História Fifty Shades Of Darkness - Capítulo 9


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Categorias 50 Tons de Cinza, Isabelle Drummond, Tom Hiddleston
Personagens Isabelle Drummond, Personagens Originais, Tom Hiddleston
Tags Isabelle Drummond, Romance, Sadomasoquismo, Sexo, Tom Hiddleston, Trilogia
Visualizações 89
Palavras 1.048
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Famí­lia, Hentai, Orange, Romance e Novela, Saga, Shoujo (Romântico), Violência
Avisos: Álcool, Estupro, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Spoilers, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Chegay xenteee
Ksksksksksk
Música de hoje é "pacify her", da Melanie Martinez, e se trata da Jas e do Tom
Sksksksksksksksksk
T R E T A I S C O M I N G

Boa leitura... ❤

Capítulo 9 - Take care of her.


Fanfic / Fanfiction Fifty Shades Of Darkness - Capítulo 9 - Take care of her.

"Aquela vadia sem graça finalmente vai embora, 

Agora eu posso roubar o homem dela." 


Thomas


-O que você quer dizer com isso?

-Sabendo que eu tenho uma filha, essa pessoa que quer vingança com certeza vai tentar atingi-la. – suspirou. – ou então atingir a você.

-Droga... O que planeja fazer?

-Eu pensei em Victória passar alguns dias com você no hotel.

-Comigo?

-Sim. Ela ficaria bem mais segura com você. Eu trabalho o dia todo praticamente, e com você aposto que ela ficaria mais segura. Às vezes ela fica sozinha alguns instantes, e isso não me agrada. Muito menos agora.

-E você? E se tentarem fazer mal a você? – pareci um pouco desesperado.

-Eu me viro. – esboçou um sorriso. – eu sempre me viro. Dou meu jeito, caso algo aconteça.

-Tem certeza? – me aproximei e a abracei forte. – eu me preocupo com você. Muito. – ela sorriu.

-Ei, eu vou ficar bem, e caso não fique, você cuidará de Vick por mim, certo? – sorriu novamente. – o mais importante agora é a segurança dela.

-Sempre. – sorri, sentindo meus olhos lacrimejarem. – vou cuidar dela, nós vamos. Você vai ficar bem, e nada vai nos separar. Não de novo. – beijei-a castamente.

Permanecemos por alguns segundos num abraço apertado e confortante.

-Vou arrumar uma mochila com algumas mudas de roupa para ela, e você a leva, tudo bem?

-Certo... – suspirei.

Bia sorriu, e subiu até o andar de cima. Eu a acompanhei, e quando entramos no quarto de Vick, ela estava enrolada em seu pequeno roupão cor-de-rosa, com os cabelos úmidos, e escolhendo um entre os muitos vestidos que estavam em cima de sua cama.

-Eu quero o roxo, Maria. – ela insistia.

-Tem certeza? – ponderou. – eu acho o dourado mais bonito.

-A mamãe disse que eu podia usar esse. – estreitou os olhos pra Maria, que riu.

-Tudo bem, vista esse então. – Maria beijou seu topo.

Ela sorriu e pegou o vestido roxo, e Maria o ajudou a vesti-lo. Eu e Bia apenas observamos toda a cena da porta do quarto, encantados, enquanto ela não notava nossa presença.

-Vick... – Vick chamou-a, assim que ela terminou de se vestir.

-Oi, mamãe.

-Você quer passar uns dias com o papai, no hotel? – sorriu.

-Sim! – abriu um largo sorriso, que me fez sorrir também. – você vai também?

-Não, mas eu vou visitá-los. – Vick ficou em seu colo, e ela beijou a bochecha da pequena menina.

-Ah... – fez um biquinho. – mas pelo menos eu vou ficar com o papai! – sorriu.

Ela estendeu os braços pra mim para que eu a pegasse, e assim eu o fiz. Quando estava em meu colo, ela pegou suas mãozinhas, colocando em cada lado do meu rosto, e apertando devagar. Depois, depositou um beijinho na ponta de meu nariz. Não pude evitar sorrir de sua inocência e graciosidade, assim como todos no quarto.

Bia abriu o guarda roupas dela e começou a tirar algumas mudas de roupas, enquanto Maria as colocava na mochila. No fim, havia roupas suficientes pra ela passar duas semanas comigo.

