História Fetiche. - Capítulo 1


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Categorias Felipe Z. "Felps", Rafael "CellBit" Lange
Personagens Felps, Rafael "CellBit" Lange
Tags Cellbit!top, Cellps, Comedia Romantica, Felps!bottom, Oneshot
Visualizações 303
Palavras 1.125
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Crossover, Lemon, LGBT, Slash, Yaoi (Gay)
Avisos: Homossexualidade, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Eu literalmente tive a ideia dessa fanfic do nada, e como queria fazer uma que tivesse um pouquinho de comédia a um bom tempo eu decidi escrever e postar.

Confesso que deu um puta trabalho pra escrever esse lemon (querendo ou não eu sou meio envergonhada para essas coisas), mas fiz ele porque certa pessoa aí queria muito Felps bottom — e como eu também queria muito, isso meio que é um presente pra ela 🤷

• Espero que gostem hehe

Capítulo 1 - Capítulo Único.


Fanfic / Fanfiction Fetiche. - Capítulo 1 - Capítulo Único.

Rafael coçou a cabeça sem entender muito bem o que estava acontecendo. Felipe simplesmente o chamou até a cozinha dizendo que ambos precisam “conversar” sobre uma coisa importante.


— Senta. — o moreno falou quando o namorado chegou até a cozinha.


Sem questionar o maior se sentou de frente ao outro e viu o mesmo lhe encarar por alguns segundos.


— Sobre o que você quer conversar exatamente? — Lange perguntou curioso.


— Sobre fetiches. — Zaghetti respondeu simplista.


— Oi? Pode repetir por favor, eu acho que ouvi errado. — o loiro pediu surpreso; podia jurar que ouviu o namorado dizer que queria conversar sobre “fetiches”.


— Eu quero um fetiche Cellbit. — o mais velho falou suspirando e observando o maior o encarar sem saber o que dizer.


— Você quer um o quê? — o garoto de orbes azuis perguntou não acreditando no que estava escutando.


— Todos os nossos amigos tem um, até você tem, o pessoal chegou a me chamar de “sem sal” porque eu não tenho nenhum. — o cacheado disse com indignação.


Rafael sentiu uma enorme vontade de rir da situação, mas sabia que se fizesse isso provavelmente Felps iria ficar bravo e o ignorar, então se conteve.


— Felps olha, eu acho que fetiche não é algo que… — o maior tentou falar, porém foi cortado pelo cacheado.


— Só me ajuda a escolher um, porra! — o menor exclamou chateado, então Lange suspirou não acreditando no que ia fazer a seguir.


— Ok ok, vamos ver… — o loiro juntou as mãos e olhou para cima tentando pensar em alguma coisa — Que tal Bondage?


— Eu não sou um cachorro ‘pra ficar amarrado. — Zaghetti respondeu, parecendo ofendido.


— Masoquismo? — Cellbit sugeriu como segunda opção.


— Eu faço sexo pra sentir prazer, se quiser sentir dor eu ralo o joelho. — Felipe disse cruzando os braços.


— DaddyKink? — o maior perguntou sem conseguir pensar em mais nada.


— Minha cara de quem vai usar chupeta e pedir pra ser fodido. — o mais velho respondeu aflito.


— Puta merda Felipe, colabora também né? — o loiro falou e viu o namorado descruzar os braços enquanto suspirava outra vez.


— Eu acho que vou ser sempre sem sal mesmo, não curto nada dessas coisas. — Felps disse cabisbaixo, então o namorado o olhou com pena — Mas valeu por tentar ajudar.


Rafael levantou da mesa e foi até Felipe segurando sua mão e o puxando para levantar.


— E quem é que precisa de fetiches? — o loiro falou enquanto levava o garoto até o quarto dos dois.


— ‘Pera, que? — o menor tentou questionar, mas quando chegaram no quarto de casal apenas sentiu seu corpo ser jogado contra a cama fofinha.


— Só aproveita. — o maior disse iniciando um beijo calmo no amado. Logo desceu uma de suas mãos até a calça jeans e puxou o zíper lentamente.


O cacheado sabia o que ambos iam acabar fazendo ali — exatamente por isso decidiu “só aproveitar” e não dizer mais nada.


(...)


