História Feridas - Capítulo 21


Escrita por: ~

Postado
Categorias Inuyasha
Visualizações 118
Palavras 2.275
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ficção, Hentai, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Yuri (Lésbica)
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Suicídio, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Desculpem os erros e boa leitura...

Capítulo 21 - Capitulo 21- domingo.


Capitulo 21- domingo.

Os raios de sol entravam pela janela, atingindo o rosto adormecido de Rin. A claridade lhe incomodava, e logo foi despertando. Abriu os olhos lentamente, colocando a mão na frente para os raios não atingissem a vista sensível de quem acabará de acordar. Olhou em volta do quarto, olhou para cama, e descobriu que estava fazia.

Se levantou da cama, com certa dormência entre as pernas, olhou os lençóis que cobriam a cama, e viu uma mancha pequena de sangue. Brutamente arrancou os lençóis e correu para o banheiro da suíte de Sesshoumaru. Ligou a torneira da pia, e tentou lavar a mancha de sangue. O que fez ela agir dessa maneira? Talvez vergonha de ter manchado o lençol de Sesshoumaru, timidez. De fato, apesar de ter gostado da noite que passou com ele, ela ainda tinha certa vergonha de tudo que aconteceu. Enquanto lavava, pensava na noite anterior, no quão gentil e delicado ele foi com ela, em quanto foi especial. Estava tão distraída que não percebeu a chegada de alguém.

– quem é você menina? – uma voz atrás de si lhe assustou, fazendo com que espirrasse água nela, que ainda estava nua.

– ahhhhh – ela gritou e Sesshoumaru apareceu.

– Jaken!! ? – olhou severo para o secretario.

– desculpe-me senhor Sesshoumaru, ouvir um barulho no quarto e vim ver se era o senhor.

– essa é a Rin, minha namorada – o rapaz pegou uma toalha e cobriu a menina que estava apenas com suas mãos lhe cobrindo.

– namora...namora...namorada! ?

– prazer senhor Jaken! – disse corada.

– Jaken, vai preparar o Café da manha para nos dois – Sesshoumaru deu uma ordem a ele.

– sim...sim..senhor – o secretário saiu depressa.

– ai que vergonha...ele me viu nua – .

Sesshoumaru – não se preocupe Rin, quando eu ordeno Jaken não vÊ e nem escuta nada. E o que você tava fazendo com esse lençol?

- eu? – ele confirmou com a cabeça – eu! Eu!..ahh eu...  tava lavando – disse de cabeça baixa.

– por que?

– ta manchado... e ... – ela estava com muita vergonha.

– Rin, deixe isso para lá. Jaken cuidará disso, tome um banho para tomamos café. Tudo bem?

– tudo bem... – e ele saiu do banheiro e ela tomou o banho.

O banho não demorou muito, mais foi muito relaxante, lavou os cabelos, o corpo ainda com as marcas da noite, a noite que entrou ali uma menina, e no dia seguinte sairia uma mulher. Terminou o banho, se enxugou com a mesma toalha em que Sesshoumaru havia lhe cobriu, se enrolou nela e saiu do banheiro. Sesshoumaru deixou em cima da cama, agora já arrumada com um lençol limpo, uma camisa dele para que ela pudesse se vestir, ficou obviamente grande, mas serviu para ir ate a cozinha e compartilhar do desjejum com seu amado.

Chegou na cozinha com passos lentos e tímidos, viu Sesshoumaru já sentado a mesa lendo o jornal de domingo, e Jaken preparando algo que parecia ovos mexidos.

 – sente-se Rin – disse quando percebeu a presença da garota.

– ah sim... – se sentou de frente para o namorado – onde você foi hoje cedo? – perguntou, já que ele estava todo vestido como alguém que tivesse saído.

– Jaken nos deixe a sós – ordenou ao secretario.

– mas senhor... tenho que servi-los.

Sesshoumaru – não precisa, saia...vá fazer algo de útil – falou serio.

