História Fetish - HIATUS - - Capítulo 8


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Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens Jeon Jeongguk (Jungkook), Jung Hoseok (J-Hope), Kim Namjoon (RM), Kim Seokjin (Jin), Kim Taehyung (V), Min Yoongi (Suga), Park Jimin (Jimin)
Tags Angst, Drama, Fetish, Hoseok, Jhope, Jimin, Jin, Jungkook, Kook, Lemon, Lgbt, Namjoon, Nudes, Rapmonster, Revelaçoes, Romance, Seokjin, Suga, Tae, Taehyung, Taekook, Traição, Vkook, Yaoi, Yoongi
Visualizações 396
Palavras 2.057
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Hentai, Lemon, LGBT, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Yaoi (Gay), Yuri (Lésbica)
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Intersexualidade (G!P), Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Estou dedicando este capítulo a @archaics

Me desculpe por ainda não ter respondido sua mp, minha vida é muito corrida e eu prometo que responderei logo, tudo bem?

Muito obrigada, de verdade, fiquei mais confiante em escrever depois daquilo... :)


Boa leitura.

Capítulo 8 - VIII - Then I'll see your face, i know I'm finally yours


Fanfic / Fanfiction Fetish - HIATUS - - Capítulo 8 - VIII - Then I'll see your face, i know I'm finally yours


Então eu vejo seu rosto
Eu sei que finalmente sou seu
Eu acho tudo
Que pensei que havia perdido
Você chama meu nome
Eu vou até você em pedaços
Então você pode me fazer inteiro

 

Red - Pieces
 

 

(...)

 

As coisas começaram a tomar um rumo diferente do que eu havia planejado em meados do fim do mês de maio, logo quando as promoções para nosso álbum terminaram completamente. Todos estavam tentando fingir que o que estava acontecendo não afetava ninguém, e eu era um dos que faziam isso, o que acabava criando um domo ao meu redor maior do que eu já mantinha há algum tempo, porém, dessa vez, eu estava certificando-me de manter Jungkook preso nele junto a mim.

Um dia Jungkook me procurou e disse que conseguiu, por fim tomar sua decisão, e eu não tinha certeza se isso estava acontecendo devido à promessa que ele havia me feito, ou se realmente as coisas não estavam tão boas no relacionamento dos dois. Mesmo que eu tivesse me forçado a acreditar que aquilo era algo com o que eu não deveria me preocupar, até porque aquele término seria algo que me beneficiaria, era praticamente impossível ignorar as consequências catastróficas da decisão de Jungkook, desde os gritos que ambos proferiam um para o outro em meio às diversas brigas que mantinham com frequência, ou o fato de Jimin estar sempre chorando pelos cantos, sempre que tinha a oportunidade, sem se preocupar em esconder o que estava acontecendo.

Por mais que tudo o que eu mais queria no mundo, era ter a oportunidade de ter Jungkook só para mim, aquilo era algo que realmente mexia comigo, por que eu gostava muito de Jimin, e eu não era nenhum tipo de monstro para ficar feliz pela infelicidade de alguém com quem eu me importava, mesmo que indiretamente, o que era estranho levando em consideração que aquilo era meio que minha culpa, porém, não havia muito o que fazer a respeito.

Como a corda sempre arrebentava para o lado mais fraco, no caso, para o meu, todos os dias Namjoon ou Hoseok procuravam-me para conversar e falar a respeito, sempre tocando no assunto de que, se eu tinha algo a ver com o que estava acontecendo, o melhor que eu poderia fazer é parar, pois aquilo estava afetando o clima do grupo e Jimin estava muito infeliz.

No meio de tudo isso, era impossível que eu não ficasse irritado e magoado por ser atacado por meus colegas de grupo, ainda mais se levar em consideração, que quem esteve chorando durante anos havia sido eu, e mesmo que estivesse completamente na cara de todo mundo o que estava acontecendo, eu nunca tive alguém para me apoiar ou pra dizer que as coisas ficariam bem. Eu não sabia se havia alguma diferença entre eu e Jimin que fizesse com que eles sempre focassem em protegê-lo, deixando-me de lado, todavia, naquele momento, era quase impossível não perceber que alguma coisa estranha acontecia ai.

Em uma das vezes em que eu fui tortuosamente repreendido, eu chorei e disse que simplesmente não me importava, em outra delas, Jungkook ouviu a conversa e me defendeu, dizendo que, se tudo aquilo estava acontecendo, era por ser uma decisão sua e que não me envolvia, pois ele não era uma pessoa que seria influenciável novamente.

