História Filha do Stark - Capítulo 7


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Categorias Capitão América, Os Vingadores (The Avengers), Thor
Personagens Anthony "Tony" Stark, Dr. Bruce Banner (Hulk), Loki, Nick Fury, Steve Rogers, Thor
Tags Ação, Aventura, Capitão América, Ciencia, Comedia, Loki, Sherlyn, Thor
Visualizações 90
Palavras 2.464
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Ecchi, Famí­lia, Fantasia, Ficção, Ficção Científica, Hentai, Luta, Magia, Mistério, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Shounen, Sobrenatural, Suspense, Terror e Horror, Universo Alternativo, Violência
Avisos: Álcool, Canibalismo, Drogas, Estupro, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 7 - VII - Uma Viagem Pela Asgard


Fanfic / Fanfiction Filha do Stark - Capítulo 7 - VII - Uma Viagem Pela Asgard

Filha do Stark

Capítulo - VII - Uma Viagem Pela Asgard

 

Loki arrastou Lyn pelas ruas de Londres.

Apesar de estar frio ele não se importou, estava irritado de mas para notar que Sherlyn estava com frio. Sua mão segurava a firme, não se importava com as pessoas ao redor. Caminharam por algum tempo até que Lyn parou bruscamente, fazendo-o parar também. Ele a olhou inclinasse para frente um pouco ofegante. Loki soltou sua mão é a deixou estabilizar sua respiração. Quando Lyn se reergueu já melhor, se surpreendeu quando Loki se aproximou rapidamente é tomou seus lábios.

Petrificada, a Stark não sabia que fazer. Seu corpo congelou em surpresa com o ato do Deus Nórdico. Por que ele estava fazendo isso? O que deu nele? Eram perguntas que se passavam pela cabeça de Sherlyn, mas logo sentiu o toque das mãos dele em seu braço, quebrando o gelo de seu corpo. Lentamente, Lyn fechou os olhos é entreabriu a boca. Dando passagem para a língua de Loki é aprofundando o beijo.

Loki segurou sua cintura, a puxando-a mas para perto. Os lábios do Deus eram suaves é precisos, ele entrelaçou seus dedos nos cabelos dela. Uma sensação boa percorreu seus corpos, como uma corrente elétrica. Suas línguas dançavam uma com a outra, o sangue ferviam de baixo de suas peles. Nada se comparava com aquilo, nada mesmo. Mas, o ar lhes faltaram. Se separando, encostaram suas testas é abriram os olhos, encarando-se.

— Se acalmou?— perguntou ela encarando os verdes de seus olhos.

Loki lhe lançou um sorriso malicioso. Antes que ele pudesse responder, o céu estralou em raios é trovões. Loki franziu o cenho, ficando serio. Soltou Lyn, dando alguns passos para o lado, olhou atentamente para o céu noturno. A alguns minutos atrás, o céu estava limpo. Agora, raios é trovões avisavam algo. Loki não gostou nada do que significava, no céu havia uma figura. Que se aproximava cada vez mais. Sherlyn estranhou aquilo é olhou também, boquiaberta encarou Thor voando em sua direção. 

Quando o Deus dos Trovões pousou em sua frente, os estalos no céu se sessaram. Vestindo o habitual, Thor encarou os dois seriamente.

— Irmão, venho lhe buscar. — anunciou o loiro firme. — Nosso pai quer lhes falar algo importante.

— E sobre o que estamos investigando? — perguntou Lyn se intrometendo. — Sobre o Deus Frey.

Loki a olhou de escanteio, depois encarou seu irmão. 

— Por que eu? Odin deseja tanto me vê? — perguntou rudemente o Deus da Trapaça.

— Ele quer lhes explicar o que estar acontecendo nesse exato momento.— os olhos azuis foram para Lyn.— E também dizer que Midgard corre perigo, por isso. Stark deve vim junto. Será a porta voz dos humanos.

Sherlyn franziu o cenho, virou a cabeça é encarou Loki. O mesmo que a encarou de volta. Thor não disse mas nada, apenas ergueu seu martelo dizendo:

Bifröst!

