História Fifty Shades Of Darkness - 3 De 3 - Capítulo 8


Escrita por:

Postado
Categorias 50 Tons de Cinza, Isabelle Drummond, Tom Hiddleston
Personagens Isabelle Drummond, Personagens Originais, Tom Hiddleston
Tags Isabelle Drummond, Romance, Sadomasoquismo, Sexo, Tom Hiddleston, Trilogia
Visualizações 124
Palavras 1.111
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Famí­lia, Hentai, Orange, Romance e Novela, Saga, Shoujo (Romântico), Violência
Avisos: Álcool, Estupro, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Spoilers, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


TO DE VOLTA NESSE CARAIO
KSKSKSKSKSKS
Gente, só depois de terminar os dois volumes dessa trilogia eu consegui capas decentes pra elas, cê acredita?
Quem fez as capas maravilhosas dessa fanfic :3 foi a @KookieComSuga, que aliás, recomendo.

Bom, música de hoje é "tag You're It", da Melanie Martinez
Aaaa eu amo essa música ❤

Boa leitura... ❤

Capítulo 8 - Fear.


Fanfic / Fanfiction Fifty Shades Of Darkness - 3 De 3 - Capítulo 8 - Fear.

"Me observando pela sua janela,
Garoto, seus olhos pularam para fora um pouco.
'Eu vou te cortar e te fazer um jantar,
Você chegou no final, você é a vencedora'. "


Thomas


Ela se virou para mim e me encarou com os olhos arregalados. Parecia estar surpresa ao me ver. Muito surpresa. Bom, quem não estaria? Estávamos a três anos sem nos ver. Eu também estava surpreso ao vê-la, mas esqueci-me que ela morava em Nova York, é uma hora ou outra eu acabaria a encontrando.

-O-o que você faz aqui? – perguntou em meio a um gaguejo.

-Eu... Eu vim ver minha filha. – continuava fitando-a.

-Filha? – virou sua cabeça de lado, e assumiu um semblante curioso.

-Sim, sim. – sorri.

-Que fofo. Quantos anos ela tem?

-Três anos. – suspirei. – mas e você? Como vai?

-Vou bem. – sorriu. – terminei minha faculdade e agora trabalho no maior jornal de Nova York. Como assistente do editor chefe, mas com o tempo vou subindo.

-Que ótimo. – sorriu. – você merece, Jasmine. É uma boa pessoa.

-Obrigada.

-Aqui estão seus pedidos. – o rapaz que nos atendeu disse, interrompendo nossa conversa.

Jasmine pagou pelo seu cappucino, e eu paguei por meu pedido, que era um pouco maior.

-Hiddleston, preciso ir agora. Tenho que voltar a trabalhar. – sorriu. – foi bom rever você.

-Tudo bem, pode ir. – respondi seu sorriso. – foi bom rever você também.

Ela se levantou do banco, mas antes que ela fosse eu tinha que lhe perguntar algo. Não poderia deixá-la ir embora antes de perguntar aquilo, então, segurei seu braço, e ela me fitou confusa.

-Jas, seu telefone ainda é o mesmo?

-S-sim... – respondeu baixo, ainda fitando meus olhos.

-Posso te ligar?

-Claro. – sorriu timidamente. – um dia a gente se encontra por aí. O mundo é imenso. – piscou.

Sorri, e soltei seu braço, deixando que ela partisse. Parei e perguntei a mim mesmo por que eu havia pegado feito aquilo. Jasmine ainda mexia comigo. Muito. Mas eu tinha certeza de meu amor por Bia... Naquele momento eu fiquei um pouco dividido em relação a isso.

Eu tinha duas mulheres:

Uma eu amo, mas é tão nociva para mim.

E a outra, eu gosto muito, e ela me ama, mas não consigo sentir nada a mais por ela do que um carinho imenso, e talvez... Desejo.


Beatriz


Continuei fitando o papel incrédula, não acreditando no que havia acabado de ler. Deixei o papel cair, no desespero do momento.

-Julie... Julie! – chamei por minha secretária, que não demorou a aparecer na porta.

-O que houve, senhorita? – arregalou os olhos e me fitou.

-Leve essas flores daqui! Jogue no lixo, queime, foda-se! Apenas tire-as da minha vista! Agora! – disse nervosa.

-Tudo bem, tudo bem... – ela disse pegando as flores de cima da minha mesa.

