1. Spirit Fanfics >
  2. Fetiche - Lee Jeno >
  3. Best Friend

História Fetiche - Lee Jeno - Capítulo 1


Escrita por: araabella

Notas do Autor


Olá! Olha eu aqui mais uma vez 😅 acho que já tá ficando repetitivo. Dessa vez eu trouxe o lindíssimo Jeno.
Me perdoem se existir desvios, esse tá revisado, mas sempre passa alguma coisa!
ps: @nanapeach, eu juro que a próxima one-shot é com o Nana!

Boa Leitura!

Capítulo 1 - Best Friend


Fanfic / Fanfiction Fetiche - Lee Jeno - Capítulo 1 - Best Friend

Sentada no sofá da casa de Jaemin, você estava totalmente alheia ao amontoado de vozes no cômodo, sua mente apenas estava focada na bebida docinha de cereja que tinha em mãos e no seu melhor amigo, Jeno; esse que conversava com uns amigos, estava um tantinho afastado, mas, caramba, seus olhos não conseguiam desviar dele. Em como a mandíbula bonita era definida, os ombros largos e os braços fortes expostos graças a regata que ele usava. Ah! quase choramingou com o pensamento sobre aqueles braços... tinha um tesão absurdo neles. Eram diversas cenas em que vocês eram os protagonistas e tudo acontecia de forma forte e intensa. Jeno a segurava no colo com aqueles braços, apertando com as mãos grandes a pele, marcando-a de forma quase dolorosa. Sim, adoraria receber uns bons tapas daquelas mãos e depois gostaria que ele metesse gostoso em si.

E tal acontecimento até poderia vir a existir, se Jeno não fosse seu melhor amigo. Era por isso que guardava esses sonhos selvagens em seu íntimo. Observou ele sorrindo fofo, os olhos ficando mais pequenos, sentiu-se um pouco culpada por ficar imaginando esse tipo de coisa, mas não conseguia evitar.

— Se você continuar olhando o Jeno desse jeito mais um pouco, as chances dele morrer seco vão ser são muito altas. — Chenle chegou do seu lado de repente, fazendo-a se sobressaltar e quase engasgar com a bebida. Jogou o corpo ao lado do seu, relaxado.

— Que susto, Chenle, cacete! — Levou a mão até o peito, olhando-o espantada.

— Sério, se seu plano é esconder do Jeno sua paixãozinha ou atração, tá dando muito errado.

— Sério, Chenle, eu vou enlouquecer. — O muxuxo frustado saiu por seus lábios.

— Chega nele logo, o máximo que pode acontecer é ele dizer não. Essa coisa de brotheragem pode acontecer entre heteros, não?

— Até parece. — Você revirou os olhos.

— Lembre-se, querida, quem tem boca vai a roma.

— Ai, Chenle, sério, desaparece daqui com seus ditados estranhos.

O chinês riu, antes de piscar pra você e ir se juntar ao grupinho em que Jeno estava.




Encostou seu corpo no muro atrás da casa de Jaemin, fechando os olhos e respirando um pouco do ar livre e silêncio. A vontade de ir pra casa batendo forte.

— Doce! — Jeno chegou do nada, assustando-a.

— Meu deus! Vocês ainda vão conseguir me matar de susto.

Jeno apenas ignorou seu drama, beijou sua bochecha, encostando o corpo ao seu lado.

— E aí, se divertindo? 

— Não tem ideia...

Ele riu com sua falsa animação.

— Não é perigoso ficar aqui fora sozinha?

— O perigo sou eu, Jeno. — Piscou pra ele.

— Ah, me desculpa, senhora perigosa. Mas e aí, sério, tá fazendo o que aqui fora?

— Muito barulho, já tá tarde e eu tô' ficando saturada.

— Você é uma velha. — Estalou a língua no céu da boca, numa constatação. — O que te faria se divertir, uh? — Jeno indagou, você o olhou e pela sua mente passou tudo que tinha vontade de fazer com ele, com certeza isso te divertiria bastante.

— Acho que nada...

— Entendi... escuta- — Jeno começou como não quer nada. —  Mais cedo o Chenle veio com umas conversas estranhas sobre você, mas ele tava meio bêbado, então, queria ouvir de você se é verdade.

Seu corpo nesse momento entrou em alerta, o que aquela maria fifi chinêsa teria dito a Jeno. Fitou os olhos do coreano, assustada.

— O qu-

— Tive escutar algumas reclamações de como você costuma resmungar sobre mim e os meus braços.

Definitivamente sua alma havia saído do corpo depois disso. Os olhos de Jeno brilharem em divertimento que você não conseguiu enxergar no meio do desespero, mas o Lee estava rindo internamente da expressão que você tinha no rosto. Você sentia as bochechas quentes, ardendo em constrangimento, custuraria a boca de Chenle assim que pudesse.

— Jeno, o Chenle tá alucinando.

— Então é mentira que você fantasia eu comendo você com gosto?

As palavras definitivamente fugiram da sua boca, tudo que passava na sua cabeça era que realmente havia fodido com tudo, e não de uma forma boa.

— Jeno, eu posso explicar, não é isso, eu-

— Quer dizer, você poderia ter me dito antes, eu iria pensar com carinho...

— O quê? Nós somos melhores amigos...

— E o que tem a ver?

