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História Festival de contos infantis: A Bela e a Fera. - Capítulo 1


Escrita por: e Dan-sama


Notas do Autor


Bom, depois de assistir praticamente todos os filmes desse gênero (infantil ) da Disney eu resolvi fazer essa fic ...
Espero que gostem...

Capítulo 1 - Capítulo Único.


Fanfic / Fanfiction Festival de contos infantis: A Bela e a Fera. - Capítulo 1 - Capítulo Único.

Era uma vez...


Em uma pequena casa afastada da vila. Nesta pequena e humilde casa habitavam duas pessoas, um senhor de já de idade e um rapaz cuja a beleza chamava a atenção por onde passava. O nome deste belo rapaz era Iruka, um doce e gentil menino que amava a leitura, pois ela o fazia viajar para outros mundos sem a ajuda de entorpecentes.

 

Seu pai, se chamava Hiruzen e bancava o velho maluco das invenções. As pessoas os achava estranhos, mas sinceramente? Iruka estava cagando e andando para aquele povo fofoqueiro de uma figa.


A manhã veio com um clima agradável e logo cedo as pessoas daquele pequeno vilarejo acordavam e abriam suas janelas para que o cheiro dos campos de lavanda entrassem em suas casas. O jovem Iruka também estava de pé e passeava pela vila comprando alimentos e mantimentos para casa, cumprimentava à  todos com um sorriso gentil no rosto delicado. Sua cicatriz de um acidente não tirava em nada a beleza de nosso moreno. 


Como o pequeno amava a leitura se dirigiu a biblioteca da vila, se permitindo se perder entre as letras, palavras e parágrafos de livros dos mais variados gêneros. Livros costumam liberar a imaginação de quem os lê, quem nunca desejou viver em um conto de fadas romântico? Achar seu príncipe encantado?


Então antes de chegar a biblioteca passou na padaria e comprou pães doces e salgados fresquinhos para o café da manhã. Animadamente andou em direção a biblioteca, logo o senhor gentil que cuidava do estabelecimento o cumprimentou:


_Bom dia, jovem Iruka! Como vai seu pai?_ Iruka lhe respondeu com um sorriso doce.

_Bom dia! Melhor do que está impossível, seu Alfredo! _

_Ah, o velho Hiruzen! Sempre aprontando das suas. E você pequeno, pode escolher o livro que quiser, lhe darei de presente! _ O bom velhinho disse em sua voz cansada pelo tempo mais ainda sim animado.


_Muito obrigado, mas-..._ Iruka estava pronto para negar mas o senhor foi irredutível.


_Vamos pode escolher! Eu insisto!_ O menor sorriu e agradeceu envergonhado.


Havia tantos livros que lhe chamavam a atenção,que lhe despertava interesse. Mas um em especial chamou mais a sua atenção, a capa era bonita, um toque antigo e quando o abriu descobriu ser um romance, gostava romances...


_Então acho que vou levar esse. _O senhor de idade sorriu logo se despedindo do moreno que foi caminhando calmamente em direção á sua casa.


_Ora, ora, o que temos aqui? Meu futuro esposo?_ Apesar de sua natureza ser gentil, Iruka não pode evitar e revirou os olhos em descaso.


_Bom dia, Mizuki-San, como vai?_Perguntou educado, não querendo saber realmente. Aquele homem era as trevas! Deos é pae! 


_Ótimo, Iru-chan, o que acha de tomarmos um café juntos?_ Perguntou passando o braço  em volta dos ombros do moreno que não  tinha parado de andar.


_Não seria uma boa idéia, agora se me der licença. _Se desfez do agarre andando um pouco mais rápido. Quanto mais longe do atrevimento daquele homem Iruka ficasse mais seguro também ficaria.


_Você  ainda vai ser meu Iruka!_ Sentiu vontade de rir da obsessão louca que aquele homem tinha consigo.


Não entendia essa tal obsessão do homem com sua pessoa, nunca deu motivos para que o mesmo achasse que tinha interesses românticos com ele. Ignorando o surgimento repentino do homem, o pequeno foi rapidamente para casa encontrando seu pai fazendo seus trambiques de sempre, não adiantava reclamar já que o velho nunca escutava. Teimoso como uma mula com derrame!


Depois do café Iruka se adiantou para preparar o almoço, por que além de ser gostoso, lindo e delicado ainda era prendado! Modéstia também não fazia parte do pequeno que tinha o ego maior que o amor de Sasuke, seu vizinho por Naruto.