– sssssim...senhor, vou fazer compras para próxima semana – saiu do apartamento.

– o que você foi fazer que o senhor Jaken não pudesse ouvir – ela perguntou.

– é apenas para não te deixar constrangida – pegou uma sacola em cima da mesa, abriu e entregou para Rin uma caixa de remédio – fui na farmácia, você precisa tomar esse remédio.

– mas o que é esse remédio?

Sesshoumaru – para evitar gravidez... – disse simplesmente, servindo sua xícara de café – não sei se percebeu, não usamos camisinha, então, para evitar problemas futuros.

Ela empalideceu, só agora lembrava desse “pequeno” detalhe. Sesshoumaru tinha razão, não seria uma boa hora para filhos. Ela abriu a caixa do remédio, Sesshoumaru lhe serviu um copo de água, e quando ela iria tirar uma pílula da cartela, um telefone celular tocou.

– não é o meu – Sesshoumaru disse colocando a mão do bolso e percebendo que não era o seu aparelho.

– deve ser o meu... – procurou com os olhos – onde está minha bolsa?

– sofá...

Ela correu para o sofá da sala, viu a bolsa preta, a abriu e de lá de dentro pegou o celular e atendeu.

– alo... ah bom dia papai... sim... sim... ah os pais da Sango ?...ainda não chegaram... ta bom... eu vou ta ai sim...beijos papai – desligou o celular e voltou para a mesa.

– algum problema? – ele ficou interessado.

– ah não... só era meu pai me pedindo para está em casa para o almoço, é aniversario de minha tia, terá um almoço de comemoração.

– hum...

– tive uma ideia – sorriu animadamente – por que você não vai comigo para o almoço? Assim minha família te conhece.

– pode ser...- respondeu simplesmente.

– você não é muito animado – ele não respondeu, apenas olhou para ela – não importa, eu te amo mesmo assim – ela se levantou da cadeira e foi ate ele e lhe abraçou.

– você me ama? – ela corou, não tinha percebido o que tinha falado.

– eu..eu...eu – extremamente corada.

– Rin você é gaga? – falou serio.

– ora Sesshoumaru – ela ficou com raiva, tentou se afastar dele, mas o rapaz lhe pegou pelo pulso e a fez cair sentada em seu colo.

– eu estava brincando – disse com um sorriso nos lábios,

– parece que o senhor frieza sabe fazer piada também... – ela sorriu e se beijaram.

#-#

10:00 batia no relógio de pulso de Sesshoumaru, o carro dele estacionava em frente a casa de Sango.

– tem certeza que não quer que eu lhe deixe na sua casa? – Sesshoumaru e Rin ainda estavamdentro do carro.

– tenho... vou ficar um pouco aqui na Sango, pegar minhas coisas, e ai sim ir para casa – Rin respondeu. Ele havia ido lhe deixar na casa de Sango.

– então na hora do almoço eu apareço na sua casa – eles se beijaram, ela saiu do carro, acenou para o namorado e tocou na campainha da casa da amiga. E ele foi embora.

#-#

Inuyasha curtia o domingo a beira da piscina da casa dos Taishos junto com seu melhor amigo Miroku.

– vocês vivem grudados, estou começando a desconfiar dessa amizade – disse a madrasta chegando perto dos dois.

– fÊh... não é nada disso Satori – respondeu o garoto – Miroku apenas não tem nada pra fazer e vem me perturbar.

– obrigado Inuyasha, pela gentileza.

– que seja...vou entrar na piscina – a mulher tirou o roupão que lhe cobria e revelou um belo maior vermelho, mostrando seu perfeito corpo. Seios volumosos, expostos no decote generoso. E entrou graciosamente na piscina.

– caraça InuYasha... tua madrasta é muito gostosa.

– sem comentários – com o rosto vermelho.

– eu não sou museu para gostar de velha, mas pela Satori eu abria uma exceção – como sempre, Miroku e seus comentários pervertidos.

