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História Fila ranqueada - Capítulo 11


Escrita por: ClaireBraun

Notas do Autor


- mais um capítulo, minha gente!
- espero que curtam, e espero o feedback de vocês ❤️
- Desde já, peço perdão por qualquer erro ortográfico.
- Boa leitura!

Capítulo 11 - Festa de Halloween - Parte 2


   Marco estava com um rosto alegre e risonho, mas era nítido que era um riso forçado. Ele tinha saído da minha vida da pior forma possível, e eu queria nunca mais tê-lo visto. Mas, dois anos depois, ali estava ele, na minha frente.

- Você está linda com essa fantasia, tenho que admitir...

- O que você quer, marco!? O que você está fazendo aqui??? – Pergunto, com a raiva tomando conta de mim.

- Calma, florzinha, eu só vim fazer uma visita aos meus velhos amigos! – Ele responde, com um sorriso sarcástico no rosto.

- A questão é que você não têm mais amigos aqui, Marco. – Jean fala. Eu nem percebi, mas ele já estava do meu lado.

- Jean, meu camarada, quanto tempo!! E ai, conseguiu finalmente pegar minhas sobras? Acho que não, tendo em vista que ela estava agarrada com o loiro aqui...

- Marco, quando que você virou esse pau no cu completo que você é agora? Você não era assim, o que aconteceu? – Jean perguntava, ignorando a provocação de Marco.

- A questão Jean, é que eu simplesmente não aguentava mais pagar de bonzinho. Aguentei essa daí por meses enchendo a minha paciência até conseguir foder ela, e depois, eu já não precisava aguentar os seus dramas. Deixei esse trabalho pra você, sabia que sendo idiota como é, você faria esse trabalho direitinho.

O rosto de Jean fica vermelho, e ele parte para cima de Marco, mas eu o impeço rapidamente, tentando o empurrar para trás.

- Jean, não! Não vale a pena perder tempo com ele!!!

- Você acha que eu vou ficar parado enquanto ele diz essas coisas de você? Ele é um escroto, merece uma surra!!!

Ele levanta as mãos como se estivesse rendido, com um sorriso largo no rosto.

- Calminha, Jean-boy, eu só queria relembrar um pouco dos velhos tempos!!!

Eu tentava segurar Jean, mas já estava quase impossível. Reiner então se meteu, e me ajudou com ele, tirando-o de perto de Marco.

- Você não vai falar assim dela, Marco. Não na minha frente! Vaza daqui, antes que eu quebre a sua cara!!!

Marco então chega perto de mim, e segura meu queixo.

- Quando quiser um flashback, gata, só me ligar. Você está bem mais gostosa do que antes...

Eu dou um tapa em sua mão, com as lagrimas descendo do meu rosto.

- Nunca mais me toque, Marco! Faz o favor de sumir daqui, e nunca mais voltar!

Eu viro as costas, e corro para fora da quadra, em busca de sair daquela situação toda.

- Aurora!!! – Reiner me chama, mas eu ignoro o seu chamado, e continuo seguindo.

Eu corro até o carro de Jean que estava estacionado um pouco distante do local da festa, me sento em cima do capô e começo a chorar, com os joelhos dobrados e minha testa em meus joelhos. De todas as coisas que poderiam acontecer, Marco aparecer era a pior de todas.

Algum tempo depois, eu escuto uma voz atrás de mim:

- Eu demorei, mas te encontrei.

Eu olho para trás, e Reiner vêm caminhando em minha direção, com dois copos na mão. Ele me oferece um, e eu pego, voltando minha atenção novamente para o pequeno lago a frente.

- Reiner, você poderia me levar para casa? Eu não quero mais ficar aqui... Queria pedir para o Jean, mas não quero estragar o resto da festa dele.

- Claro que posso, mas com uma condição: quero que me conte o que foi aquilo. Quem é aquele tal de Marco?

Eu baixo minha cabeça, olhando para a bebida, e viro o copo cheio de uma só vez. E então, começo a falar:

- Marco foi o único namorado que tive na vida, e ele me destruiu.

Reiner senta no capô do carro ao meu lado, me olhando com uma expressão de surpresa.

- Aquele cara, seu namorado?! Como você pôde namorar um cara daqueles?

- Esse é o problema, ele não era assim quando o conheci. Ele estudava no mesmo colégio que eu no ensino médio, e nós viramos amigos. Eu conheci o Jean através dele, e ficamos amigos os três. Com o tempo, eu e o Marco ficamos mais próximos, e começamos a namorar. Eu era muito inocente na época, e eu o achava o cara perfeito: sempre se preocupava comigo, era carinhoso, atencioso... Eu o amava, e decidi que poderíamos avançar na relação, entende?