Depois disso, olhou bem os olhos daquele coreano, achou que ele fosse ficar bravo se descobrisse, mas Jeno carregava um brilho quase palpável de malícia e divertimento. O que fez você, sem pensar direito, entrar na onda dele.

— É, o que tem a ver? Eu deveria ter dito antes o tanto que eu imagino como deve ser ter você dentro de mim, me segurando com esses brações...

Um rápido choque passou pelo rosto de Jeno, não esperava uma confissão, já tinha notado seus olhares, mas tratou de empurrá-los para longe, não pensava que, de fato, você pudesse olhá-lo com um olhar sexual também. Jeno não iria ser hipócrita agora e agir como se nunca tivesse te desejado também, porque já tinha, e muito. Por isso sorriu libidinoso, prensando seu corpo contra a parede, divertindo-se com seu rosto surpreso.

— É? Quer dizer que você sempre imagina eu te pegando de jeito enquanto te suspendo nos meus braços? — Aproximou perigosamente do seu pescoço, fazendo você engolir em seco com a áurea que envolvia-os. A excitação fazendo  seu corpo esquentar. — O que você acha da gente protagonizar isso em? Eu adoraria estrear isso com você...

— Jeno-

— É só você dizer que sim... — Olhou nos seus olhos intensamente, roçando os lábios nos seus. Você não aguentou, iniciando um beijo bagunçado e rápido.

Não conseguia acreditar estar fazendo isso, caramba, era Jeno, seu melhor amigo, que agora estava tirando seu norte enquanto a beijava tão bem. Jeno desceu os lábios por sua mandíbula, ia levar uma das mãos até o cabelo dele, mas foi repreendida...

— Não. — Segurou seu pulso de um jeito muito dominante, limitando seu movimento. Perguntou-se mentalmente onde ele havia aprendido aquilo. — Você não pode me tocar, linda.

Tomou sua boca novamente. A mão livre fez uma suave pressão sobre sua coxa, levantando um pouco a saia que você usava, levando os dedos curiosos para o meio de suas pernas, fazendo-a gemer sôfrega quando foi acariciada ainda por cima da calcinha, Jeno afastou o tecido para o lado e a tocou livremente, passeando os dedos por toda vulva, achando seu ponto de prazer e o pressionando com o polegar, esfregando ali, fazendo-a ofegar. Escorregou dois dedos até a entrada molhada, enfiando-o os ali, estocando devagazinho em você. Você jogou a cabeça pra trás, gemendo alto, Jeno sorriu, satisfeito em vê-la assim.

— Se eu não tivesse com tanta vontade de você, faria questão de me afogar no meio das suas pernas.

Escutou ele dizer, mas na sua cabeça parecia existir uma névoa em que só existia Jeno, e os dedos de Jeno sendo afundados lentamente em você.

Estava tão absorta que nem se deu conta quando seus pulsos foram soltos, só voltou para a realidade quando os dedos de Jeno ameaçaram descer a calcinha por suas pernas.

— Jeno, minha calcinha...

— Vamos tirar, meu bem, quero meter em você sem isso pra atrapalhar.

Sem mais resistência deixou ele tirar a peça, colocando-a no bolso da calça com um sorrisinho sacana demais. Depois, te puxou pra um beijo molhado, mordendo gostosinho seus lábios. Você levou as mãos até a calça dele, desabotoando com pressa, deixando que a ereção forte ficasse nua, tocando-a vagarosamente. Jeno apoiou a testa em seu ombro, suspirando forte a cada vez que no meio daquele toque, você pressionava o dedo na glande sensível, queria tanto preenchê-la.

— Vem, gatinha, quero ter você.

As mãos bonitas de Jeno foram para suas coxas, dando um impulso para que ele te sustentasse com os braços. Enlaçou as pernas na cintura dele, estava numa espécie de cadeirinha, em que Jeno era o objeto em questão. Você podia jurar que algo dentro de você ferveu por ter, quase, aquela fantasia saciada. O Lee alinhou o membro com sua entrada, empurrando o quadril pra cima e entrando com facilidade em você. O gemido dos dois cortando o silêncio, podia sentir Jeno fundo, alargando cada pedacinho, pulsando forte.

Emaranhou as mãos no cabelo azul dele, deixando os fios sedosos desarrumados, descendo as palmas para as omoplatas, descontando na pele dali todo o prazer. Jeno jogava os quadris pra cima, acertando-a certeira, cheio de desejo. Jogou a cabeça pra trás com tamanho prazer, tendo a boca dele marcando a pele do seu colo com beijinhos, chupões.

Sua intimidade expelia tanta excitação, fazendo o barulho molhado reverberar, estava quase dormente, o clitóris pulsando num quase desespero, deixando-a num estado de topor em que seu corpo inteiro parecia entrar em combustão.

Atingiu o ápice gemendo lânguida, sem se importar se estava num beco desconhecido, contraindo com gosto envolta do membro tenso que mexia-se ainda com destreza. Jeno atingiu o ápice depois de algumas estocadas, parando os quadris e o mantendo ali até que tivesse dado muito daquele líquido a você, ao ponto senti-lo escorrer.

— Você poderia ter me dito antes esse seu fetiche... — Sussurrou rente ao seu ouvindo, arrastando os lábios até sua bochecha, plantando um beijinho ali.

— Pode deixar, Jeno. — Respondeu ofegante e satisfeita. — Daqui pra frente, você vai saber de todos eles..



Notas Finais


Até! Beijinhos!


Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...