História Fillie - Dream - Capítulo 7


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Categorias Stranger Things
Tags Fillie, Finn Wolfhard, Mileven, Millie Bobby Brown, Stranger Things
Visualizações 112
Palavras 3.348
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Drama (Tragédia), Festa, Ficção Adolescente, Hentai, Romance e Novela
Avisos: Álcool, Drogas, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


🔥LEIA TODA A NOTA🔥


Aqui estou, novamente, para poder postar esse capítulo, que misericórdia.
A entidade Jacob aparece heinn.

E como não falei dele no começo, vou falar agora msm, pra vocês poderem entenderem direitinho oq vai rolar no cptl (msm eu dando uma leve explicada la tbm.).

Jillie aconteceu quando Millie ainda era um feto. Tinha 14 anos e ela foi em um show dele, com ingresso que tem direito a visita ao camarim. E la, Jacob pede o número de Millie e Millie como tinha "gostado" dele, passou. Tadinha, não sabia que era por segunda intenções.

Eles foram la, e pah, conversando e tals. E depois de tanta amizade, eles começam a namorar.

E como vocês devem imaginar, Millie ja amava a Calpurnia. E Jacob, desde que era um feto, sonhava em odiar Calpurnia. Millie não aguentava mais ouvir Jacob falando mal da Calpurnia e principalmente do Finn. Não aguentava ver Jacob nas lives do Finn e essas coisas.

Jacob, como é um bostão, disse pra Millie que não pararia de odiar Finn e a Calpurnia, por causa dela. E A MILLIE, GRAÇAS A DEUS, TERMINA O NAMORO. Depois disso, Jacob e Millie não ficaram nem muito amigos. Apenas se cumprimentavam quando se viam.

Por conta da agenda de Jacob, fazia muito tempo que não se encontravam. E esse tempo será quebrado hoje, rs.


Então, deu pra entender? Pq é isso.

Boa Leitura e até la em baixo 💗


OBS:. la em baixo eu falo sobre essa foto da minha capa.

Capítulo 7 - Malditos Paparazzis.


Fanfic / Fanfiction Fillie - Dream - Capítulo 7 - Malditos Paparazzis.

Millie On. 


Ele apenas me encarava sem dizer nada. Ficava apoiado na porta, que estava aberta e mostrava a grande parede da sala de estar feita de vidro. Era impressionante. Mas eu tinha que focar no meu motivo de estar aqui. Finn Wolfhard. 

Cada vez que me lembrava daquele nome, daquele ser, milhões de sentimentos e lembranças enchem a minha mente, me deixando novamente, com uma grande dor de cabeça. Como reação à bomba que estava explodindo em minha mente, eu fechei os olhos com força, com o objetivo de recuperar a consciência. Levei as mãos a testa, apenas reflexo, eu acho. Aquilo realmente não ajudou em nada. Essas minhas dores de cabeça constante provavelmente se devia ao fato de todo esse estresse por conta do Finn e eu. Mais um motivo para dar um Fim para aquilo tudo. 


-Millie? - Finn colocou a mão sobre meus ombros, como se quisesse me acordar de um sono profundo. Abri meu olhos e percebi a aparente preocupação em seu olhar. Estava com o cenho apertado e levemente caído. 

-Estou bem. - Disse novamente fechando os olhos e sacudindo levemente a cabeça. -Eu... Posso conversar com você? - Logo depois dessa frazer sair, junto se foi um enorme peso, que logo voltou. Eu teria que me desculpar e explicar tudo pra ele. Em poucos dias que conheço ele, essa ja é a segunda vez que converso e me explico pra ele. Não é normal isso. Ou é? 

-Era de se esperar. Entra. - Ela saiu da frente da porta, dando espaço para eu passar. Assim que entrei, me deparei com uma sala de estar imensa, com móveis neutros, que combinava com a cortina que cobria uma parte da parede de vidro, que tinha uma vista. E além de ser bem bonita, era organizada. 

-Obrigada. - Fiquei parada enquanto ouvia ele fechar a porta. - Não sabia que você era tão organizado assim. - Dei uma leve risada na última parte, como se fosse um único suspiro. 

