História Fifty Shades of Kim - Capítulo 61


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Categorias 50 Tons de Cinza, EXO
Personagens D.O, Kai
Tags 50 Tons De Cinza, Adulto, Baekhyun, Chanbaek, Chanyeol, Exo, Fifty Shades Of Grey, Irene, Jimin, Jongin, Kai, Kaisoo, Kyungsoo, Lemon, Lisa, Yugyeom
Visualizações 181
Palavras 1.335
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Drama (Tragédia), Hentai, Lemon, LGBT, Romance e Novela, Suspense, Yaoi (Gay)
Avisos: Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 61 - Capítulo 58



Kyungsoo P.O.V.

Jongin desafivela as algemas, solta minhas mãos, e nós dois afundamos no chão. Ele me puxa para seu colo, me aconchegando, e encosto a cabeça em seu peito. Se tivesse forças, eu tocaria nele, mas não tenho. Com um pouco de atraso, noto que ainda está usando a calça.

- Muito bem - murmura. - Doeu?

- Não.

Mal consigo manter os olhos abertos. Por que estou tão cansado?

- Esperava que doesse? - pergunta ele ao me envolver mais para perto, tirando do meu rosto uma mecha de cabelo.

- Sim.

- Está vendo? O medo está na sua cabeça, Kyungsoo. - Ele faz uma pausa. - Você faria de novo?

Penso um instante, o cansaço turvando minha mente.... De novo?

- Sim - minha voz é doce.

Ele me abraça apertado.

- Ótimo. Eu também - murmura ele, depois se inclina e me dá um beijo na testa. - E ainda não acabei com você.

Ainda não acabou comigo. Deus do céu. Não tenho condições de continuar. Estou absolutamente exausto e lutando contra um desejo avassalador de dormir. Estou encostado em seu peito, os olhos fechados, e ele está enroscado em mim - com os braços r as pernas - e me sinto....seguro, e muito confortável. Será que ele vai me deixar dormir, quem sabe, sonhar? Sorrio diante dessa ideia boba, e, encostando o rosto no peito dele, inspiro aquele perfume único e esfrego o nariz nele, mas na mesma hora ele fica tenso....ai, merda. Abro os olhos para olha-lo. 

Está me encarando.

- Não - avisa baixinho.

Enrubesço e olho de novo para o peito dele, cheio de desejo. Quero passar a língua, beija-lo.

- Ajoelhe-se ao lado da porta - ordena ao se sentar, colocando as mãos nos joelhos, finalmente me soltando.

Já não está carinhoso, a temperatura de sua voz caiu vários graus.

Levanto-me desajeitadamente, corro até a porta e me ajoelho conforme fui mandado. Estou trémulo e cansado, bastante confuso. Quem diria que eu poderia encontrar tamanha satisfação neste quarto? Quem diria que isso seria tão exaustivo? Meus braços e minha soberanas estão pesadas, saciadas. 

Jongin está andando na periferia do meu campo visual. Minhas pálpebras começam a se fechar.

- Eu estou o aborrecendo, Sr. Do?

Desperto com um com um sobressalto, e Jongin esta em pé na minha frente, braços cruzados, me fuzilando com os olhos. Ai, merda, fui pego cochilando - isso não vai ser bom. Seu olhar suaviza quando olho para ele.

- Levante-se - ordena ele.

Ponho-me de pé com cautela. Ele fica me olhando e esboça um sorriso.

- Você está um caco, não é? 

Balanço a cabeça concordando, timidamente, e fico vermelho.

- Força, Sr. Do - ele franze os olhos para mim. - Ainda não estou satisfeito. Fique de mãos postas como se estivesse rezando.

Pisco para ele. Rezando! Rezando para você pegar leve comigo. Obedeço. Ele pega uma braçadeira de plástico e a prende bem apertada em volta dos meus pulsos. Que inferno. Meu olhos voam para os dele.

- Está reconhecendo? - pergunta, sem conseguir disfarçar o sorriso.

Putz....as braçadeiras. Ele estava se reabastecendo na Park's! Tudo se esclarece. Olho para ele boquiaberto, sentindo uma nova descarga de adrenalina. Tudo bem - isso me chamou a atenção - já estou acordado.

- Tenho uma tesoura aqui. - Ele a segura para eu ver. - Posso cortar a braçadeira e solta-lo imediatamente.

Tento separar os pulsos, testando a braçadeira, e o plástico afunda na minha carne quando faço isso. Dói, mas se eu relaxar os pulsos, não incomoda - o fio.

- Venha.

Ele pega minhas mãos e me conduz para a cama de quatro colunas. Vejo agora que está arrumada com lençóis vermelhos e tem uma algema em cada canto.

Ele se abaixa e murmura no meu ouvido:

- Quero mais. Muito mais.

E meu coração dispara de novo. Caramba.