Além de todas as roupas, Bia também encheu a mochila com alguns remédios, cremes, shampoo e condicionador. Olhei impressionado enquanto ela organizava tudo dentro da bolsa, que mais parecia um buraco negro, pois era impressionante o tanto de coisas que era possível guardar ali.

-Thomas, esses aqui são os remédios que a Vick tem tomar. – começou a explicar-me.

-Ela tem alguma doença crônica?

-Não. Só bronquite, sinusite, e ela também é alérgica a cereja. Aí estão todos os remédios que ela precisa, e também um repelente pra mosquitos. Pobrezinha, quando é picada a pele dela fica muito vermelha e coça demais. – suspirou. – não dê nada que tenha cereja, ou que seja derivado da cereja porque ela é MUITO ALÉRGICA. – deu ênfase as duas últimas palavras, e eu ri.

-Tudo bem, tudo bem. Mas eu vou ter que dar esses remédios a ela todos os dias?

-Não. Somente se ela tiver uma crise. Sabe como é, nunca se sabe.

-Sim, melhor prevenir do que remediar.

-Já sabe, nada de torta de cereja, bolo de cereja, bala de cereja, doce de cereja, calda de cereja, iogurte de cereja, iogurte de frutas vermelhas, corante artificial sabor cereja, e afins. NADA DE CEREJA! – arregalou os olhos e Vick acompanhada de mim.

-Tudo bem! Já entendi! – ri. – vamos, querida?

-Sim! – sorriu.

-Tchau, Bia. – beijei seus lábios.

Quando nos separamos, Vick deu um sorriso maroto e nós rimos.

-Tchau, Tom. Cuide bem dela. – beijou a testa de Vick. – tchau, querida.

-Tchau, mamãe. Te amo. – beijou a bochecha de Bia.

-Também te amo, meu anjo. – sorriu.

Abri a porta da casa, e o motorista de Bia já nos esperava.

-Eu pedi pra ele levar vocês? Algum problema?

-Não, nenhum. – ri. – até prefiro.

-Tudo bem. – beijou-me novamente. – se divirtam, crianças. – riu.

-Com certeza vamos, mamãe. – eu disse.

Entramos no carro, e eu coloquei aquela mochila imensa no banco, e sentei Vick em meu colo.

-Okay, querida. Você vai se divertir muito com o papai. – ri.

Assim que chegamos ao hotel, percebi algumas ligações perdidas, e mensagens. Todas de Jasmine. Sorri.

Retornei a ligação para ela, que não demorou a atender.

-Alô?

-Olá, Jasmine. – sorri. – você me ligou mais cedo por quê?

-Bom, estive pensando e queria saber se você queria sair pra jantar comigo hoje a noite para podermos conversar. Sabe, ficamos tanto tempo sem nos ver.

-Tem certeza? Nosso último encontro não foi lá dos melhores. Acho que você saiu um pouco magoada.

-Sim, tenho certeza. – soltou um risinho tímido. – não guardo mágoa de você por aquele dia. Eu que fui boba por gostar de você cedo demais, sem sequer saber que você era comprometido.

-Não foi culpa sua. Eu devia ter lhe dito que estava apaixonado por outra. Sem querer, acabei te usando.

-Já disse que não guardo rancor. – sorriu. – mas e então, aceita o jantar?

-Claro, mas apenas se puder levar Victória.

-Quem é Victória?

-Minha filha.

-Papai, eu terminei de fazer cocô! Vem limpar meu bumbum! – Vick gritou do banheiro.

-Já vou, querida! – afastei um pouco meus lábios do telefone, e logo voltei. – posso levá-la?

-Ah, claro! – sorriu. – eu adoro crianças, e seria uma honra conhecer sua filha.

-Então está combinado. – sorri. – a que horas quer que eu te encontre no restaurante?

-As sete no restaurante que fomos aquela vez, certo?

-Certo. Te vejo lá.


Notas Finais


"Papai terminei de fazer cocô! Vem limpar meu bumbum!"
KKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKK
Morri nessa parte
Thomas, melhor pai que você respeita KKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKK

Jasmine vai atrapalhar o rolê, e agora eu shippo
VAAAAI JASMINE
O TOM É SEEEU GAROTAAAAA


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