-É. Não sou eu. Depois que Nick comprou essa cobertura, ele passou a ser assim. Organizado. - Ele parou ao meu lado e cruzou os braços. Ficamos analisando de longe, a tão falada por mim, parede de vidro. - E então... Senta aí. - Ele meio que apontou com sua mão aberta, para o meio da sala de estar, que havia um grande tapete bege, que fica em baixo da área em que ficava 3 sofás, um em cada lado do quadrado formado por elas mesma, a não ser o lado que tinha em sua frente uma TV  e uma poltrona. Optei por sentar na poltrona, mas antes de poder encostar nela, Finn logo deu um "alerta" 

-Não! Aí não! - Ele esticou os dois braços, abrindo as duas palmas da mão enquanto se sentava em um dos sofás. - Nick comprou exclusivamente pra ele. E, bom... se ele te ver ai, não vai ser uma "boas vindas" que ele vai te dar. 

-Ta bem. - Acenti e me sentei no sofá que ficava na frente dele, para poder assim, falar e olhar no fundo de seus olhos, por mais que seja difícil.

 - Como você deve de imaginar, né... - Finn arregala os olhos e me interrompe. 

-Esqueci de te oferecer água. Quer? 

-Ah, sim. - Eu ri com aquilo. - Quero sim. - Observei Finn passar ao meu lado, chegando a um corredor que devia de levar a um tipo de cozinha americana. 

Estava mergulhada em meus próprios pensamentos sobre como e o que falar para Finn na hora que chegasse, quando ouvi uma voz não muito desconhecida por mim, gritar ao fundo da casa. Aquilo me despertou e me fez ficar um pouco nervosa. Eu tinha quase certeza de que era Nick. 

-FINN! VOCÊ ESTÁ NA COZINHA? - aquela voz agora ia se aproximando. Até que Nick, uma maravilhosa réplica mais velha de Finn, aparece após o grande corredor que havia em minha frente. - Ue. - Ele me olha e arquea uma das sobrancelhas. -Quem é você? - Antes mesmo de eu abrir a boca pra falar, Finn chega e fala primeiro.

-Millie. Uma amiga minha. - Ele para ao meu lado, entrega meu copo com água e me encara. Olho para Nick e dou um largo sorriso. Eu estava bem feliz por finalmente conhecer Nick. Agora, me faltava conhecer o Sr. e Sr. Wolfhard. Mas aquilo estava fora cogitação. 

-Prazer. - Acenei enquanto, ainda, sorria. Tomei um gole pra poder de algum modo disfarçar minha não muito visível tensão. 


Eu deveria ser atriz. 


-Todo meu. - Ele saiu andando em direção a cozinha, falando ainda com Finn. -EU IA PEDIR PRA VOCÊ FAZER O CAFÉ. A GENTE PODERIA FAZER UMA LIVE MAIS TARDE. TAVA PENSANDO NISSO MAIS CEDO. QUER? - a voz novamente se aproximava, quando ele chegou na sala e viu Finn sentado no mesmo sofá que estava antes. Provavelmente percebeu que queríamos conversar. -Ah... Eu vou pro meu quarto. - Ele apontou pro grande corredor e saiu andando rápido. Ouvi a porta bater e aquele foi o último som que ecoou pelos nossos ouvidos.

Eu estava muito nervosa. Não sabia se tinha algum motivo ou razão de eu estar assim. Eu só queria que tudo voltasse ao normal. Queria poder sair dali bem. Mas eu que tinha que tomar a iniciativa. Certamente. Então venci meu nervosismo e todo o mar de emoções e comecei a falar.

-Finn... Tudo que eu disse... 

-Foi bem idiota. - Ele me interrompe e me encara. Com frieza. 

-Eu posso terminar sem você interromper? - Sim. Eu estava ficando meio irritada. Eu fui na casa dele. Vencendo meu próprio ego. Será que ele não reconhecia? Mas me mantive. Não poderia ser tão explosiva. De novo. 

-Ah, claro. - Ele apoiou os cotovelos no joelho, fazendo com que ele podesse apoiar seu queixo na sua mão. 

-Tudo que eu disse... Ainda hoje... Depois de você ter me levado em um café da manhã, que na minha opinião, foi muito bom. E... - antes de eu terminar, novamente ele me interrompeu. 

-Eu sei porque você gostou tanto. - Ele disse rindo sem mostrar os dentes. Em resposta revirei os olhos. 

-Posso continuar? Obrigada. - sorri. - E com certeza, não foi uma boa forma de agradecer. Na verdade, não foi bom e nenhuma ocasião. Eu estava tão irritada com tudo. Com você ter ido pra longe de mim, com Iris por aqui... Eu estava preste a explodir e você foi a vítima da minha explosão. 

-Você acha que eu também não estava irritado, Mills? 

