História Fifty Shades of Perversion - Capítulo 10


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Categorias 50 Tons de Cinza, Naruto
Personagens Dan Kato, Hashirama Senju, Jiraiya, Kakashi Hatake, Kushina Uzumaki, Madara Uchiha, Mei, Minato "Yondaime" Namikaze, Naruto Uzumaki, Orochimaru, Shizune, Tsunade Senju
Tags 50 Tons, Anime, Ficção, Fifty Shades Of Grey, Hokage, Jiraiya, Jiratsu, Jiratsuna, Konoha, Mangá, Naruto, Tsujiraiya, Tsunade
Visualizações 117
Palavras 2.899
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Crossover, Ficção, Hentai, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Violência
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 10 - Surpresa


CAPÍTULO DEZ

Acordei na manhã do dia seguinte, com algo um pouco pesado em meu quadril, envolvendo-me perto de algo grande e musculoso. Ao abrir meus olhos me deparei com Jiraiya dormindo ao meu lado. Óbvio que fiquei feliz em saber que no fim das contas ele acabou dormindo comigo. Ao me remexer seu braço me segurou firme, impedindo-me de levantar.

- Aonde pensa que vai? - Ele perguntou ainda sonolento.

- Trabalhar. 

- Te dou mais esse dia de folga.

Eu queria ficar com ele, mas eu também tenho uma vida.

- Jiraiya, tem pessoas que precisam de mim no hospital. Preciso ir. - Tentei me levantar outra vez, no entanto, Fui puxada para cima de seu corpo. 

- Por que você insiste nisso?

- E por que você dormiu comigo? - Mudei de assunto.

Só agora pareceu que Jiraiya notou que estava na mesma cama que eu e dormimos juntos pela segunda vez. Saí de cima de seu corpo e ele levantou-se em silêncio. 

- Vou fazer o café pra você. 

E saiu do quarto.

Demorei no máximo vinte minutos para me arrumar, pentear os cabelos e colocar os sapatos. O creme que Jiraiya passou em mim ontem a noite fez efeito, e agora meu traseiro não estava tão dolorido. Mesmo assim, eu ainda estava magoada, e conseguia sentir a dor arder. Desci até a cozinha e Jiraiya preparou torradas com suco de laranja natural. Comemos em silêncio. Talvez ele ainda saiba que estou chateada pelo seu castigo da noite passada, mas eu não o culpo. Eu culpo é a pessoa que fez ele ser assim, e tenho quase certeza de que seu pai biológico está envolvido nisso. "Meu pai era um homem... Singular", foi o que Jiraiya revelou de seu pai. Singular. Virei meu olhar para o corredor, onde eu podia ver perfeitamente a porta do quarto de jogos. Parece que eu estava conseguindo encaixar as peças. Será que o pai dele...?

- Tsunade? - Jiraiya me chamou a atenção. Acho que ele percebeu que eu fiquei encarando o quarto por tempo demais. - Você está bem?

- Claro, por que eu não estaria?

- Porquê você nem tocou direito na comida.

Olhei para meu próprio prato e percebi minha torrada com apenas duas mordidas e meu copo de suco só pela metade.

- Eu não estou com muita fome.

- Tem alguma coisa haver com o quarto?

- Não é o quarto. Eu só estava pensando. 

- Você pensa de mais, tente esfriar a cabeça um pouco. - Jiraiya pegou minha torrada e mirou na minha boca. - Coma. - Ordenou. E mais uma vez, sou uma Submissa fazendo os desejos de seu Amo. Abri minha boca e Jiraiya colocou um pedaço da torrada em meus dentes. - Agora, morda.