– o que você disse? – apareceu o mais velho atrás dos dois, fazendo com que eles caíssem no chão.

(Inuyasha e Miroku) – Sesss....ssseee...ssseeessshhhooouu....sshhhhhooou...maaaaruuuu –gaguejaram.

– acho que eu tenho o dom de deixar as pessoas gagas... – ironizou – Houshi, limite seus comentários sórdidos para quem os aprecia.

– sim Sesshoumaru.

– bom dia meu filho – saindo da piscina – chegou agora? – ele não respondeu, apenas deu à costa e foi em direção à porta que dava para cozinha da casa.

– com licença – a mulher pegou o roupão, se cobriu e foi atrás do filho.

– Kaede! ? – Sesshoumaru entrou na cozinha – não vou almoça em casa, então não precisa colocar meu prato na mesa.

– sim, senhor Sesshoumaru... – disse a velha empregada.

– Sesshoumaru, onde você passou a noite? – o filho ignorou mais uma vez e foi para sala – Sesshoumaru! ? – continuou seguindo o rapaz.

– eu estou indo para o meu quarto, não quero que me siga – disse frio, subindo as escadas da sala.

– Sesshoumaru...fale comigo – a mulher insistia em falar com o filho.

– eu não sou mais criança para lhe dá satisfação do que eu faço eu deixo de fazer. E outra, se você se desse ao respeito, talvez tivesse o meu respeito – ele não necessariamente estava bravo com ela, talvez tivesse com ciúmes da mãe.

– mas o que foi que eu fiz? – ele deu as costas mais uma vez e subiu as escadas, indo pro quarto.

– Sessoumaru chegou? – o pai apareceu na sala.

– sim...–  a mulher subiu as escadas correndo e chorando.

#-#

– conta Rin, conta logo... – as amigas estavam curiosas.

– calma Sango, deixa a Rin respirar – Kagome estava mais calma, mas tambem curiosa.

– eu também to curiosa, como foi? – Kirara era outra que queria saber de tudo.

– ai gente...assim vocês me deixam com vergonha – arrumando suas coisas na mochila.

– mas e ai? rolou mesmo? – Sango parecia ser a mais curiosa.

– uhum...- Rin confirmou corada.

(Sango, Kirara e Kagome) – ahhhhhhhhh – pularam e bateram palmas, quase que uma comemoração.

– affz gente, menos.

– mais você gostou? – Sango perguntou.

 – hum... ADOREI – Se jogou na cama – foi mágico, lindo...ele foi perfeito.

– ai que lindo... – Kagome tinha os olhos brilhando.

– conta os detalhes...

–affz não... vocês estão muito pra frente – se levantando – esperem a vez de vocês para saberem como é.

– xiiii, vai demorar, não temos nem namorados, e arrumar um vale a pena ta difícil – disse Sango.

– verdade, não pode ser assim com qualquer um – Kagome concordou.

– eu disse para Sesshoumaru que o amava.

- serio? Mas vocês se conhecem há tão pouco tempo – Kirara lembrou Rin desse detalhe.

– eu sei, mas sinto algo muito forte por ele, uma ligação, é como se eu tivesse esperando por ele.

– o amor é assim mesmo, nem é preciso conhecer para amar, mas para durar o amor, terá que ter esse conhecimento – Kagome era a mais romântica.

 – enfim... estou indo para casa, tchau meninas – se despediu e foi embora para sua casa.

#-#

– Sesshoumaru, posso entrar? – o pai bateu na porta do quarto do filho.

– entra, a porta está aberta – assim o pai fez.

– o que você disse para sua mãe para ela ta chorando no quarto?

– apenas falei a verdade.

– Sesshoumaru, não faça a sofrer, Satori só quer seu bem.

– está um pouco tarde para isso.

– você tem razão, já é um homem feito, não temos direito nenhum de lhe impor nada, mas também você não tem direito de negar o sentimento de sua mãe.