O novamente ficou em minha cabeça durante dias até que eu decidi colocá-lo contra a parede, o que de fato, não adiantou, já que Jungkook fugia do assunto sempre que eu tocava nele. Pouco tempo depois eu simplesmente desisti, forçando-me a acreditar que ele apenas havia falado aquilo pelo calor do momento e que tal frase não tinha tanta importância assim.

 Porém, por mais que eu me forçasse a fingir que estava tudo bem e manter minha vida da forma como eu estava acostumado, era quase impossível não admitir que as coisas continuaram horríveis.

Pelo menos pra mim.

— O que você está fazendo é simplesmente ridículo...

— Namjoon, você parou pra pensar, ao menos por um minuto, que eu não obriguei o Jungkook a fazer nada? Que ele é um homem adulto, que sabe tomar suas próprias decisões, e que a mesma não diz respeito a nenhum de vocês? — Meu olhar foi direcionado para ele e Hoseok, que haviam entrado em meu quarto para me colocar contra a parede, no intuito de que eu fizesse algo para reverter àquela situação.

— Você sabe que as coisas não funcionam dessa forma, Taehyung. Você precisa fazer o que é melhor para o grupo, para o Jimin e...

— Eu preciso entender uma coisa, por que diabos vocês acham que eu preciso colocar a felicidade de alguém na frente da minha? Por que vocês acham que a felicidade de qualquer pessoa vale mais do que a minha felicidade? Por que ninguém nunca veio me perguntar se eu estava bem, ou se eu havia levantado da cama naquele dia sem vontade de voltar pra ela e não acordar nunca mais? Ah, deve ser pelo favoritismo banhado por toda a hipocrisia de vocês, por acharem que, o fato de eu conseguir esconder o quanto eu estava sofrendo era uma característica positiva, e pelo fato do Jimin não tê-la, eu posso sofrer e ele não.

— Ninguém falou de favoritismo em momento algum, Taehyung, não seja idiota.

— Então eu estou sendo idiota? Vocês invadem meu quarto pra pedir que eu abra mão do homem que eu amo, me acusam de coisas completamente sem fundamento, e sou eu quem está sendo idiota? — Naquela altura do campeonato, já era impossível conter a minha raiva. — Eu realmente acho melhor que vocês dois saiam daqui, caso contrário vocês vão me ver bem irritado.

 

E foi assim que eu deixei de conversar com dois membros do grupo, que eu consequentemente considerava como meus amigos, e agora apenas falava sobre assuntos estritamente profissionais e simplesmente não conseguia permanecer por muito tempo perto deles sem me sentir irritado e chateado.

 

Na tarde daquele mesmo dia, eu estava sentado na sala com meus fones de ouvido enquanto observava a cena de Jimin, que chorava copiosamente e era consolado por todos os membros do grupo, principalmente por Hoseok, que sempre se mantinha ao lado dele fazendo tudo o que ele pedia e dando o suporte que ele precisava quando, por fim, Jungkook pediu para que se separassem.

E foi pior do que eu poderia imaginar.

Jimin gritou e quebrou diversas coisas, se jogou no chão e disse que preferia morrer a perder o amor de Jungkook, algo que eu entendia perfeitamente, por que em todos aqueles anos eu morri um pouco a cada dia que se passava.

Optei por não questionar nada a Jungkook, ou forçá-lo a falar a respeito, primeiro porque não era da minha conta, segundo que eu felizmente não era um imbecil e sabia que tudo aquilo já era coisa demais para ele lidar, e, na minha concepção, o que ele estava fazendo era para que nós dois ficássemos juntos, por este motivo eu não poderia simplesmente ser um cara de pau e pedir para ele pegar leve, ao menos não quando, após cada uma das brigas envolvendo os dois, era sempre a mim a quem ele recorria.

E eu sempre estava de braços abertos para recebê-lo.

Mesmo que não dissesse nada, apenas ficasse encarando o teto enquanto era embalado em meus abraços, e eu cantava, e dizia que aquela era apenas uma fase ruim, mas que tudo em breve se ajeitaria e nossas vidas voltariam ao normal. Mesmo que eu não tivesse a plena certeza de que isso, de fato, aconteceria.

Como eu havia previsto, Jungkook me pediu para me manter em silêncio durante um período, pelo menos até que as coisas com Jimin melhorassem o suficiente para que voltassem a conversar. Já tínhamos um comeback preparado para o mês de agosto e, pelas ordens lançadas por Bang-si, quem já estava ciente do transtorno, não seriam aceitas quaisquer brigas ou desavenças envolvendo aquele assunto, pois, especulações da mídia poderiam causar prejuízos às ações da empresa.

