História FÉRIAS INESQUECÍVEIS COM JAY PARK. - Capítulo 33


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Categorias GRAY, Jay Park
Visualizações 305
Palavras 1.011
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Festa, Hentai, Romance e Novela, Shoujo (Romântico)
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


CAPITULO 33.

Capítulo 33 - EU SINTO MUITO


Fanfic / Fanfiction FÉRIAS INESQUECÍVEIS COM JAY PARK. - Capítulo 33 - EU SINTO MUITO

[…]

Jay: Eu vou vê-la – vou indo na direção da porta, consigo a ver deitada na maca com aparelhos ligados nela. Mas o principal está…

Gray: Jay o enfermeiro não o chamou, não pode ver ela agora... – antes de eu terminar de falar ele já foi entrando rapidamente.

Enfermeira: O Senhor não pode…

Jay: Sai da minha frente – a empurro para o lado.

Médico: Pode deixar…

Jay: S/n? Ela está bem!?

Médico: Ela teve uma queda de pressão. Ela levou um susto ou algo parecido?

Jay: Eu…a encontrei caída no chão... E o bebe!?

Médico: A queda que ela deve ter tido, não afetou o bebe. Mas quando ela acordar, talvez ela vai sentir umas leves dores na região que ela caiu.

Jay: Ah que alívio…

Médico: Podemos conversar na minha sala?

Jay: Eu queria ficar com ela.

Médico: Ela está bem. Quando terminarmos a conversa, ela já estará acordada, e ai vai poder conversar com ela.

Jay: Tudo bem.

 

Médico: Senta-se.

Jay: O que quer conversar comigo?

Médico: É o pai da criança?

Jay: Sim.

Médico: Já decidiram como vai ser, o parto?

Jay: Parto?…nem entramos nesse assunto ainda, mas acho que, parto normal.

Médico: Não é aconselhável, sugiro uma cesária. Vai ser mais seguro para ela e para o bebe.

Jay: Qual é o risco, de ser normal?

Médico: Ela não aguentar…e acabar morrendo.

Jay: Morrer?! Está me dizendo que se ela fizer o normal ela pode morrer?

Médico: É perigoso, ela vai ter poucas chances.

Jay: Como é a outra que você me disse?

Médico: A cesária vai fazer uma cirurgia, para retirar o bebe.

Jay: Uma cirurgia. Essa que não é mais arriscada?

Médico: Vai ser mais segura.

Jay: Tenho que pensar sobre isso.

Médico – assinto com a cabeça –

 

Voce: Poderia trazer um copo d’agua para mim, por favor?

Enfermeira: Vou buscar.

Jay: S/n está acordada.

Voce: - me arrasto para trás ficando com a postura reta, e fico com a aparencia de assustada –

Jay: S/n eu não sei o que fiz…mas olha sou eu agora.

Voce: Fique ai onde está.

Jay: Não faça isso comigo, está sendo mais ruim para mim do que você imagina, é difícil fazer algo, e não se lembrar de mais nada.

Voce: Deixa eu me acalmar um pouco.

Enfermeira: Sua água.

Voce: Obrigada. – Tomo um pouco –

Enfermeira: Quando a senhora precisar de alguma coisa, é só usar a campainha, que fica ao lado da cama.

Voce: Obrigada – a enfermeira sai do quarto –

Jay: Podemos conversar agora?

Voce: …eu não sei.

Jay: S/n… - caminho até ela, sento na cama. Pego a sua mão – por que está tremendo desse geito!?

Voce: Você me deu um grande susto…

Jay: Me desculpa…eu não sei o que eu fiz com você. Me perdoa. Agora sou eu, pode confiar em mim – eu ia passar a mão em seu rosto, mas ela acaba virando.

Voce: Eu já estou melhor. Quero sair daqui – levanto da cama, pego as minhas roupas que estão em cima da cadeira.

Jay: Tem certeza que está bem?

Voce: Eu estou aqui agora, por sua culpa... – vou para o banheiro e coloco a minha roupa, só que eu não tenho nenhuma blusa, só estou com sutiã. Saio do banheiro –

Voce: Me empresta a sua jaqueta?

Jay: Sim – tiro a jaqueta e dou para ela – vou avisar para o médico que você já está melhor e que vai embora.

Voce: Ok.

Ele sai do quarto. Também saio e vou andando pelos corredores, algo me chama a atenção, fazendo eu parar de andar. Acabo parando num berçario.

Voce: Own são tão fofinhos – sorrio – tão bonitinhos.

Gray: São mesmo.

Voce: Gray?

Gray: Está bem S/n?

Voce: Estou.

Gray: Que bom.

Voce: Logo logo também vou ter um. – Sorrio.

Gray: Com certeza o seu ou a sua vão ser fofos.

Voce: Eu quero uma menina.

Gray: Ela vai ser linda que nem você e fofa também. Já tem um nome em mente?

Voce: Ainda não…mas eu quero colocar o nome bem fofinho nela.

CELULAR TOCA

Gray: Oi Jay.

Jay: Eu não sei aonde está a S/n. Ela não está no quarto…não a encontrei a lugar algum.

Gray: Ela está comigo.

Jay: Onde vocês estão?

Gray: No berçario.

Jay: Ok. Não saim daí.

Gray: Era o Jay.

Voce: ...

Gray: Estão brigados?

Voce: Não. Está tudo muito confuso…

Gray: O que ele fez com você?

Voce: Eu não quero entrar nesse assunto…só sei que não era o Jay que conheço, totalmente diferente…eu senti medo muito medo dele…e ainda estou com medo dele, não sei se ele pode acabar fazendo aquilo, de novo comigo…não consigo ter mais a mesma confiança que eu tinha antes, com ele.

Eu estava falando do Jay, e eu não sabia que ele estava atrás de mim, eu virei e apenas nos olhamos, ele estava triste, eu sinto muito eu não queria magoa-lo! Desculpa. O Gray deu carona para nós, do hospital para casa foi um silencio total, o Jay estava no banco da frente e eu no de trás. Chegamos em casa ele subiu para o quarto, e eu fiquei parada no meio da sala…com o coração partido. Ele bate a porta do quarto, fazendo eu levar um susto. Saio do meio da sala, caminho em direção ao sofá e deito. Está frio. Cruzo os meus braços, tentando me aquecer. O seu cheiro é tão bom, gosto do teu cheiro, me acalma…fecho os olhos. Me vem a mente aquele momento horrível…o medo. Estou com medo. Queria alguém para me proteger agora, alguém me abraçando, e sentir que estou segura em seus braços, o calor de seu corpo para me aquecer. Levanto do sofá, e vou subindo em direção ao seu quarto, paro em frente a porta, toco na maçaneta…mas não a abro. Vou paro o meu quarto, fecho a porta. Vou para cama, deito e começo a chorar. Porque isso está acontecendo?! Eu estou sozinha…onde ele está?! Está frio, puxo o lençol fino da cama…

Agora está quente. Sinto braços me apertando de leve, aquecendo o meu corpo, está me protegendo, me sinto segura. Relaxo.

 


Notas Finais


ESPERO QUE GOSTEM.


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