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História Fifty Shades of Jimin Vol.2 - Capítulo 6


Escrita por: e JKOFFICIAL


Notas do Autor


Olá.
Como vão?
Sorry pela demora ok?
▫ Não se esqueçam de COMENTAR e de FAVORITAR ok?

Boa leitura 📖🌱

Capítulo 6 - Capítulo - 06


Fanfic / Fanfiction Fifty Shades of Jimin Vol.2 - Capítulo 6 - Capítulo - 06

 Pov's ________!

 

Há uma sombra de um sorriso em seus lábios e seus olhos estão iluminados com humor, como se ele estivesse desfrutando de alguma piada particular.

- Eu estava na área. - ele diz - Eu preciso abastecer algumas coisas, é um prazer ver você novamente, Senhorita Kang. - Sua voz é morna e rouca, como calda de caramelo derretido em chocolate escuro... ou algo assim.

Eu agito minha cabeça para reunir meus pensamento. Meu coração está batendo freneticamente, e por alguma razão eu estou corando furiosamente sob seu olhar minucioso. Eu estou totalmente deslocada pela visão dele de pé diante de mim. Minhas lembranças dele não lhe fazem justiça. Ele não é apenas bonito, ele é o epitome da beleza masculina, de tirar o folego, e ele está aqui.

Aqui nas lojas Gaeyo, vá entender.

Finalmente minhas funções cognitivas e restabelecidas e reconectadas como resto de meu corpo.

- _______. Meu nome é _______. - eu murmuro. - Em que posso ajuda-lo, Sr. Park? - Ele sorri, e novamente é como se ele conhecesse algum grande segredo. É tão desconcertante. Respirando fundo, eu coloco minha fachada de profissional de quem trabalha nesta loja há anos. Eu posso fazer isto.

- Há alguns itens que eu preciso. Para começar, eu gostaria de algumas braçadeiras - ele murmura, seus olhos penetrantes frios, mas divertidos.

Braçadeiras?

- Nós temos de vários comprimentos. Eu devo mostrar a você? - Eu murmuro, minha voz suave oscilante.

Controle-se, _______. Um leve franzir estraga por sua vez a testa do adorável Jeon.

- Por favor. Vá na frente, Senhorita Kang. - ele diz. Eu tento parecer indiferente quando eu saio detrás do balcão, mas realmente eu estou muito concentrada em não tropeçar nos meus próprios pés, minhas pernas de repente estão na consistência de gelatina.

Eu estou tão contente por ter decidido vestir meu melhor jeans esta manhã.

- Elas estão junto aos bens elétricos, no corredor oito. - Minha voz está um pouco resplandecente. Eu olho para ele e lamento quase que imediatamente. Maldição, ele é tão bonito.

- Depois de você. - ele murmura, gesticulando com seus longos dedos de sua mão bem cuidada. Com meu coração quase me estrangulando, porque ele está quase passando pela minha garganta, está tentando escapar de minha boca, começo a me encaminhar a seção de eletrônicos.

Por que ele está em Daegu?

Por que ele está aqui na Gaeyo?

E uma minúscula parte do meu cérebro que utilizo, provavelmente localizada na base de minha medula oblonga onde habita meu subconsciente, diz: Ele está aqui para vê-la.

Sem chance!

Eu dispenso isto imediatamente. Por que esse belo, poderoso e urbano homem, quer me ver? A ideia é absurda, e eu excluo isto de minha cabeça.

- Você está em Daegu a negócios? - Eu pergunto, e minha voz é muito alta, como se eu tivesse preso meu dedo em uma porta ou algo assim.

Maldição! Tente ficar fria ______?

- Eu estava visitando a divisão agricola da universidade. Que está localizada alguns quilometros daqui. Eu estou atualmente financiando algumas pesquisa lá, sobre rotação de colheita e ciência do solo. - ele discute o assunto com naturalidade.

Viu?

Não esta aqui para encontrar você afinal, meu subconsciente zomba de mim, alto, orgulhoso, e rabugento. Eu ruborizo com meus tolos pensamentos impertinentes.

- Tudo parte de seu plano de alimentar o mundo? - Eu provoco.

- Algo assim. - ele reconhece, e seus lábios satirizam em um meio sorriso.

