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História Fervendo - Capítulo 17


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Capítulo 17 - Cubo do prazer (Lésbico)


Fanfic / Fanfiction Fervendo - Capítulo 17 - Cubo do prazer (Lésbico)

Estava na varanda de sua casa, de frente pro mar, tomando uma fumegante caneca de café.

Ela gostava daquela paz. Gostava do constante som do mar e da forma que o vento tocava sua pele.

Mas havia um problema. Ela se sentia sozinha. Decidiu dar um tempo do trabalho,  da cidade grande e de todos os problemas de sua vida e foi se refugiar naquela pequena praia.

Não havia vizinhos. Não havia a confusão de buzinas de carros de um trânsito intenso. Só havia o mar e seus pensamentos.

Sentou-se na cadeira de balanço, que chamou sua atenção ao alugar a casa, e deixando a caneca de lado, começou a pensar em como seus planos deram certo.

Tinha sucesso em sua carreira, tinha fama, tinha dinheiro,  mas algo faltava e ela não sabia definir.

Saiu de um relacionamento, que não era ruim, mas não era exatamente o que desejava. Havia respeito, cumplicidade, amizade, uma tensão sexual incrível,  mas não era suficiente.

Ela não sabia definir o que queria, mas sabia o que não queria quando decidiu dar um tempo da própria vida.

Terminou de tomar o café e verificou a hora. Precisava abastecer seu armário e geladeira, mas não tinha certeza se ainda daria tempo de fazer as compras.

Sabia que tinha um vilarejo a trinta minutos de carro. Pegou sua bolsa, as chaves e saiu sorridente por ter a chance desse pequeno ato de uma dona de casa. Coisa que ela não fazia antes.

Tendo uma única estrada de acesso não foi difícil chegar ao local que mais parecia uma cidadezinha antiga, mas ao mesmo tem aconchegante.

Entrou no que parecia o único mercado, sorriu para o atendente e pegou uma cesta  para suas compras. Pegou o que daria para uma semana e se dirigiu ao caixa.

ㅡ Nova por aqui? - o atendente perguntou.

Ela assentiu, mas ficou em silêncio. Se preocupou em ser reconhecida e saiu rapidamente ao pagar as compras.

No carro percebeu um panfleto preso ao para-brisas.

"👑RAINHAS👑

Tenha uma noite inesquecível!

Venha se divertir e sinta-se a Rainha do Prazer"


O panfleto era de uma boate, mas não qualquer boate. No verso do papel tinha uma frase que chamou sua atenção.


"PERMITIDA A ENTRADA SOMENTE DE MULHERES"


Ela olhou aquilo e sorriu. Botou o panfleto na bolsa e entrou no carro.

Voltou para casa e após arrumar tudo que tinha comprado, deitou no sofá da sala e adormeceu aproveitando a paz do lugar. 

(...)

Acordou ouvindo o som do celular e , meio tonta, levantou-se procurando sua bolsa. Achou na cozinha, mas a ligação já havia parado.

Era seu ex. Ela já sabia o que ele queria, mas resolveu não se importar ao ver o panfleto da boate novamente. Não tinha certeza do que poderia encontrar, mas guiada pela curiosidade,  decidiu ver de perto o que aquele local podia oferecer. 

Se banhou e, sem muitas opções, decidiu por algo discreto. Vestiu uma calça preta que é justa nos tornozelos e uma blusa de mangas compridas de trico no tom bege.

Pegou o panfleto para conferir a localização e saiu em direção ao pequeno vilarejo.

(...)

De frente para o local, estacionou e observou por um tempo tentando ter coragem de entrar. Seu celular tocou novamente e esse foi o impulso que ela precisava para esquecer  por uma noite quem ela era e se aventurar.

Na porta da boate,  apresentou sua identidade e teve sua entrada liberada. Assim que adentrou o lugar, ficou surpresa pela forma que o local era e o que acontecia no centro.

Era um cubo de vidro imenso, onde tinham algumas mulheres fazendo coisas que, para ela, eram surpreendentes.

O local era decorado no tom preto,  com detalhes dourados. Em volta do cubo de vidro haviam poltronas, onde outras mulheres assistiam ao que acontecia no interior daquele espaço.

Uma garçonete lhe oferece uma bebida e ela engoliu rápido o líquido sem desviar o olhar do cubo.

Foi instantânea a forma que sua buceta começou a reagir. Sentiu um calor conhecido e se aproximou do cubo, mas esse calor nunca aconteceu ao pensar em mulheres.

Por um momento imaginou que era ela que estava sendo chupada de quatro por uma mulher e nos seios por outra. Foi se aproximando e, sem perceber, foi levada a uma das poltronas e observar mais de perto.

Agradeceu, sem saber pra quem, e ficou olhando para o movimento das mulheres e se excitando ainda mais.

Queria viver aquilo. Queria poder ser outra pessoa por uma noite. Queria conhecer o prazer nos braços de uma mulher.

A música não era alta. Era estimulante,  mas não atrapalhava o som dos gemidos que escapavam do cubo.

Uma mulher muito bem  vestida se aproximou e lhe entregou um papel.

ㅡ Como sendo sua primeira vez aqui na Rainhas, você tem a chance de participar do cubo gratuitamente. Se quiser, coloque seu nome nesse papel e deposite na caixa que indica o horário que você quer participar. Seja bem-vinda. - a mulher fala rápido e sai da mesma forma que chegou, de repente.

