História Férias de primavera - Momentos de descoberta. - Capítulo 31


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Palavras 2.039
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ecchi, Fantasia, Festa, Ficção Adolescente, Harem, Hentai, LGBT, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Universo Alternativo, Yaoi (Gay)
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Pansexualidade, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Hello People -
Estava um pouco sem ideia, por isso os dias sem postar, but I'm back!!
hahah
Espero que gostem do capitulo,

ENJOY IT!

Capítulo 31 - Suprises


Fanfic / Fanfiction Férias de primavera - Momentos de descoberta. - Capítulo 31 - Suprises

“Kagami Taiga part”

Depois daquele final de semana sensacional, Daiki, Tetsuya e eu fomos embora reclamando, se pudéssemos, moraríamos lá para sempre. Mas como era caro e a realidade era outra, tínhamos que nos contentar com nosso apartamento da maneira que conseguíamos. Isso não tornava nada menos gostoso, na verdade, ficou tudo mais intenso durante os dias que se passaram, finalmente estávamos conseguindo recuperar o tempo perdido durante aquela semana. Daiki e eu trabalhávamos na parte da manhã e Tetsuya sempre aparecia no final da tarde para nos animar.

Domingo era nosso dia favorito, não trabalhávamos e conseguíamos passar o dia inteiro junto nos aproveitando, brigando (Daiki conseguia ser chato quando estava de mau-humor) e fazendo as pazes em seguida. Tetsuya tornava a nossa relação perfeita de todas as formas possíveis. Ele mantinha um equilíbrio descomunal entre as pequenas diferenças de personalidade entre Daiki e eu; preguiçoso e organizado, para ser mais exato. Tirando também que durante o sexo, nós dois não brigávamos mais quem ia dominar o que, principalmente para não machucarmos Kuroko, quase que ficou meio que pré-definido que íamos revezar, mantendo o Kuroko para sempre sendo de nós dois.

...

- Ai que saco – ouvi a voz do Aomine reclamar e se levantar da cama; eu não fazia ideia de que horas eram, mas estava muito confortável ficar ali sentindo o Tetsuya me abraçando pelas costas; sentir o Aomine se levantar me fez virar um tanto sonolento para o Tetsuya e o abraçar fortemente, ele ainda estava em um sono bem pesado.

Minutos depois, a porta se abriu rapidamente e se fechou na mesma velocidade. Aomine começou a me mexer freneticamente para frente e para trás para que eu acordasse:

- Taiga.. Taiga... Taiga!!! – disse Aomine com a voz desesperada – Acorda Bakami!

- What the hell, Aho – falei passando a mão nos olhos e tentando proteger o Tetsuya com os braços para que o Aomine não o tirasse do sono profundo.

- Acorda logo, temos visitas!! – ele usava um tom de voz baixa e olhava nervoso para a porta do quarto.

- Quem? – respondi ficando um pouco mais atento nas palavras do Aomine

- Aquela mulher loira peituda da Winter cup que te treinou nas américas e uma mulher ruiva – ele engoliu o seco – ela disse que é a sua mãe.

- QUE? – o sono foi embora; levantei-me da cama e fiquei olhando para a cara do Aomine que parecia tão assustado quanto eu; ele estava sem camisa e vestia só uma cueca, o desespero começou apertar o peito – Você foi assim? – perguntei apontando para o corpo semi-nu do Aomine.

- Eu não sabia que eram elas, porra – disse ele desesperado – eu pensei que ia ser alguma entrega ou qualquer coisa assim.

Levantei-me da cama, busquei uma camiseta e um calção para colocar; Aomine ficou de pé e eu pude reparar que seu corpo estava todo arranhado; joguei uma camiseta para ele e um shorts que estava jogado em cima da cadeira.

- Caralho Aho – falei para ele enquanto ele se vestia – estamos ferrados!

- Você vai me fazer voltar pra lá? – ele arregalou os olhos implorando para que eu negasse – Elas devem estar me odiando agora.

- Calma – olhei para o Tetsuya se mexendo lentamente na cama como se nada estivesse acontecendo; depois da noite anterior era normal ele estar morto hoje, mas mesmo assim, era inacreditável como ele conseguia dormir comigo e com o Aomine apavorados – Primeiro acorda o Tetsuya enquanto eu vou ver o estrago que você fez.. depois, pede para ele não sair daqui do quarto, já vai ser difícil explicar você, imagina dois?

- Tudo bem – disse ele se acalmando e se deitando lentamente ao lado do Kuroko – Então vai logo e manda elas embora.

