História Fetish - Capítulo 1


Escrita por: ~ e ~ParrillaWriter

Postado
Categorias Once Upon a Time
Personagens Regina Mills (Rainha Malvada), Robin Hood
Tags Outlawqueen, Regina Mills, Robin Locksley
Visualizações 189
Palavras 6.281
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Romance e Novela, Universo Alternativo
Avisos: Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Enjoy It!

Capítulo 1 - You Got A Fetish For My Love


    Robin e Regina. Os dois trabalham juntos há quase quatros numa empresa de advocacia. Basicamente Regina é assistente de Robin, ela o acompanha em todos os casos, o ajudando a solucionar e apontar coisas das quais passe despercebido com ele.

Na realidade, Regina Mills é filha de um dos advogados mais ricos do mundo, e um dos mais respeitados também, o que explica então ela estar trabalhando em um escritório do qual não pertence a sua família? O motivo é simples, rixa.

A rixa entre as famílias era algo novo, já que o escritório da família Locksley também era recente, mas não menos visada e valorizada, isso fez com que um ódio sem igual despertasse em Henry, pai de Regina, levando com que esta também tivesse uma porcentagem de tal rancor.

Regina assim entrou no Direto e agora estagia na empresa dos Locksley. Nenhum destes sequer imaginavam o plano de Mills, a mais nova, para derrubá-los, então a acolheram sem nenhum tipo de receio em relação a compostura dela.

O Plano dela era simples: ser amiga, sabotar e fugir. Parecia simples em sua cabeça, mas somente nela. Mills não contava que teria de servir como escrava de Robin Locksley, não que não gostasse de sua profissão, muito pelo contrário, a amava até mais que sua vida, de maneira figurada, claro, mas ter que servir de secretária não a agradava de nenhuma forma e sorrir para todos muito menos.

*

Acordei com uma dor de cabeça dos infernos. Isso que dá você beber demais, parabéns Regina Mills, muito bem merecido.

A noite de ontem fui muito bem aproveitada, uma morena gostosa de vestido curto, eu, e um loiro gostoso de camisa social, meu chefe. Arg.

Alguns me perguntam o por quê que eu durmo com meu chefe, do qual eu deveria odiar, ou supostamente odiar, já não consigo mais pensar com clareza, ele anda mexendo comigo e, se depender de meu pai, eu nunca teria um relacionamento com algum Locksley.

Meus sentimentos são confusos, mas de uma coisa estou ciente: não quero compromissos por agora. Estou quase me formando e não quero já começar com empecilhos.

Sinto braços me apertarem e me viro em sua direção. Robin Locksley está em minha cama, maravilhosamente nú. Lembrar de seu tamanho e, consequentemente, de sua performance fez com que meu corpo acordasse e montasse nele.

— Bom dia — ele disse, com sua voz rouca, ainda mais sexy do que ele poderia imaginar ser em meus ouvidos — Com fome de novo? Por que não estou surpreso?

Robin inclina parte do tronco e, com a mão esquerda, segura meus fios de cabelo firmemente, me puxando para um beijo cheio de malícia.

Apoio meus braços ao lado do seu corpo, e sei que ele pode sentir meu bumbum empinar sobre seu membro. De repente posso sentir suas mãos saindo de minha nuca, e as mesmas agarrarem minhas nádegas com força, as apertando.

— Pelo jeito não fui apenas eu quem acordou com fome, não é? — pronuncio, de forma sensual, com meus lábios ainda próximos da boca do homem, enquanto o beijo era travado.

— Você nem tem idéia — ouço meu chefe dizer, enquanto ele me joga para o lado e fica por cima de mim, sobre os lençóis brancos que nos aqueceram durante a noite — O que você acha de chegar um pouco atrasada no trabalho hoje? — diz, ao pé do meu ouvido, enquanto esfregava seu pênis no meu clitóris, fazendo-me recordar de suas mãos quentes ali mesmo, e seu membro penetrando-me a toda a força, provocando delírios em minha mente.

— Não sei se meu chefe iria gostar disso — explico, criando um jogo — Sabe... — mordo meu lábio inferior — Ele é tão exigente.

Robin sorri, demonstrando gostar do quê estávamos fazendo. O vejo se abaixar e começar a beijar meu pescoço, no ponto onde o mesmo sabe que é sensível, me fazendo arrepiar e fechar os olhos, segurando um suspiro. Seu cheiro penetra minhas narinas. É de longe um homem rico, pois o perfume de ótima qualidade ainda se faz presente em sua pele calorosa, despertando em mim uma imensa vontade de beijá-lo ainda mais.

— Me conte mais sobre seu chefe — ele me pede, e posso sentir que quer ter o próprio ego massageado por mim. Mas aqui, dentro desse quarto, não é ele quem manda.

