícil de se encontrar, já que três passos depois,  ela pode avistar o seu tão sonhado veado. Era um animal de porte médio,  e estava comendo algumas plantas ao redor de enormes árvores agora úmidas por conta da garoa que começava a cair. 

Ela fechou um de seus olhos e mirou a flecha em direção ao animal, prendendo a respiração por alguns segundos,  para que seu nervosismo não atraísse a atenção do animal. E então ela soltou a flecha, a arma correu o ar como uma bala e acertou bem no centro das costelas do animal, o alvo ferido caiu no chão,  no mesmo instante em que a menina pode ouvir um disparo de arma de fogo,  assustando os pássaros que voaram para longe e deixando os pequenos macacos quietos.

Toda a euforia e felicidade que ela teve de conseguir acertar o seu primeiro animal grande,  se esvaiaram enquanto ela rodava sobre seus calcanhares e corria em direção ao barulho que ouvia antes,  nem se importando de ter largado seu arco aonde estava.

Durante a sua corrida, ela pode ouvir risadas de homens e um sotaque seguido da frase que ela escutava desde muito pequena.  "Maldito velho caçador".

Os Morgan. 

Ela reconhecia aquela risada de qualquer lugar.

Finalmente alcançando o lugar aonde seu avô a esperava,  Audrey parou com a presença de dois homens,  loiros e olhos claros,  segurando espingardas e um machado. Eles estavam rindo, enquanto que do outro lado, se encontrava o avô da pequena,  caído sobre a lama e sua camisa completamente suja de sangue na altura do peito.

Ela avançou em direção a ele, mas seus gestos foram interrompidos,  quando Brandy agarrou o braço dela a impedindo de chegar até a única pessoa que ela amava naquele mundo todo.

- Olha só,  parece que o velho Wilson estava acompanhado de sua linda neta. Não se preocupe gracinha,  ele já se foi. E nós vamos cuidar de você. - O homem abriu um largo sorriso, puxando a garota para perto de si.

Ela puxou seu braço das mãos dele, grunhindo conforme a dor, tristeza e ódio lhe dominavam. Sentiu suas mãos formigarem,  ela queria acabar com eles, mas estava desarmada e eles eram um armário se comparado a ela.

Fora puxada novamente, desta vez por Kiltz,  que se abaixou na altura dela e ergueu a mão para lhe acertar um soco em sua face. Mas Audrey agarrou o pulso dele, um gesto rapido e impensado,  suas mãos doeram e e ela sentiu quando pequenas e finas garras rasgaram sua pele e se exporam para fora. Não teve tempo de admira - las,  ela apenas agitou sua mão no ar e acertou a garganta do homem que agora tinha seus olhos escuros petrificados diante da imagem dela, caindo de joelhos aos seus pés,  antes da garota puxar suas mãos para longe dele e ver o corpo cair no chão. 

Houve um novo disparo de arma,  ela sentiu o impacto em suas costelas, o que a fez tombar para o lado, mas não caiu.  Se manteve firme sobre seus pés,  a dor não foi tanta quanto ela esperava,  e sentiu quando seu corpo liberou a bala para fora e a dor sumir no mesmo instante. 

Se virou para encarar o único homem ainda em pé,  ele voltou a apontar sua arma para ela, mas como se fosse uma leoa. Audrey se jogou sobre ele, perfurando seu peito com as garras finas de ossos que atravessaram a cartilagem sobre o coração dele, com facilidade, parando automaticamente seus batimentos cardíacos e o levando ao chão junto com ela. Acompanhados pelas gotas fortes e insistentes da chuva que chegou acompanhada de uma densa e longa tempestade.


Vietnã - 1959


O barulho dos gritos, disparos de armas e uivos de animais de pequeno porte,  estavam quase deixando a mutante louca.


Ela olhou envolta da pequena vila, os soldados viatinaminas insistiam em atirar fogo contra os soldados de sua linha e contra ela, que não se abalou nem um pouco em mata - los um por um,  com suas próprias mãos.  Enfiou suas garras nos corpos deles, chutou e desferiu socos até amassar seus crânios. Se sentia até feliz com essa sensação,  a melhor forma de expulsar a raiva que ela começava a acumular no momento em que acordava. 


- Oh guria.  - Ouviu a voz do outro mutante logo atrás dela, o irmão caçula com os mesmos dons que ela, havia acabado de lhe jogar uma arma por sobre sua cabeça,  o que ela pegou no ar,  sem ao menos dirigir seu olhar para ele.


- Eu não preciso de armas.  - Garantiu depois de ter olhado o cartucho cheio.


- Vamos ser mais limpo com eles, só uma vantagem de dois segundos. - Logan riu, e então correu para o centro da guerra, disparando gradativamente com sua espingarda. 


A mutante nem se deu o incomodo de responde-lo,  ela apenas correu para o centro da guerra, acertando alguns soldados inimigos pelo caminho, rasgando seus corpos com suas garras. 


Ouviu um grito feminino e parou no centro da vila, balançou sua cabeça para os lados e rodou sobre os calcanhares. O grito ainda continuava, mas não era ali, não havia uma mulher se quer no meio daquela guerra, além dela. - Fechou os olhos por alguns segundos e se concentrou no barulho além da - li.  Era em uma casa, uma das casas que havia espalhadas pelo local.


Audrey correu em direção aos gritos femininos, sentiu cheiro de animal. Ela conhecia aquele cheiro,  e a raiva tomou conta de si, ao ver que ele realmente estava agindo como um animal. - Ela chutou a porta da casa, a vendo cair no chão,  e seus olhos flagraram Victor puxando uma mulher contra si, tentando lhe beijar a força. 


- Victor.  - Ela rosnou ao invadir a casa.