Uma rajada de luz desceu do céu. Parecia que uma monte de holofotes apontando para um único só ponto. Mas a luz era algo misterioso, vinha além do céu. Sua cor era confusa, brilhante é deixava uma marca estranha no chão de concreto. Lyn de um grito quando percebeu que estava a alguns metros do chão, com medo é assustada. Não parava de imaginar uma bela de uma queda da aquela altura. Mas seu medo se suavizou quando sentiu a mão de Loki na sua cintura, puxando-a para perto. Ele a olhou de uma forma, como que se, não quisesse voltar para Asgard.

Eles subiram tão rápido que, as imagens ao redor pareciam vultos. Quando Sherlyn menos percebeu, seus pés tocavam o chão. Um chão dourado, na verdade, o cômodo ao seu redor era todo dourado. Assim como a armadura do ser estranho é alto em suas frete. Seu capacete era estranho, com chifres em cada lado. Sua cara era seria, segurava uma longa espada com a ponta cravada no chão. Parecia que guardava a saída atrás de si.

— Vejo que trouxe Loki junto com sigo. — o mesmo soou firmemente. Logo seus olhos ficaram em Shelyn. 

— Não se preocupe, meu amigo.— disse logo pousando a mão no ombro esquerdo do guarda dourado. — Ordens de meu pai.

— Que assim, seja.— fechou os olhos permitindo a passagens deles. 

Os Deuses foram na frente, Lyn fora atrás se controlando para não tentar tocar a armadura do homem estranho. Estava curiosa, em sua mente. Pensava que os nórdicos gastará muito ouro na aquela sala. Mas, seus olhos arregalaram quando sairá da cúpula de ouro de deram de frente com uma enorme ponte. A ponte de arco-íris. Era realmente muito bonita, mas isso fez o estomago de Lyn embrulhar. Aquilo a mostrava claramente que os Deuses existem, que nem a ciência explicaria algo assim. Shelyn estava na ponte do arco-íris indo direto para Asgard, vê pessoalmente o Deus Odin.

Uma sensação de medo a percorreu, é ela decidiu que, não queria conhecer o Pai De Todos. Vai que de sua boca, saísse algo que Odin consideraria como uma ofensa. Shelyn não tinha a minha vontade de ser jogada abismo abaixo.

Ela caminhou silenciosamente, até Loki estranhou da boca da jovem estar fechada. Quando chegaram ao fim da ponte, Lyn encarou o enorme castelo a sua frente. Não era do formato que mas conhecido, era uma construção enorme, em forma triangular é bonita. Eles passaram por alguns arcos granes. Entraram por uma porta enorme dando em um corredor maior ainda, o único sons que se ouvia era dos passos que davam.

Tudo aquilo era novo para Sherlyn, e completamente estranho. Ao final do corredor avistava uma porta de madeira que ia até o teto, e a medida que eles se aproximavam. Lyn tinha mas vontade de sair correndo. Em fim chegaram a porta, Thor a abriu, revelando um grande salão no qual havia um trono, no qual havia um velho sentado. Os três caminharam até o meio. O Deus loiro se curvou em respeito, e quando percebeu que o irmão não tinha feito o mesmo. Lhe de uma cotovelada no braço.

Revirando os olhos, Loki se curvou para Odin, que apenas sorriu ao vê-lo. Logo seus olhos pousaram em Sherlyn, que estremeceu. Ele vestia roupas de seu mundo, tinha os cabelos é a barba branca. Seu olho direito era coberto por um tapa olho é segurava em uma das mãos um cajado.

— E quem seria você?— perguntou Odin.

— Pensei que o pai de todos saberia quem eu sou. — Sherlyn respondeu sarcasticamente. Mas se logo deu-se conta do que disse. Thor lhe lançou um olhar repreendo é Loki soltou uma risada. 

Ao contrario do que Lyn pensou, Odin soltou uma risada.

— Você tem uma língua afiada.

— Você não sabe como.— resmungou Loki, e em protesto a jovem lhe deu uma cotovelada no braço. O Deus lhe olhou friamente, mas Lyn não se importou.

Odin olhou para Loki, o examinando do pés a cabeça. Ele ainda vestia o smoking elegante, certamente para os nórdicos essas roupas eram estranhas.

— Estar se adaptando em Midgard, meu filho?— perguntou ao moreno que ergueu as sobrancelhas.

— Se estar se referindo a sentença que me condenou, sim, como não?— Loki respondeu rudemente olhando para o Odin.