Mordi e engoli. Depois tomei o suco antes que ele fizesse o mesmo como fez com a torrada. Após a refeição tomei a pílula do dia seguinte e ele me levou para o hospital e me deu um beijo de despedida. A semana foi tranquila, apenas quinta-feira tivemos um paciente que precisou de uma cirurgia de troca de rins, por sorte, conseguimos salva-lo. Aquela semana passou rápido, ao piscar os olhos eu já estava fechando minha grande mala para ir até a casa de Shizune, onde eu passaria o final de semana com ela. Preciso ficar um pouco longe de tudo isso, e pensar a respeito de meu relacionamento com Jiraiya. Se ele foi capaz de me castigar de verdade, será que ele pode fazer pior? Eu me fazia essa pergunta diversas vezes a cada passo que eu dava para fora de meu apartamento. Mei já estava ciente de que eu iria ficar fora nesse fim de semana, então ela já preparou uma listinha de coisas para fazer para tentar não ficar em depressão até eu voltar.

Eu iria pegar um táxi para ir até a casa de Shizune, mas essa ideia foi por água abaixo quando Damon estava com uma das ferraris de Jiraiya me esperando logo em frente ao meu apartamento. Não acredito nisso.

- O que está fazendo aqui? - Perguntei ao Damon.

- O Sr. Ogata me pediu para leva-la até a casa da Sra. Kaito.

Revirei os olhos. Eu não queria ir numa ferrari super cara até a casa da minha pupila. Mas agora, não posso fazer nada. E Damon não tem culpa, ele só estava fazendo o seu trabalho. Ele abriu a porta para mim e entrei. Dei o endereço da moradia de Shizune e peguei meu celular para mandar uma mensagem para Jiraiya.

De: Tsunade Senju.

Para: Jiraiya Ogata.   10:17HS AM.

"Não era necessário chamar o Damon para me levar. Eu tenho dinheiro para chamar um táxi!"

E não demorou muito para ele responder.

De: Jiraiya Ogata.

Para: Tsunade Senju.   10:19HS AM.

"Sabe que não sou o tipo de homem que deixa sua companheira viajar de qualquer jeito. E eu confio no Damon"

Eu iria entrar numa discussão com ele, mas achei melhor não. Eu poderia só piorar as coisas. Deixei quieto e só vizualizei a mensagem. Pelo menos não demorou muito para chegar a casa de campo de Shizune. Não era como o casarão da família Ogata, era mais simples. Mas era linda e fofa. 

- Tenha um bom fim de semana, Sra. Senju. - Desejou-me Damon.

- Digo o mesmo.

Desci do carro e Shizune logo já veio me receber com seu abraço reconfortante.

- Chegou mais cedo do que eu esperava. - Disse Shizune sorrindo. 

- Sei que nos vemos todos os dias no hospital, mas mesmo assim, ainda tenho muita saudade.

- Titia Tsuna! - Sara apareceu sorridente na porta de entrada.

- Ohyaou, Sara. - Coloquei minha mala no chão e fui abraçar a garota de cabelos negros. - Como você está se sentindo? 

- Estou bem, graças a você. 

- Que bom. - Aquilo me alegrou.

Shizune pegou minha mala e entramos dentro da linda casa. O marido de Shizune, Jackson, estava na piscina. Fizemos um churrasco e Shizune me contou várias novidades. Ela me disse que amanhã alguns de seus amigos chegariam aqui para um almoço num restaurante logo aqui perto, e isso já foi um motivo para eu escolher uma roupa adequada. Ao anoitecer montamos uma fogueira e Shizune me mostrou um álbum de fotos. 

- Se lembra dessa? - Ela perguntou apontando para uma fotografia tirada no aniversário de oito anos dela.

- Claro que me lembro. Você tropeçou na Tonton e caiu com a cara no bolo. - Eu ri ao me lembrar disso.

- Eu não tinha visto ela logo embaixo dos meus pés. Eu estava muito ocupada olhado pro bolo. - Ela riu em seguida.

Passei a ver as outras fotos. Na página dezesseis tinha uma foto minha de quando era mais nova no time Sarutobi. Orochimaru e Jiraiya estavam na foto. Vários momentos daquela época invadiram meu subconsciente, principalmente Jiraiya, e isso já me fez sentir um pouco de mal estar.