Posiciono minhas mãos em seu peito, e o empurro o suficiente para que eu consiga me esquivar de seus beijos.

— Ei, morena. O que foi?

— Tenho mais compromissos, sabia? Não posso ficar aqui com você.

Quando me levanto da cama, posso senti-lo tentar me alcançar e puxar meu corpo de volta, mas consigo ser mais rápida que ele.

Procuro meu sutiã pelos cantos do quarto mas não o encontro em lugar algum. Posso ver meu vestido sobre a cadeira, minha calcinha já está em mim, mas tento me lembrar onde a peça foi jogada quando entramos às pressas no cômodo para saciar nossos desejos na noite anterior.

— Que compromissos?

— Robin, você viu meu sutiã?

— Você pode resolver a tarefa que for mais tarde — diz ele, ignorando minha pergunta — Volta pra cama, por favor? — implorou.

Sem olhar pra ele, confiro as horas no relógio digital na parede, e noto que já estamos atrasados. Caminho até a porta e a abro, tomando cuidado para nenhum empregado presenciar tal cena.

— Vai sair assim? Confesso que, se alguém ver você, estará realizando uma fantasia minha — ele contou, e pude imaginar sua cara. Seus dentes mordendo o lábio sensualmente, enquanto admira meu bumbum com lascívia.

— Eu estou falando sério! — fecho a porta, estressada por não encontrar o que procuro — Você lembra onde está o meu... — sou interrompida quando direciono os olhos pra ele, e o vejo segurar a peça de minha lingerie branca próximo ao nariz.

— Seu sutiã? Acabei de encontrá-lo — ele sorri de canto, fecha os olhos e aspira meu aroma que com certeza estava impregnado no tecido.

— Ia me deixar ficar aqui procurando até quando? — digo. Caminho até a cama e engatinho até ele, levando a mão àquilo que é meu. Mas ele se esquiva, me impedindo de segurá-lo — Robin, me devolve!

— Terá que fazer por merecer.

O que ele está pensando? Que eu sou sua namoradinha que, por acaso, estaria pronta para fazer o que ele quisesse? Confesso que menti quando o informei que tinha compromissos para aquela manhã, mas fora por uma boa causa. Para mim, pelo menos. Entrei na advocacia de Locksley com um único objetivo, mas meus sentimentos me traem a cada dia que eu passo ao lado desse homem. Portanto, sempre que posso fugir dele de alguma forma, fujo, para evitar que o que há dentro do meu coração cresça ainda mais.

— Eu não tenho tempo pra joguinhos agora. Devolva, por favor? — eu disse.

— Acho que não. Ele tem um cheiro tão bom — ele pronuncia, afundando o nariz em minha lingerie novamente — Sabe o que também parece ter um cheiro bom?

— O quê?

Para quê fui perguntar? Robin joga meu sutiã para longe, avança em minha direção e se põe sobre meu corpo, como estávamos anteriormente. Posso sentir sua mão escorregar desde a pele que dividia meus seios, até minha calcinha, que ele enfiou um dedo, ameaçando abaixá-la.

— Isso aqui — ouço ele responder à minha antiga pergunta.

Robin se afasta, desaproximando minhas pernas e sentando no espaço que havia no meio delas.

— Deus, Robin, eu já disse que preciso ir — tento me levantar, mas ele segura meu quadril pra baixo — O que foi?

— Se sair daqui, eu corro mais rápido que você e pego o sutiã que você tanto quer — ele volta a se aproximar de mim — Vamos, Regina, seu olhar confessa que você quer tanto quanto eu. Ou vai negar isso também?

Sinto um dedo dele passando sobre minha calcinha, acariciando meus grandes lábios, fazendo-me tremer com a expectativa. Não respondo a pergunta, por causa da guerra entre minha consciência e meu coração. Entretanto, Robin interpretou meu silêncio à sua maneira, imaginando que eu estava consentindo a tudo aquilo, e no fundo eu estava mesmo.

Ele tira rapidamente minha calcinha do meu corpo, e se abaixa iniciando beijos e leves mordidas em minha coxa, descendo lentamente em direção à minha vagina. Começo a sentí-lo sugar minha pele, e com as mãos ele aperta minhas pernas.

No momento em que ele chega até minha genitália, deposita nela um beijo molhado. Consequentemente solto um gemido alto num primeiro momento de surpresa, depois começo a tentar segurá-los para que não saiam em tal volume — já que os empregados estavam em casa — porém, sem sucesso.

Robin preenche todo o meu limite de prazer naqueles movimentos diversos com a língua, mostrando-me sua vontade de estar ali. O vejo fazer uma cara de safado, e olhar pra mim com satisfação. Ele deve estar percebendo que consegue me deixar louca.

É como se descargas elétricas atingissem meu corpo, se iniciando em minha vagina, e se liberando por cada grama do meu ser.

