História Fifty Shades of Perversion - Capítulo 12


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Categorias 50 Tons de Cinza, Naruto
Personagens Dan Kato, Hashirama Senju, Jiraiya, Kakashi Hatake, Kushina Uzumaki, Madara Uchiha, Mei, Minato "Yondaime" Namikaze, Naruto Uzumaki, Orochimaru, Shizune, Tsunade Senju
Tags 50 Tons, Anime, Ficção, Fifty Shades Of Grey, Hokage, Jiraiya, Jiratsu, Jiratsuna, Konoha, Mangá, Naruto, Tsujiraiya, Tsunade
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Palavras 2.996
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Crossover, Ficção, Hentai, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Violência
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 12 - Prólogo - TONS MAIS ESCUROS II


CAPÍTULO DOZE

O som do carro de papai estacionou na garagem. Era tarde da noite, onde ele esteve esse tempo todo? Estou com insônia, desde a hora em que me deitei para dormir depois de ter balançado o berço de meu irmão recém nascido para ele dormir. Papai entrou dentro de casa, seus passos eram pesados e lentos. O som do sapato ecoava até meu quarto no segundo andar. A casa pode ser grande, mas ao silêncio da noite é possível ouvir até as cigarras cantar. A luz da sala de visitas no andar de baixo acendeu, causando uma pequena iluminação abaixo da porta de meu quarto. Comecei a ouvir uns cochichos. Curioso, me levantei devagar da cama e encostei meu ouvido na madeira da porta. 

- Onde você estava?! - Era a voz da mamãe. - Já é de madrugada e... Você bebeu?

- Não te interessa! Quem faz as perguntas e as ordens sou eu.

- Hiroshi, isso ta passando dos limites. 

- Esses são os meus limites. Agora vá para o quarto de jogos. - Ordenou papai.

- Não! Eu não quero.

- Eu mandei você ir! 

Mamãe ficou em silêncio. Eu já ouvi falar nesse quarto de jogos. Papai o fez quando terminou de construir essa casa, mas ele nunca deixou eu entrar e a porta sempre está trancada. Essa é minha chance. Abri a porta devagar, tentando ao máximo não fazer nenhum barulho. Mamãe e papai já não estavam mais na sala e a porta do quarto de jogos estava só encostada. Eu sempre fui curioso, mas não estou fazendo isso só para ver o quarto misterioso e sim porque estou com um pressentimento ruim. A mamãe parecia estar chorando quando estava acontecendo aquela pequena discussão com o papai. Será que ela está bem? Engatinhei até a porta, ouvindo suspiros e ao que parecia um som de choro. Tem algo errado. Agora, eu sentia um pouco de medo. Com minhas pequenas mãos trêmulas, abri um pouco da porta do quarto para ver o que estava acontecendo. Meus olhos arderam ao se esbugalharem. Coloquei uma mão em minha boca para abafar um grito de espanto. Havia várias tipos de correntes, algemas e cordas pelo quarto inteiro. Sem contar os diversos tipos de chicotes. As paredes eram da cor vinho e tinha uma cama enorme. Mas o que mais chamou a atenção, e me fez chorar, foi a visão de mamãe com os pulsos acorretandos e de quatro no colo do papai. O lindo vestido azul piscina dela estava amassado e levantado até suas costas, permitindo de seu traseiro ficar visível e papai poder lhe bater mais com o seu cinto. Ela chorava em silêncio para não fazer barulho, pois de fato acha que estou dormindo, e papai está dando suspiros. É como se ele estivesse gostando de fazer isso. Ele sempre fez isso com a mamãe? Meu corpo todo estava tremendo por completo. Me virei de costas, aquela cena foi horrível, preciso pedir ajuda. Me levantei para ter uma boa visão do corredor e o telefone estava do outro lado da sala. Mas o meu pânico me consumiu e acabei por tropeçar nos próprios pés e cai no chão. Fazendo um enorme barulho. Papai apareceu na porta do quarto de jogos com o cinto em sua mão. Seus olhos negros me fitaram com desaprovação. 