- Eu vou dormir. - Entreguei o álbum para Shizune.

- Mas já?

- É, eu não estou me sentindo bem. - Eu fingi estar com dor de cabeça. 

Shizune deu de ombros e fui para o meu quarto. Coloquei um pijama e me enfiei debaixo das cobertas quentes. Antes de me deitar peguei meu celular para me certificar de que Jiraiya não havia me mandado alguma mensagem, e ele fez. Mandou a tarde, quando eu estava ocupada brincando com Sara no gramado.

De: Jiraiya Ogata.

Para: Tsunade Senju.     16:58HS PM.

"Espero que esteja se divertindo. Estou com saudades."

Fiquei com a consciência leve ao saber que ele sente saudades.

De: Tsunade Senju.

Para: Jiraiya Ogata.         00:05HS AM.

"As coisas aqui estão bem. Fico lisonjeada em saber que sente saudades. Muito trabalho?"


De: Jiraiya Ogata.

Para: Tsunade Senju.       00:06HS AM.

"O mesmo de sempre. Agora estou indo rever uma pessoa. Depois falo com você."

Rever uma pessoa? Quem? Eu não sei o porquê mas, acho que tenho um pressentimento de já saber de quem se trata.

De: Tsunade Senju.

Para: Jiraiya Ogata.         00:06HS AM.

"Com quem vai se encontrar? Seu pai biologico?"

Ele visualizou e demorou um pouco para responder. Está decidindo se deve ou não me contar. Ele está exitando.

De: Jiraiya Ogata.

Para: Tsunade Senju.       00:10HS AM.

"Não precisa se preocupar com isso. Vai ser só um reencontro."

Eu sabia! Eu não gostei daquilo. Tenho quase certeza de que o pai de Jiraiya é o responsável pelo o que aconteceu com ele. Mas por que eles estão se encontrando? Quando foi que eles começaram a se falar de novo? Meu celular tocou e Jiraiya estava me ligando. É incrível como ele me conhece tão bem que sabe quando estou incomodada. No entanto, eu não atendi. Desliguei o aparelho e me virei de lado para dormir. 

No dia seguinte eu acordei perto do meio dia. Se não fosse pelo despertador eu não teria acordado antes disso. Vozes abafadas do outro lado da minha porta podiam ser ouvidas bem baixo, e logo percebi que os amigos de Shizune já haviam chegado. Quando liguei meu celular marcavam vinte minutos para o meio dia, e mais três chamadas perdidas de Jiraiya. Eu não me importei com isso, até eu perceber que posso ter quebrado alguma regra e ele pode me castigar quando eu voltar. Porra! Eu devia ter atendido! Sorte que ele não sabe onde a Shizune mora, e que a casa dela fica vários quilômetros longe de Konoha.

Coloquei uma roupa adequada para ir daqui a pouco no restaurante e prendi meu cabelo num rabo de cavalo. Meu penteado da juventude. Quando cheguei na sala tinha no máximo doze pessoas e Shizune estava no centro recebendo todos. Ela acenou para mim, me chamando para ir até ela. Fui apresentada para alguns de seus amigos e juntos fomos para o restaurante, no qual Shizune já havia reservado algumas mesas para sua família e amigos. Me sentei numa mesa retangular tamanho médio ao lado da janela. As cadeiras tinham almofadas, e a mesa estava decorada com um pequeno vidro de uma margarida. O restaurante tinha um aspecto daquelas casas de campo, feito com madeira personalizada e tijolos redecorados. Era lindo. Sara estava brincando com algumas crianças e Jackson conversava com dois amigos de Shizune na entrada, apreciando a vista do lago. Somente eu e Shizune ficamos na mesa batendo papo.

- O que tem rolado entre você e Jiraiya? - Ela perguntou chamando um garçom para nos servir dois copos de suco.

