História Fifty Shades of Kim - Capítulo 61


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Categorias 50 Tons de Cinza, EXO
Personagens D.O, Kai
Tags 50 Tons De Cinza, Adulto, Baekhyun, Chanbaek, Chanyeol, Exo, Fifty Shades Of Grey, Irene, Jimin, Jongin, Kai, Kaisoo, Kyungsoo, Lemon, Lisa, Yugyeom
Visualizações 294
Palavras 1.434
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Drama (Tragédia), Hentai, Lemon, LGBT, Romance e Novela, Suspense, Yaoi (Gay)
Avisos: Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Oi, bom eu pensei bastante em o que fazer com essa fic e, cheguei a conclusão de que eu não vou parar com ela, eu acho que não isso que estou fazendo não seja plágio e sim uma versão do livro! Então muito obrigada pelos comentários carinhosos e os pedidos para eu continuar, e vamos ver no que vai dá isso aqui, já tem um bom tempo que comecei fifty shades e ate agora não me deu problema nenhum e aliás já conheci pessoas que fizeram o mesmo e continuam fazendo, então não acho que tenha problema.

Então é só isso mesmo, fiquem com esse cap da fic e desculpe qualquer coisa.

Boa leitura 💕

Capítulo 61 - Capítulo 61



Kyungsoo P.O.V.

Jongin atravessa a porta de madeira do ancoradouro como um roquete e detém para ligar alguns interruptores. Ouço as lâmpadas fluorescentes estalando e zumbindo m sequência enquanto uma claridade dura inunda a ampla construção de madeira. De cabeça para baixo, noto um iate impressionante flutuando docemente na água escura da doca, mas só o vejo e relance, pois ele logo sobe uma escada de madeira me carregando para o andar de cima.

Ele para no portal e liga outro interruptor - acendendo agora lâmpadas halogenas, que são mais suaves, com regulador de intensidade - e estamos em um sótão de teto inclinado. A decoração é em estilo náutico da Nova Inglaterra: combinação de azul-marinho e creme com traços de vermelho. Há poucos moveis, dois sofás e é tudo o que consigo ver.

Jongin me coloca de pé no chão de madeira. Não tenho tempo de examinar o ambiente - meus olhos não conseguem desgrudar dele. Estou fascinado....observando-o como alguém faria com um predador raro e perigoso, esperando o bote. Ele está ofegante, acabou de atravessar o gramado e subir um lance de escadas me carregando nas costas. Os olhos escuros estão inflamados de raiva, desejo e pura e legítima volúpia. 

Puta merda. Eu poderia entrar em combustão espontânea só com o olhar dele.

- Por favor, não me bata - sussurro, implorando.

Ele fecha a cara, arregalando os olhos. Pisca duas vezes.

- Não quero apanhar de você, aqui, agora. Por favor, não me bata.

Ele fica boquiaberto, surpreso. Num rasgo de coragem, estico o braço hesitantemente e toco seu rosto, correndo os dedos pela borda da sua costeleta. Ele fecha os olhos lentamente, encosta o rosto na minha mão e fica com a respiração presa na garganta. Levanto a outra e corro os dedos pelo seu cabelo. Ele solta um gemido quase inaudível e, quando abre os olhos, está com o olhar desconfiado, como se não entendesse o que estou fazendo.

Adianto-me, ficando mais perto dele, puxo-o delicadamente pelo cabelo, trazendo sua boca até a minha, e beijo-o, enfiando a língua em sua boca por entre seus lábios. Ele geme e me abraça, puxando-me para junto de seu corpo. Suas mãos encontram meu cabelo, e, forte e possessivo, ele retribui meu beijo. Nossas línguas se enroscam, consumindo-se mutuamente. O gosto dele é divino.

De repente, ele recua, nossas respirações ofegantes se misturando. Deixo cair as mãos em seus braços, e ele me olha furioso.

- O que está fazendo comigo? - sussurra, confuso.

- Beijando você.

- Você disse não.

- O que?

Não para quê? 

- Na mesa de jantar, com suas pernas.

Ah....então é tudo por causa disso.

- Mas estávamos na mesa de jantar dos seus pais. - Olho para ele completamente perplexo.

- Ninguém jamais me disso não antes. E isso é muito....excitante.

Seus olhos se arregalam, cheios de espanto e desejo. É uma mistura embriagadora. Engulo em seco instintivamente. Suas mãos descem para minha bunda. Ele me puxa com força contra seu corpo, contra sua ereção.

Minha nossa....

- Você ficou zangado e excitado porque eu disso não? - suspiro espantado.

- Estou zangado porque você nunca me falou da viagem. Estou zangado porque vê foi beber com aquele cara que tentou agarra-lo quando estava bêbado e o largou com uma pessoa praticamente desconhecida quando você estava passando mal. Que tipo de amigo faz isso? E estou zangado e excitado porque você fechou as pernas para mim.

Seus olhos tem um brilho perigoso, e ele está desabotoando minha calça devagarinho.

- Eu quero você, e quero agora. E se não vai me deixar bater em você, que é o que merece, vou transar com você nesse sofá agora mesmo, para o meu prazer, não o seu.

Minha calça de repente está em minhas coxas e mal cobre minha bunda nua. De repente ele a aperta, passa o dedo por minha entrada e devagarinho enfia o dedo dentro de mim. Com o outro braço, envolve minha cintura, ele me imobiliza. Sufoco um gemido.