- Seu merdinha... - Ele caminhou a passos lentos até mim, pegando um cigarro em uma escrivanhinha e o acendendo. - Você não sabe mesmo dormir na hora certa, não é? - Ele colocou o cigarro em seus lábios e depois soprou. fazendo uma trilha de fumaça no ar. Ele fedia a álcool. Eu não conseguia me mexer. - Vou te dar uma lição, seu bostinha.

- JIRAIYA CORRE! - Gritou mamãe dentro do quarto.

- CALA A BOCA, ANGEL! - Exclamou papai com raiva. - E você, vem comigo!

- NÃO! - Gritei tentando correr.

Papai foi mais rápido e me pegou pelo braço, apertando-o de uma maneira que quase o quebrou. Ele me levou para dentro do quarto e trancou a porta. Mamãe estava algemada no pé da cama, sentada no chão. Seus lindos e longos cabelos brancos estavam bagunçados, e alguns fios grudavam em seu rosto por causa do suor. Seus olhos azuis estavam assustados e com medo. Papai me jogou no chão com força, diante dela.

- Seu pervertido bisbilhoteiro... - Papai colocou o cigarro em sua boca e arrancou minha camisa do pijama a força de meu corpo, rasgando algumas partes. - Você merece um castigo por não ter obedecido.

- HIROCHI DEIXA ELE EM PAZ! - Gritou mamãe chorando.

Papai segurou meu pulso com força e com a outra mão usou para apagar o cigarro em meu peito. Gritei de dor. Ele fez isso mais uma ou duas vezes. Me deixando pingos de queimaduras permanentes em meu peito. A dor era tanta que não consegui segurar minhas lágrimas. Papai pegou seu cinto e me bateu duas vezes em meu traseiro. Fazendo-me contorcer no chão. 

- Por favor, papai, para...! - Eu implorava ainda no chão. 

- Peça. - Ele ordenou. - Peça com educação. 

- Por favor... senhor... - Solucei em meio ao choro.

- Bom garoto. - Ele largou o cinto no chão. 

- Deixa eu cuidar dele, por favor... - Pediu mamãe.

- Leva ele pro quarto agora. - Papai mandou. Ele desamarrou a mamãe e logo ela veio me pegar em seu colo. Seus braços frágeis me reconfortaram.

Fui levado até meu quarto e mamãe trancou a porta. Ela sentou na minha cama comigo ainda em seu colo.

- Me d-desculpa... - Eu gaguejava ainda com dor. - E-Eu não queria...

- Calma, querido. - Mamãe me balançava em seu colo. - Isso vai acabar. Amanhã a mamãe vai chamar um advogado e o papai irá embora.

Papai fechou a porta do quarto de jogos com força e o estrondo ecoou pela casa. Me fazendo dar um salto de susto. Mamãe pôs sua mão em minha cabeça,  e começou a cantar uma música de ninar.

- "E eu escrevo meus passos na areia do mar... - Ela cantava com sua linda voz. - Os meus contos, te conto. E antes de acabar os meus dias marcado num papel, no fundo do poço eu consigo tocar o céu."

E dormi em seus braços. No dia seguinte, mamãe chamou seu advogado e assinou o papel do divórcio, depois de sete anos casada com o papai.

Acordei assustado na cama. Esses malditos pesadelos de minha infância estão me atormentando mais e mais a cada noite. Eles estão mais frequentes e começaram a acontecer desde que Tsunade e eu terminamos á três meses atrás. Meu corpo estava quente e suado. Preciso esfriar a cabeça. Me levantei e andei até o banheiro, tomando um banho bem demorado. O relógio marcava duas e quarenta da madrugada, quase três horas. Não dá pra continuar desse jeito, estou tendo dificuldade para trabalhar por causa da insônia. Após o banho me olhei no espelho do banheiro, vendo as marcas de queimaduras visíveis em meu peito causadas pelo meu pai quando eu tinha somente sete anos de idade. Koji era recém nascido, então ele não sabe sobre a mamãe, muito menos a Kristin. Ela é filha de Erick, mas mesmo assim, eu a considero como minha irmã biológica. Voltei para cama e logo ela veio em minha mente. Tsunade. Eu sou um completo bosta.