- É meio complicado de dizer. - Peguei o copo e bebi um pouco do maravilhoso suco de abacaxi.

- Eu percebi como você ficou quando olhou para aquela foto de vocês na infância ontem. - Capaz que ela não iria perceber. É a Shizune. - Não quer conversar sobre isso?

Bebi mais um pouco do suco antes de falar.

- Ele quer manter em sigilo.

- Então vocês estão juntos! - Shizune apontou o dedo pra mim como se tivesse me pegado fazendo algo de errado.

- Nani? N-não! Não é bem assim. - Chamei o garçom para me servir mais um pouco do suco. 

- Você já assumiu. Mas um relacionamento sigiloso? Por que ele quer isso?

- Porque ele não é mais o mesmo. As vezes penso se ainda tenho chance de trazer o antigo Jiraiya de volta.

- Bem, talvez você devesse pesquisar mais afundo sobre a vida dele. Descobrir o que causou essa mudança. 

Terminei de beber o resto do meu segundo copo de suco.

- Acredite, estou tentando. 

Nesse momento meu celular vibrou. Uma nova mensagem. É do Jiraiya!

De: Jiraiya Ogata.

Para: Tsunade Senju.      12:34HS PM.

"Quer um outro suco?"

PUTA QUE PARIU!

- Não pode ser! - Comecei a olhar por todos os lados do restaurante. Tentando encontrar Jiraiya em algum lugar. 

- O que foi? - Perguntou Shizune sem entender minha reação. 

- É o Jiraiya, ele ta aqui!

- Aqui? Tipo agora?!

- É, agora! 

Eu fiquei apavorada. E se ele veio para me castigar de não ter atendido suas ligações? Mas é impossível, Jiraiya não sabe onde Shizune mora, muito menos onde estou! Não pode ser verdade.

- A quanto tempo, Shizune. - Disse uma voz bem atrás de mim. A aproximação era tanta que eu podia sentir o calor de seu corpo. 

Eu nem consigo me mover.

- Jiraiya-sama, você por aqui? - Shizune falava com Jiraiya olhando para cima de minha cabeça. 

Juntei forças para me virar e foi comprovado. Eu não estava tendo algum tipo de alucinação, era ele de fato. 

- Pois é. Vim fazer uma visita rápida. - Seus olhos baixaram para poder encontrar os meus. - Você está linda, querida.

- Como descobriu que eu estava aqui? - Perguntei com a respiração meio acelerada.

- Eu tenho meus truques na manga. Mas agora eu gostaria de ficar a sós com você. 

- Por quê? - Quer me castigar?

- Só quero conversar. - E com certeza quer me dar uma grande surra.

Olhei para Shizune e parecia que ela não se importava. Ela apenas acenou com a cabeça e voltei a encarar Jiraiya. Ele estendeu sua mão e eu a segurei. Fui guiada até um campo do outro lado do lago, e fiquei o tempo todo quieta. 

- Por que está tão tensa? - Jiraiya perguntou me levando até a sombra de uma grande árvore. 

- Você vai me castigar? - Minhas mãos estavam trêmulas. 

- E por qual motivo eu faria isso?

- Talvez seja pelo fato de eu não ter atendido suas chamadas. Isso é contra as regras?

Jiraiya deu um leve sorriso. Sua mão direita tocou minha bochecha e ao invés de eu sentir medo, apenas me senti segura.

- Não irei te castigar. Só estou aqui por quê eu sabia que você ficou incomodada com alguma coisa. E só quero saber a razão de você ter ficado desse jeito.

- Você me disse que foi rever uma pessoa ontem a noite. Era o seu pai?

Jiraiya apertou os lábios. 

- Sim, era o meu pai. - Confirmou.

- Ele está envolvido nisso tudo, não está? 

- Em certas coisas, sim. Mas não quero falar sobre isso.

- Jiraiya eu não quero você me escondendo as coisas! Por que você não pode me contar?!