Em dado momento, penso um pouco e tenho a certeza de que estou lubrificando com meu próprio líquido, e não apenas com a esperta língua do meu chefe, mas isso não o para. Ora ou outra ele volta a minha perna, mas não demora até retornar toda a sua atenção paraa minha vagina.

Estou nas nuvens. Não consigo mais segurar os gemidos teimosos, e também não mais me importo se alguém irá ouví-los. Estou fora de mim, sentindo aquelas mãos, aquele calor, aquele olhar e aquela língua tornando-me alguém sem controle, totalmente tomada pelalibertinagem.

Jogo a cabeça para trás, fechando os olhos e gemendo ainda mais, quando sinto um de seus dedos brincar com meu clitóris, fazendo meu quadril se elevar enquanto tento me esquivar daquela sensação indescritível. Robin o puxa para baixo e o segura firmemente, provavelmente adorando saber do efeito que causa em mim. Preciso mudar isso, e mostrar pra ele quem está no controle da situação, mas ele me impede de um primeiro ato para virar o jogo, quando penetra dois dedos em mim.

Mordo meu lábio inferior e grito sem querer. Ele volta a beijar minha vagina, ainda penetrando-me cada vez mais fundo.

Me sinto como uma bomba que pode explodir a qualquer momento. Mas, assim que atinjo meu orgasmo, entendo a expressão.

Fecho os olhos, com a respiração totalmente intensa e descontrolada e minhas pernas enfraquecem, se acomodando sobre o lençol. Meu corpo está fraco e cansado. Robin começa a se deitar sobre mim lentamente, me aquecendo ainda mais do que eu já estava.

— Vamos terminar a diversão no chuveiro, morena? — ele sussurra no meu ouvido. Apenas sorrio.

*

Estávamos no escritório, Robin havia me mandado supervisionar os outros estagiários. Bleh. Queria mesmo era trabalhar com peixe grande, mas ele não me permitiria. Pequeno tolo.

Neste momento estava escutando atrás da porta de Robin, para ver se conseguia algo do caso que ele pegou. Era algo sobre uma outra estagiária contra uma empresa chamada Harvey Inc. Nunca ouvi falar de nenhum dos dois, mas o que importa foi o que eu ouvi:

— Tudo ocorreu no dia vinte e cinco de maio.

— Qual a declaração da testemunha da Harvey?

— Bom, ele disse que presenciou o momento do acidente, saiu desesperado atrás de ajuda e de uma toalha para tentar estancar o sangue da Catherina...

— Mas não encontrou nenhum dos dois e acabou voltando – ouvi a cadeira ranger, possivelmente um dos homens teria levantado – e só aí ele pensou que poderia ter usado a blusa pra estancar o sangue – houve um suspiro – isso não bate! Catherina afirma que ele não estava lá, por que ela mentiria?

— Talvez pra ganhar a causa?

— Não faz sentido, Nathan. Só... Não faz sentido. – sorri. Eu sabia o que tinha de errado, mas não iria dizer até ele implorar... Talvez uma pista aqui ou outra por ali... Quem sabe?

Saí dali antes que alguém me pegasse no flagra e fui em direção aos estagiários dos quais eu deveria cuidar: Samantha, Nicole e Max. Bons garotos, principalmente Max, que ficava todo tímido perto de mim.

— E então garotos? Como vão?

— Com vontade de enforcar o Max! – afirmou Katherine.

— Só por que eu disse que sua solução não tinha cabimento?

— Claro que tem! Veja só, Regina – ela de ajustou na cadeira e eu sorri. Aquela menina seria uma leoa um dia – O buffet fez um contrato com os noivos, não fez como estava naquele contrato e quando os noivos foram até os proprietários, o documento simplesmente sumiu!

— Eles podem ter perdido o contrato! – Afirmou Max e Nicole, mais uma vez, ficou calada.

— Claro que não! Eu fui até a casa dos noivos, eles não perderam algo do tipo, eu conheço as pessoas!

— Você pode estar enganada dessa vez!

— Chega! – me pronunciei – Max, deixe a Katherine terminar! – já estava de saco cheio desse garoto. Ele poderia até ser bonito, mas não vale a dor de cabeça que dá.

— Obrigada, Regina. Então, os donos do buffet também, misteriosamente, perderam o documento.

— Certo, mas isso não prova nada – falei. Onde ela queria chegar?

— Eu pedi um mandado para olhar mas câmeras de segurança próximas ao local onde os noivos moram – ela virou a tela de seu computador em minha direção – está vendo aquele carro prata? Então, dali saem dois homens. Um fica na guarda enquanto o outro entra no apartamento. Minutos depois ele sai com esse documento – ela para o vídeo e amplia a imagem – a imagem não está com boa qualidade, mas dá para ver claramente o nome do buffet ai – sorriu, impressionada.

