História Filha do Fogo - Capítulo 3


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Categorias Harry Potter, Mitologia Nórdica, O Hobbit, O Senhor dos Anéis (The Lord of the Rings), Supernatural, The Originals
Personagens Elrond, Galadriel, Gandalf, Gimli, Legolas, Personagens Originais, Smaug, Tauriel, Thranduil
Visualizações 114
Palavras 1.313
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Ação, Fantasia, Ficção, Luta, Magia, Mistério, Suspense, Violência
Avisos: Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 3 - Princesa?


 Cansada de implorar a Tauriel que me deixasse trocar de roupa resolvi me concentrar nos detalhes dos enorme palácio. Tudo era incrivelmente magestoso e imponente que é impossível imaginar alguém não se impressionar.

 Quando começamos a caminhar em um corredor aberto congelei com a visao de um enorme jardim com flores de todas as cores e de todos os tipos, era exatamente o tipo de coisa que em nada lembrava os perigos que se encontram do outro lado dos portões. 


- É lindo não é - a voz da chefe da guarda me fez dispertar.


- Sim - suspirei e encontrei os olhos azuis de Legolas me fitando - É lindo - percebi que isso o fez corar.


 Como estávamos sendo esperados para um importante audiência tivemos que nos apressar. O silêncio contrangedor que se instalou já estava começando a me deixar inquieta.


- Tauriel por favor não me obrigue a usar esse vestido ridículo - pedi e a vi revirando os olhos cansada de todo meu drama.


- Lyra se você não parar de reclamar eu vou cortar a sua língua - o príncipe se manifestou mas seus olhos mostravam divertimento.


- Faça isso, quero ver se seu pai vai querer um herdeiro careca - sorri divertida ao vê-lo suspirar. 


- Chega vocês dois - Tauriel disse assim que chegamos em frente aos portões que me levaria a presença so rei.


 Um sentimento de nervosismo se apoderou e senti minhas mãos ficarem molhadas. Minhas pernas começaram a formigar e instintivamente acabei recuando um passo quando Legolas fez a menção de abrir passagem.

 A chefe da guarda e o príncipe me encaravam preocupados enquanto eu continuava escorada em uma parede tentando normalizar minha respiração. 

 Quando se passa mais de cinquenta anos vivendo em florestas e isolada da sociedade acabamos nos esquecendo de como as pessoas podem ser cruéis e eu já conheci o pior lado das pessoas.


- Não posso fazer isso - minha voz saiu entrecortada pelo nervosimos.


- Porquê? - Tauriel perguntou me olhando com ternura e preocupação. 


- Eu não quero machucar ninguém - senti minha pele começando a esquentar absurdamente em sinal claro de perigo.


- Vai ficar tudo bem - Legolas se aproximou e me envolveu em um abraço apertado.


 Fiquei em choque, pelo que me lembro a última vez que alguém me abraçou foi quando minha mãe ainda estava viva e isso já faz muito tempo.

 Depois de alguns segundos passei a retribuir. Passei meus braços por seus ombros o puxando para mais perto e sorri quando senti um de seus braços envolvendo minha cintura nos aproximando ainda mais.


- Desculpe interromper os pombinhos mas temos que ir - ao ouvir isso senti meu rosto esquentar.


 Nos separamos ambos envergonhados. Encarei Tauriel que parecia se divertir com a cena constrangedora e murmurei um eu te odeio que acabou a fazendo rir ainda mais.


- Eu vou estar do seu lado o tempo todo - Legolas sussurrou baixinho em meu ouvido e um estranho arrepio me atingiu em cheio ao sentir seu hálito quente bater em meu rosto.


  Acenei em concordância e assim os portoes foram abertos me dando a visão de um enorme e magestoso salão.  Enormes pilares esculpidos a mão evidenciavam o quão rico era o povo desse reino.

 O piso branco de mármore refletia nossas aparências assim como o espelho mais limpo dessas terras e por um momento agradeci por estar usando aquele maldito vestido.

 Mais a frente se encontrava a figura intimidadora do rei em seu esplêndido trono, com apenas um olhar era possivel sentir sua áurea forte, corajosa e acima de tudo com marcas profundas de dor e culpa.

 Ao seu lado estava Galdalf o branco, segurando seu poderoso cajado. Ao contrário de Thranduil, ele permanecia calmo embora continuasse com um enorme sorriso no rosto. 