Ambos estavam despidos e Lange já havia preparado o namorado para o que viria a seguir, porém o mesmo não resistiu ao parar para admirar os cachinhos escuros colados na testa meio suada, o rosto rubro por pura vergonha e os olhos que agora transmitiam um tom forte de luxúria.


— Só continua com isso logo e para de me olhar. — Felipe disse virando o rosto para o lado, não entendia o motivo de seu namorado ter parado só para o olhar.


— Então eu não posso observar o amor da minha vida? — o loiro segurou seu membro e o colocou lentamente na entrada do menor — Sabia que você fica muito bonitinho assim?


— C-cala a boca seu idiota… Awn… — o moreno gemeu ao sentir uma sensação incômoda invadir aquele lugar tão delicado, mas sabia que depois daquilo tudo ficaria melhor.


— Droga. — Cellbit arfou quando já estava completamente dentro do namorado; logo em seguida distribuiu selinhos calmos no mesmo — Posso?


— Pode. — o outro respondeu fechando os olhos. Rafael começou a se mover, indo de lento a rápido em questão de segundos — Cellbit, a-ah!


— Porra Felps... — o mais novo fechou os olhos sentindo o prazer invadir seu corpo, não muito diferente do namorado.


Felipe passou uma das mãos pelas tatuagens - no braço - do loiro enquanto sentia a luxúria tomar conta de seu corpo — por algum motivo sempre adorava as sentir em momentos como aquele e Rafael já havia percebido isso.


Aos poucos só se ouvia os barulhos de corpos se chocando e gemidos ecoar por todo o quarto.


O menor passou suas mãos às costas do namorado e ali desferiu alguns arranhões para descontar tudo o que estava sentindo; aquilo apenas deixou o loiro mais excitado.


— F-felps eu vou… — Cellbit disse sentindo o êxtase invadir seu corpo rapidamente. Ambos se desfizeram quase que em perfeita sincronia.


— Ah… — o moreno arfou e fechou os olhos tentando controlar sua respiração.


Rafael saiu de seu amado e deitou ao seu lado também tentando controlar sua respiração. Puxou o cacheado para um abraço e sorriu ao ouvir ele resmungar que os dois estavam “sujos demais” para ficarem abraçados ao invés de ir tomar um banho.


(...)


— Felps. — Lange chamou o namorado que se encontrava com a cabeça na curvatura de seu pescoço.


— O que? — o outro respondeu curioso.


— Estigmatofilia. — Cellbit.


— Oi? — Felipe levantou o rosto e encarou confuso o namorado.


— Estigmatofilia ué. — o maior falou rindo.


— Que porra é essa Cellbit? — o mais velho perguntou confuso.


— É o seu fetiche seu besta. — o loiro disse acariciando o cabelo cacheado.


— Me explica isso melhor. — Felps pediu ainda meio confuso.


— A um bom tempo eu andei observando que você tem uma atração “a mais” por tatuagens, principalmente pelas do meu braço. Já percebeu que toda vez que a gente vai pra cama tu passa a mão nelas? — o mais novo falou rindo — E nesse caso, se elas te ajudam a sentir prazer, isso também pode ser considerado estigmatofilia.


— Pera… ‘Cê tá dizendo que eu tenho um fetiche? — o menor perguntou todo animado.


O loiro podia ver um brilho se formando nos olhos do namorado — o que particularmente achou fofo.


— Sim. — Cellbit.


— Puta merda eu tô muito feliz, Cell você é um gênio! — Felps exclamou animado, logo deixou um selinho demorado no maior e se levantou com pressa.


— Onde você vai? — Cellbit perguntou confuso.


— Jogar na cara do Alan que eu tenho um fetiche! — o mais velho disse saindo do quarto.


— Eu não creio nisso... — Cellbit sorriu e negou com a cabeça.


O maior devia admitir: no fim ele se sentiu feliz por saber que o amor da sua vida também estava feliz — mesmo que essa felicidade fosse por descobrir um fetiche.


Notas Finais


Bom... É isso asfgjhdfv

(Só pra lembrar: eu sei que o Felps tem namorada, inclusive acho a Gabs um amorzinho, mas né? Eu gosto de escrever sobre diversos shipps ^^)

• Uma boa noite/dia/tarde pra vocês❤️


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