— Certo – falou Max bufando – isso mostra alguém roubando o documento, mas como você vai fazer a ligação desse roubo com o buffet?

— Simples...

— Você pediu outro mandado – falei rindo. Tão previsível, mas tão eficaz.

— Sim – falou sorrindo – mas dessa vez foi para o departamento que cuida da documentação de carros. Simples, foi só pegar o modelo do carro – ela mostra a imagem de uma outra câmera do local onde pode-se ver claramente a placa do carro – e pedir os documentos desse. Está no nome do dono do buffet.

— Mas ele poderia dizer que o carro foi roubado – Nicole se pronuncia pela primeira vez. Quase perguntei onde que ela tinha esquecido a língua.

— Essa parte foi a mais simples. Aleguei querer ver um pouco da festa para um dos seguranças, acessei os vídeos de mais cedo e olhe só – ela apertou o play – aqui vemos o dono do buffet saindo do carro prata!

— Brilhante! – falei, animada. – mas como você fez com que o segurança liberasse sua entrada – ela riu maliciosa – sua safada! Você deu pro cara?

— Quê? Claro que não! Só usei um puta de um decote – nos duas rimos, enquanto Max ficava bufando feito criança. Ele tem uma queda por ela. Uma queda de um penhasco.

— bom, já que vocês já resolveram... Eu já vou! – me levantei e fui no caminho da porta quando escutei:

— Regina, que tal nós sairmos pra um bar mais tarde? – perguntou Katherine.

— Mas é claro! Só me mandar uma mensagem com o endereço e o horário. Leve seu namorado! – falei já fora do escritório deles

— Leve o Robin! – ah. Claro. Vou levar e vou dançar muito pra ele.

*

Não vou mais escutar nada por detrás da porta, então simplesmente entro na sala do Robin. Aquela sala era impecável, com o piso de madeira que ia até as janelas de vidro, que iam do chão ao teto. Do lado esquerdo uma estante projetada com, principalmente,madeira que continha alguns exemplares de Direito e até mesmo de outros tipos de literatura, o que me deixa impressionada.

Sua mesa, também de vidro, fazia uma espécie de retângulo com as pontas achatadas, dando um ar de ela ser ainda maior, alguns documentos estavam em cima da mesa, juntamente com um computador caro pra caralho.

A esquerda havia televisores mostrando o movimento da bolsa de valores, assim como câmeras de segurança e... uma estava desligada, creio que seja para conferências via vídeo. Já atrás da mesa, havia um loiro maravilhoso e ele estava olhando pra mim, furioso.

— O que você está fazendo aqui, Regina? – ele tenta controlar a respiração.

— An... vim chamar você para sair comigo e Kath... Katherine – me corrijo na hora, sei que ele odeia intimidade entre os funcionários. Que puta ironia.

Mas na realidade eu sei que eu não posso ter intimidade com homens.

Robin é ciumento, pra caralho, mas eu queria entender o por que, já que não temos nada, nada além de sexo casual. Dura realidade... já mencionei que estou confusa?

— Você veio me dizer isso... agora? – e é quando eu percebo.

Tem um executivo, todo engravatado, sentado a frente de Robin, me encarando como se eu fosse um pedaço de carne.

— An... desculpa. Mesmo. Volto outra hora. – por mais que ele tente parecer bravo, não consegue esconder o sorriso. Eu também não. Me viro pra sair quando ouço sua voz:

— Hey! Vou sim. Me encontre na frente de meu carro pra irmos, no fim do expediente – sorri mais uma vez e saí.

*

É muito provável que Robin me esgane pelo que eu vou fazer, mas não posso deixar que ele perca este caso. Bom, não posso deixar que o escritório perca a causa, sua credibilidade vai cair.

Mas espera, não é isso que eu quero que aconteça? Já não sei mais.

Admito que fui fraca ao deixar aquele Locksley entrar na minha vida e... bom, em mim. Já estou a um ponto onde não ligo para o que meu pai quer ou deixa de querer, já vivi na sombra dele por tempo demais.

Quanto a vingança... não quero continuar com isso, não consegui juntar provas de que eles fazem algo ilícito, porque eles não fazem. Não consegui juntar algo para a “destruição” dele, pois no segundo mês de estagiária já estava ocupada nos braços de Robin e o satisfazendo-o.

Também fiquei impressionada quando meu loiro disse que não saia com ninguém. Ninguém além de mim. Meu subconsciente adora massagear meu ego. Sai com alguns caras, para tentar tirar Locksley da minha cabeça, obvio, mas na hora “H” eu sempre dava pra trás, então agora desisti de lutar. Sou totalmente dele. Também sou uma espécie de submissa a ele.

