História Filho de Lord Voldemort - Capítulo 7


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Categorias Harry Potter
Personagens Draco Malfoy, Harry Potter, Tom Riddle Jr.
Tags Drarry, Mpreg
Visualizações 605
Palavras 1.994
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Famí­lia, Ficção Adolescente, Fluffy, Lemon, Magia, Romance e Novela, Shonen-Ai, Slash, Violência, Yaoi (Gay)
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Estupro, Gravidez Masculina (MPreg), Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


O que estiver entre "--" e Harry conversando com Mirk.

Demorou, mas aqui esta o capítulo.

Boa leitura!

Capítulo 7 - Cap. 6: Inconvenientes


Snape deixou a enfermaria e seguiu para seus aposentos, onde encontrou o enorme cachorro sentado em frente à porta. Passou por ele entrando, e o cão o seguiu, e Snape fingiu não perceber quando o cão se transformou em um Sírius, nu. Tirou sua capa e pendurou no suporte ao lado da porta.

A sala era grande, tinha um sofá em frente à lareira, duas poltronas, a mesinha de centro com livros sobre ela, uma mesa no canto - abarrotada de pergaminhos, livros o outros objetos -, as prateleiras estavam cheias com potes e frascos de poções e ingredientes. Tinha também um pequeno bar no canto com uma grande variedade de bebidas. Duas portas eram visíveis, uma à esquerda atrás da mesa, e outra a direita.


— Ali fica meu laboratório privado. Não quero que entre lá. — falou em seu tom sério ao se virar e ver que o outro estava vestindo sua capa. — Só tem um quarto.


— Onde vou dormir?


— Sofá. — deu um sorriso maldoso. — Talvez o chão seja um lugar melhor para um cão pulguento como você.


— Tenho uma idéia melhor. — seus lábios se esticaram em um sorriso malicioso. — Podemos dividir a cama.


Snape engasgou com saliva e tossiu.


— Nem pensar! Não vou dividir...


— Era brincadeira. — Sírius riu divertido. Era tão fácil e dividido irritar o mestre de poções. — O sofá está ótimo para mim. Só quero tomar um banho antes. Posso?


— O banheiro é no quarto. As toalhas estão no armarinho sob a pia. — Severus seguiu para a porta atrás da mesa.


Sírius entrou no quarto e surpreendeu-se. O aposento era amplo, tinha uma grande cama de casal com lençóis pretos, dois criados mudo, outra lareira em frente à cama, um guarda roupa à esquerda, e a porta do banheiro, tinha duas poltronas em frente à janela que dava no lago. Sírius inspirou, ali o perfume do outro era mais concentrado. Tirou a capa e deixou-a sobre a cama e seguiu para o banheiro que não tinha nada demais, pia, armário, o chuveiro num canto e uma banheira. Seguiu para o chuveiro. Não demorou muito no banho e logo saiu com uma toalha na cintura e os cabelos pingando água. Severus estava no quarto e Sírius se divertiu ao perceber que o pocionista tentava não o olhar.


— Tem uma roupa para emprestar? — perguntou. Snape apontou para uma muda de roupa dobrada sobre uma cadeira. — Obrigado.


Snape nada respondeu e não olhou para o animago quando ele saiu do quarto. Quando estava sozinho, esfregou o rosto e olhou na direção da porta. Não seria nada fácil conviver com o Black. O cachorro era um grande incômodo, um inconveniente, em sua vida desde os onze anos.

Quando ele foi para Azkaban pensou que tinha se livrado, mas o sentimento continuava lá. Tentou se enganar dizendo a si mesmo que gostava de Lilian, que a amava como mulher, mas como Harry mesmo disse nem mesmo saber que Lilian se envolveu com Voldemort o incomodou. Claro que sentia alguma coisa por Lilian, mas era apenas um forte sentimento de amizade, a amava apenas como amiga e nada mais.

Levantou, tirou as roupas e entrou no banheiro, tomou um banho de banheira demorado e saiu, vestiu o pijama e deitou. Mas claro que não conseguiu dormir.


** ** // ** **


(Mirk)


Aquela mulher tentou tirar-me do mestre Harry, mas não conseguiu. Mestre Tom disse para matar qualquer um que tentasse machucar mestre Harry e o mestre Draco, mas aquela mulher não queria o machucar só o ajudar e o mestre Snape estava presente. Mas eu tive que deixar o mestre Harry quando ele e mestre Draco começaram a acasalar. Os dois nem perceberam quando sai. Aproveitei para comer. Encontrei muitos ratos pelo castelo assim como passagens seguras por onde posso passar. Pela manhã procurei por mestre Harry e o achei tomando café. Ninguém me viu. Rastejei para baixo da mesa e subi pela perna do mestre até estar em seu ombro por baixo de suas vestes.