Ele olha para a seleção de braçadeiras que nos temos em estoque na Gaeyo. O que ele vai fazer com isso? Eu não posso imaginá-lo fazendo um trabalho manual usando isso. Seus dedos deslizam sobre os vários pacotes da prateleira, e por alguma razão inexplicável, eu tenho que desviar o olhar.

Ele se curva e seleciona um pacote.

- Estes servirão. - ele diz com o seu sorriso de que está guardando um segredo, e eu ruborizo.

- Gostaria de mais alguma coisa?

- Eu gostaria de algumas fitas adesivas.

Fita adesiva?

- Você está redecorando sua casa? - As palavras escapam antes que eu possa dete-las. Certamente ele contrata operários ou tem pessoal para ajudá-lo a decorar?

- Não, não redecorando. - ele diz depressa então sorri, e eu tenho a sensação estranha que ele está rindo de mim.

Eu sou tão engraçada assim? Pareço engraçada?

- Por aqui. - eu murmuro envergonhada. - a fita adesiva está no corredor de decoração.

Eu olho para trás a medida que ele me segue.

- Você trabalha aqui há muito tempo? - Sua voz é baixa, e ele está olhando para mim, olhos muito concentrados. Eu ruborizo ainda mais intensamente. Por que diabos ele tem esse efeito sobre mim?

Eu me sinto com quatorze anos de idade, desajeitada como sempre, e fora do lugar.

Olhos para frente ________!

- Quatro anos. - eu murmuro quando nós alcançamos nosso objetivo. Para me distrair, eu passo e seleciono duas fitas adesivas largas.

- Eu vou levar essa. - Jeon diz suavemente apontando para a fita mais larga, que eu passo para ele.

Nossos dedos se tocam muito brevemente, e a corrente está lá novamente, atravessando por mim como se eu tivesse tocado um no exposto.

Eu ofego involuntariamente quando eu sinto isso, essa corrente percorre todo meu corpo até em algum lugar escuro e inexplorado, no fundo de minha barriga. Desesperadamente, eu consigo de volta o meu equilibrio.

- Mais alguma coisa? - Minha voz é rouca e ofegante. Seus olhos se arregalam ligeiramente.

- Algumas cordas, eu acho. - Sua voz reflete a minha, rouca.

- Por aqui. - E abaixo minha cabeça para esconder meu recorrente rubor e dirijo-me para o corredor. - Que tipo você está procurando? Nós temos corda de filamento sintético e natural. barbantes.. fio de corda... - eu me detenho em sua expressão, seus olhos escurecendo. Puta merda.

- Eu vou levar cinco metros de corda de filamentos naturais, por favor. - Rapidamente, com dedos trémulos, eu meço cinco metros contra a régua fixa, ciente que seu quente olhar está em mim. Eu não ouso olhar para ele. Jesus, eu podia me sentir mais timida? Pegando meu canivete do bolso de trás de minha calça jeans, eu corto-a, então enrolo cuidadosamente antes de amarrá-la em um nó corrediço.

Por algum milagre, eu consigo não arrancar um dedo com o meu canivete.

- Você era escoteira? - Ele pergunta divertido, franzindo seus lábios sensuais e esculpidos.

Não olhe para sua boca!

- Só organizada, as atividades em grupo não são realmente minha praia, Sr. Park. - digo e ele arqueia uma sobrancelha.

- E qual é sua praia, ________? - Ele pergunta, sua voz suave e seu sorriso secreto estão de volta. Eu olho para ele incapaz de me expressar. O chão parece placas tectônicas e movimento.

Tente se tranquilizar _______, meu torturado subconsciente implora de joelhos.

- Livros - eu sussurro, mas por dentro, meu subconsciente está gritando: Você! Você é minha praia Park Jimin, gostoso da porra!

Eu o esbofeteio imediatamente, mortificada com os delírios da minha mente.

- Que tipo de livros? - Ele dobra sua cabeça para um lado. Por que ele está tão interessado?

- Oh, você sabe,o habitual, os clássicos. Literatura britânica, principalmente. - Ele esfrega seu queixo com seu dedo indicador e o longo dedo polegar enquanto ele contempla minha resposta. Ou talvez ele esteja apenas muito entediado e tentando esconder isto. - Você precisa de alguma outra coisa? - Eu tenho que sair desse assunto, aqueles dedos naquele rosto são muito sedutores.