Ela saiu da sala e levou o maldito buquê de rosas com ele. Acho que se ficasse mais tempo com aquilo perto de mim eu desmaiaria. Quem havia mandado aquilo? Eu não tinha inimigos. Pelo menos, não mais, ou que eu me lembrasse.

Estava ficando louca. Aquilo era uma ameaça e eu estava com medo.

Meu medo não era por mim, mas sim por Victória. O bilhete dizia “vingança”, e se a pessoa queria vingança, iria mexer com as pessoas que eu mais amo, no caso, Thomas ou minha filha.

Peguei minha bolsa e meus óculos e sai rapidamente dali. Dirigi rápido pra casa, temendo pela vida de Victória.

Não ligava se estava em alta velocidade e pelas multas por passar em farol vermelho. Só queria ter certeza de que minha filha estava bem.

Entrei em casa desesperada, chamando por Maria.

-Maria! Maria! Maria, cadê você!?

-Aqui, aqui. – ela apareceu. – o que houve?

-Minha filha! Onde está minha filha!?

-Está no quarto brincando.

Larguei minha bolsa no sofá e corri para o andar de cima. Cada degrau parecia ter quilômetros, e os corredores então... Cada um maior que o outro.

Assim que cheguei a porta do quarto de Vick, e a avistei sentada no tapete, brincando com suas bonecas, suspirei aliviada, me sentindo infinitamente mais leve.

-Mamãe! – ela exclamou ao me ver. – você voltou!

-Oi, meu amor. – sorri e a abracei. – sim, eu voltei.

-Que bom. Cadê o papai?

-Ele vem daqui a pouco. – sorri. – querida, você está bem?

-Sim, tô sim. Por quê?

-Por nada, querida. Por nada... – suspirei. – você não viu ninguém estranho rondando a casa, ou quando foi ao parque aqui do condomínio?

-Não. – balançou a cabeça. – o que aconteceu, mamãe? Tá tudo bem?

-Tá sim, meu amor. – beijei sua testa. – só queria ter certeza de uma coisa. Olha, se um você ver um estranho no parque, ou até aqui em casa, e ele pedir pra você ir com ele não vai, tá bom? – ela assentiu sorrindo. – nem se ele te oferecer muitos doces.

-Mas doces são gostosos, mamãe... – fez um biquinho.

-Sim, mas essas pessoas podem ser malvadas, e te machucarem, então não vá com elas, tudo bem? Se você quiser doces, tem aqui em casa e se não tiver, a mamãe compra pra você.

-Tá bom, mamãe. – ela beijou minha bochecha. – eu vou obedecer você.

-Isso mesmo, querida. A mamãe está falando isso pro seu bem, tá?

-Uhum. – assentiu.

Sorri e dei um beijo na bochecha dela, que retribuiu com outro beijo em minha bochecha. Nos abraçamos forte.

-Bia. – Maria apareceu na porta do quarto. – Thomas está aí na sala.

-Eba! O papai! – Vick comemorou.

Ela saiu de meus braços e correu para a sala, para encontrar o pai. Eu ri disso. Quando cheguei na sala, Thomas já estava com ela nos braços, e eles estavam abraçando.

-Oi. – sorriu para mim.

-Olá. – aproximei-me, e ele me deu um beijo. Vick sorriu.

-Vocês estão prontas, garotas? Hoje nós vamos passear! – disse sorrindo, e Vick riu.

-Sim, papai!

-Thomas, preciso conversar com você. – eu disse, suspirando.

-O que houve? – ele perguntou, mudando seu semblante.

-Maria, leve Victória, por favor. – esbocei um sorriso.

-A gente não vai mais sair? – perguntou fazendo um biquinho triste.

-Vamos sim, meu amor. – esbocei um sorriso pra ela. – a Maria vai te dar um banho, e vai por um vestido bem lindo pra você sair com o papai, tá bom?

-Tá bom! – sorriu. – pode ser aquele vestido novo roxo?

-Pode sim, querida! Veste o que você quiser, tá?

Ela assentiu sorrindo e Maria a levou. Suspirei quando a vi terminar de subir a escada, olhando para Thomas.

-O que houve?

-Thomas, eu recebi umas flores hoje e estou preocupada.

-Por quê? – ergueu uma sobrancelha.

-O problema não são as flores, mas sim o cartão que vinha com elas.

-O que estava escrito?

-Eu não o trouxe, mas tinha uma ameaça. Uma ameaça de vingança. Thomas, eu estou preocupada com a segurança de Victória.


Notas Finais


Medo
Muito medo
0_0


Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...