Ela não merecia aquilo. Eu a queria perto de mim, mas acabei por faze-la se distanciar. Estou arrependido, e eu a quero de volta. Mais do que tudo nesse mundo. Ela foi mais que uma Submissa, por incrível que pareça, ela despertou meu antigo amor por ela, fazendo-me ama-la outra vez. E agora, preciso fazer o que sempre fiz quando eramos mais jovens... Vou fazer de tudo para reconquista-la.

~~*~~

É meio difícil de se adaptar com essa nova vida. Desde que Mei foi morar com Koji em uma grande casa aqui em casa as coisas andam meio sem graça. Mas eu me acostumo. Agora sou a vice diretora do hospital, e eu não poderia estar mais feliz do que já aparento. Meu novo apartamento é maior que o antigo e ainda tenho dificuldade para saber onde fica tal quarto e banheiro. É, eu ainda não sei achar meu banheiro direito. Porém tenho uma linda vista da aldeia na sala. Minha vida meio que se tornou chata, pelo motivo de eu sempre fazer quase as mesmas coisas todos os dias. Acordo cedo, vou trabalhar, chego em casa tarde e vejo TV comendo dangos e vou dormir. No dia seguinte tudo se repete. Acho que a única coisa boa que me alegra é a felicidade de Mei, meu novo cargo no trabalho e meu grande apartamento. Fora isso, nada mais me importa. A campainha tocou, e achei um pouco estranho, já que eu não estava esperando nenhuma visita. Será que é a Mei com suas visitas surpresas?

Abri a porta e era o porteiro do prédio, segurando um enorme buquê de rosas brancas.

- Sra. Senju, isso chegou para você agora a pouco.

Ergui uma sobrancelha. 

- Sabe quem mandou? - Perguntei pegando o grande buquê. 

- Tem um cartão nas rosas. O nome deve estar ai.

De fato, havia sim um cartão no buquê. 

- Certo, arigatou.

Ele fez uma reverência a foi embora. Fechei a porta com a ponta do pé, pois o buquê era enorme e eu precisava das duas mãos. Coloquei-o em cima da mesa e peguei o cartão com uma pequena frase. 

"Estou feliz pelo seu novo cargo no trabalho."

Virei o cartão e o nome do responsável estava bem nítida em vermelho. Jiraiya Ogata. Meu dia maravilhoso foi por água abaixo. Faz exatamente três meses desde que nos vimos pela última vez, na noite em que ele me puniu e cheguei chorando em casa fazendo Mei ficar perturbada e me consolar. Foi o pior dia da minha vida. Eu não contei para ela sobre o ocorrido, só lhe disse que eu havia terminado meu relacionamento com Jiraiya e que tivemos uma briga horrível. 

Eu prometi para mim mesma de que o esqueceria, por isso peguei o buquê e o segurei bem em cima do lixo da cozinha. No entanto, não tive coragem. Afinal as rosas não tem culpa. Como não tive uma outra idéia coloquei o buquê de enfeite na mesa e só coloquei o cartão no lixo. Olhei para o relógio e faltava meia hora para eu chegar no hospital, então me apressei para me arrumar. Coloquei minha roupa de sempre e meu casaco verde, só demorei um pouco para achar meus sapatos, e quando os encontrei corri para o hospital.