Estava me olhando no espelho do banheiro do tribunal. Saia preta, e colada (não podemos deixar de mencionar isso), uma blusa quase básica branca, apenas com um pequeno decote, e um blazer preto juntamente com meus maravilhosos scapins brancos.

*

Cheguei atrasada, mas de propósito, precisava dar minha entrada triunfal para chocar ainda mais Robin, mas quando entrei, empurrando as portas altas e dizendo “desculpe, estou atrasada”, vizualiso meu pai sentado juntamente aos presidentes da empresa do qual Robin está processando.

Congelo na hora, mas por dentro. Por fora eu continuo andando confiante até onde meu namorado (namorado?) está, mais uma vez, furioso comigo.

— O que porra você esta fazendo aqui? – ele sussurra ao meu ouvido, mas eu apenas ignoro, sento a mesa e espero nossa vez para mostrar o lado real das coisas.

Meu pai está quase me comendo viva, mas o que eu posso fazer? Eu trabalho na empresa que está defendendo Catherina e acusando a Harvey Inc. ele não pode colocar os sentimentos no trabalho. Pode?

O juiz passa a bola para Robin, mas eu me levanto em seu lugar.

Hora do show.

*

Regina suspira, dramaticamente, e passa as mãos no cabelo, anda de um lado para o outro do local onde está acontecendo o julgamento, pede para a testemunha, Cole Dylan, repetir seu depoimento completo mais uma vez e fragmentos dele depois.

— Excelência, isso que a senhorita Mills está fazendo não tem relevância – afirma Henry Mills. Regina apenas ri.

— Claro que sim, senhor Mills – olhou para seu pai com fogo nos olhos – o senhor Dylan disse que tudo ocorreu no dia vinte e cinco de maio, isso eu não posso contestar – viu um começo de sorriso no rosto de seu pai – mas contesto o fato de ele não achar uma toalha ou uma pessoa para ajudar ele na livraria – e o sorriso é substituído por uma carranca – não sei se o senhor sabe, excelência – olhou para o juiz – nesta data ocorre vários eventos, já que é dia do orgulho nerd onde o escritor Douglas Adams é homenageado pelo aniversário de sua morte, também há a contestação sobre a toalha – Regina falou como se por um fio tivesse esquecido. Retorna a mesa, pega uma pasta e volta até o juiz. No caminho até ele, ela abre a pasta e vai dispondo na mesa dele fotos do evento.

— essas são algumas fotos do evento — continuou — e vejamos o que todas as pessoas têm nas mãos: toalhas. – sorriu, virou-se em direção aos outros na sala, se apoiou na bancada onde o juiz estava, ponho o pé direito para frente apoiando-o somente no salto – Adam também escreveu uma série de livros chamada “O Guia do Mochileiro das Galáxias", é uma comédia com um toque de crítica onde ele narra que para atravessar as galáxias. A toalha é o principal item, por isso as toalhas são em homenagem ao escritor. Então, senhor Dylan, o senhor pode me explicar como se ausentou por um período longo de tempo porque tinha ido a procura de pessoas e toalhas sendo que, há alguns metros, havia uma livraria cheia dos ditos cujos? – sorriu.

*

Uau. Esta mulher é incrível! Ela não vai mais ser, nem fodendo, só minha estagiária. Eu preciso dela, pra tudo.

Quando ela entrou pela porta eu achei que ia surtar, me perguntando o por que de ela estar aqui, ainda mais com seu pai quase me engolindo e, logo depois, quase a engolindo. Tenho que descobrir o por que que aquele homem me odeia.

Notei também que ver seu pai aqui foi um baque, duvido até que ele saiba que ela trabalhe pra mim, mas isso é problema deles.

Queria saber também como ela soube que eu estaria aqui, como ela soube das informações desse caso, do qual era extremamente sigiloso. Imagino que minha baixinha ande escutando por detrás das portas, mas não importa. O importante é que ela me salvou, e a empresa também, de um terrível fracasso.

Por outro lado, acho, que ela acabou afundando o pai dela com tal atitude juntamente com a relação dos dois, a julgar pela maneira como ele se retirou da sala.

Logo ela foi atrás do pai e eu atrás dela, mas, quando saí, vi que eles estavam conversando e resolvi não me intrometer, afinal é entre pai e filha e eu não sou namorado, oficial, dela.

Assim que Henry saiu pisando duro e ela ameaçando cair no choro, eu me desesperei e corri até ela. A segurei em meus braços e a apertei contra mim, afagando seus cabelos e dizendo que tudo ia ficar bem, a levei até uma lanchonete ali do lado e lhe comprei uma água e um sanduíche. Bom, na realidade três sanduíches, nenhum deles para mim.

Depois de uma conversa pesada, onde ela me contou as coisas horrorosas que seu pai havia lhe dito e ela dizendo que não liga mais pra ele, que fez uma escolha. Nessa parte eu sorrio.