Ela pensou e decidiu que não poderia deixar aquilo para depois. Escreveu o nome no papel e colocou na caixinha do próximo horário.

Minutos depois aquela sessão terminou e ela foi direcionada a parte de trás do cubo. Foi pedido que ela se despice e colocasse o robe que lhe foi oferecido.

Seguiu todas as orientações e entrou no cubo. Ficou nervosa ao perceber que estava sendo observada por diversas mulheres, mas excitada pelo mesmo motivo.

No centro do cubo havia uma cama quadrada. Haviam ao todo no cubo 8 mulheres. Sendo quatro clientes como ela e quatro eram funcionárias do lugar.

As funcionárias estavam nuas e se exibiam para o público.

Uma delas se aproximou e desfez o laço do robe que ela usava. Com o robe aberto teve seus seios massageados levemente.

ㅡ Relaxa. A primeira vez é sempre a melhor.  - a moça diz e suga o mamilo dela

Ela gemeu e cobriu a boca tentando impedir que novos gemidos escapassem. Isso se tornou impossível porque seus seios estavam  recebendo um banho de língua e sua buceta pulsava com tal ato.

A funcionária termina de retirar seu robe e aperta a bunda dela.

ㅡ Prefere em pé ou deitada? - pergunta.

Enquanto pensa na resposta, viu as outras mulheres se pegando sem pudor e desejou pelo mesmo. Deitou-se na cama e a moça ajoelhou de frente para suas pernas.

A moça alisou suas coxas e foi subindo com delicadeza até seu centro. Massageou sua vulva e afastou os lábios vaginais passando a ponta do indicador diretamente no clitóris.

Ela deixou a cabeça cair para trás pelo choque do primeiro contato. Sentiu seu clitóris sendo massageado com carinho,  mas a sensação foi como se estivesse pegando fogo.

Sua respiração acelerou e sua audição pareceu sensível ao destacar os diversos gemidos a sua volta.

Estavam todas as convidadas na cama e funcionárias ajoelhadas fazendo o mesmo trabalho.

Sem se dar conta do que estava fazendo aceita o beijo oferecido pela mulher deitada ao seu lado.

Quase no mesmo instante ela se contraiu ao sentir a primeira chupada na buceta. Não sabia se se contorcia ou se beijava.

Se deixou levar pelas sensações e tocou nos seios da mulher que beijava. Se viu com outras vontades, mas não quis deixar de apreciar o que estava recebendo.

Os gemidos externos também davam para serem ouvidos. As muitas mulheres que assistiam se mexiam e gritavam como se elas estivessem recebendo o tratamento com as muitas mãos e línguas.

Com as pernas sendo mais escancaradas, recebeu aquela língua e lábios avidamente. Deixou de beijar e mordeu os próprios lábios ao se aproximar do que seria o maior e mais intenso orgasmo de sua vida.

Entrou em êxtase e apertou o lençol com tanta força que seus dedos ficaram brancos. O orgasmo veio arrebatador. Ela se perdeu no que estava acontecendo e fechou os olhos deixando de vez o controle de lado.

Respirava ofegante, sentia as batidas apressadas do coração claramente e ainda mais os gemidos a sua volta.

Outra mulher se aproximou para beijá-la enquanto sentia o corpo acalmar. Ela não sabia mais qual era convidada ou funcionária. Só queria que aquilo não acabasse e pudesse experimentar muito mais.

A mulher que a beijou, deitou a sua frente e ela se levantou ficando de quatro e, deixando toda a vergonha de lado, passou os lábios pela barriga da sua parceira da vez. Ela observava as outras mulheres e foi reproduzindo as ações até deixar sua vontade tomar o controle e fazer o que bem entendesse.

Enquanto beijava e sugava o par de seios a sua frente, a mesma chupava outra buceta oferecida.

As mulheres estavas dispostas quase em círculo de forma que, enquanto eram chupadas, também chupavam.

Era a primeira vez que tinha o prazer de chupar e lamber uma buceta. Um instinto natural a fez agir como se a vida daquela em seus lábios dependesse da forma como a faria gozar.

Estava eufórica, estava sentindo novamente o formigamento familiar no ventre, seu clitóris inchado pulsava e ela queria mais.

Sentiu-se sendo penetrada. Olhou para trás e viu que sua buceta recebia os dedos ágeis da funcionária designada a ela desde o início. Mais um dedo foi colocado sem que seu clitóris deixasse de ser estimulado. Teve os   cabelos puxados e com a  cabeça elevada sentiu as primeiras contrações.

Gozou pela segunda vez e os estímulos contínuos a fizeram sentir as sensações do gozo por longos minutos.

Viu a mulher a sua frente usar os próprios dedos e gozar também. Minuto a minuto  cada uma delas gritava entregando que chegou ao limite.

No momento que somente o som das respirações ofegantes era ouvidos, ela sorriu e se perguntou porque demorou tanto para sentir na pele essa experiência.

Sentindo -se segura, confiante e satisfeita saiu dali relaxada e quase não acreditando que teve coragem de entrar naquele lugar e fazer o que fez, mas de uma coisa ela tinha certeza, não via a hora de fazer tudo novamente.



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