História Festa Mexicana - Simbar - Capítulo 17


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Categorias Sou Luna
Personagens Ámbar Benson, Simón
Tags Simbar, Sou Luna
Visualizações 120
Palavras 1.486
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Festa, Ficção Adolescente, Musical (Songfic), Romance e Novela
Avisos: Álcool, Insinuação de sexo, Nudez, Sexo, Spoilers
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 17 - Capítulo 17


Fanfic / Fanfiction Festa Mexicana - Simbar - Capítulo 17 - Capítulo 17

Simon 

Um novo dia.

O consumo exagerado de álcool da noite passada fez-me ficar completamente morto mal me deitei. E hoje não escaparia a uma ressaca. 

Mal acordei fui para o banheiro tomar um duche de água fria para despertar, depois disso vesti-me e desci. 

Não havia ninguém. Nem na sala, ou na cozinha, nem no recinto da propriedade. Fui ver que horas eram e já era relativamente tarde. (15:00) Comprovava que realmente mal me deitei fiquei ali morto, acabando por não ouvir o galo e muito menos os meus amigos.

Sentei-me na mesa enorme da sala e comi uma sandes improvisada. E foi aí no meio da refeição que escutei uma voz doce cantando no andar de cima. Eu reconhecia aquela voz em qualquer lugar. Era Âmbar. Ela cantarolava "Como me vês". 

Decidi subir e ir de encontro ao seu quarto, abri a porta devagar e via ali cantado enquanto arrumava a sua cama.

-Quer ajuda? - perguntei quando ela parou de cantar por não conseguir trocar a fronha de uma almofada. Quando ela escutou a minha voz deu um salto e gritou. -Me perdoa não queria assustá-la. -falei andando na sua direção.

-Tudo bem. Eu pensei que estava sozinha em casa. Você está aí à muito tempo?

-Na verdade não. Ouvi você cantando e vim cá ver. Também pensava que estava sozinho. - ela me encarou e sorriu fraco, podia apostar que estava a pensar no facto de estarmos sozinhos naquela enorme casa. -Sempre quer ajudar a trocar a roupa da cama?

-Sim por favor. Eu não estou habituada a fazer este tipo de tarefas. -afirmou envergonhada. 

Eu ajudei-a a trocar a sua roupa, e a levar a roupa suja para o tanque da roupa. 

-Quer ir dar um passeio Âmbar? - ela me olhou surpresa pela minha proposta, a verdade é que mesmo ela tendo pedido para sermos amigos, estamos muito longe de parecermos uns, pois não nos falamos e nem nos olhos nos conseguimos encarar. Eu olhei para ela á espera de uma resposta, e estava pensativa. - Então? -insisti numa resposta.

-Para onde iríamos? 

-Podemos ir dar um passeio pelos montes de cavalo.

-Ok eu topo. Vou só me arranjar rápido e já venho. 

Ela saiu correndo para dentro de casa outra vez, e eu fui andando para o estábulo. Âmbar como tinha dito voltou rapido, ela estava com um vestido azul básico e um casaco de ganga. 

Âmbar escolheu ir num cavalo branco e eu um cavalo castanho. Ajudei Âmbar a montar o seu cavalo e de seguida montei o meu. Fomos caminho devagar pelo trilho que Emma nos tinha dito que era para os montes. 

-Então ... - comecei a puxar assunto - como está? 

-Estou bem, sinto-me em paz. - ela me encarou nos olhos - quase em paz. - completou.

-Fico feliz que esteja a sentir-se bem nesta viagem. 

-Tenho de agradecer por isto Simon. Muito obrigada de verdade.

-Eu só quero ver você bem. - Ela sorriu. Era um sorriso puro e sincero. Mas nos seus olhos havia uma certa dor. - Você têm se aproximado da galera, e isso me deixa muito feliz. Também sorri mais. E droga ... O seu sorriso é perfeito. Mas eu sinto que algo ainda não está bem.

-Você me conhece mesmo bem Simon. Eu estou feliz. Mesmo. Mas há feridas para curar ainda.  

Ela olhou virou a cara quando terminou de falar. Dando a entender que não queria conversar mais. Olhei em volta e vi a paisagem linda que conseguíamos ver. De um lado dava para ver o oceano e a praia, do outro dava para ver as florestas e uma aldeia. O sol brilhava, o vento batia nos nossos rostos de uma forma relaxante, ouvíamos os pássaros a cantar. Ficamos o resto do trilho em um total silêncio.

-Chegámos ao topo. - falei observando o lindo campo de flores do topo do monte. 

-Vamos colocar os cavalos ali a comer aquelas ervas enquanto descansamos. 

Eu acenei com a cabeça e saí do cavalo, rapidamente dei a mão a Âmbar para a ajudar a descer. Levamos os cavalos para a sombra de uma árvore e entramos no campo de flores.

-Toma. - falei dando uma flor solta mas linda que estava no chão. 