E é claro que eu dei de ombros mentalmente, por que aquilo não era um problema meu. Eu dei a Jungkook o direito de escolha e ele escolheu a mim. Eu o amava tanto que era quase impossível não ficar feliz por isso, era impossível que eu me forçasse a me sentir triste quando tudo o que eu mais queria era radiar minha felicidade para os quatro cantos do mundo.

Por este motivo, enquanto o clima pesado e as feições tristes assolavam todos os membros do grupo, eu me esforçava ao máximo para não demonstrar a todos que eu ‘tava feliz pra caralho.

 

— Jungkook-ah, eu preciso de um favor — adentrei o quarto de Jungkook saltitante, curvando-me brevemente e beijando seus lábios, o interrompendo. Ao direcionar meus olhos para a tela de seu computador, pude perceber que ele jogava alguma coisa. — A menos que eu esteja atrapalhando.

— Não fale como se algo na minha vida importasse mais do que você — rolou os olhos, desligando o computador com seu dedão do pé, antes de girar sua cadeira e ficar em minha frente. Sorri com suas palavras, curvando meu corpo novamente e tirando mais um das dezenas de beijos que havíamos trocado naquela semana.

— Ah, eu te amo tanto que tenho vontade de te esmagar — afirmei, esfregando minhas mãos pelos fios avermelhados de seu cabelo recém-tingido.

— ‘Tá, tá... O que você quer, amor?

Ouvir Jungkook me chamar de amor era algo tão incrível que eu me sentia nas nuvens, como se estivesse chovendo após um longo período de seca; como se eu tivesse encontrado terra firme após longos anos no mar. Era reconfortante, e Jungkook sabia disso, então ele se empenhava em fazer com que eu me sentisse o homem mais amado do mundo, o que, é claro, não precisaria de nenhum esforço, já que eu me sentia como um apenas pelo fato de tê-lo única e exclusivamente para mim.

— É que eu me lembro de que há uns seis ou sete meses você comprou um sapato e todo mundo falou que era horroroso... — Jungkook torceu o nariz, reclamando, enquanto se esparramava sobre a cadeira — Não faça pirraça ‘pra mim.

— Você também achou feio, e me incomodou durante dias... Disse que não ficaria mais comigo se me visse usando aquilo, o que me deixou bem chateado por que o sapato foi comprado naquele país que eu não me lembro o nome e que eu gostei muito de visitar.

— Eu sei, mas é que... Você sabe que eu ando comprando algumas coisinhas na internet, e aí eu encontrei um site legal e acabei comprando uma blusa... Mas ela é bem diferente e eu tenho quase certeza de que ela vai combinar com aquele sapato.

— Você é muito cara de pau, hyung.

— Mas você não vai usar aquilo, você não tem roupas que combinem com aquela atrocidade da natureza... Por favor...

— Aish — se levantou sem conseguir conter a expressão de preguiça, caminhando — e me arrastando —, até seu closet. — Isso aqui tá uma bagunça desde que nos mudamos e eu deixei de dividir com o Yoongi, é excelente ter a privacidade de poder me trocar pelado aqui dentro, mas o rastro de bagunça que eu deixo não é nem um pouco convidativo.

— Aqui tem seu cheiro, então pra mim, é muito convidativo.

— Isso acontece por que você me ama, então, se esforça a suportar até mesmo os meus defeitos.

— Que tipo de namorado eu seria se não fizesse isso, uh?

 

Namorado.

Aquilo soava tão bem que eu já havia me acostumado a denominar-me dessa forma.

Assim que Jungkook se separou de Jimin, o pedido veio, junto a uma pequena pulseira que eu nunca mais havia tirado do meu pulso. Jungkook prometeu que a pulseira viraria uma aliança logo que a poeira abaixasse, porém, eu não me incomodava, tampouco me sentia aflito ou com algum tipo de necessidade de que isso acontecesse logo, por que Jungkook estava comigo, só comigo. Eu não tinha mais a necessidade de sofrer por saber que ele tinha alguém além de mim.

Porra, a sensação era maravilhosa.

— Então namorado, por que nós não aproveitamos que estamos sozinhos aqui, pra testar esse carpete fofinho...

— No carpete?

— Sim, hyung... No carpete, no banheiro, na cama... Onde você quiser, por que agora nós estamos juntos, lembra? Não há nada nesse mundo que tire você de mim.

 


Notas Finais




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