História Férias apaixonante ( imagine jin ) - Capítulo 3


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Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens J-hope, Jimin, Jin, Jungkook, Personagens Originais, Rap Monster, Suga, V
Tags Bts, Romance
Visualizações 297
Palavras 1.661
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Romance e Novela, Shoujo (Romântico)

Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Espero que gostem , e deixem seu comentário.

Capítulo 3 - 3


Fanfic / Fanfiction Férias apaixonante ( imagine jin ) - Capítulo 3 - 3


Jin on

 Termino de responder aquelas perguntas que a apresentadora fez. 

Agora estou no camarim me arrumando pra sair dali. Coloco uma roupa discreta e uma máscara que cubra meu rosto e me olho no espelho. Pronto. Nenhuma fã e paparazzi vai me reconhecer. Saio de fininho para ninguém perceber, principalmente minha manager. Na hora que eu ía sair ouço meu nome.

- Jin! - olho pra trás e vejo a manager.

- Oi - falo com um sorrisinho no rosto.

- Onde pensa que vai? - ela pergunta para mim.

- Tomar um ar fresco. - falo e ela alevanta a sombrancelha. - Ok. Eu ia sair.

- Hum... Para onde? - ela pergunta para minha pessoa .

- Eh… Ia… Vou visitar a Yang. - falo e ela dá um suspiro.

- Atá. Eu vou deixar você ir só por causa do seu esforço hoje. 

Ela joga a chave do carro que pego. 

- Tome cuidado com essa garota.

A senhora Sook é como uma segunda mãe pra mim. Ela cuida muito bem de mim e dos meninos, ela sabe sobre minha quedinha... Ok. Abismo pela Yangmin desde que tinha 6 anos. Todos ficam falando no meu ouvido para eu ter cuidado com ela mas ela é tão bonita, legal, gentil, delicada… Ela é, basicamente, o tipo ideal que eu casaria.

- OK. Vou ter cuidado. - falo e saio dalí.

Entro dentro do carro e começo a dirigir.

Jin off

S/n on

Fudeu. A única coisa que passou por minha cabeça foi isso.

Ele estava basicamente bravo comigo mas eu ainda vou acabar com a raça desses dois traíras. Ian pega no meu braço que faz eu levantar. Puxo meu braço com força.

- Não encosta um dedo em mim, seu canalha. - falo e ele fica com um olhar triste.

Eloísa se levanta com um pouco de dificuldade. Ela olha pra mim com raiva e eu retribui o mesmo olhar pra ela.

- Vocês não vão me responder? - meu irmão chega perto de nós que continuamos calados.

- Então vamos para minha sala agora. - ele fala e vamos atrás dele.

Agora estou me sentindo uma adolescente briguenta que foi pega pelo diretor.

Entramos na sala. Ele se senta na sua cadeira e manda nós sentar nas cadeiras que tinha na frente dele. Ele olha para nós.

- Quem vai começar? - ele pergunta .

- Eu começo. - falo.

- Eu vim aqui e bati nessa vaca porque ela pegou o meu namorado. - falo e vejo ele fica surpreso.

- Isso é verdade, Ian e Eloísa? - ele fala com ódio no seu tom de voz e um pouco surpreso.

- E... Eu sinto muito e... - meu irmão levanta a mão .

- Eu quero vocês dois fora da minha sala agora e depois vamos ter uma conversa. - meu irmão fala e os dois saiem dali.

Meu irmão se levanta da mesa. 

- Como você está?

- O que você acha? - falo e uma lágrima aparece no meu olho.

- Oh! Minha irmãzinha. - ele vem até mim. - Vem cá. - olho pra ele .

- Eu não sou mais criancinha. E… que ódio! 

Vou até ele que me abraça e começo a chorar. Depois de um tempo paro.

- Está melhor? - ele pergunta pra mim.

- Sim estou. - paro de abraçar ele. 

- Eu estou me sentindo péssima. - me afasto dele e um sorriso maléfico surge em mim. - Eu deveria ter dado o golpe nessa vadia pra acabar com ela e nele eu arran... - meu irmão me interrompe.

- Você e seus pensamentos. - ele volta a se sentar na cadeira. - Somos mesmo irmãos?! Você veio só para isso?

- Não. Eu vim ver a mamãe. Como ela está e falar um pouco com ela. - dou um sorriso triste.

- Será que um dia ela vai acordar? - olho para ele que dá um suspiro.

- Eu tenho fé que sim. Ela vai acordar e brigar com todos nós. - ele fica triste. - Eu sinto falta dela.

- É 5 que estam. E o papai? - falo.

- Está todo dia vindo visitar ela. - ele fica olhando para o nada. 

- Bom. Se eu deixar você sair agora daqui não vai bater naqueles dois? - ele pergunta.

- Henrique, você não confia em mim? - ele levanta as sobrancelhas .

- Ok. Eu não vou fazer nada mas ela mereceu aquilo. - falo.

- Mas justo no meu hospital. - fala e dá um sorriso. - Não bata em ninguém.

- Ok. Vou tentar. Tipo.


Saio dalí e vejo que o Ian estava me esperando do lado de fora.

- Oi. - ele fala mas eu passo direto. Ele vem até mim. 

- Espera! s/n! - ele pega no meu braço.

- O que você quer? - eu olho pra ele com um olhar de ódio e tristeza.

- Me perdoa! Por favor! Eu te amo!

Eu puxo meu braço.

- Se você me ama, não teria feito aquilo comigo. E uma coisa, eu não quero mais ver sua cara. Está tudo acabado.