** **


“— Olá, Mirk. —” Harry sibilou baixo para não chamar atenção quando sentiu Mirk subir até seus ombros. A cobra tinha sumido e ele só percebeu de manhã quando viu que o bracelete não estava em seu braço.


“— Bom dia, mestre Harry.”


“— Onde estava? —” questionou. Draco o olhou, mas logo voltou sua atenção para seu café.


“— Caçando meu alimento, mestre.”


“— Espero que tenha se divertido. —” disse imaginando qual seria a diversão de Mirk.


“— Sim. Encontrei muitos ratos.”


Depois disso, Mirk voltou a ser o bracelete no pulso de Harry que terminou seu café.


— Vamos? — perguntou para Draco.


— Sim. — o loiro respondeu.


Os dois se levantaram e seguiram para fora do salão principal sob os olhares nada discretos dos outros. Eles seriam o assunto de todos por um tempo, mas não se importavam desde que estivessem juntos.


** ** // ** **


Os dias passaram, Harry informou McGonagal que seus tios iriam fazer uma viagem e ele teria que ir com eles. McGonagal estranhou já que o garoto nunca ia para casa nos feriados, mas ela não podia o segurar no castelo. Mas na manhã da véspera do dia que iriam para casa, Harry foi chamado na sala de Dumbledore.


— O senhor mandou me chamar? — disse ao entrar.


Dumbledore estava em pé perto da janela, os braços para trás do corpo, enquanto olhava para o horizonte. A fênix estava em se poleiro.


— Por que está mentindo, Harry? — foi direto ao ponto.


Harry manteve seu semblante normal. Já sabia que o velho tinha conhecimento de seus passos. Alvo sempre sabia de tudo que acontecia no castelo.


— Não entendi, senhor. Quando eu menti? — sentou-se e se fez de desentendido.


Alvo se virou, olhando para o garoto de forma seria.


— Para onde pretende ir no feriado, Harry?


O garoto fez uma cara surpresa.


— Oh, é isso. — deu um sorriso. — Vou passar o feriado com meus parentes... Os Dursley, o senhor os conhece. Tem algum problema?


Harry notou que Alvo parecia irritado com sua fala.


— Não minta pra mim, Harry. — sua voz mostrava sua irritação. — Sei que não gosta de ir para casa… Diga-me para onde vai.


— Não. — falou decidido sentindo Mirk se mover em seu pulso, segurou-o tentando ser discreto.


É claro que Dumbledore tinha conhecimento do que se passava na casa dos tios. Mas nunca fez nada para o ajudar, para o tirar daquela casa. Não contou nada sobre sua vida, sobre seus pais, seu padrinho, mentiu sobre tudo.


— Sabe que temos que te proteger... Não pode sair sem nos informar para onde vai.


O diretor estava se controlando para não perder a paciência com o garoto que estava começando a ficar arredio. Não seria fácil manter o garoto sobre controle pelo jeito.


— O senhor não é meu pai para exigir esse tipo de coisa. — falou.


— Eu só quero seu bem, Harry...


Ouvir aquilo fez um sorriso debochado surgir no rosto do garoto.


— Meu bem?! — olhou para o diretor. — Não é o que parece. — Se dependesse de você eu já estaria morto.


Dumbledore sentou-se em sua cadeira olhando para o garoto.


— Eu sinto muito por fazer isso... — começou. — …mas você está proibido de deixar o castelo, Harry.


— O senhor não pode me prender aqui! — disse começando a ficar com raiva. Se levantou.


— Sou diretor de Hogwarts e aqui dentro sou eu que decido as coisas. — juntou as mãos sobre a mesa. — Só posso liberar você se seus tios mandarem um pedido diretamente à mim.


O sorrisinho vitorioso de Dumbledore só fez a raiva de Harry aumentar. Mirk estava agitada em seu braço.


— Os outros não precisam disso.


— Eles recebem autorização dos pais para sair. — falou sem se importar se suas palavras iriam machucar o garoto. — É para o seu bem. — repetiu. — Só sairá daqui amanhã se seus tios mandarem o pedido assinado.


— Veremos. — Harry deixou a sala batendo a porta com força.