— Loki...— Thor iria lhe repreender.

— Thor, tenho certeza que não vinhemos aqui só para um reencontro familiar.— Lyn exclamou cruzando os braços. Ela encarou seriamente Odin.— O senhor tem algo muito importante a dizer.

O mesmo afirmou com a cabeça.

— Um Deus menor. Um gigante de gelo talvez, se escondeu entres os Midgardianos, de alguma forma, ele conseguiu ocultar sua presença é alimentar um portal.— o velho falou seriamente.

A expressão de Loki se tornou fria.

— A um inimigo em Midgard?— perguntou Thor alarmado.— Como pode? Não senti nem uma presença.

— Como eu disse, ele ocultou sua presença. E muito esperto é bom em manipular a magia.— ele encarou seriamente o moreno.— Como você também manipula a magia, espero que der um jeito.

— Você quer me usar para livrar-se desse incomodo? — indagou Loki friamente. — Como sou um feiticeiro poderoso, quer que eu tire essa pedra do seu caminho. Como você é ridículo, Odin.

— Loki! — Thor o repreendeu seriamente. — Escolha devidamente suas palavras, estar falando com o pai de todos. Nosso pai.

— Seu pai. — o corrigiu-o.

Thor o fuzilou com os olhos azuis gélidos. Abriu a boca para reclamar, mas Lyn fora foi mais rápida.

— Resumindo, você quer que, Loki livre-se dele. — concluiu a jovem, que já estava de saco cheio com a briga familiar. Odin afirmou com a cabeça. — Não é por nada não, mas, eu esperava mais do "Grande Odin". Como o deus supremo, esperava que fosse mais poderoso, assombroso é mais velho. Você parece um vovô gagá de quinta categoria, que se acha em qual...

— Stark. — o loiro puxou seu braço em forma repreendora. Loki a olhava com um sorriso divertido no rosto, mas Lyn não tinha ideia como segura sua língua.

Ela se virou novamente para o velho no trono.

— Ele fará. — exclamou ele seriamente.

— Eu não concordei em nada. — indagou ele secamente.

— Mas eu estou. — rebateu ela no mesmo tom.

— O que te faz pensar que fazer isso? O quão tola você é? — seus olhos verdes eram frios é sinistros. Mas não a assustou.

— Primeiro, não ouse me chamar de tola. Não fui eu que quis dominar o mundo é fracassei ridiculamente. — ela o olhava do mesmo jeito. Friamente é sombriamente. — Segundo, antes de saímos da agencia, Fury me deixou responsável por você. Por tanto, gostando ou não, eu mando em você. Sendo assim, você aceita salvar a terra!

Loki suspirou fundo indignado com o que ela falará, abriu a boca para rebater aquilo, mas, Shelyn ergueu o dedo em sua direção.

— Nem um piu.

Ele fechou a boca, fuzilando-a de raiva.

Lyn ouviu a risada de alguém, virou-se encontrado uma mulher ao lado de Odin. Sua aparência não era muito velha, aparentava ter seus trinta anos. Cabelos loiros preso em um tipo de penteado. Vestia um longo vestido cor pastel, cheio de babados é rendas. Olhos azuis como o céu sem nuvens, pele branca é usava várias joias caras.

— Encontrou uma mulher com uma personalidade forte, meu filho. — sua voz era doce, calma é gentil.

Frigga.

Loki encaro-a fixamente, enquanto ela sorria para ele. Frigga abriu os braços, pedindo um abraço. O Deus hesitou em ir até a mulher, mas, lentamente se aproximou de sua mãe. A abraçando-a, Lyn não pode esconder o sorriso. Frigga passou as mãos pelo rosto é pelos cabelos de Loki.

— Tens vivido bem? — perguntou preocupada.

— Tenho até serviço de escolta... — ele apontou Lyn com os olhos.

Ela sorriu achando graça, soltou Loki é caminhou até Thor, o abraçando também. Conversou um pouco com o loiro até ir em direção da morena, que a observava sem dizer nada. Frigga pegou suas mãos é apertou-as conta as suas.

— Você tens um brilho indescritível nos olhos, menina. — disse ele abrindo um sorriso. — Terá bons filhos, fortes é belos.

— Como, você... — ela franziu o cenho confusa.

