História Fight Fire With Fire - Capítulo 2


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Categorias Harry Potter
Personagens Alastor Moody, Alvo Dumbledore, Andromeda Tonks, Blásio Zabini, Daphne Greengrass, Dobby, Draco Malfoy, Fleur Delacour, Fred Weasley, Gina Weasley, Harry Potter, Hermione Granger, Jorge Weasley, Katie Bell, Lucius Malfoy, Minerva Mcgonagall, Molly Weasley, Narcissa Black Malfoy, Neville Longbottom, Nymphadora Tonks, Pansy Parkinson, Pedro Pettigrew, Percy Weasley, Regulus Black, Remo Lupin, Ronald Weasley, Rúbeo Hagrid, Severo Snape, Sirius Black, Tracey Davis
Tags Harry Potter, Pansy Parkinson
Visualizações 27
Palavras 3.256
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Magia, Romance e Novela
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Gostaria de agradecer a todos que leram o primeiro capítulo e principalmente a quem favoritou a história, por enquanto as coisas vão ficar bem inconstantes, quando eu tiver tempo vou escrever o que posso, estou no último período da faculdade e as coisas estão bem corridas, depois que tudo acabar acredito que ai sim eu consigo manter um ritmo decente de postagem.

OBS: Só deixar uma nota aqui de que eu não estou considerando nenhum dos acontecimentos que ocorrem no jogo mobile Hogwarts Mistery nessa fanfic. Principalmente porque eu to bem no início kkkkkk.

Capítulo 2 - Visita à Gringotts


Abruptamente, Harry sentou-se em sua cama, as lágrimas corriam freneticamente de seus olhos, mais uma vez o pesadelo da morte de Sirius interrompia seu sono, encolhendo-se em sua cama até os joelhos encostarem em seu peito, o adolescente se cobriu e chorou silenciosamente mais uma vez pela morte do padrinho, a dor era demais para que o bruxo conseguisse suportar, nunca tinha se sentido assim antes, era uma dor que superava todos os machucados físicos que sofrera em toda sua vida, era tanta dor que o Potter só queria saber se algum dia a dor diminuiria, pois sabia que ela jamais passaria.

Depois de algum tempo as lágrimas cessaram, e o cérebro de Harry pôde voltar a ser usado racionalmente, e logo lembrou-se da carta que tinha recebido de Gringotts, onde teria de comparecer para ler o testamento de seu padrinho, sendo assim, logo virou a cabeça para o despertador digital, para ver que horas eram, pois se perdesse a hora teria de dar um jeito de ir para o banco dos bruxos por conta própria, entretanto, o bruxo logo se tranquilizou ao ver que eram 11:40, ainda tinha pelo menos 3 horas para se arrumar e fazer qualquer outra tarefa que seus tios pudessem obriga-lo a fazer.

Se sentindo mais animado do que nos últimos dias, mesmo que fosse apenas um pouco, era o suficiente para fazer com que o adolescente saísse de seu quarto escuro e imundo por conta própria, espiando o mesmo antes de fechar novamente a porta fez uma careta de nojo, afinal sua tia tinha deixado claro que a arrumação do menor quarto da casa nº 4 era por sua conta, e bem, vamos dizer que o jovem tinha outras coisas com as quais se preocupar do que em limpar o chiqueiro que seu quarto havia se tornado.

Assim que terminou de descer as escadas que o levavam para o térreo, Harry se viu na espaçosa sala perto do hall de entrada e da cozinha, que ficavam mais à esquerda do ponto onde o mesmo estava, e o resto da sala, com o sofá e as duas poltronas, além de uma mesinha no centro e a televisão nova de Vernon, estavam à sua direita, e direcionando o olhar para o espaço viu que seus tios o observavam com uma expressão indecifrável na face, não era o desprezo e nem a raiva que sempre estiveram presentes quando o olhavam, era mais como uma surpresa. Mas, logo em seguida, a expressão deles voltou a se fechar, com Vernon lendo seu jornal e Petúnia voltando sua atenção para o programa de fofocas de famosos que passava na televisão.

- Hum... tia Petúnia. – Chamou o bruxo, com uma voz incerta, o que fez com que a mulher voltasse a olhar para o adolescente, esperando que ele dissesse de uma vez o que queria. – Eu vou sair mais tarde, preciso ir no Beco Diago... – Dizia o mesmo antes de ser interrompido por seu tio.