- Eu não sei. O que mais você recomenda?

O que eu recomendo? Eu sequer sei o que você está fazendo.

- para um trabalho manual? - Ele movimenta a cabeça, olhos vivos com humor perverso. Eu ruborizo, e meus olhos se desviam por vontade propria para sua calça jeans confortável. - Macacões - eu respondo, e eu sei que eu não estou mais despistando o que sai de minha boca.

Ele levanta uma sobrancelha, divertido, mais uma vez.

- Você não quer estragar sua roupa. - eu gesticulo vagamente na direção de sua calça jeans.

- Eu sempre posso lava-las. - Ele sorri.

- Hum. - Eu sinto a cor em meu rosto subindo novamente. Eu devo estar da cor do manifesto comunista. Pare de falar. Pare de falar AGORA.

- Eu vou levar alguns macacões. Deus me livre de arruinar qualquer roupa - ele diz secamente.

Eu tento e descarto a imagem indesejada dele sem jeans.

- Você precisa de mais alguma outra coisa? - Eu pergunto quando eu entrego-lhe o macacão azul.

Ele ignora minha investigação.

- Como está indo o artigo?

Ele finamente me faz uma pergunta normal, longe de toda a insinuaçăo e a conversa confusa de duplo sentido.. uma pergunta que eu posso responder. Eu agarro isto firmemente com as duas mãos, como se fosse um bote salva-vidas, e eu sou honesta.

- Eu não estou escrevendo ele, Jisoo está. A Srta Kim. Minha companheira de quarto, ela é a escritora. Ela está muito feliz com isso. Ela é a editora da revista, e ficou devastada por não poder fazer a entrevista pessoalmente. - Eu me sinto como se eu emergisse para o ar, enfim um tópico normal de conversação. - Sua unica preocupação é que ela não tem nenhuma fotografia original sua.

Jimin levanta uma sobrancelha.

- Que tipo de fotografia ela quer? - Ok. Eu não tinha previsto essa resposta. Eu sacudo a cabeça, porque eu simplesmente não sei. - Bem, eu estou por perto. Amanhã, talvez.. - ele é vago.

- Você estaria disposto a participar de uma sessão de fotos? - Minha voz é estridente novamente. Jisoo estaria no sétimo céu se eu puder tirá-las.

você pode vê-lo novamente amanhã, sussurra sedutoramente para mim aquele lugar escuro na base de meu cérebro. Eu descarto a ideia.

- Jisoo ficará encantada se nós pudermos achar um fotógrafo. - Eu estou tão contente, eu sorrio para ele amplamente. Seus lábios abrem como se ele estivesse tomando um influxo forte de ar, e ele pisca. Por uma fração de segundo, ele parece perdido de alguma maneira, e a terra se desloca ligeiramente sobre seu eixo, as placas tectônicas resvalam para uma nova posição.

Meu Deus.

O olhar perdido de Park Jimin é fascinante.

- Avise-me sobre amanhã. - Alcançando seu bolso de trás, ele retira sua carteira. - Meu cartão. Tem meu número do celular nele. Você precisa chamar antes das dez da manhã.

- Ok. - Eu sorrio para ele. Jisoo vai ficar emocionada.

- _______! - Ravn se materializou do outro lado no final do corredor. Ele é o irmão mais novo do Sr. Gaeyo. Eu ouvi que ele estava em casa, em Jeonju, mas eu não estava esperando vê-lo hoje.

- Ah, com licença por um momento, Sr. Jimin. - Park faz um cara feia quando eu me afasto dele.

Ravn sempre foi um amigo, e neste momento estranho que eu estou tendo com o rico, poderoso, impressionante fora de comparação, atraente e controlador, é ótimo conversar com alguém que seja normal.

Ravn me abraça apertado pegando-me de surpresa.

- ________, oi, é tão bom ver você! - Ele esguicha.

- Oi Ravn, como você estar? Você está em casa para o aniversário de seu irmão?

- Sim. Você está muito bem, ______, realmente bem. - Ele sorri enquanto ele me examina de certa distância. Então ele me libera, mas mantêm um braço possessivo caido sobre meu ombro. Eu me embaralho de um pé para outro, envergonhada. É bom ver Ravn, mas ele sempre foi muito familiar.