O pai dela me odeia então, consequentemente, ele a obrigaria a escolher,se ela não quer saber mais dele é porque... é porque ela me escolheu, claro.

Ou escolheu a empresa, não sei. Essa mulher me deixa maluco. Acho que tenho um fetiche por ela, pelo amor dela e é por isso que eu, acho, que mendigo pelo tal amor. Mendigo por sua atenção. Não importa, ela vai ser minha.

— Então não vamos mais a festa da Kath, não é? - digo para descontrair, parece que funciona, pois a vejo sorrir. Sorrio também.

— Vamos sim, preciso descontrair – ela segura minha mão com a sua por cima da mesa – eu quero... – suspira – eu quero tentar Robin... an... nós.. quero tentar nós dois – meu sorriso se alarga ainda mais, se isso ainda é possível.

— É o que eu mais quero na vida, morena – acarencio sua mão com meu dedão. Ela sorri tímida e eu tenho vontade de enfiar meu amigo ali – então, vamos?

*

Assim que entramos vejo logo Kath e seu namorado, Joshua. Eles fazem um casal realmente lindo e agora não a invejo mais, tenho meu loiro. Eles ainda não viram a mim e Robin juntos, e sinto certo alívio.

Meu coração ainda estava um pouco perturbado e eu estava carente do meu amor. Sei que acabamos de falar que estávamos juntos, mas mesmo assim eu precisava renovar minhas forças e focar minha concentração em algo que não fosse a decepção por tudo o que meu pai havia me dito.

Paro de andar assim que passo pela porta, observando Joshua e Kath numa mesa do outro lado do bar.

– Algum problema? – Locksley questiona, assim que percebe que minhas pernas travaram.

Ele está lindo, ainda vestido com o terno do tribunal, cheirando a um perfume que me hipnotiza. Vê-lo parado na minha frente, observando-me com seus olhos azuis e seu semblante sereno, me faz ter a certeza de que eu não podia esperar mais nenhum segundo para cair nos seus braços.

Caminho até ele e agarro sua nuca, tomando seus lábios num beijo sedento. Sua boca tinha um gosto maravilhoso de Halls de menta, exatamente o sabor que ele sabia que eu adorava.

Ele aperta minha cintura colando nossos corpos. Eu poderia me sentir envergonhada por beijá-lo de tal forma em público, mas isso era algo que não existia entre mim e Locksley. Se estivéssemos juntos, o resto era apenas o resto, e além do mais, estávamos num bar.

– Eu preciso de você – confesso, logo depois de libertá-lo, ofegante – Agora.

Meu chefe me encara, nitidamente contente pela minha frase sincera. Ele envolve minha cintura com um braço e me vira em direção a porta. Saímos do bar e nos dirigimos até o carro. O loiro logo abre a porta de trás e eu entro primeiro, ele me segue e tranca a porta. Com um botão, ele liga o ar condicionado e se vira para mim.

Robin observa meu rosto. Imagino que deva estar tentando decifrar em quê estou pensando, e o que estou sentindo. Contudo, pelo o que eu sei, Locksley já deve ter descoberto. Apesar de tudo, ele me conhece muito bem. Em outra época eu odiaria precisar admitir isso, mas não hoje, e, se dependesse de mim, não pelos próximos tempos.

Ele eleva uma mão e acaricia meu rosto, tentando me confortar de qualquer dor que esteja instalada em meu peito. Se aproxima lentamente de mim e nossos lábios se tocam. Não conseguimos nos segurar por muito tempo e logo nossas línguas se encontram novamente.

Minhas mãos se dirigem ao seu paletó, que tiro apressadamente com a ajuda do mesmo. Numa pausa do beijo, peço que ele coloque uma música para ouvirmos enquanto nos amamos.

Com o celular, ele rapidamente conecta o Spotify ao rádio do carro, escolhendo uma das playlists que nós adoramos ouvir juntos, própria para o momento que estamos vivenciando agora. Enquanto ele faz isso, me levanto ficando de joelhos ao lado dele, e inicio beijos em seus pescoço, me aprofundando ainda mais naquele perfume incrível.

Robin enfia a mão desocupada por baixo da minha saia, apertando minha coxa e meu bumbum – coisa que ele logo da uma atenção especial, apertando com força. O ato me faz empiná-la sem ao menos pensar. Locksley está me apalpando de maneira tão maravilhosa que não consigo deixar de dar sinais para que ele não pare.

Assim que o homem termina de colocar a música e deixá-la no volume certo, ele joga o celular para o banco da frente e da um tapa no meu bumbum.

– Vem aqui, gostosa – diz ele, ativando minha libertinagem.

Ele agarra meus cabelos curtos e negros e me puxa para mais um beijo delicioso. Consigo tirar os saltos com os pés mesmo, para não ter que me desvencilhar dos braços do meu loiro.