- Não vou leva-lo a lugar nenhum moleque. – Resmungou Vernon, sem tirar os olhos miúdos do jornal a sua frente, mas era possível dizer que estava irritado, pois seu pescoço quase inexistente e sua cabeça estavam rosadas.

- Na verdade eu vou sozinho, tio Vernon. Só quero saber se tem alguma tarefa que preciso fazer, tenho que sair quando estiver faltando 5 minutos para as 15h. – A cara enrugada de seu tio já ameaçava a ficar púrpura, quando Petúnia pôs uma mão no ombro do marido e andou até o Potter para dizer-lhe o que queria que fosse feito. Como o jovem bruxo esperava, a mulher com a face equina somente entregou uma lista de tarefas que esperava ser concluída antes do mesmo deixar a casa nº 4 de Privet Drive.

Por sorte não haviam tantas coisas a serem feitas, e a mais complicada, de longe, era deixar a comida pronta para os Dursleys. Sendo assim, Harry começou por essa, já que, além do fato de cozinhar demandasse mais tempo de si do que as outras tarefas, o adolescente de olhos esmeraldas aprendera a gostar de cozinhar, embora o fizesse por obrigação para os tios, e sabia que sua comida era apreciada, mesmo que os elogios fossem dados à sua tia, todos sabiam que era o jovem que os merecia. Felizmente para si, Petúnia já tinha deixado claro na lista qual seria o almoço do dia, almôndegas com espaguete e batatas fritas com queijo e bacon, era um prato que demorava um certo tempo para se preparar, mas que valia a espera, pois se bem preparado era bastante agradável ao paladar.

Saindo de seus pensamentos, o Potter habilmente pegou os utensílios de cozinha que usaria para preparar a comida, e em seguida os ingredientes e simultaneamente começou a preparar as almôndegas e as batatas, pois o arroz era a última coisa a ser preparada, principalmente por ser o mais simples. Uma hora e meia depois, um Harry bastante suado, embora satisfeito, deixou as travessas de comida esfriando sobre o fogão, enquanto movia-se para realizar a próxima tarefas, que consistia em podar o jardim mal cuidado de sua tia, que não sabia cuidar deste, pois sempre fora o bruxo que cuidara do jardim dos Dursleys, não que isso fosse algo para se gabar, pois essa nunca fora uma tarefa que o adolescente apreciava. Além do ingrato trabalho de podar as plantas, tirar as espécies indesejadas e aparar a grama, Harry tinha de lidar com o escaldante sol do meio-dia que queimava suas costas nesse dia em específico.

Após terminar com o jardim, o bruxo voltou para dentro da casa, e foi permitido ao mesmo ter um pouco de almoço, um punhado de espaguete, meia almôndega e duas batatas fritas, sem queijo ou bacon. “Grande almoço esse, não?” Pensou o Potter, amargamente, mas com seu estômago roncando de fome, o jovem de cabelos castanhos devorou a mísera comida em pouquíssimos minutos e seguiu com as tarefas que necessitavam serem feitas ainda, que se resumiam em mais duas, lavar a louça e lavar o carro de Vernon, a primeira tarefa era bastante simples, já acostumado em fazê-la, menos de dez minutos foram necessários para que a louça previamente utilizada estivesse plenamente limpa, e em seguida o mesmo secou-a, pois sabia se não o fizesse no momento, sua tia acabaria por ordená-lo a fazer, então era melhor fazer antes, pois isso o pouparia de gritos de seus tios e dos risos debochados de Duddley.

Com tudo pronto, Harry partiu para o próximo compromisso, que era lavar o carro de seu tio, uma rápida conferida no relógio na parede da cozinha indicava que faltava 5 minutos para as 13h, o que deixavam exatas duas horas para que Harry terminasse de lavar o automóvel, tomasse um rápido banho, se lhe fosse permitido e vestisse a melhor roupa que tinha, não que isso fosse difícil, afinal nenhuma de suas roupas encaixavam bem em si. Embora lavar o carro de seu tio fosse uma tarefa mais refrescante do que cuidar do jardim, também o era mais desgastante e mais demorado, pois se a limpeza fosse mal feita, além de ter que recomeçar o trabalho do zero, era bem capaz de ganhar alguns safanões de seu tio e seu primo. Ao acabar com sua última tarefa, Harry viu que tinha meia hora para se arrumar e utilizar a chave de portal para chegar em Gringotts, dessa forma, o mais rápido possível o bruxo começou sua preparação, que consistia em um rápido banho, pois não lhe era permitido utilizar nem sabonete e muito menos qualquer tipo de produto para o cabelo, e após se secar correu para seu quarto imundo, onde logo pegou suas roupas menos piores, que consistiam em uma calça folgada e bastante velha, 4 números maior que o seu, prendeu-a com um velho cinto de seu tio, uma caminha listrada verde e preta, que começava a desbotar e um tênis velho com um número insondável de rasgos e furos.

