História Férias de Verão - Capítulo 2


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Categorias Neo Culture Technology (NCT)
Personagens Haechan, Mark
Tags Férias, Fluffy, Haechan, Mark, Markchan, Markhyuck, Nct
Visualizações 127
Palavras 1.115
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Fluffy, LGBT, Romance e Novela, Shonen-Ai, Slash

Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 2 - ;fim das férias


Fanfic / Fanfiction Férias de Verão - Capítulo 2 - ;fim das férias

Estavam os dois esparramados no tapete da sala jogando a última fase de um jogo novo. E era definitivo, Mark era o pior suporte da nação, só chegaram ao final graças às habilidades de Donghyuck com o console, isso porque ele virou algumas noites treinando naquelas férias, enquanto o outro fazia maratona de séries. Cada um tinha sua prioridade, mas agora o mais novo precisava dar tudo de si para concluir aquele jogo praticamente sozinho.

“Vamos Mark, ele ‘tá atrás de você!”

“Achei!”

“Conseguimos, nós terminamos.” – Os meninos estavam pasmos olhando para a tela que transmitia o final da história que jogaram. – “Mark, nós conseguimos!”

“Isso merece uma comemoração, vou fazer a pipoca e você pega o refrigerante!”

Ambos correram eufóricos para a cozinha, narravam às partes mais emocionantes enquanto preparavam aquela comemoração. Não iriam sair naquele dia, Donghyuck convenceu o mais velho de que o último dia de férias também era para que descansassem. O garoto não se opôs, pois se divertiram muito naquele verão.

Os dias passaram rápido para os amigos, mas eles aproveitavam cada momento na companhia um do outro. O que Mark não planejava era que os batimentos de seu coração aumentassem sempre que via o amigo sorrir, ou quando acordava e o menor estava lhe abraçando. Não entendia o que sentia, não sabia o que mudou em si para querer segurar a mão dele e entrelaçar seus dedos.

Seria isso o que diziam ser a puberdade?

Queria conversar com o amigo, contar sobre aquelas sensações, mas o medo de parecer muito estranho o assolava. Mal sabia que as mãos de Donghyuck suavam sempre que o mais velho o encarava, que quando ele acordava no meio da noite e via que o outro estava tendo um pesadelo; imediatamente o abraçava, e que aquela noite chorou porque não o teria mais consigo todos os dias no intervalo das aulas.

“Mark, como você acha que vai ser esse ano?” – Encheu a mão no balde de pipoca e colocou tudo na boca, o mais velho começou a rir, não, gargalhar e comparar o menor com um esquilo, este que só rolava os olhos enquanto mastigava. – “Eu ‘to falando sério, bocó, você vai para outra escola.”

Assim que se recompôs, respirou fundo e respondeu – “Hm, eu acho que vai ser igual todo ano, o que vão mudar são os professores e as matérias ficarão mais difíceis.” – Observou o menor com a cabeça baixa, sabia o motivo da pergunta, por isso tentou parecer confiante para não afetar ainda mais o outro.

“Aqueles meninos vão voltar a implicar comigo!”

“Não mesmo, você está mais alto que todos eles, qualquer coisa é só fazer cara de mal.”

“Nós não vamos mais nos ver todos os dias.” – E aí estava o real problema.

“Hyuck olha aqui.” – Ergueu o queixo do menor com a ponta dos dedos, sentindo o local formigar suavemente. – “Eu vou ir sempre na sua casa depois da aula, nós só não vamos mais dividir o lanche na hora do intervalo, mas prometo te mandar mensagem de manhã para que você não se esqueça de levar seu sanduíche de queijo.”

Os olhos de Donghyuck brilharam e seu peito se aqueceu com aquelas palavras. O ar entre os dois estava tão envolto de emoção, que ele só percebeu que havia beijado o amigo quando a campainha tocou.