O moreninho partiu para o abate das roupas sujas, lavou tudo! Seu pai acabava de chegar dando a notícia que ia colher um novo lote de maconha, e a deles era da boa, viu? Iruka concordou, e pediu para o coroa ser cauteloso afinal, era daquilo que eles viviam.


Quando o velho se foi, Iruka foi tirar uma soneca porque a vida não tá fácil pra ninguém.

Quando acordou novamente já estava tarde e nada de seu pai, pensando que o velho novamente não tinha resistido e parou no meio do caminho pra dar um trago na erva como da última vez que o mesmo quase teve uma overdose, levantou-se da cama colocando seu casaco e foi para fora da casa.


E nesse momento avistou o cavalo de seu pai, correndo em sua direção com a cela torta em seu tronco. Acalmou o cavalo e não evitou o pensamento e o pressentimento seu pai queria morrer, porque ir numa floresta no inverno e nevando e deixar o cavalo fugir era mais do que burrice extrema.


Voltou pra dentro de casa arrumando uma mochila com mantimentos e roupas quentinhos, arrumou a cela no cavalo e partiu entrando na floresta congelada pelo inverno rigoroso, calvagava rápido, por entre as árvores da floresta.


Quando achou um punhado de folhas verdes de maconha perto de um castelo mas do que sinistro decidiu entrar, até  porque estava negando com mais intensidade, o castelo sinistro estava silencioso e dava um medo da porra... 


Com o cú na mão entrou de fininho tentando ao máximo não fazer barulho eparou em uma porta que estava semi aberta, encontrando uma figura próxima a lareira sentada com uma taça na mão. 


_Quem é  você? _ Iruka perguntou e a sombra se pôs de pé e todas a velas se acenderam, Iruka estava pensando seriamente qual a razão por não ter vazado dali ainda, velas acendendo  sozinhas só pode ser coisa do tinhoso.


_Eu? Prazer, sou seu dono partir de agora é você me deve total obediência. _Tipo, já viram aquelas pessoas  que ficam com cara de paisagem quando não  entendem as coisas? Sou uma delas. E eu não estava entendo porra nenhuma do que aquele maluco do BDSM estava falando.


_Tá doidão  moço? Olha eu só tava procurando meu pai, desculpa aí o incômodo mas eu tenho que ir, sabe como é né? Roupas pra lavar, músicas pra cantar... A vida é corrida demais pra ficar batendo papo. _Olhando bem esse cara tem uma calda? Tipo uma calda e orelhas! Ai meu Jashim!! Encontrei o lobo mal!!! Mas o que ele tá fazendo aqui? Tu devia estar com a chapéuzinho vermelho, animal!


_Você  não  vai a lugar nenhum, Iruka! Teu pai te vendeu pra pagar uma dívida comigo. A partir de hoje você  é  meu!_Maldito velho viciado!! Tô fudido! Ai meu kami, ele vai me deflorar?

Depois dessa conversa amigável por assim dizer, ele me deu um cesto de roupas sujas, uma pia cheia de louça e um banheiro imundo que até os ratos teriam nojo de pisar ali pra lavar. Eu sinceramente mandei com todas as minhas forças ele tomar onde o sol não toca e admito saí correndo que nem uma menininha gritando por socorro e tentando pular o muro, resultado? Cai feio e torci o tornozelo.


Ele me carregou para dentro, e depois dele ter cuidado de mim fiz várias perguntas. Descobri que o nome dele é Kakashi, ele tem uma maldição que só será quebrada com o primeiro beijo do amor verdadeiro porque segundo ele, ele pegou a mulher de um feiticeiro muito vingativa e é um mafioso barra pesada. Meu pai ficou devendo muito dinheiro pra ele e ele perguntou ao meu pai o que ele tinha de interessante, o velho me ofereceu como moeda de troca! Que morra engasgado com farofa!


Os dia que se passaram mais rápido do que eu esperava e foram incrivelmente calmos, Kakashi me tratava como um príncipe e depois de muitas regalias, ele cobrou um preço. Claro ninguém faz nada de graça pra ninguém, muito menos compra lingeries de marca do nada para outra pessoa.


_Tira a roupa que hoje você vai me agradecer devidamente. _Eu não via sua expressão por causa da máscara, e sabia que ele não estava brincando pelo tom de voz.


_Diga que está brincando!? Pelo amor de Jashim, diz que é brincadeira! _Ele franziu as sobrancelhas albinas e se levantou.