- Isso é meu - sussurra ele, agressivo. - Todo meu. Entendeu?

Fica enfiando e tirando o dedo enquanto me olha, avaliando minha reação, o olhar pegando fogo.

- Sim, seu - sussurro, sentindo aquele tsunami de desejo se propagando pela minha corrente sanguínea, afetando tudo. Meu coração dispara, tentando sair do peito, e o sangue lateja em meus ouvidos.

Com um movimento brusco, ele faz várias coisas ao mesmo tempo: retira os dedos de dentro de mim, termina de retirar minha calça e a joga no chão, abre a braguilha e me empurra para o sofá e se deita em cima de mim.

- Mãos na cabeça - ordena, dentes cerrados ao se ajoelhar para afastar mais minhas pernas.

Olhando para mim com uma cara sinistra, põe a mão no bolso do paletó e saca um envolopinho de papel laminado antes de se desvencilhar do blazer que cai no chão. Ele coloca a camisinha naquela extensão impressionante. 

Ponho as mãos na cabeça, e sei que isso é para eu não tocar nele. Estou muito excitado. Sinto meus quadris já se mexendo ao encontro dele - querendo-o dentro de mim - bruto e duro. Ah....a expectativa. 

- Não temos muito tempo. Isso vai ser rápido, e é para mim, não para você. Entendeu? Não goze, ou vai apanhar - diz entre dentes. 

Pita que pariu....como eu paro?

Com uma estocada rápida, ele está dentro de mim. Dou um gemido gutural, e exulto ao ser possuído dessa forma tão plena. Ele põe as mãos sobre as minhas no alto da minha cabeça, força meus braços com os cotovelos, abaixando-os e abrindo, e prensa com a pernas. Estou preso. Ele me preenche por inteiro, esmagando-me, quase sufocando. Ele se mexe com rapidez fúria dentro de mim, a respiração áspera em meu ouvido, e meu corpo responde, derretendo-se em volta dele. Não posso gozar. Não. Mais estou indo e vindo ao encontra de cada investida dele, um contraponto perfeito. Bruscamente, e muito depressa, ele arremete com força e para o chegar ao orgasmo, sibilando entre dentes. Relaxa por um instante, e sinto todo o seu peso gostoso em cima de mim. Não estou pronto para deixa-lo se retirar, meu corpo deseja muito um orgasmo, mas ele é muito pesado, e, naquele momento, não consigo me mexer. Ai, ele sai, me deixando com sede de mais. Ele me olha com raiva.

- Não se masturbe. Quero você frustrado. É isso que você teme provoca ao não falar comigo, ao me negar o que é meu.

Seus olhos estão de novo pegando fogo.

Balanço a cabeça, arfando. Ele se levanta, tira a camisinha, amarra-a na ponta e põe no bolso da calça. Olho para ele, a respiração ainda irregular, e, sem querer, aperto as coxas, tentando me aliviar um pouco. Jongin fecha a braguilha e passa a mão no cabelo ao pega p blazer. Volta os olhos para mim, a expressão mais suave.

- É melhor a gente voltar para lá. Tome. Pode vestir isso.

Do bolso interno, ele saca minha cueca. Não sorrio ao pega-lá da mão dele, mas, no fundo, eu sei - fui punido, mas tive uma pequena vitória com a cueca. Vista a cueca e pego minha calça a vestindo em seguida. 

- Jongin! - grita Hyundai do térreo.

Ele se vira e levanta as sobrancelhas para mim.

- Bem na hora. Nossa, as vezes ela é muito irritante.

Rapidamente, tentar ajeitar minha camisa e o cabelo de quem acabou de transar. 

- Aqui em cima, Hyuna - grita ele. - Bem, Sr. Do, sinto-me melhor por isso, mas ainda quero espancar você - diz ele baixinho.

- Acho que não mereço isso, Sr. Kim. Especialmente depois de tolerar seus ataque a troca de nada.

- A troco de nada?

Ele faz tudo parecer magoado.

Contraio os lábios.

- Foi um ataque como a melhor forma de defesa. 

- Defesa contra o que?

- Você e sua mão descontrolada.

Ele inclina a cabeça e sorri para mim. 

- Mais foi tolerável?

Enrubesço. 

- Muito pouco.

- Ah, vocês estão ai.

Hyuna sorri para nós. 

- Eu estava mostrando a propriedade para o Kyungsoo. 

Jongin me estende a mão.

- Baekhyun e Chanyeol já vão embora. Aqueles dois não são incríveis? Não conseguem ficar sem se tocar. - Hyuna finge estar aborrecida com isso e olha de Jongin para mim. - O que andaram fazendo aqui?

Nossa, ela é direta. Fico vermelho.

- Estou mostrando ao Kyungsoo meus troféus de remo. - Jongin diz sem titubear, com cara de paisagem. - Vamos nos despedir do Baekhyun e do Chanyeol.

Troféus de remo? Ele me puxa delicadamente para sua frente e, quando Hyuna se vira para sair, dá uma palmada na minha bunda. Arquejo com surpresa.

- Vou fazer isso de novo Soo, e logo - ameaça ele serenamente no meu ouvido, depois me abraça por trás e beija meu cabelo.




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