Ao chegar todos me cumprimentaram como sempre. Shizune agora ocupava meu antigo lugar como uma das médicas ninjas mais importantes do local, e isso me deixava com muito orgulho dela. Passou somente dez minutos após minha chegada e logo Madara Uchiha chegou. Ele era o diretor do hospital. Logo após meu termino com Jiraiya, ele devolveu o hospital ao antigo dono, e em seguida Alex convidou Madara para ser o diretor. Ele era um amigo muito próximo de meu falecido avô, mesmo ambos terem tido vários conflitos, mas os Senjus e os Uchihas fizeram um acordo de paz a dez anos atrás. Assim como eu, Madara também deve usar algum jutsu para disfarçar a aparência, pois ele ainda tinha seu belo e antigo rosto quando era mais jovem.

- Bom dia, Tsunade. - Madara me cumprimentou.

- Bom dia, Sr. Uchiha. - Fiz uma reverência. 

- Tsunade, nós já somos próximos por causa de nossos clãs e você é meu braço direito, sabe que pode me chamar de Madara.

- Bem, já que o senhor insiste. 

- Ta, agora o senhor é bom evitar, assim eu me sinto velho. - Ele disse irônico. 

Dei uma leve risada. Todos respeitavam Madara, inclusive eu, ele agora era um bom homem. O trabalho hoje foi tranquilo, e no meio da tarde recebi uma ligação de Mei. Entrei dentro do banheiro para poder falar com ela sem o tumulto dos enfermeiros e pacientes.

- Como está minha princesa das lesmas favorita? - Perguntou Mei alegre do outro lado da linha.

- Mei, eu sou única princesa das lesmas que existe.

- Mas é claro que é, você é única! 

Sorri tímida. 

- Ah, para, assim você me deixa sem jeito.

- Só digo verdades... EAI TSUNAAAA! - Gritou uma voz masculina no celular.

- Eai, Koji... - Eu ri ao ouvir os tapas que Mei deu em seu namorado por ele ter gritado em seu ouvido. - Como vocês estão? 

- Estamos ótimos... - Ele respondeu. - E o babaca do meu irmão? Ele concertou a cagada que fez?

- Eu e Jiraiya não nos vemos a três meses. Eu quero seguir em frente. - Falei um pouco tristonha.

- Pode contar com a gente sempre que precisar, Tsuna. - Disse Mei. - Você vai na minha exposição de fotos essa noite, né?

Ela realmente não desiste. Faz dois meses que Mei virou fotógrafa e agora ela ganhou um grande emprego para fotografar modelos e atrizes. Essa noite ela vai fazer uma exposição de suas novas fotos, mas isso nem é a novidade, a modelo das fotos sou eu. Fizemos um ensaio fotográfico a algumas semanas atrás e Mei queria me fotografar. Eu recusei, mas ela insistiu, então não tive escolha.

- Ah, Mei, eu não sei.

- Tsuna, você é minha musa! Uma exposição de fotos com a fotógrafa sem sua modelo não é a mesma coisa divina. Por favor, faz isso por mim. - Ela pediu fazendo voz infantil.

- Ta, eu vou.

- Okay. A exposição começa as oito, na casa das artes de Konoha, te espero lá.

E desligou. Voltei para o trabalho e já avisei para Madara de que eu teria que sair mais cedo para a exposição de Mei. Ele permitiu sem reclamar, na verdade ele pareceu querer me dar um pouco mais de tempo para descansar. Algo que eu realmente estava precisando. 

Quando estava prestes a dar oito horas arrumei minhas coisas e pedi um táxi até a exposição de fotos que estava acontecendo na casa das artes. Um grande prédio onde fotógrafos, modelos e atores frequentam para sair em capas de revistas e tudo o que está  relacionado ao seu trabalho. Paguei o motorista gentil do táxi e fiquei surpresa ao ver a quantidade de pessoas na exposição. 

- Tsunaaaa! - Chamou Mei aparecendo entre a multidão. 

- Quanta gente. - Eu disse quando ela segurou em minha mão me levando para dentro do prédio. 

- Eu sei! E tem gente que nem conheço que vieram para ver as fotos. Você vai ficar famosa!