Ele balançou a cabeça em afirmação. Eu peguei o copo em sua mão, que ainda estava meio cheio, e o virei também, entregando-o de volta a Reiner.

- Eu era virgem, ele foi o primeiro homem com quem eu transei, e eu o amava demais. Mas depois disso, ele começou a mudar comigo. Não era mais atencioso, não passava mais tanto tempo comigo, e por vezes ele sumia da face da terra, e eu não o encontrava de forma nenhuma. Quando nos formamos, no dia da festa, ele terminou comigo, alegando que não sentia mais o mesmo amor que antes, e que queria ficar sozinho. Eu aceitei sem brigar, mas no dia seguinte, eu o vi postando fotos com uma garota da minha turma, aos beijos e abraços. Aquilo me destruiu, e então eu fui atrás dele, tirar satisfações. Ele foi super rude, dizendo que nunca tinha me amado, e que só “me aturava” porque eu era “gostosinha”. Disse que me traía desde o inicio do nosso namoro com essa garota, mas que agora ficaria com ela, pois não tinha mais motivos pra ficar comigo, agora que ele já havia conseguido o que queria de mim.

Reiner olhava pra mim perplexo.

- Eu... Não sei nem o que dizer, aurora... Eu sinto muito, de verdade.

Eu enxugo a lágrima que havia caído no meu rosto, e continuo:

- Está tudo bem, isso foi há um pouco mais de dois anos atrás. Ele mudou de cidade com essa garota, e eu passei meses sofrendo com isso. Jean foi a única coisa que teve de boa dessa história toda. Ele nunca saiu do meu lado, e se não fosse por ele me apoiando, eu nem sei o que seria de mim. Desde então, eu sempre tive medo de me envolver com qualquer pessoa, com medo delas fazerem a mesma coisa comigo. Minha auto estima caiu, e eu tinha medo da rejeição. Eu nunca mais gostei de ninguém.

- Mas... E o Jean?

- O que tem ele?

- Vocês... Ficaram, não ficaram?

Eu me levanto do capô do carro, e fico em pé, na frente de Reiner, e estendo minha mão para que ele levante junto, e caminhamos até o carro dele.

- Sim, e desde o Marco, ele foi o único. Pra ser bem sincera, eu não sei como isso chegou nesse ponto, mas independente disso, eu confio nele. Eu fiquei com medo, no começo, mas ele continuou me tratando do mesmo jeito de sempre, então eu fiquei aliviada, por saber que ele não faria a mesma coisa.

- Entendi... Mas você gosta dele? É apaixonada por ele?

Eu abro a porta da frente do passageiro depois dele destravar o carro, e sentei no banco. Ele faz o mesmo no banco do motorista.

- Não, não sou apaixonada pelo Jean. Somos só amigos. Eu sei que pode ser estranho e você pode até não acreditar nisso, tendo em vista do que fizemos, mas é a verdade. Somos amigos, e não acredito que as coisas entre nós poderiam desenrolar de outra maneira. E eu... Gosto de outra pessoa, e ele sabe disso.

Reiner parecia curioso sobre o que eu tinha dito, mas não perguntou mais nada. Eu baixo minha cabeça e coloco a mão no rosto, tentando me acalmar.

- Por que essas coisas só acontecem comigo? O que eu tenho de errado?

Reiner responde, com uma voz terna e suave:

- Nada. Você é perfeita.

Eu olho para ele, e ele estava com uma expressão reconfortante para mim.

- Me desculpa Reiner. Eu te meti nisso, numa coisa que não tem nada a ver com você, e estraguei sua festa.

- Tá tudo bem, eu só vim nela por causa de você.

Nós nos olhamos, mas eu desvio meu olhar, baixando a cabeça novamente.

- Christa tem muita sorte de ter você do lado dela.

Eu sinto uma das mãos de Reiner tocar o meu rosto, e virá-lo para ele. No instante seguinte, nossos lábios se tocam, num beijo suave. Eu coloco minha mão em seu rosto e retribuo o beijo, colocando minha língua em sua boca, e ele não me impede. Ele leva sua mão até meu cabelo, que estava semi preso, e coloca os dedos entre os fios, e a outra mão  ele leva até a minha cintura, numa tentativa de me puxar para si. Gradativamente nosso beijo vai ficando mais intenso, e a respiração pesada dele me deixa com vontade de nunca mais sair daquele beijo. Ele se separa de mim rapidamente, afasta o seu banco para trás, e no momento seguinte, ele me pega pela cintura e me coloca em seu colo. Meu baixo ventre queima com a atitude dele, e eu levo minhas mãos em seu rosto, me aproximando para mais um beijo.

