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História Fertile imagination - Capítulo 1


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Notas do Autor


"Não temerei enquanto andar sob o vale da morte". Ou seja, eu não vou permitir que minha dor de cabeça atrapalhe minha rotina.

Antes de tudo, vamos para alguns avisos:

- Wooyoung e San são maiores de idade, estão na universidade e os cursos não importam no momento.

- San eboy e o Wooyoung o popular jogador de lacrosse, desculpa eu não consigo resistir, ele ficaria mais gostoso com aqueles shorts.

- foto do san eboy nas notas finais junto com a música usada.

- se trata não apenas do lemon propriamente dito, mas também da imaginação fértil do Wooyoung, do forte tensão entre eles e do quão gostoso o San é para o Wooyoung e um pouco de linguagem vulgar.

Esses foram os avisos, tenham uma boa leitura!

Capítulo 1 - Capítulo único


Fertile Imagination

CHAPTER SINGLE

Você está dizendo que está cansado de todos os seus hábitos vazios

— Ainda não acredito que o professor pediu para você me ajudar com as caixas do clube de música. — Wooyoung hesitou antes de comentar ligeiramente incomodado, o tom baixo chegando quase inaudível aos ouvidos do Choi, que agachava-se para guardar a caixa no canto da parede.

— Por que não? Acha que sou mentiroso? Ou aproveitador? — San ergueu a sombrancelha em sinal de dúvida, os braços cruzados cobertos pelas mangas longas da blusa enquanto encostava o corpo na parede.

— Por que eu negaria? Você sabe que sim. — Wooyoung aproximou-se com cautela até abraçar a cintura do Choi e apoiar o queixo no seu ombro, inalando o cheiro dos fios extremamente doce que ele tanto amava.

Você quer algo que seja mais profundo porque você está cansado das genéricas

— Hum... Está sendo tão cruel comigo, woonie. — Abraçou seu pescoço com os dois braços, um bico adorável nos lábios levemente avermelhados.

— Por favor... Não me chame assim... — Confessou e seus lábios logo tocaram a pele do Choi, sentindo-o se arrepiar com o contato suave.

Você está fodendo com aquelas básicas quando você realmente quer a melhor

— Mas, woonie, eu sempre te chamei assim. — Disse próximo do seu ouvido com a voz calma e manhosa, sua mão deslizando pelas costas de Wooyoung por debaixo da blusa.

— Você é um maldito, San, um maldito aproveitador, mentiroso e pervertido... — Suspirou em meio a frase, tomando coragem - e indo contra a própria vontade - para afastar-se o suficiente para encara-lo.

— O que posso fazer se você gosta do que sou? — Deu de ombros despreocupado, mordendo o lábio inferior enquanto sentia a mão do outro apertar sua bunda com força, o frio metálico do piercing o arrepiando.

Então venha, querido, pegue, porque perder isso seria trágico

— Essas correntes ficam lindas em você... Por que não usa as maiores? Vão ficar perfeitas em você. — Deslizou o polegar da outra mão pela primeira corrente, puxando-a pelo cordão com pouca força. San gemeu sensível, apertando o tecido da sua blusa.

— Vo-você acha? Eu pensei a mesma coisa. Talvez, você fosse gostar de puxa-las... — Enquanto a mão explorava o tronco de Wooyoung, marcando sua pele com as unhas curtas, San distribuia mordidas e beijos por seu pescoço, trilhando um caminho para seus lábios 

Wooyoung iria enlouquecer e perder o controle se o Choi o beijasse.

— San... Precisamos ir... Mas, podemos nos encontrar no dormitório, ou no ginásio depois do meu treino. — Informou Wooyoung com a voz baixa perto do ouvido de San, suas mãos apertando sua cintura fortemente como uma forma de para-lo.

— Tudo bem, Woonie... — Com um bico nos lábios, San beijou sua bochecha e se afastou do seu corpo. — Te vejo mais tarde.

Wooyoung considerava impossível resistir aos encantos de San. Seu corpo e suas curvas marcadas por suas roupas, sua beleza natural com seu jeitinho de maquiar-se complementavam sua intensa sensualidade. Não havia escapatória.

Ele suspirou de excitação enquanto puxava os fios para trás, arrumando o cabelo.

Seus malditos pensamentos pervertidos controlavam sua rotina. Passar por San nos corredores ou ve-lo na fila do refeitório faziam Wooyoung imaginar situações que o excitavam, principalmente, quando San vestia shorts apertados que marcavam muito bem suas coxas. 

Observou suas costas se afastarem até passar pela porta do depósito e os olhos de Wooyoung desviarem da sua bunda para encarar a parede com uma coloração rosada nas bochechas. Se sentia um predador que ansiava por uma específica presa.

Talvez, ele fosse mesmo, um maldito predador faminto e pervertido.

...

— Wo-woonie, calma, não estamos co-com... Ah... pressa. — San apertou os ombros largos de Wooyoung, usando-os como apoiar para continuar quicando fortemente em seu pau, a cabeça inclinada para o lado.

— Eu sei... Mas é divertido ouvir você implorar... — Sentiu as unhas curtas do Choi machucarem sua pele, porém, ele apenas gemeu alto e apertou sua cintura.

— Seu desgra... Ah, me-merda... — San fechou os olhos e mordeu o lábio inferior, enquanto o polegar do outro apertava sua glande com força.

— Gosta, hum? — Wooyoung aproveitou a inclinação da cabeça do Choi para morder seu pescoço, ouvindo-o gemer alto em deleite.

— Ca-caralho, sim. — Respondeu com a voz baixa, a respiração ofegante misturada com a intensidade das suas quicadas e a profundidade do caralho no seu interior o impedindo de falar corretamente.

— É tão difícil te entender, San. Uma hora você quer que eu te arrombe como uma vadia má, outra fica agindo como uma cadelinha sensível. — Wooyoung deslizou a unha do indicador pela extensão até alcançar os testículos sensíveis, beliscando-os com delicadeza. San apertou seu pau, enquanto puxava os fios da nuca fortemente.

— Sabe que e-eu amo sua brutalidade, woonie. Suas mãos apertando meu corpo e me sustentando enquanto me destrue com seu pau... — Parou de quicar e rebolou empurrando o corpo para baixo e arracando um gemido rouco de Wooyoung. — A-ah, eu amo isso. 

— Vadia. — O xingou entre um gemido, abraçando sua cintura e encaixando seu rosto na curva do pescoço. — Eu penso todas as noites em você, penso em seu cheiro, em sua voz, tudo. Ficam fixadas nos meus pensamentos. — Sussurrou com a voz rouca em seu ouvido, sentindo-o rebolar.

Sentiam-se tão perto que seus corpos pareciam prestes a entrar em erupção no vestiário do time de lacrosse.

— Se-serio? — Revirou os olhos. Manteve o ritmo das reboladas lento enquanto sentia arrepios intensos provocarem sua sensibilidade.

— Sim, Sanie... Por sua causa, eu só consigo pensar em transar, neném. — Com a testa apoiada em seu ombro, confessou, a voz um pouco abafada enquanto preenchia seu interior em jatos longos de gozo.


Você diz que quer uma vadia má, querido, agora você tem uma

Agora você tem uma vadia má, me mostre que você pode lidar com isso


Notas Finais


Antes que eu esqueça:

foto do san
https://pin.it/n5nFvhp
música
https://youtu.be/MUkBmiQIIFU

Como é bom estar de volta!
Beijos *coração*


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