- Suas fotos ficaram ótimas, eu não tenho nada haver com isso.

- Pelo contrário, você que as deixou ótimas. Dê uma olhada.

Nós entramos em um grande salão, havia seis grandes quadros de fotos minhas que Mei tirou. Elas ficaram muito boas, nem eu mesma cheguei a me reconhecer nelas. Tinha garçons servindo as tantas pessoas que apreciavam o trabalho de Mei e alguns jornalistas entrevistando alguns astros do cinema.

- Confesse...! - Koji apareceu usando um terno. - Minha namorada tem talento. 

- É, ela tem. - Confirmei ainda olhando para as fotos.

- E essa ainda nem é a melhor parte. - Mei sussurrou em meu ouvido. - Meus quadros foram comprados por mais de quinhentos mil reais!

- NANI?! - Fiquei de boca aberta. - Todos eles?!

- Todos! Não sei quem comprou, mas ele deve ser um fã seu. E rico também. 

Koji coçou a cabeça e olhou para baixo. Eu percebi isso e achei estranho.

- Mei, vamos receber os seus amigos de Kiri que chegaram. - Disse Koji apontando para a entrada onde Choujuro, o novo Mizukage e algumas outras pessoas recém chegavam.

- Okay. Tsuna eu já volto.

- Não se preocupe comigo. 

Mei deu uma piscadinha e acompanhou Koji até seus amigos. Fiquei admirando suas fotos, o salão e as pessoas a minha volta. Só que é meio estranho, quem é que pagaria tanto assim pelas fotos de Mei? Me virei para apressiar outras exposições do salão, e foi quando meu coração acelerou e chamas incendiaram meu corpo. Ele estava lá. Olhando para mim como se já estivesse fazendo isso faz tempo. Seus cabelos brancos estavam presos num rabo de cabelo e usava sua roupa normal de shinobi. Uma calça de moletom marrom, kinono vermelho e sua blusa azul por baixo. O antigo Jiraiya. Parece que tudo a minha volta desapareceu, como se só nós dois estivéssemos nesse salão. 

Ele caminhou até mim calmamente, e eu fiquei parada no mesmo lugar.

- Mei é uma ótima fotógrafa. - Elogiou.

Foi quando caiu a ficha. Mei disse sobre alguém ter comprado os quadros por mais de quinhentos mil reais, a única pessoa dessa vila que é rica é Jiraiya e sua família e ainda teve a reação de Koji quando Mei comentou sobre a compra. Koji já sabia que seu irmão estava aqui.

- Foi você que comprou os quadros, não foi? - Perguntei cruzando os braços. 

- Talvez. - Ele fingiu-se.

- O que você esta fazendo aqui?

- Preciso falar com você. 

- E se eu não quiser? - Eu queria testa-lo. Ver se ele seria arrogante. 

- Não irei obriga-la.  - Ele disse. Okay, passou no teste. - Mas por favor, jante comigo.

Eu podia estar furiosa com ele, eu poderia não querer mais olhar para aquele rosto miseravelmente lindo e aquele sorriso de galã, sem contar que eu queria dar um grande soco em seu queixo quadrado, no entanto lá no fundo do meu coração, havia uma parte de mim que quer ouvir o que ele tem a dizer.

- Okay, eu vou sair com você. - Concordei. - Mas eu só vou porque estou com fome, e também iremos só conversar. 

- Já fico feliz com isso. - Ele sorriu. 

Eu o acompanhei até a saída e logo Mei observou isso. Dei um olhar pra ela de "Só vamos conversar" e ela respondeu com "Se você voltar chorando juro que eu dou uma surra nele"

Eu ri por mim mesma e entrei na ferrari de Jiraiya, seguindo para o restaurante mais próximo.





Notas Finais


A música de ninar q a Sra. Ogata canta é o refrão do rap de Jiraiya do canal Thelfos - Do fundo do poço ao grande oceano. Vale muito a pena ouvir.


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