Eu sabia que o que eu estava fazendo com ele era errado, mas eu não tinha coragem nem forças de parar aquilo. Eu precisava daquilo, precisava dele, e suas atitudes demonstravam o mesmo com relação a mim. Ele passeava com suas mãos grandes por todo o meu corpo, acariciando minhas coxas e gemendo baixinho enquanto nossas bocas ainda estão coladas. O beijo fica mais intenso, e eu quase não consigo recuperar o fôlego. Nesse momento, Reiner me puxa mais ainda para si, minha intimidade sendo colocada contra seu membro que eu conseguia sentir que estava duro, e eu descolo meus lábios do dele imediatamente, soltando um gemido fraco. Ele instantaneamente dirige seus beijos na minha nuca, e eu dou passe livre para seus avanços. Eu gemia com seus beijos e chupões no meu pescoço, e involuntariamente eu rebolava fraco em seu colo, fazendo ele soltar gemidos entre os beijos. Eu levei minhas mãos até sua camisa, desabotoando-a e deixando seu peitoral incrivelmente definido exposto, e o admirando por um breve momento. Eu estava molhada, meu baixo ventre doía em expectativa e desejo de tê-lo dentro de mim, e eu já não consigo dominar meu desejo.

- Reiner... Eu quero você dentro de mim...

Ele leva suas mãos até sua calça, e eu levanto meu quadril para dar espaço a ele, e ele coloca seu pênis para fora da calça. Ele leva uma das mãos até minha intimidade, e ao sentir o mínimo toque dele, eu solto um gemido sôfrego. Ele tira minha calcinha do caminho e guia seu pênis até a minha entrada que já estava encharcada, e eu desço meu quadril devagar, sentindo cada centímetro dele me invadindo, tomando conta do meu ser.

Ele solta um suspiro forte, e seu olhos dourados me encaram com um claro desejo. Ele rodeia um dos seus braços em minha cintura, e então eu começo a me movimentar. Eu não aguentava de tesão, então eu sentei nele com força, vontade e necessidade. Eu já tinha esperado tempo demais por aquilo, não tinha forças pra ser carinhosa ou cuidadosa. Ele me ajudava com o movimento, levava suas duas mãos até minha bunda, e eu gemia alto, extasiada com o prazer que ele me proporcionava.

- Você não tem ideia do quanto eu quis isso, Aurora... Do quanto eu desejei você...

- Reiner, eu também... Te desejo muito...

Ele coloca um dos meus seios para fora da minha fantasia, e leva sua boca a ele, me fazendo gemer manhosamente. Ele não para de me guiar sobre seu pau, e eu o aperto dentro de mim, fazendo ele gemer com meu seio ainda em sua boca.

- Nossa, Aurora, você aperta meu pau tão gostoso... Faz isso de novo...

Eu faço o que ele pede, e ele solta gemidos sofridos. Depois de algum tempo naquilo, ele começa a me mover mais rápido em cima dele, e eu percebo que ele estava perto.

- Aurora, eu tô muito perto...

Quando ele fala, eu sento em seu pau com mais vontade fazendo-o me olhar assustado.

- Ei, assim você vai me fazer gozar! Pare, não quero gozar dentro de você!

Eu levo minha boca até sua orelha e digo, com uma voz sexy:

- Eu quero que goze dentro de mim. Não se preocupe, eu não vou engravidar.

Minha fala foi a deixa pra ele não mais se segurar, e poucas estocadas depois, ele solta um gemido demorado, e eu sinto seu gozo quente se derramando dentro de mim, o que me faz gemer em aprovação. Ele relaxa seu corpo, e deixa vários beijos no meio dos meus seios, tentando recuperar o fôlego. Eu acaricio seu cabelo, e beijo sua testa. Ele olha pra mim com um sorriso, e beija minha boca, um beijo carregado de sentimentos.

- Eu quero que passe a noite na minha casa, Aurora. Eu quero fazer isso direito com você, quero te fazer gozar.

A fala dele me causa um arrepio na espinha, e naquela altura do campeonato, eu não diria não.

- Tudo bem. Só preciso avisar a alguém que eu já fui embora.

Eu começo a rir depois disso, e ele me olha confuso.

- Merda, tô devendo 100 reais pro Jean...

- Como assim?

- Ele apostou comigo que eu não conseguiria negar um beijo seu, se você tentasse. Eu perdi, agora devo 100 reais a ele.

Ele ri, e diz:

- Que bom que não negou, então. Agora vamos, quero continuar de onde paramos.


Notas Finais


Agora as coisas finalmente andaram entre esses dois :v
Proximo cap: o sexo q todo mundo adora 😈


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