– é só isso? Preciso sair – não queria ter aquele papo com o seu pai.

– não, temos mais uma coisa. Amanha eu tenho uma reunião com Naraku, ele como meu advogado preparou meu testamento, quero que você e Inuyasha estejam lá também.

– volto a trabalhar amanha, vou está lá de qualquer jeito.

– então não vou mais lhe atrapalhar – foi ate a porta – tchau meu filho – saiu do quarto, fechando a porta.

#-#

– ai Inuyasha, eu não sei o que faço, não paro de pensar na Sango – Miroku estava sonhando com a menina.

– tu só pensa em mulheres Miroku.

– mas a Sango é especial, sinto que ela é a garota certa para mim.

– então por que você não fala isso para ela, quem sabe ela não lhe dá uma chance.

– você está certo, vou lá agora mesmo, tchau Inuyasha.

– tchau.

#-#

Na casa da família Nakamura estavam todos reunidos, os donos da casa, Saito e Kaoro, com a filha Rin, a aniversariante, tia de Rin e Irma de Kaoro, Kaori com seu marido Maximus, e a filha Sarah. E para completar, Kikiou, melhor amiga de Sarah. Conversavam entre si, esperando a hora do almoço ser servido.

– ainda bem que você veio Kikiou, não ia aguentar ficar aqui sem conversar com ninguém – Sarah estava entediada.

– é sua família.

– às vezes eu queria que todo mundo morresse.

– e às vezes você é assustadora.

#-#

– mamãe – Rin estava na cozinha com a mãe e a tia – a senhora pode colocar mais um prato?

– claro minha filha, você convidou alguma amiga?

 – na verdade... não, convidei meu namorado – as duas mulheres se espantaram.

- namorado? A pequena Rin ta crescendo – apertou as bochechas da sobrinha.

– Rin você nunca me disse desse namorado – sua mãe estava surpresa.

– ah por quer é recente.

– Saito concorda com isso? – a tia estava preocupado com a reação do pai da menina.

– de fato, ele é um pai coruja e muito ciumento.

– tenho certeza de quando ele conhecer o Sesshoumaru vai adora-lo.

– Sesshoumaru... que nome diferente – a tia estranhou o nome do rapaz.

#-#

Sesshoumaru estacionava o carro, numa rua de um bairro classe media de Tóquio, desceu do carro e bateu na porta da casa dos Nakamuras.

– é ele!!! – Rin falou correndo indo em direção à porta para abri lá.

– calma menina, assim você parece que ta desesperada – a tia tentava fazer com que ela se acalmasse.

– e ela é uma desesperada, por que só um louco para namora-la – implicou sua prima Sarah.

– deixa que eu abro a porta filha – a mãe da menina então abriu a porta – oi, em que posso ajuda-lo?

 – a Rin está? – disse o rapaz.

– você é o Sesshoumaru? – ele confirmou com a cabeça – você não é muito velho para minha filha? – Antes que ele abrisse a boca para responder, Rin apareceu.

– mãe! ? assim a senhora vai assustar o Sesshy...

– Sesshy... ? ? ? – ele olhou desconfiado para menina.

– esquece, vamos entra – o pai de Rin vinha descendo as escadas com o cunhado, conversando sobre futebol – pai, quero te apresentar alguém.

– sim minha filha, quem é esse rapaz? – o pai logo olhou para o rapaz.

– esse é o Sesshoumaru, meu NA-MO-RA-DO – enfatizou o “namorado” para que Sarah escutasse bem.

– e você rapaz, tem sobrenome ou é um vagabundo? – sendo um pai rígido e protetor.

– pai... – a menina ficou com muita vergonha da situaçao.

– Taisho Sesshoumaru – disse serio.

(Kaoro e Kaori) - TAISHO?! – o copo que estava na mão de Kaori caiu no chão.

Continua...


Notas Finais


bjs e ate o proximo.


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