A seguir, tiro sua gravata e começo a desabotoar sua camisa social por inteiro. Quando esta está pronta, acaricio seu peito e abdômen, revelando a ele como eu adorava aquele tanquinho.

Paramos o beijo e ele se afasta do banco, enquanto tira sua camisa. Eu o ajudo, enquanto roço os lábios por suas costas largas.

O carro estava num estacionamento próximo ao bar. Escuro, com apenas algumas luzes não tão fortes no teto. Decidimos não acender nenhuma outra dentro do veículo. Aquele momento estava muito mais íntimo do que eu pensava que fosse estar, num lugar pequeno, porém aconchegante, com nossos corpos colados e rostos tão próximos, tanto que vez ou outra abrimos os olhos numa pausa de beijo em beijo e olhamos profundamente um para o outro, confessando nossos segredos ainda não ditos em voz alta.

Nossa playlist favorita tocava uma música sexy, já conhecida por nós dois, as vezes eu ouvia aquela música apenas para me lembrar dele. Dessa boca, desse cheiro, desses olhos. Mesmo que eu mesma não quisesse admitir.

Robin leva a mão até minha saia e arrasta o zíper em direção ao chão, retirando a peça por completo. Desse modo, fico livre daquilo que me aperta e me impede de fazer o que eu já queria ter feito.

Elevo uma das pernas e sento no colo de Locksley, com uma de cada lado, me acomodando bem em cima de seu membro que me parece estar ereto.

Ele inicia beijos no meu pescoço, faminto, fazendo-me arrepiar. Porém, a conversa de mais cedo sobre nós dois volta a minha mente.

– Você me quer, Robin? – pergunto, tentando fazer aquilo não soar como um gemido.

– Quero – ele responde, ainda com a boca colada na minha pele – Eu te quero muito.

– Não, não desse jeito – digo, torcendo para que ele entendesse o que quis dizer e desse a resposta que eu queria ouvir.

Meu chefe para o que estava fazendo e volta a me encarar, com os olhos esperançosos.

– Você é tudo o que eu mais quero, em todos os sentidos imagináveis – diz ele, sem nem piscar – Eu deveria ter dito isso a muito tempo.

Meu coração dá um salto em tamanha alegria. Há sentimento, e o melhor de tudo: é recíproco. Locksley acaba de dizer a coisa que no fundo eu sempre quis que ele dissesse, mas não estava pronta o suficiente para ouvir.

– Você disse na hora certa – eu respondi, podendo visualizar um sorriso se formando em seus lábios.

Ele desce a mão até meu bumbum novamente e o agarra, apertando e dando mais um tapa em seguida. Depois de sentir o ardor que me excita ainda mais, eu me abaixo, voltando a beijá-lo.

Meu loiro afasta minha calcinha para o lado e começa a esfregar o dedo em meu clitóris, fazendo com que eu pare de beijá-lo e levante a cabeça enquanto fecho os olhos e solto um gemido sem querer. Posso sentí-lo acariciar os grandes lábios e logo depois voltar ao meu clitóris, que cada vez que era tocado, liberava uma descarga elétrica em todo o meu ser.

Eu arrepio, suspiro, solto gemidinhos e, contra a minha vontade, começo a rebolar sobre aquela mão grande e profissional, tentando me esfregar ainda mais nele.

Pouco tempo se passa e eu sinto que estou chegando ao meu ápice. Com as mãos no ombro do meu chefe, eu aperto e arranho sua pele, confessando-lhe o tamanho do meu prazer. Robin, percebendo como me deixava louca, penetra dois dedos em minha intimidade. Não suporto tal atitude, e gozo no mesmo instante.

Me sinto cansada, ofegante, mas ainda não acabou e não quero que acabe tão cedo. Quero ficar aqui com ele por muito mais tempo, portanto, logo dou um jeito em minha exaustão e saio do colo dele.

– Ei – meu amor diz – O que está fazendo?

Ele pensa que não vou continuar com isso? Oh, querido, se você soubesse... Quero dizer, saberá dos meus planos sim, e saberá agora mesmo.

– Retribuindo – respondo, lembrando-me do sexo oral incrível que eu tinha recebido dele naquela manhã.

Me afasto um pouco e começo a desabotoar sua calça, logo chegando à dádiva que é poder admirar sua ereção bem marcada na Calvin Klein que vestia por baixo. Abaixo bem o tecido para não atrapalhar e seu membro salta para fora, totalmente pronto para mim. Mas ele teria que esperar mais um pouco.

Inclino o corpo para baixo, totalmente preparada para abocanhá-lo. No entanto, Robin me para.

– Temos que fazer algo antes – ele informa.

– O que? – digo.