- Por que você é...!

- Uma Submissa? - Tentei completar. 

- É importante pra mim. - Ele sussurrou. Fiquei em silêncio. - Se algo acontecer com você por eu ter te envolvido nisso, não sei o que eu faria.

Seu olhar ficou vazio. Triste. Meus braços passaram por volta de seu pescoço, puxando-o para um abraço. Suas mãos pousaram em minhas costas e ficamos desse jeito por longos minutos.

- Você sabe que nada vai acontecer comigo. Eu sou uma Sannin Lendária ainda, esqueceu? - Murmurei em seu ouvido. 

- Mesmo assim. Quero te ver segura e protegida, mesmo se for contra mim.

- Por que eu teria que ficar protegida de você?

- Porque você ainda não viu o monstro em mim.

Me distanciei para olhar em seus olhos.

- E um dia eu irei conhecer esse monstro?

- Eu espero que não. 

Acredite, eu também espero o mesmo.

Jiraiya me segurou pelo quadril e bem devagar uniu nossos lábios. Ele me beijava delicadamente, e eu me entregava cada vez mais. Infelizmente ele parou o beijo, pegando algo dentro do bolso de seu paletó. Uma linda rosa vermelha. 

- É linda. - Elogiei pegando a rosa, inalando seu maravilhoso cheiro misturado com o perfume masculino de Jiraiya.

- Assim como você. 

Eu sorri tímida. 

- E você ainda me disse que não era mais do estilo romântico. 

- E eu não sou. Só que você merece um presente de vez em quando, e falando nisso eu tenho outro presente pra você. Venha comigo.

Jiraiya me levou até uma estrada a poucos quilômetros do restaurante. Haviam dois carros, ou melhor, duas ferraris. Uma da cor preta, a que Jiraiya quase sempre dirige e a outra era azul fosco. Ele me trouxe até aqui para mostrar seu novo carro?

- Não faz muito o seu estilo. - Eu disse olhando o belo carro.

- E não faz. É por isso que ele é seu. 

Arregalei os olhos. Aquela ferrari deve ter custado muito caro.

- Jiraiya, i-isso é um carro!

- Você é bem observadora. - Ele sorriu ironico me entregando a chave do meu novo carro. - Esse é o seu presente.

Uma coisa é uma rosa vermelha ou uma caixa de bombom, agora um carro é totalmente diferente. Eu revirei os olhos.

- Jiraiya isto está passando dos limites...!

- Você revirou os olhos pra mim? - Ele ficou sério. Puta merda, agora de fato, eu quebrei uma regra. Minhas pernas ficaram bambas. Serei castigada agora?

- Me d-desculpe, é só que... - Mordi o lábio. Estou com medo.

- Eu vou deixar passar dessa vez. Mas se isso se repetir terei que te castigar. Entendeu?

- Sim... - Recebi um olhar de reprovação de Jiraiya. - Sim, senhor. - Corrigi.

- Tsunade... - Ele segurou meu rosto com suas duas mãos. - Eu só quero o seu bem. Só isso.

Dei um meio sorriso e ele me beijou de novo. Seus braços fortes me seguraram firme, trazendo-me para mais perto de seu corpo. Eu o abracei e nosso beijo tornou-se profundo. Algo vibrou no peito de Jiraiya e mais uma vez encerramos o beijo. Ele pegou seu celular e atendeu.

- Alô? - Ouvi uma voz baixa vindo do celular. - O que? Como assim?! - Ele pareceu irritado. - Certo, daqui a meia hora estarei ai. - E desligou.

- O que aconteceu? 

- Preciso ir. Quando voltar para Konoha pode ir até minha casa?

- Posso, é claro.

- Certo. - Ele me deu um beijo na testa e foi embora na sua ferrari preta.

Me deixando parada na frente daquele carro super caro que ele comprou pra mim, uma chave, uma rosa e com uma única pergunta na cabeça: O que aconteceu de errado?






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