Quando eu olho para Park Jimin , ele está nós observando como um falcão, seus olhos encobertos e especulativos, sua boca uma dura linha impassivel. Ele mudou de forma estranha, do cliente atento para outra pessoa, alguém frio e distante.

- Ravn, eu estou com um cliente. Alguém que você deve conhecer. - eu digo, tentando desarmar o antagonismo que eu vejo nos olhos do Park. Eu arrasto Ravn acima para encontrá-lo, e eles se medem um ao outro. A atmostera de repente é outra - Ah, Ravn, este é Park Jimin. Sr. Park, este é Ravn Gaeyo. Seu irmão é o dono do lugar. - E por alguma razão irracional, eu sinto que eu tenho que explicar um pouco mais. - Eu conheço Ravn desde que eu trabalho aqui, entretanto nós não nos vemos com frequência. Ele chegou de Jeonju onde ele está estudando administração de empresas. - Eu estou balbuciando... pare, agora!

- Sr. Gaeyo. - Park sustenta seu aperto, seu olhar ilegivel.

- Sr. Park. - Ravn retorna seu aperto de mão. - Espere, não é Park Jimin? Da Park Holdings Enterprise? - Ravn vai de mal humorado para impressionado em menos de um nano segundo. Jimin Ihe da um sorriso côrtes que não alcança seus olhos.

- Uau, há aguma coisa em que eu possa ajudá-lo?

- _______ tem me ajudado, Sr. Gaeyo. Ela tem sido muito atenciosa. - Sua expressão é impassivel, mas suas palavras.. é como se ele estivesse dizendo outra coisa completamente diferente. E desconcertante.

- Legal. - Ravn responde. - Vejo você mais tarde, _______.

- Certo, Ravn. - Eu assisto-o desaparecer em direção á sala de estoque. - Mais alguma coisa, Sr. Park?

- Só estes itens. - Seu tom é cortante e frio.

Porra... eu o ofendi?

Respirando fundo, eu viro e dirijo-me ao caixa. Qual é o seu problema?

Eu carrego a corda, macacões, fita adesiva e as braçadeiras até o caixa.

- Isso deu quarenta e três dólares, por favor. - Eu olho para Park, e desejei não ter feito isso. Ele está me observando de perto, seus olhos estão intensos e escurecidos. É enervante. - Você gostaria de uma sacola? - Eu pergunto enquanto eu pego seu cartão de crédito.

- Por favor, ________. - Sua língua acaricia meu nome, e meu coração mais uma vez fica frenético.

Eu mal posso respirar. Apressadamente, eu coloco suas compras em uma sacola de plástico.

- Você me liga se você quiser que eu faça a sessão de fotos? - Ele é todos negócios mais uma vez. Eu aceno, sem palavras mais uma vez, e devolvo seu cartão de crédito. - Otimo. Até amanhã talvez. - Ele vira-se para partir, depois faz uma pausa.

- Ah, ________, eu estou feliz que a Senhorita Kim não pôde fazer a entrevista. - Ele sorri, então anda a passos largos com o propósito renovado para fora da loja, atirando a sacola plástica acima de seu ombro, deixando-me uma massa trêmula e furiosa de hormônios femininos.

Eu passo vários minutos olhando fixamente para a porta fechada pela qual ele acabou de sair antes de retornar ao planeta terra.

Certo, eu gosto dele. Eu admito, isto para mim mesma. Eu não posso esconder meu sentimento mais. Eu nunca me senti assim antes. Eu o acho atraente, muito atraente.

Mas ele é uma causa perdida, eu sei, e eu suspiro com um pesar agridoce. Foi apenas uma coincidência, sua vinda aqui. Mas ainda assim, eu posso admirá-lo de longe, certamente? Nenhum dano pode resultar disto. E se eu encontrar um fotógrafo, eu posso seriamente contempla-lo amanhã. Eu mordo meu lábio em antecipação e eu me encontro sorrindo como uma colegia. 


Notas Finais


Oque acharam?
Espero que estejam gostando!!!
Amanhã eu posto mais outro capítulo ok?

Até o Próximo capítulo 📖🍒🐰


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