Meu loiro se aproxima de mim e retira minha blusa branca, e meu sutiã em seguida. Ele coloca as mãos ainda úmidas com o produto do meu orgasmo em meus seios, os acariciando.

– Agora está pronta – Locksley põe a mão na minha cabeça e a abaixa, ajudando-me a fazer aquilo que eu queria já ter começado a fazer.

Começo a fazer movimento de vai e vem enquanto me esforço para enfiar os dezoito centímetros dentro da boca, sem um total sucesso, mas acho que os doze que fui capaz de enfiar estão fazendo um bom trabalho, pois posso ouvir os gemidos de Robin e posso sentir a mão dele espalmando meu bumbum mais uma vez.

– Você é maravilhosa, Regina – ele diz, suspirando – Isso, gostosa.

Ainda mais confiante, eu intensifico os movimentos, os deixando cada vez mais rápidos e conseguindo colocar cada vez mais daquele pênis em minha boca.

As mãos de Robin vão até minhas costelas e passeiam sobre minha barriga, logo estacionando em meus peitos, com os mamilos enrijecidos. Ele aperta um deles na força ideal, sem deixar que eu sentisse dor, mas ao mesmo tempo com uma firmeza indescritível. Locksley os massageia enquanto geme adjetivos em forma de elogios que são direcionados a mim.

Tiro minha boca molhada com um pouco do líquido que já vem saindo dele e começo e lamber toda a extensão do pênis, desde a base, até a ponta. Gostaria de poder fazer isso olhando em seus olhos e tendo a oportunidade de ver seu rosto admitindo o quão excitado estava, mas por estarmos dentro do carro comigo ajoelhada no banco que ele está sentado, isso não fica muito possível. Mas não tem problema, no próximo oral que eu fizer nele, vou poder encarar sua íris azul se revirando enquanto eu sugo. Isso ainda acontecerá muitas vezes, tenho fé.

Com os minutos se passando, eu posso imaginar que logo Robin irá atingir seu ápice. Dessa forma, paro o que estou fazendo, me levanto e ele me encara, ofegante e perplexo. Nesse momento eu limpo a boca suja de sêmen com os dedos e, em seguida, os limpo, os introduzindo por inteiro dentro da minha boca enquanto olho pra ele.

Meu loiro parece extasiado e entregue ao momento. No entanto, para arrematar a noite, subo em seu colo novamente e afasto minha calcinha para o lado. Seguro o membro de Robin e sento sobre ele, liberando um gemido alto. Abraço seu pescoço, colando nossos troncos, enquanto Locksley passeia com as mãos por minhas costelas indo desde a minha nuca, até meu bumbum. Ele aperta, acaricia, dá mais alguns tapas, e tudo apenas me dá a maior das certezas de que preciso desse homem todos os dias da minha vida. Ele me completa de todas as formas.

Começo a cavalgar sobre o membro do meu amado, e nós dois podemos ter nosso orgasmo a qualquer momento. No entanto, antes disso, uma música específica inicia nas caixas de som do carro. O Spotify havia atualizado a nossa playlist favorita adicionando uma música nova, ainda desconhecida por mim. Pela voz, reconheço a cantora. Selena Gomez. Ela canta uma música sexy, com uma letra que retrata bem minha antiga relação com Robin. Não sei o nome da música, mas ela diz algo sobre fetiche em amor. No meu amor.

Depois de algum tempo, a melodia vem chegando ao fim, assim como o meu fôlego e o de Locksley. Ele me penetra mais um pouco, porém conseguimos gozar quase juntos. Eu primeiro e ele segundos depois.

Ofegantes, cansados, e satisfeitos, nós relaxamos nosso corpo e eu deito minha cabeça em cima do ombro levemente suado do meu chefe. Fecho meus olhos e sei que posso dormir ali mesmo e ter os sonhos mais doces que alguém poderia ter. Eu dormiria em paz, sem recordações duras do meu pai ou qualquer outro tipo de memória ou sentimento ruim. Robin seria minha única visão, e ele existiria no meu mundo dos sonhos, só meu e para sempre meu.

Desperto de minha sonolência que quase me vence quando ele me abraça e começa a querer me deitar no banco. Deve ter percebido como eu estava cansada. Entretanto, antes disso eu me lembro que ainda não retirei seu pênis de dentro de mim, e que quando o mesmo saísse, não poderíamos ficar nesse banco do carro enquanto o mesmo não fosse limpo.

Informei isso a Robin que rapidamente pegou seu paletó e pediu que eu me levantasse. Assim eu fiz. Locksley seca o que cai de minha vagina e, em seguida, pega uma parte seca do tecido e limpa minha intimidade encharcada. Ele afasta aquela roupa de nós a jogando no chão.

– Melhor agora?

– Muito melhor – eu respondo.

    Enquanto eu tivesse aquele amor recém descoberto, eu estaria melhor todos os dias.



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