Após olhar sua aparência em um espelho quebrado na parede ao lado da porta de seu quarto, suas bochechas coraram de vergonha, o adolescente facilmente poderia se passar por um desses hooligans delinquentes que rondavam o centro de Londres, procurando por brigas e confusões. Sabendo que não tinha muito mais o que fazer para mudar sua aparência no momento, o Potter jogou-se em sua cama de costas, que rangeu perigosamente, e pegou a carta que recebera do banco bruxo, lendo-a novamente para passar o tempo (faltavam 15 minutos para a ativação da chave de portal por palavra-chave). Depois de ler a carta duas vezes, Harry levantou de sua cama e começou a andar de um lado para outro em seu quarto, olhando para o despertador digital a cada 5 segundos. Não demorou muito para que um pio de irritação viesse da gaiola de sua coruja, Hedwig, que tinha chegado de sua caçada pouco antes do bruxo acordar, não parecia nada satisfeita em ver seu dono nervoso e ansioso. – Eu sei garota, mas não consigo deixar de me sentir assim, quero descobrir de uma vez do que se trata. – Respondeu Harry ao pio de sua coruja, que o encarou com um olhar bastante irritado, que não fora percebido pelo castanho.

Depois de algum tempo seguindo a mesma rotina de andar e olhar para o despertador a cada 5 segundos, o horário marcado pelo diretor de Gringotts fora marcado, e sem perder mais tempo, o Potter apertou o pergaminho em seus dedos enquanto dizia a palavra-chave em voz alta. – Testamento! – Assim que terminou de falar a palavra-chave, o bruxo sentiu seus pés deixarem o chão de madeira de seu quarto e seu umbigo ser fisgado para frente, já tendo uma prévia experiência com esse tipo de transporte mágico, Harry conseguiu manter-se de pé mais dignamente quanto sentiu o impacto de seus pés no solo, que era feito do mais puro ouro. Embora sua aterrissagem via chave de portal tenha sido infinitamente melhor do que das outras vezes, o jovem bruxo ainda cambaleou um pouco antes de firmar-se de pé, e enfim pôde prestar atenção no local onde estava. O espaço era uma sala de aproximadamente 20m², o chão era de ouro, assim como o teto, já as paredes eram de obsidiana, que variava entre o negro e um roxo bastante escuro, o que trazia um contraste interessante para o local, atrás de si havia uma porta dupla de ouro, que ia do teto ao chão, no fim da sala, havia uma elevação onde estava uma mesa, também de ouro, e atrás dessa sentava-se um goblin, que observava o adolescente com um sorriso intimidador, e os dentes do mesmo lembravam-lhe bastante os de um tubarão branco.

- Boa tarde Mr. Potter. Muito bom, bastante pontual, ainda faltam mais algumas pessoas que devemos esperar para a leitura do testamento de seu padrinho. – Disse-lhe o goblin, assentindo levemente com a cabeça, satisfeito em ver que o jovem bruxo parecia ser pontual o que lhe era ótimo, pois para um goblin nenhuma frase fazia mais sentido do que ‘tempo é dinheiro’.

- Boa tarde Diretor Ragnok. Espero que não demore muito, estou um pouco curioso sobre o motivo de ter sido chamado para escutar o testamento de Sirius. – Disse Harry para o goblin à sua frente, fazendo uma pequena reverência, que aumentou o sorriso da criatura em sua frente. Embora as roupas que o adolescente vestiam trouxesse um desgosto enorme para o Diretor do banco bruxo, este decidiu não demonstrar isso para o mesmo, voltando seu olhar para os papéis dispostos em cima de sua mesa, esperando não tão pacientemente para que pudesse começar a ler o testamento de Black e encerrar o quanto antes esse assunto.