- Você vai conhecer sua sogra, baka – respondi para ele – Você é oficialmente o meu namorado agora. Depois que falar com o Tetsuya, você vai até a sala.

- Não quero – disse ele negando com a cabeça – estamos fedendo a sexo.

- Eu sei Aho.. – falei percebendo que tudo naquele quarto realmente fedia a sexo – mas ela já deve ter percebido quando olhou pra você de cueca e com o corpo todo arranhado.

Aomine começou a mexer nos cabelos do Tetsuya e deu dois beijos na bochecha o acordando com carinho. Eu respirei fundo e abri a porta até a sala, fechando automaticamente quando sai.

Minha mãe e Alex estavam sentadas conversando animadamente em inglês sobre como o Japão parecia diferente; dei mais um longo suspiro e comecei a andar até elas.

- Good morning ladies – falei tentando aparentar o mais descontraído que conseguia.

-Good moning, my sweetie – minha mãe levantou e veio me dar um abraço; minha mãe era mestiça assim como meu pai (japonesa e americana); ela possuía cabelos ruivos amarrados em um rabo de cavalo, olhos verdes e tinha traços super delicados no rosto, única coisa que eu e ela parecíamos era o cabelo.

Alex também se levantou e me deu um abraço apertado – Eu tentei te ligar trocentas vezes – disse ela em um sussurro.

- A que devo a honra? – perguntei tentando me arrependendo amargamente por ter ignorado meu celular durante a noite inteira

- Eu tinha uns trabalhos para fazer aqui no Japão e queria te fazer uma surpresa – disse a minha mãe voltando a se sentar no sofá – chamei Alex para vir comigo, eu queria uma companhia para fazer umas compras aqui no Japão.

- That’s amazing – respondi fingindo estar animado – E vocês vão ficar quanto tempo?

- Calm down,baby – disse minha mãe disse soltando um sorriso animado – You have a lot of things to tell me about your new boyfriend – Ela apontou com a cabeça para o Aomine que saia do quarto fechando a porta.

- Hey – disse Alex indo abraçar o Aomine para disfarçar o climão – You’re not naked anymore.

- Hm.. – resmungou Aomine tentando traduzir que elas acabaram de falar.

- Conversem em Japonês, ele não se sente muito confortável com inglês ainda- Falei olhando de canto a cara de total desconforto do Aomine; Tetstuya lidaria melhor com situações como essa.

- Claro honey – disse Alex dando um sorriso e o puxando pela mão para que ele sentasse do lado dela no sofá – Então Aomine Daiki, como você e o Kagami Taiga aconteceu?

- hãã – ele buscou meus olhos do outro lado do sofá sentado ao lado da minha mãe – Competições, treinos, brigas e acabamos nos gostando.

- Que história de amor interessante – respondeu minha mãe apertando meus dedos; ela estava tão tensa quanto o próprio Aomine – Pensei que você estava namorando o Kuroko alguma coisa.. Foi dele que você falou o tempo todo quando esteve nos Estados Unidos na ultima vez - minha mãe estava começando a mostrar as garrinhas, eu conhecia esse jogo.

- Pois é – respondi olhando para Alex – acontece que eu e o Kuroko não demos certo. Inclusive ele era melhor amigo do Aomine, acabou sendo nossa ligação principal.

- Coitadinho – disse a minha mãe – ele parecia um garoto doce, pelo que Alex me contou.

- Ele é – respondeu o Aomine um pouco desconfortável no sofá – Tetsu é um menino sensacional.

- E ele esta ok com essa relação de vocês? – perguntou ela ainda mantendo um sorriso simpático; porém, falso – Digo, vocês são amigos dele, né?

- Claro que esta bem – respondi pra ela mais impaciente do que deveria – tudo já esta resolvido.

- E quanto tempo vocês estão juntos? – perguntou Alex tentando cortar o clima estranho mais uma vez – Lembrando de vocês competindo me faz ver como vocês formam um casal bonito.

- Um ano e pouco – respondeu o Aomine tentando dar um sorriso desajeitado – Esse baka ai me conquistou.

- oooown que fofos – Alex apertou as bochechas do Aomine deixando levemente avermelhado.

- Mas.. um pouco violentos, né? – disse minha mãe passando a mão no meu pescoço - droga Aomine, eu sempre digo para ele não me marcar; droga de novo, dessa vez foi o Tetsuya.

- São jovens – disse Alex dando risadinhas – Vai dizer que você nunca fez umas aventuras, Valerie?

- Claro que já, Alex.. but he is my baby – minha mãe disse enquanto fazia carinho na minha nuca lançando um olhar de desaprovação total ao Aomine; ela não gostara nem um pouco dele.