Por um instante a realidade veio à tona – ele beijou o Mark.  Mal encostaram os lábios, mas o mais velho nunca mais iria querer olhar pra ele. Quando a campainha tocou novamente, o mais novo levantou apressado, colocou seu calçado e sussurrou um “eu preciso ir", antes de atravessar a porta correndo sem nem ao menos ver quem estava esperando para ser atendido.

Sentia-se sufocado, porém não choraria no meio da rua. Entretanto, não conseguiu conter as lágrimas quando chegou a seu quarto e se jogou na cama. Abraçou o travesseiro com força, tentando se livrar daquela dor, não acreditava que tinha perdido o melhor amigo por um impulso adolescente.

Acabou dormindo após algum tempo, não percebeu quando a porta do seu quarto foi aberta devagar e nem quando alguém sentou ao seu lado.

Mark afagou o cabelo macio do amigo, enquanto notava os olhinhos inchados do mesmo. Saber que o pequeno chorou daquela maneira apertou seu coração mais do que quando sua mãe contou sobre a mudança de colégio.

Antes de se perder em pensamentos, viu o outro acordando aos poucos, continuou com as carícias para mostrar que estava tudo bem.

“Mark, eu...” – Com a voz entrecortada e chorosa, Donghyuck sentou-se na cama e esfregou os olhos, para afastar o sono e não permitir que alguma lágrima escapasse. – “Me desculpa!”

Ao ouvir aquilo, se aproximou do mais novo e colocou a mão em sua bochecha quentinha, fazendo um carinho no local.

“Hyuck, só me escuta, ta bem?!” – Quando o menino assentiu, ele continuou – “Eu não entendo o que estou sentindo, mas toda vez que olho pra você tenho vontade de te tocar, te encher de beijos e carinho. Os meus dias melhoram sempre que vejo seu sorriso ou sinto seu abraço. É tudo muito confuso e não sei quando começou, tive tanto medo de fazer algo que te afastasse, acabei não notando os seus sentimentos e o fiz sofrer. Então se alguém aqui precisa se desculpar, sou eu.”

Donghyuck piscou várias vezes, esfregou os olhos novamente e ousou até se beliscar para garantir que não estava sonhando. O mais velho apenas sorriu com a cena.

“Então” – Pigarreou para que a voz de sono saísse um pouco melhor do que antes. – “Você não está chateado por eu ter te beijado?”

“Qual parte do ‘eu acho que estou apaixonado por você’ tu não entendeu?”

“Mas então isso significa que eu posso te beijar de novo?”

“Idiota, eu acabei de me declarar e você só ‘tá pensando em beijo?” – Deixou transparecer sua indignação, afinal, passou horas pensando no que iria dizer e mais alguns minutos parado atrás da porta criando coragem para encarar o menor sem ter um treco na frente dele.

“Achei que podia pular a minha fala já que você sabe que é recíproco, porque estou ficando louco olhando para essa sua boca tão longe da minha.” – Mordeu o lábio inferior para tentar se controlar, enquanto a sua mente gritava para ele pular em cima do outro.

“Eu não acredito que com tantas pessoas no mundo, eu fui me apaixonar logo por você!”

Aproximou-se sorrindo, ansiando provar mais dos sentimentos guardados no peito de ambos. Mãos suadas, respiração irregular, batimentos aumentando poderiam até ser confundidos com sintomas da puberdade, mas nesse caso era muito mais.  E quando os dois se beijaram não restaram dúvidas, aquelas foram as melhores férias de verão.


Notas Finais


oioi~
esses dois me deixam muito purpurizada, então desculpem pelos altos índices de glicose kk
tudo começou quando vi uma imagem com constelações traçadas nas costas de alguém (?) e fiquei bem louca imaginando muitas pintinhas no menino donghyuck;;;;;;, não posso com isso sozinha por isso precisei compartilhar com alguém (vocês) kkk
espero que tenham gostado.
enfim, caso não queiram mais me ver por aqui este é o momento (bem dramática), se não vão enjoar da minha pessoa.

beijinhos no coração.


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