Quando o relógio apontou as 15h, uma badalada pôde ser escutada pelo jovem bruxo, e imediatamente a porta dupla atrás de si fora aberta, e sem conseguir conter sua curiosidade, Harry virou sua cabeça para ver quem eram as outras pessoas que escutariam o testamento de seu padrinho junto de si. Entraram três pessoas, todas mulheres, e duas delas o Potter foi capaz de reconhecer, a primeira Harry tinha visto apenas uma vez, a mãe de seu rival na escola Narcissa Malfoy, o castanho lembrara de ter visto ele junto do marido e do filho no camarote dois verões atrás na Copa Mundial de Quadribol, a outra pessoa que o mesmo pudera reconhecer era Nymphadora Tonks, uma auror que participava secretamente da Ordem da Phoenix, uma sociedade secreta criada pelo Diretor de Hogwarts, Albus muitos nomes Dumbledore, já a terceira mulher que entrava na sala, lembrava-lhe bastante Bellatrix Lestrange, uma das poucas pessoas que o adolescente odiava em sua curta vida, afinal ela fora a responsável pela morte de seu padrinho, mas ao mesmo tempo que a estranha lhe lembrava a mulher louca, era bastante diferente, seus olhos eram castanhos ao invés de violetas, o cabelo embora tivesse a mesma cor, era liso em vez de cacheado, e a face da mulher lhe lembrava bastante um ar nobre, diferente da Comensal, que já havia sido consumida pela loucura.

- Harry! – Exclamou a auror de cabelos rosa, correndo até o adolescendo e dando-lhe um abraço não muito apertado, mas o suficiente para que o mesmo travasse, meio tenso, o que não passou desapercebido pela mesma, e nem pelas outras duas bruxas, entretanto, ninguém comentou nada, ao menos por enquanto.

Com uma falsa tosse, o Diretor do banco chamou a atenção para si, fazendo com que Tonks corasse, meio envergonhada, o que lhe causou um olhar severo da bruxa desconhecida. – Bom, já que todos os citados estão aqui, podemos começar a leitura do testamento de Sirius Black. – Disse Ragnok, com uma voz profissional. Pegou um pergaminho lacrado e com uma faca de prata bastante ornamentada, desfez o lacre do pergaminho, e depois de pigarrear começou a leitura do testamento.

 

“Eu, Lorde Sirius Orion Black III, registro isso, minha última vontade e testamento.

Com os poderes dados a mim, Líder da Mais Antiga e Nobre Casa Black, reinstalo Andromeda  Tonks e Nymphadora Tonks de volta à família Black, deixo para ambas 500.000 Galeões.

Eu expulso da família Black Bellatrix Lestrange pelos crimes bárbaros por ela cometidos, e assim eu o faço com quaisquer membros que portem em seus antebraços a maldita marca negra pertencente à Lord Voldemort.

À minha prima, Nascissa Malfoy e seu filho Draco Malfoy deixo-lhes 500.000 Galeões e a possibilidade de se protegerem sob o nome do novo Lord Black, caso assim desejarem, entretanto perderão o direito à proteção e ao dinheiro caso portem a marca negra em seu antebraço esquerdo.

Ao meu amigo Remus Lupin, deixo-lhe 1.000.000 de Galeões, na esperança que esse dinheiro lhe sirva bem, pois todos sabemos que como nossa sociedade anda será ainda mais difícil para que você consiga um bom emprego meu amigo.

E por fim, a meu afilhado, Harry James Potter deixo-lhe toda a herança da família Black, os livros, conhecimentos, dinheiro, poder político e o título de Lorde da Mais Antiga e Nobre Casa Black, e junto disso sua emancipação.”

 

Com o final da leitura do testamento de Sirius Black, a sala do Diretor de Gringotts estava em um silêncio palpável, ninguém esperava que Maroto pudesse ser tão ousado em seus últimos desejos, e o silêncio foi quebrado por uma pequena e triste risada, que partia dos lábios do último Potter. – Sempre pode-se contar com Sirius para deixar todo mundo em choque. – Com a fala do adolescente, mesmo Narcissa permitiu-se a abrir um pequeno sorriso. – Quais são os próximos passos a seguir, Diretor Ragnok? – Perguntou Harry para o goblin, que gostou do fato do jovem bruxo ir direto ao ponto, assim como este gostava.

- Antes de tudo, preciso que você execute um teste de herança sanguínea, precisamos ter certeza de que a mágica aceitou você como Lorde Black. Depois disso seguiremos com uma visita ao cofre da família Black e a entrega do dinheiro aos herdeiros destinados, ao menos os que compareceram e tem provas de que podem o receber. – Explicou o goblin, deixando implícito sobre a questão da marca negra no antebraço esquerdo.