 Mas o que mais me chamou atenção foi a elfa que literalmente parecia brilhar. Nem mesmo se todas as estrelas do ceu resolvessem se juntar jamais brilhariam como ela.


" Agradeço a gentileza criança " - uma voz feminina soou em minha mente e a sem perceber me aproximei de Legolas apertando seu braço em busca de apoio.


- O que foi? - perguntou confuso mas sorrindo com a aproximação repentina da moça. 


- A elfa brilhante falou na minha mente - sussurei ainda assustada mas tudo que recebi foi sua risada alta chamando atenção de todos - Seu idiota eu deveria te usar como comida de orcs - disse irritada por ser motivo de piada.


- Gostaria de ver você tentar - senti quando a raiva começou a me dominar mas antes que avançasse em sua direção Tauriel segurou minha mão transmitindo calma e seus olhos imploravam que eu não fizesse nada estúpido. 


- Ainda acabo com você elfo idiota - disse para logo após me virar e seguir andando em direção ao rei.


- Majestade - ambos disseram juntos fazendo uma reverência em sinal de respeito enquanto eu apenas fiquei olhando tentando conter o riso mas Tauriel me deu uma cotovelada me obrigada a imitar o gesto.


- Soube que me filho a trouxe para os dominios de meu reino. O que tem a dizer? - confesso que fiquei um pouco intimidada ao ouvir a voz grossa e a feição séria do rei.


- Seu filho não me trouxe ele praticamente me sequestrou - digo o encarando atônita diante desse enorme absurdo.


- Você caiu nos meus braços.  O que esperava que eu fizesse? - Legolas se defendeu e embora aquilo fosse verdade ninguém precisava saber disso. 


- Você só teve sorte - resmunguei o encarando furiosa.


- Talvez você não seja forte o bastante - o maldito sorriu quando me viu abrir a boca em choque pela ousadia.


 Resolvi ignorar esse comentário desnecessário já que estava diante do rei. Mas quando me virei percebi que todos sorriam diante de nossa discussão tola e infantil e acabei corando.


- Meu filho ficou  impressionado com suas habilidades e agilidade - novamente o rei assumiu assumiu sua máscara se frieza enquanto me encarava de cima a baixo como se aquilo fosse um absurdo.


- Com todo respeito majestade mas seu filho se impressiona muito fácil - digo sorrindo ao ver Tauriel que até então estava quieta arregalar os olhos ao ouvir tais palavras.


- O que quer dizer? - Gandalf pela primeira vez se pronunciou.


- Que não há nada de impressionante quando apenas se pula de uma árvore - todos franziram o cenho diante disso.


- Aquela árvore tinha mais de 50 metros de altura - novamente o príncipe se defendeu.


- Vai me dizer que você nunca fez isso ? - perguntei o encarando como se ele fosse louco.


- Nenhum elfo faz isso - respondeu como se fosse uma coisa óbvia e que todos deveriam saber.


- Talvez você não seja forte o bastante - usei suas mesmas palavras e ouvi quando ele trincou seu maxilar enquanto me olhava furioso.


- CHEGA VOCÊS DOIS - Thranduil aumentou a voz fazendo com que todos se assustassem - OU FICAM QUIETOS OU MANDO TRANCA-LOS NA PRISÃO - somente a idéia de ficar presa me assustou e acenei concordando assim como o jovem príncipe. 


- Você sabe quem são seus pais criança?  -  Galandriel perguntou me fitando com expectativa. 


- Sou filha da rainha Luna - respondi amarga ao lembrar de como nosso reino foi destruído. 


- E seu pai? - Galdalf agora demonstrava interesse.


- A única coisa que sei é que ele se chamava Smug mas deve ser algum elfo bêbado e perdido por ai - respondi com a voz embargada.


- Espera - o príncipe me olhava confuso - Você é uma princesa?  - tive que me controlar para não xinga-lo já que não queria ser presa.


- Sim - respondi se má vontade.


- Temos muito o que conversar filha do fogo - Thranduil disse me olhando de forma curiosa e fascinada.


 Pelo jeito essa seria uma longa conversa e espero que Eru não me faça arrepender de ter pisado naquela maldita flpresta negra.

 

 



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