Segurou minha cintura com uma pegada maravilhosa! Abaixou a máscara revelando seu rosto bonito e másculo, os seus lábios finos colaram nos meus e sua língua invadiu minha boca já marcando território, deixei sua boca tomar posse da minha.

Suas mãos grandes e quentes apertavam minha cintura enquanto  as minhas seguravam sua nuca enroscando os dedos nos cabelos brancos. As peças de roupas atrapalhavam as suas mãos curiosas e foram descartadas, peça por peça jogadas pelo chão do quarto luxuoso. Fui deitado na cama macia com ele por cima de mim e seus lábios finos marcavam meu pescoço.


Suas costas desnudas eram arrannhadas por mim para tentar extravasar o desejo pelo corpo bem feito a minha frente.


O homem era gostoso, minha gente! Era a definição do pecado! Abdômen malhado, aquele famoso tanquinho que toda dona de casa queria ter!

Pele alva e os olhos negros que pareciam ler minha alma, nossas bocas juntas compartilhavam seus sabores, as mãos ágeis  dele agarraram minha bunda apertando a carne macia entre os dedos.


_Não  sou homem de brincar com a refeição, Iru-chan. _Ele sussurrou  em meu ouvido, e aquela voz rouca quase me fez gozar vergonhosamente.


Uma série de arrepios subiram em minha espinha quando seus dedos tocaram meu pênis teso, o dedão de sua mão esfregou-se contra minha glande enquanto sua boca chupava e mordia meu mamilos, gemi como uma puta quando seu dedo encontrou minha entrada a penetrando lentamente.


_Ah, Kashi! Uh, eu preciso de você! Por favor!_ Ele riu de meu desespero, seus olhos atentos a cada movimento meu.


Agarrei seu pênis duro e grosso, que já pingava o pré -gozo e o masturbei me contorcendo por ter os dedos dele em meu ânus, alargando-o para que eu pudesse recebê -lo.


_Arh, Iruka, vira pra mim?_ eu virei como ele pediu, suas mãos  elevaram meu quadril me deixando parcialmente de quatro_Terei cuidado com você.


Assenti com um movimento positivo, e seu pênis roçou em minha entrada, empinei mas pra ele.


Kakashi lentamente me penetrou, admito que doeu e doeu bastante! Mas Kakashi tratou de me acalmar. Sussurrava palavras obscenas em meu ouvido, e me mastubava. Seus movimentos eram lentos mais precisos, sua respiração era pesada e batia em minha nuca.


Quando me acostumei com o tamanho de minha fera, o ajudei nos movimentos que ficavam cada vez mais intensos. Ah, o doce som das peles se chocando! Eu estava delirando ali com o calor, eu estava febril e ofegante. Kakashi não  estava diferente, seus dedos apertavam minha cintura.


Os gemidos altos, roucos e falhados. O tesão e o desejo visível nos olhos negros que mesmo tentados a se fechar pelo prazer de estar dentro de mim me analisavam como os olhos de uma águia, os movimentos  mais rápidos, mais fortes e violentos. Oh, não vou resistir!


Tudo ficou em branco e apenas um nome saiu de meu lábios. Aquilo era melhor que punheta! Mil vezes melhor! 



_K-Kashii!_  O topor do orgasmo me tomava, meu corpo inteiro estava formigando, leve e suado.


O calor foi abrasado, os braços do albino ao meu redor e seu prazer escorrendo por entre as minhas coxas.


Kakashi deitou ao meu lado puxando-me para seus braços, e eu percebi que queria passar a eternidade ali, confortavelmente protegido em seus braços.Foi ai que eu reparei...


_Kakashi, suas orelhas!!_ Eu disse assustado! Aquelas orelhas de cachorro dele tinham sumido!


_Ahhn?_  Lezado do jeito que é ele resmungou passando as mãos nas orelhas de humano que ele disse que não  escutava nada com elas.


_Essas não! As de cachorro_ Ele fez um bico adorável e pareceu nem ligar que a tal maldição foi quebrada._Nem parece que ficou feliz.


_Eu estou. Lembra que eu disse que a maldição seria quebrada com o beijo do amor verdadeiro? Trocamos vários beijos... _Eu fiquei surpreso por ter cedido tão rápido até por que eu sempre fui inocente, de corpo._Eu amo você.


_Eu também, mas vem cá eu vou continuar no luxo?_Ele riu negando.



E eles viveram felizes para sempre!


Notas Finais


Fim...
Desculpem se eu viajei demais na fic, sempre saio do contexto! Hehehe...


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