-Obrigada Simon, isto fez me lembrar .. - de repente o silêncio voltou. 

-O que você lembrou?

Ela olhou para baixo e falou timidamente - quando demos o nosso primeiro beijo você também me deu uma flor que colheu na praça em que passávamos para ir ao cinema. Lembra? Já foi à um ano... - quando terminou de falar ela levantou a cabeça me encarando, o seu rosto estava corado.

-Obvio que eu lembro. Nunca esqueceria um momento passado na sua companhia. - Os olhos deram lembraram com a minha confissão. 

Andámos mais para o meio do campo e sentámos no chão. 

-Quer cantar uma canção? - sugeri

-Aqui?

-Sim que têm?

-Não temos nenhum instrumento nem nada..

-Podemos só cantar. 

Âmbar fechou os olhos e começou a cantar "Solos" numa versão mais calma rapidamente me juntei a ela e cantámos juntos. Em nenhum momento deixei de encarar a Âmbar mas ela permanecia de olhos fechados mas tinha a certeza que ela conseguia sentir o meu olhar sobre ela.  

Por fim acabamos de cantar e ela continuou com os olhos fechados a levar com a brisa e com os últimos raios de sol na cara.

-Acho que devemos ir andando. 

-Quero ver o pôr do sol. Por favor Simon. - pediu com olhos de cachorrinho e fez um beicinho. Não pude conter o riso com a sua carinha fofa.

Ficamos em silêncio, e ficamos a olhar o horizonte juntos. Até Âmbar começar a gritar e correr pelo campo. Fiquei sem entender nada e a olhar para a sua figura, levantei-me rápido preocupado com ela e percebi que estava a fugir de uma abelha. Comecei a correr atrás dela com um ataque de riso.

-Âmbar espera. - falei entre risos.

-A abelha ainda está atrás de mim?

-Não. - ela continuou a correr, o que me fez aumentar a velocidade e apanhá-la. Eu estava a abraçar por trás com as mãos na sua cintura e a boca bem perto do seu pescoço. Pude sentir a sua pele arrepiar ao sentir a minha respiração sobre o seu pescoço. -Estás arrepiada linda? Frio? -ela permaneceu calada a olhar o céu. E percebi que o sol estava a pôr-se. 

Permaneci abraçado a ela durante muito tempo a ver o sol se pôr e depois, o silêncio reinava sobre nós. Até a Âmbar se virar e me olhar nos olhos.

-Porque parou de me amar? - perguntou com os olhos a brilhar.

-Quem disse que parei? 

-Você ontem não ligou vendo eu com outro cara.

-Você acha mesmo que eu não liguei. Droga..  você não sabe como me senti.

-Me fala. Por favor ...

-Eu quando vi você beijando aquele cara a minha primeira reação era ir lá puxar você e mostrar para aquele cara a quem você pertence, que só eu posso tocar em você daquela maneira e beijar você. Senti uma vontade insana de o espancar para ele nem ousar em olhar para você denovo .... Senti-me destruído por você seguir em frente. - as lágrimas que já ameaçavam sair dos meus olhos comecaram a escorrer nesse momento por recordar que Âmbar já não era minha. - Caralho Âmbar. Eu nunca parei de amar você.  Eu ontem beijei a Emma pensando que era você. Eu estava muito bêbado, era de noite, ela estava de costas. Mas mal a beijei percebi que não era você. Não senti nada. Me perdoa por isso. 

Âmbar olhou em silêncio para mim e colocou a mão sobre o meu rosto levemente dando carinho e enchogando as minhas lágrimas. 

-Você ainda me ama Âmbar?

-Você tem dúvidas disso?

-Então diga que me ama. Quero ouvir você falar.

-Diga as palavras mágicas.

-Por favor. - eu ri por ver que estava quase a ponto de pôr de joelhos e implorar que ela dissesse o sente por mim. Ela também sorriu.

-Eu amo você Simon Álvarez. Nunca deixei de amar você nem por um segundo que fosse. Por mais que você não tenha confiado em mim você esteve no meu coração e naquela noite na praia depois da festa de máscaras eu já tinha perdoado você e queria estar com você. Mas na manhã seguinte a dor de abandono dos meus pais e da minha madrinha estavam a corromper o meu peito e não conseguia ficar com você. Não naquele momento. Mas estar longe de você só aumenta a angústia e dor que sinto. E ver você beijar a Emma ontem foi horrível. Me perdoa por ter beijado o Eddie como vingança mas eu estava cega de raiva e ciúme. Me perdoa por ter afastado você. Me perdoa por toda a dor que já causei em você. Você é minha família. Meu melhor amigo. Meu dono. Minha paz. Meu amor. Eu preciso de você. - Âmbar chorava muito e eu enchoguei as suas lágrimas tal como ela fizera á uns minutos. 




Notas Finais


Desculpem qualquer erro. ✨💙


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