Harry desceu a escada e atravessou os corredores fervendo de raiva. Não ligou para em quem esbarrou pelo caminho apenas seguiu em frente. Estava cansado de ser o garoto certinho, preocupado com os outros, ninguém nunca se preocupou com si. Só o viam como o escolhido para derrotar Voldemort. Mas agora só ia se preocupar e proteger quem realmente importava. Ou seja, Draco e seu filho. Ninguém era mais importante que eles.


“— Vá proteger o Draco. —” sibilou e esticou o braço na direção de uma estátua que tinha no corredor. “— Não o deixe sozinho. Ficarei longe por algumas horas.”


“— Sim mestre” Mirk deslizou de seu pulso para a estátua e sumiu por trás dela.


Harry seguiu pelos corredores das masmorras que naquele momento estavam vazios até parar na frente da porta que queria. Bateu na porta e ouviu um “entre” na mesma hora que a porta se abria. Sem medo, coisa que sentiria muito antes, entrou nos aposentos de Severus que estava se preparando para sua primeira aula do dia. A porta se fechou às suas costas com um baixo rangido.


— O que está fazendo aqui, senhor Potter? Não deveria estar na aula.


— Fui chamado na sala do Dumbledore. — disse caminhando lentamente pela sala e olhando os potes com conteúdos estranhos. — Ele me proibiu de sair de Hogwarts.


Snape suspirou.


— E você espera que eu faça o que?


— Eu não espero que você faça nada. — disse. — Eu quero falar com...


— Harry!


Sírius saiu do quarto de Snape usando um roupão negro o que fez o professor arregalar os olhos. Ele sabia o que qualquer um pensaria ao ver aquela cena, e Harry não seria exceção. O animago abraçou o garoto.


— Que bom te ver!


— Sírius, você... — o garoto começou a falar, mas a vida pessoal de seu padrinho não era de seu interesse. Sorriu para disfarçar sua surpresa. Outra pessoa importante em sua vida que merecia sua proteção.


— O que faz aqui? — Sírius questionou.


— Preciso falar com… Ele. Como eu faço? — olhou para Severus.


— Potter, você não deve incômoda-lo com coisas sem importância...


— Sem importância?! — Harry falou sem acreditar. Inclinou a cabeça e deu um pequeno sorriso desafiador. — Vamos ver se Ele acha isso.


Até mesmo Sírius se surpreendeu com o modo de falar do afilhado. Qualquer um notaria a ameaça nas palavras do garoto. O professor olhou para Harry o avaliando.


— Certo, Potter. — Severus pegou um pedaço de pergaminho escrevendo sobre o que aconteceu. — Espere pela resposta aqui.


— Obrigado professor. — agradeceu.


Snape saiu deixando os dois sozinhos.


** ** // ** **


— Onde estava? — Draco perguntou quando Harry sentou ao seu lado na hora do almoço.


— Bonito colar. — tocou-o, depois deslizou os dedos pela pele clara do pescoço.


Mirk tinha se enrolado no pescoço do loiro e se transformado em um colar de serpente. Era a primeira vez que Harry via o Malfoy, que andava sempre impecável, com o uniforme desarrumado. Ele estavs sem gravata e com os botões da camisa abertos.


— Presente do meu namorado. — disse o loiro. — Me responda. — exigiu.


— Aqui não é o melhor lugar para falar sobre isso. — cochichou. — Vamos para um lugar mais privado. Já terminou?


— Sim.


Os dois se levantaram e seguiram para fora do salão principal. Mirk aproveitou para voltar a ser o bracelete no braço de Harry. Eles seguiam para o andar da sala precisa.


“— Estamos sendo seguidos mestre. —” Mirk informou e deslizou de seu braço para o chão.


Harry se virou.


“— NÃO! —” Harry gritou o que fez Mirk parar na hora. “— Não a machuque, Mirk. Ela é amiga.”


Hermione olhava para a cobra pronta para ataca-la, apavorada.


— Desde quando você tem uma cobra, Harry? — perguntou em um murmúrio de medo.


Harry se aproximou e esticou o braço, permitindo que Mirk subisse por ele, enroscando-se a sua volta.


— Venha, Mione. — Harry estendeu a outra mão para a garota. — Ninguém vai lhe machucar e eu explicarei tudo.


Hermione, mesmo com medo, segurou a mão de Harry. Draco se aproximou olhando de forma superior para Hermione.



Continua...



Notas Finais


Como podem ver , a ficar está com capa nova.


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