- Mas vou ser rápido. Você está cansado. Segure a coluna.

Franzo a testa. Então não é na cama? Descubro que posso separar as mãos ao segurar a coluna de madeira.

- Mais baixo - ordena ele. - ótimo. Não solte. Se soltar, apanha. Entendeu?

- Sim, senhor.

- Ótimo.

Ele fica em pé atrás de mim, agarra meus quadris e me levanta, fazendo com que eu fique inclinado para a frente, segurando a coluna.

- Não solte, Kyungsoo - avisa. - Vou foder você com força por trás. Segure a coluna para se apoiar. Entendeu?

- Sim.

Ele me dá uma palmada na bunda. Ai....dói.

- Sim, senhor.

- Abra as pernas.

Ele põe a perna entre as minhas, e, segurando meus quadris, empurra minha perna direita para o lado.

- Assim é melhor. Você tem uma pele linda, Kyungsoo - sussurra, abaixando-se e cobrindo minhas costas de beijos leves como plumas ao longo da coluna.

Ao mesmo tempo, traz as mãos para frente do meu corpo, apalpando meu peito, e, ao fazer isso, prende meus mamilos entre os dedos e os puxa com delicadeza.

Abafou um gemido ao sentir o corpo todo responder, se acendendo de novo para ele.

Ele me morde e me chupa delicadamente na cintura, puxando meus mamilos. Suas mãos se afastam e ouço o agora familiar ruído de papel laminado sendo rasgado. Ele se desvencilha das calças.

- Você tem uma bunda muito atraente e sensual, Kyungsoo. O que eu gostaria de fazer com ela?

Suas mãos alisam e moldam cada uma das minhas nádegas, então seus dedos descem, eles rodeiam minha entrada, e ele enfia dois dedos dentro de mim.

- Tão bom. Você nunca me decepciona, Kyungsoo - murmura ele. - Se segure bem....vai ser rápido, baby. 

Ele agarra meus quadris e se posiciona, e eu me preparo para o ataque, mas ele estica o braço e agarra meu cabelo. Muito lentamente, ele me penetra, puxando meu cabelo ao mesmo tempo. Ah, a sensação de preenchimento. Ele sai de mim lentamente, e sua outra mão segura meus quadris com firmeza, e então me penetra com força, me sacudindo para frente.

- Segure-se, Kyungsoo!

Agarro a coluna com mais força, me movendo de encontro a ele enquanto continua aquela acometida impiedosa. Jongin continua movimentando o corpo com brutalidade contra o meu, a respiração áspera, gemendo. Meu corpo está respondendo....como? Sinto um espasmo. Mas, de repente, Jongin para, cravando fundo para valer.

- Vamos, Soo, goze - grunhe ele, e meu nome em seus lábios me leva a loucura, e me transformo na vertiginosa sensação física e no doce orgasmo, perdendo total e completamente os sentidos.

Quando volto à razão, estou deitado em cima dele. Ele está de costas no chão e eu estou olhando para o teto. Jongin esfrega o nariz na minha orelha.

- Levante as mãos - diz baixinho.

Meu braços parecem de chumbo, mas eu os levanto. Ele pega a tesoura e passa uma lamina sob o plástico.

- Eu o declaro inaugurado - sussurra, ao cortar o plástico.

Rio, e esfrego os pulsos depois que são soltos. Sinto a satisfação dele.

- Que som encantador.

Senta-se de repente, me levanto junto, e fico outra vez em seu colo.

- A culpa é minha - diz ele, e me leva para frente para poder massagear meus ombros e braços.

O quê? 

Olho-o atrás de mim, tentando entender o que quer dizer.

- Por você não rir com mais frequência.

- Não sou de ficar rindo à toa - resmungo sonolento. 

- Ah, mas quando isso acontece, Sr. Do, é um deleite para os sentidos.

- Muito lisonjeiro, Sr. Kim - murmuro, tentando ficar de olhos abertos.

Ele relaxa e sorri.

- Eu diria que você esta muito fodido e precisa dormir.

- Isso não foi nada lisonjeiro.

Ele se levanta e se abaixa para me ajudar a ficar em pé e me conduz até a porta, atrás da qual está pendurado um roupão. Pacientemente, me veste como se eu fosse uma criancinha. Quando estou coberto, ele se abaixa e me dá um.beijo delicado, a boca se abrindo num rápido sorriso.

- Para a cama.

Ah...não.

- Dormir - acrescenta.

De repente, me levanta e me carrega encolhido no colo para o quarto. Vou com a cabeça caída em seu peito. Estou exausto. Ele afasta o edredom, me deita na cama e, o que é mais surpreendente, se deita ao meu lado e me beija.

- Agora durma, lindo garotinho - murmura, beijando meu cabelo.

E antes de poder fazer um comentário divertido, já adormeço. 



Notas Finais


E eu pensando que jorginho tava satisfeito.


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