- Vamos ficar mais dois dias – disse Alex respondendo a minha primeira pergunta, para que eu me sentisse um pouco mais calmo – Nos hospedamos em um hotel no fim da rua.

- Que bom, vocês vão ficar próximas – disse tentando me afastar das caricias da minha mãe de maneira sutil

- Tomorrow morning we can do something together.. what do you think, baby? – disse minha mãe virando o corpo para mim e ignorando Alex e Aomine totalmente; Ela estava fazendo de propósito, estava falando em inglês de propósito.

- Não da mãe – respondi rispidamente – amanha é segunda.. e tente falar em Japonês, por favor.

- but... você não esta de férias, querido? – disse ela ignorando meu tom.

- Estou – respondi; então meu estomago revirou, eu não havia contado para ela sobre meu trabalho

- Vamos fazer algumas coisas juntos amanhã – disse o Aomine agindo mega rápido ao perceber a situação – Amanhã cedo vamos ter um amistoso como pré-aquecimento antes das aulas começarem. Não podemos perder.

- Mas filho, faz tanto tempo que você não vê a mamãe – indagou ela ignorando totalmente o Aomine, como se ele não estivesse na sala.

- Daiki tem razão, mãe.. podemos nos encontrar no almoço e podemos fazer algo juntos, pode ser?

- Claro – ela disse abrindo um sorriso ainda mais falso – Melhor irmos Alex, tenho que encontrar com um cliente daqui a pouco.

- Great! – disse Alex se colocando em pé o mais rápido que conseguia; deu um abraço no Aomine e depois em mim e foi direto para a porta.

- Bye Baby, and...how about tonight? I really miss you – minha mãe disse no meu ouvido baixinho

- Of course, mom – respondi vendo o rosto do Aomine de puro desgosto do outro lado.

- Bye boy – disse minha mãe passando direto pelo Aomine sem cumprimenta-lo ; virou o tronco e depois disse – Desculpa, esqueço que você não entende... tchau garoto.

E antes que eu pudesse reagir a isso, minha mãe saiu fechando a porta.

- O que? – perguntou o Aomine com as duas sobrancelhas arqueadas para mim

- Minha mãe não me aceita gay, Daiki – respondi me aproximando dele

- Mas ela parecia ok com a ideia de você ser gay.. talvez se fosse o Tetsu seria melhor, ele sabe lidar muito melhor com gente adulta. – disse ele me retribuindo o abraço.

- Pois hoje à noite você vai estar aqui quando ela vier, não podemos deixar essa impressão ruim continuar – dei um beijo nele; eu sabia que minha mãe não gostara do Aomine, não só porque a gente era gay, mas porque ele era negro, mesmo que em um tom claro. Minha mãe sabia ser uma racista com qualquer pessoa que não fosse branquela ou bronzeada; eu sabia disso, eu odiava isso.

Tetsuya saiu pela porta do quarto espiando para o lado de fora como se verificasse que já não tinha mais ninguém; Após averiguar, ele se aproximou vestindo um shorts preto e sem camisa, deixando a mostra todos os chupões espalhados pelo seu corpo que eu e o Aomine competimos na noite passada para vermos quem conseguia fazer mais.

- Tetsu do céu – disse o Aomine o puxando para mais perto – Eu ganhei... esse é meu.. esse também.. nossa, esse aqui no mamilo esquerdo, é meu, certeza.

- Cala a boca – eu disse analisando também o peitoral do Tetsuya – eu ganhei baka, esses maiores aqui são meus.

- Esses do pescoço certeza, são meus – disse o Tetsuya me dando um beijo no pescoço e dando um sorriso triunfante para o Aomine – você perdeu!

- Assumo que perdi – disse o Aomine revirando os olhos na brincadeira – Mas, só porque enquanto você fazia, eu estava ocupado – e com um gesto nada sutil, Aomine passou a mão no meu pênis.

- WHAT THE FUCK? – gritou a minha mãe olhando para nós três com a porta ainda entreaberta

Nós três olhamos para ela extremamente assustados, enquanto ela nos encarava totalmente vermelha mantendo um olhar de puro ódio.

Estávamos fodidos.

 

[....]

 

 

 

 

 

 

 

 


Notas Finais


Nãaaaaao!
A mãe do Kagami é uma nojeeeeenta!!!
Nossa, que raiva escrever sobre ela, uma bitch..
E agora. ela vai parar de ser uma petulante e vai se mostrar a megera que é ao vivo?
Espero que tenham gostado.

Beijos Beijos


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