— Sou a Deusa da fertilidade, minha querida. — conto-lhe calmamente. — Eu sei apenas de toca-lhe.

Ótimo, Lyn nunca desejou ter filhos. Agora uma deusa em pessoa lhe diz que terá filhos. Filhos. No plural, então é mais de um. Não gostava de criança, passava longe de um pirralho. Abominava esses seres pequenos é endemoniados. Frigga soltou uma de suas mãos é começou a puxa-la em direção de uma porta.

— Venha querida, lhe mostrarei algo interessante. — a mulher a puxava contra sua vontade.

Lyn virou sua cabeça encarando Loki, suplicando com os olhos ajuda. Mas ao invés disso, ele sorriu cinicamente. 

[-:-§-:-]

Pouco tempo depois, Sherlyn estava enfiada em um vestido. Frigga achará o que ela estava vestindo, muito revelador. Por isso insistiu que a jovem trocasse de roupa. Usava um vestido verde musgo que ia até o tornozelo, com as mangas compridas é folgadas é era bem apertado na cintura. Como se usasse um corpete.

Sentada em um tipo de sofá, Shelyn observava o deusa andando de um lado para outro em seu quarto procurando algo. A mulher falava algumas coisa que Lyn já não ouvia, aquele quarto era absurdamente enorme. Cada parede tinha detalhes únicos, era bem construída é moldada. Muito lindo aponto de ser exagero.

— Achei... — murmurou a mulher indo em direção da Stark com algo nas mãos. Sentou-se ao lado dela é colocou uma caixinha no meio das duas.

A caixinha parecia ser de ferro é ouro. Tinha a forma de um hexágono, com rubis cravados em suas laterais. Frigga retirou a tampa revelando que dentro havia seis cristais cristalinos em cada canto da caixa, é no meio, um tipo de mecanismo com um encache. A mulher ergueu um cristal colorido é encachou no meio, no mesmo momento, cada cristal dos cantos imitiu uma luz para o do meio, e em cima do mesmo, uma imagens começou a se formar.

Era como estivesse vendo um filme 3D, Lyn achou aquilo um máximo. A imagens que se formavam era de duas crianças, nos jardins. Um tinha os cabelos loiros é o outro negros. Sherlyn logo percebeu que eram Thor é Loki. Ela olhava para a infância dos deuses. As duas crianças brincavam alegremente com duas espadas de madeiras. Ela sorriu docemente ao vê que Loki sorria alegremente como uma pessoa normal.

— Ele era tão alegre. — disse a Deusa. — Adorava estudar magia é amava mais Thor...

— Eu acho que ainda ama... — Lyn murmurou sem pensar, mas Frigga olhou para ela curiosa sobre o que dissera. — Bom, acredito que ele ainda sinta afeto pelo irmão. Se Loki odiasse profundamente Thor é Odin, não ficariam tendo briguinhas infantis...como aconteceu a minutos.

Frigga sorriu.

— Você observa bem os outros. — os olhos azuis da deusa a encararam intensamente. — Mas eu também.

— Uhm?

— Vi o jeito que você é meu filho se olham. E um olhar intenso, fervente é apaixonado.

— Estar insinuando que estamos apaixonados? — ela riu com deboche.

— Não estou insinuando, estou afirmando.

Lyn a encarou seriamente.

— Não...isso estar errado. — se levantou bruscamente. — Não podemos...isso não pode acontecer.

— Por que não? — Frigga franziu o cenho.

— Loki...Loki...por culpa dele minha mãe morreu. — disse ela com as mãos tirando os cabelos do rosto. — Quando ele causou aquela confusão, ele foi o culpado pela a morte dele. Minha mãe. Minha única família.

Frigga abaixou a cabeça é pensou um pouco, logo levantou-se com um sorriso no rosto.

— Querida, tenho certeza que não é o que seu coração diz.

Lyn a encarou pasma, mas antes de se pronunciar Loki apareceu na porta com sua cara ranzinza.  

— Vamos embora. — ordenou friamente. Ele olhou para o que ela vestia é depois como saiu sem dizer nem uma palavra. Ignorando-o de forma estranha. Loki levou seus olhos verdes até sua mãe. — O que disse a ela?

Frigga sorria alegremente.

— Apenas a verdade. A que você sabe muito bem. E não vai poder negar para sempre.



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