- Quer participar da brincadeira?  - O mutante a olhou com um sorriso malicioso estampado em seus lábios. Empurrando a mulher contra o chão. 


Audrey caminhou em passos largos até ele, o agarrou pelo colarinho de seu uniforme e o puxou com toda força para longe de sua vitima,  fazendo com que Victor voasse e caísse do outro lado do cômodo.


- Sai daqui! - A mutante gritou para a mulher, que se levantou tropeçando em seus próprios pés para sair da casa.


O mutante se recompôs em milésimos de segundos, se pondo em pé,  ainda sorrindo de forma descarada para a mutante,  como se ela não o abalasse nem um pouco. 


- Se me queria apenas para você,  poderia ter me avisado antes. 


- Cala a boca.  - A Wilson apontou a arma que tinha em mãos,  para o homem a sua frente. 


- Você não acha que isso vai me matar...


- Eu sei que não,  mas vai machucar muito.  E isso me diverte. 


Ela abaixou a arma e arpertou gatilho,  acertando uma bala no joelho do mutante,  que grunhiu ao curvar sua perna para o lado. Ela sabia os pontos certos para se causar uma dor agonizante em alguém,  e sabia muito mais como torturar alguém do nível dela. 


- Sua cadeia.  - Victor grunhiu entre dentes, enfiando uma de suas enormes unhas no buraco em seu joelho para retirar a bala, algo que pareceu bem mais doloroso,  do que a perfuração dela.  - Eu vou acabar com você. 


- Pode vir,  querido. - Ela jogou a arma para trás e ergueu suas mãos no ar.


O mutante avançou contra ela, assim como um animal selvagem impôs todo o peso de seu corpo para cima dela,  esticando seus braços para que suas unhas rasgassem a pele dela. Mas Audrey desviou, de forma rápida e até graciosa, encolhendo seu corpo para trás,  rodou sobre os calcanhares e jogou sua perna esquerda para cima, acertando um chute logo abaixo da mandíbula do Creed.


Ele caiu, tão atordoado, como se nem soubesse como havia sido acertado. Mas se levantou em um salto, balançando a cabeça para o lado de forma a estalar seu pescoço.  O ego dele e sua masculinidade eram grandes demais para que ele se permitisse demonstrar abalo. Por isso voltou a ataca - lá,  avançando em passos rápidos e mirando um soco abaixo de seu abdômen,  mas ela ainda desviou, e desviou do soco próximo ao seu rosto e pulou até mesmo da rasteira que ele tentará lhe dar.  -  Sorriu ao ver a dificuldade que ele tinha em acerta-la,  a forma como ele se irritava e ficava mais frustrado ainda.


Raiva,  ele não sabia controlar esse sentimento.


No novo soco que ele tentou acertar nela, a Wilson agarrou o punho dele e puxou seu braço para trás,  o torcendo contra as costas dele. Victor gritou ao ouvir seu próprio osso se partir ao meio,  e para terminar de se satisfazer. Audrey lhe deu um chute no meio da coluna, fazendo com que ele cambaleasse para frente e caísse de cara sobre uma cadeira de madeira que se quebrou com a pancada brusca do corpo dele.


- Não deve ser divertido para você apanhar de uma mulher. Não para um macho alpha do seu porte. - Ela tombou a cabeça para o lado,  o sorriso de zombação estampado em seus lábios.  - Vamos, Victor.  Você não queria molestar uma mulher?  Estou aqui, disponível para você.  - Ela abriu os braços,  como se estivesse se oferencendo para ele.


Houve um impacto contra o corpo dela, sentiu seu abdômen ser perfurado, o que acompanhou por uma dor aguda e sufocante sobre o local.  Suas mãos foram direto para o ferimento de bala que havia rasgado sua blusa,  agora coberta por seu próprio sangue. Seus olhos azuis varreram o local,  até ver o mutante lhe apontando a arma que ela havia acabado de descartar. E desta vez, ele era quem sorria.


- Acredite,  eu vou fazer algo muito melhor do que te molestar.  - Audrey se concentrou em tentar retirar a bala que perfurou a sua pele, mas foi impedida, já que Victor, com uma mão a agarrou pelos cabelos e a outra usou para enfiar o dedo na ferida e afundar a bala contra o abdômen dela. Fazendo com que a mutante gritasse por conta da dor.  - Isso é bom, não é mesmo? - Ele afundou seu dedo contra a carne dela, lhe arrancando mais um grito.


Os olhos claros dela  estavam negros de fúria,  por mais que a dor parecesse controla-la,  ela só queria poder se livrar dele para enfim mata - lo.


A dor se tornava cada vez mais intensa, seus olhos lacrimejaram,  mas ela não ia dar o gosto de suas lágrimas para ele. Sabia ser tão caçadora quanto o mesmo. Avançou com a mão fechada em punho até o rosto dele, mas seu soco não surtiu efeito,  só naquele instante pode notar o quão fraca se encontrava.  Sua cabeça foi puxada para trás,  já que ele ainda estava agarrado aos cabelos dela, e empurrando a bala mais fundo que podia.


Audrey sentiu o ar lhe faltar,  como se seus pulmões estivessem se afogando no seu próprio sangue,  consequentemente deixando sua visão mais turva, e a dor se tornando apenas um pequeno incomodo.


- Victor, solte-a.  - Ouviu um rosnar ao longe.


Seu corpo foi enfim liberto e ela caiu de joelhos ao chão,  acompanhada pelos barulhos insistentes de pancadas do lado de dentro,  e tiros do lado de fora.




Notas Finais


Victor é a definição de um completo filho da puta.
Apostem suas fichas sobre quem apareceu para salva-la. Será que o Logan?


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