Tiro o meu anel de compromisso e jogo nele.

- Babaca.

Saio de perto dele e vou até o quarto da minha mãe.

Entro dentro do quarto e puxo um banquinho que tinha ali. Me sento perto dela e a fico olhando .

- Oi mãe. Como vai? Espero que esteja bem. Já a sua filha não. Ela descobriu que é corna. - dou um sorriso.

S/n off

Jin on

Dirijo até a agência onde a Yang de certeza deve estar lá, fazendo ensaio fotográfico, mas antes passei em uma floricultura. A Yang é uma modelo e atriz, sempre atuando com paixão. Muitos falam mal dela. Deve ser inveja. 

Chego na agência, desço do carro, coloco no alarme e entro na impresa. Pergunto pela Yangmin e falam que ela está tirando foto. Vou até lá e entro no local onde ela esta tirando foto. Tão linda.

Ela termina de tirar fotos. Ela me vê e vem até mim.

- Oi Jin. O que trás você aqui? -ela pergunta pra mim.

- Vim visitar você. - mostro um bouquet de flores pra ela. - Para você.

- Obrigada, Jin. - ela pega. - Eu vou só trocar de roupa e você me espera fora do camarim. - ela termina de falar.

- Sim.

Ela vai pra lá .

Depois de um tempo esperando, ela enfim sai.

- Obrigada por me espera. Vamos?- ela ajeita a roupa dela.

- Sim, vamos. Que tal nós irmos naquele barzinho que sempre vamos? - falo.

- Ok. Vamos, eu preciso desabafar. - ela dá um sorriso pra mim.

Ela anda na frente .

Provavelmente do amor dela de infância… E lá vou eu.

Vou atrás dela. Entramos no carro, ela guarda as coisas dela e nós vamos o caminho em silêncio. Chegamos nó bar, saímos do carro e entramos. Sentamos em um lugar afastado e um pouco escuro, já que não quero que me reconheçam. Sentamos e pedimos a nossa bebida.

- Então. O que você precisa desabafar? - pergunto pra ela.

E como eu tinha acertado. Era sobre o amor dela de infância.

Jin off

S/n on

Termino de falar com a minha mãe, saio do quarto onde ela estava e fecho a porta.

- Eu queria tanto que aquele acidente não tivesse acontecido. - falo baixo começando a andar.

Vou pra casa e escrevo uns capítulos do meu livro, já que estava preste a terminar. 

Os dias passam e eu estava triste, pois eu, Ian e Eloísa éramos um trio de amigos desde os 13 anos.

Agora estou sentada olhando pra TV, assistindo um filme romântico e comendo sorvete.

- Seu estúpido! Porque vai abandonar ela?! Babaca. - falo e olho pra Duquesa, que estava nem aí. Começo a comer o sorvete. (foto do cap)

Meu celular começa a tocar. Era minha editora. Limpo minha boca de sorvete e logo em seguida atendo. 

Ligação On


- Alô. - falo.

- Oi s/n. Eu vim informar que não gostei do seu livro.

- O que?!

- Isso está muito ruim. Eu quero algo novo. - ela desliga.


     Ligação off 

 

 Deixo meu celular cair no chão.

Como... É claro que o livro estaria ruim. 

Pego o celular e volto a me senta no sofá e comer o sorvete. Os dias tinham passado e eu não estava conseguindo escrever nada, deu bloqueio de criatividade. 

Os dias passam e parei de comer sorvete, se não eu iria ficar uma balofa. Fico visitando todo dia a minha mãe. Meus três irmãos ficam me perguntando se estou bem. A única coisa que respondo é um "Sim." sem ânimo. A Eloísa e o Ian encontro de vez em quando no hospital, mas finjo que nunca os conheci.

 O Carlos e a Sofia vem quase todo dia aqui me atentar e fazer eu sorri. Eles conseguem. Ainda bem  que tenho uns irmãos ótimos. 

Agora estou dentro do meu carro, indo pra casa do meu pai. Ele quer falar comigo. Provavelmente vai ficar com raiva de novo, já que ele queria que eu fosse médica mas eu escolhi que seria escritora. Depois desse dia fui embora de casa. Minha família tem um médico, um arquiteto,uma impresária e um advogado, que no caso é meu pai, ele não considera muito meu trabalho digno. Foi ruím no começo mas depois me acostumei.

Estaciono meu carro e comeco a caminhar até à casa do pai, um lugar que pensei que nunca mais pisaria. Respiro fundo e entro dentro da casa. Uma mulher fala onde todos estão e vou até lá. Todos estavão, até meu pai.

- Que bom que chegou, s/n. - Sofia chega perto de mim e me abraça. Eu retribuo e logo em seguida me sento em um sofá.

- O que vocês querem comigo? - pergunto de uma vez.

- Como todos percebemos que você estava triste e para baixo... - Henrique fala mas Carlos interrompe ele.

- Nós resolvemos pagar uma viagem para você. Tipo esquecer o Ian e Eloísa e para descansar. - Carlos fala.

-  E conversamos com a sua editora. Você vai tirar uma férias, minha cara irmã. - Carlos fala.

Olho pra todos e para o meu pai que estava com uma cara de séria.

- Agora falta você escolher o país. - Sofia fala.


Notas Finais


Sem spoiler nesse capítulo. Esperem o próximo. 😈😈😈
Será se vou mudar o próximo ou vai continuar o mesmo quando ela vai pra Coreia?


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