- Certo, o que preciso fazer nesse teste de herança? – Perguntou curioso o castanho, e recebeu um sorriso malicioso do goblin em troca. – Corte a palma da sua mão e deixe pingar cinco gotas de sangue nesse pergaminho. O corte se fechará assim que o sangue necessário for coletado. – Explicou Ragnok, entregando uma faca negra com um cabo de madeira e um pergaminho para Harry, que sem cerimônias fez como lhe fora indicado e entregou tanto o pergaminho quanto a faca de volta para o Diretor do banco, enquanto observava maravilhado o ferimento na palma de sua mão fechar-se magicamente, embora de forma lenta.

Mas esse sentimento não durou muito, pois ao levantar os olhos de volta para o goblin viu que este olhava embasbacado para o pergaminho onde o resultado do teste de herança de Harry estava, e este, meio incerto, questionou a criatura. – Houve algum erro, Diretor Ragnok? – Junto do jovem de olhos verde esmeralda, as outras três bruxas olhavam para o goblin em uma certa expectativa. Vendo-se sem condições e falar neste momento, o goblin utilizou-se de sua mágica para que o pergaminho revelasse suas informações em voz alta, para que os quatro bruxos pudessem escutar de uma só vez o que continha ali que assustara tanto o Diretor de Gringotts.

 

Resultado de Teste de Herança

Nome: Hadrian James Potter

Idade: 15

Data de Nascimento: 31 de Julho de 1980

Status de Sangue: Puro-Sangue

Status Legal: Menor Emancipado

Mãe: Lilian Potter néé Evans (Flora Mary Rosier)

Pai: James Charlus Potter

Heredeiro da Mais Antiga e Nobre Casa:

Potter (por sangue, Pai)

Perevell (por sangue, Pai)

Black (por sangue, Avó / apadrinhamento)

Slyhterin (por conquista e mágica)

 

Cofres:

Potter

#845: 50.000 Galeões; 2.000 Sickles; 300 Knut

#614:  20.000.000 Galeões; 400.000 Sickles; 50 Knut

#615: Joias, varinhas e livros

Perevell:

#94: 350.000 Galeões

#95: Joias

Black:

#586: 250.000.000 Galeões; 1.000.000 Sickles; 500.000 Knut

#587: Joias, varinhas, armas e livros

Slytherin:

#20: 200.000.000 Galeões; 350.000 Sickles; 100 Knut

#21: Joias, armas, armaduras e livros

 

Propriedades:

Potter:

Chalé do Herdeiro, Godrics Hollow (Destroyed)

Mansão Potter, Escócia (Insondável)

Perevell:

Nenhuma

Black:

Grimmauld Place 12, Londres (Sob Fidelius)

Black Chateau, França (Insondável)

Slytherin:

¼ de Hogwarts

 

Habilidades Naturais:

Oclumencia Natural (Bloqueada)

Afinidade com Magia sem Varinha (Bloqueada)

Parseltongue

Outras Informações:

Bloqueio Mágico (50%)

Horcrux na cicatriz (Alma de Tom Marvolo Riddle)

 

O silêncio na sala do Diretor de Gringotts era palpável novamente, o resultado do teste de herança de Harry não era somente inesperado, como extremamente chocante, quem esperaria que o adolescente levava consigo o nome de 4 Mais Antigas e Nobres Casas do mundo bruxo? Entretanto o mais surpreendente fora descobrir que metade da magia do mesmo estava bloqueada e que a cicatriz do mesmo era uma Horcrux, embora somente as irmãs Black e Ragnok soubessem o que isso significava, as palavras diziam tudo que o Potter precisava saber, a alma de Voldemort estava, de alguma forma, ligada à sua cicatriz, e só esse pensamento trouxe uma sensação tão forte de nojo e mal estar que o mesmo não conseguiu conter a repulsa e vomitou ali mesmo, chamando a atenção dos presentes para si mesmo.

- Harry! – Gritou Tonks, e graças às notícias chocantes, a má alimentação recente e todo o trabalho que tivera de fazer para seus parentes, o adolescente sentiu a visão escurecer e desmaiou no local.


Notas Finais


Um Capítulo bem grande pra variar.

Muitas informações novas, e em breve as coisas começam a tomar um rumo diferente do cannon.

Até o próximo capítulo!


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