-Ah, claro que sabia. Ainda mais depois da Sadie ter me falado que você ficou com cara de bunda depois que voltou do nosso café. Você queria que eu pensasse o que? Eu fiquei com medo de você não ter gostado do meu... Ah, esquece. - Eu devia ter ficado vermelha. Senti meu rosto esquetantar e percebi que as bochechas de Finn também estavam rosadas. 

-Não é nada disso. Nem tudo que acontece na minha vida é voltado à você. Muito longe disso. Você não é tão importante assim. - Ele disse saindo da sua posição, voltando a se encostar no sofá. 

Eu não estava acreditando. Minha boca formou um perfeito "o". Eu sentia minha garganta criar um ovo e meus olhos marejar. Por que ele fazia isso comigo? Eu subi até la pra poder me desculpar e ele diz que não sou importante. Então meu pedido de desculpa também não deve fazer diferença. Meus batimentos formava uma trilha sonora. Eu estava com raiva. Mas nada se comparava a dor que ele me causou na hora. Isso me deixo triste demais. Eu precisava sair dali. 

-É isso? Então tá beleza, Finn Wolfhard. Se eu não sou importante, meus pedidos de desculpas não deve de fazer diferença. - Me levantei e coloquei o copo na mesinha de centro que havia entre nós dois. -Eu não sei por que gastei meu tempo vindo aqui. - Joguei meu cabelo pro lado. Eu estava querendo parecer o mais forte possível, mas a qualquer momento, a torneira dos meus olhos iria se abir. E nessa hora, eu não queria que Finn estivesse presente. 

-Não é isso, Mills! - Ele se levantou também. - Você entendeu tudo errado. De novo!! - Essa última parte ele levantou um pouco a voz e eu me encolhi. Eu me sentia tão pequena... frágil e insignificante. Eu queria ir embora dali logo. Não iria aguentar por muito tempo. Engoli seco, tentando levar junto o ovo que havia em minha garganta. Mas eu não conseguia nem engolir direito. 

-Abre a porta pra mim. Por favor. - Pedi enquanto caminhava até a porta. Ele veio atrás de mim. 

-Millie... 

-Por favor, Finn! - nessa hora, meus olhos ardiam de tantas lágrimas que segurava. A imagem dele na minha frente, estava com forma diferente por conta das lágrimas que diviam meu olho. Ele abriu a porta e eu andei até o elevador, que por sorte, ainda estava la. Abri a porta e quando entrei, me virei pra ele e ele me olhava ainda. Nesse momento, uma lágrima escorreu, e na mesma hora o elevador fechou. Agradeci por ter fechado nessa hora. A última coisa que queria, era que Finn me visse chorando. 

Eu comecei a chorar desesperadamente. Eu era tão explosiva e sentimental. Eu queria e precisava controlar isso. Mas também, não era pra pouco. Ele disse que eu não era tão importante. Sempre que me lembrava da frieza dele dizendo isso, eu soluçava mais e mais. Me importava tanto com ele, eu achava que apenas isso, seria recíproco. Mas como sempre, eu só me fodo. Eu ja estava com o rosto todo molhado de lágrimas. Estava sentindo meu mundo cair aos poucos e com ele, eu junto. Não tinha mais reação. Sentimento. Eu so chorava. Sem parar. Todas as lembranças de Finn vieram em minha mente. Desde quando vi ele sentado na mesa da boate, até a porta do elevador fechar. Ver ele daquela forma era tão ruim. As lágrimas desciam sem nenhum esforço. Eu me encontrei séria. Estava mais fria que esperava. Mas eu tinha certeza, que depois de um tempo, todas as emoções voltariam e eu começaria mais um show.

Ainda estava no elevador, chorando com a mão no rosto, estava bem longe de parar quando o elevador abre e a bancada do porteiro está bem na minha frente, Fazendo ele me ver em prantos. Eu estava prestes a me jogar no chão e chorar enquanto gritava ali mesmo. Mas claro que não faria. Tentei me controlar, mas era difícil. 

-Está tudo bem, senhora? - Ele me entregou um lenço. 

-Sim. Obrigada. - Agradeci o lenço e sequei meu rosto, que estava cheio de lágrimas e um pouco de rímel. 

Depois de ter me acalmado um pouco, liguei pra Sadie. 


Sadie? 

Oi, Mills. Está tudo bem? 



Ela provavelmente notou minha voz. Parecia que estava gripada, com a garganta fechada. Como se tivesse dificuldade pra falar. 


Não muito. Olha, eu preciso que você vá pra casa. Por favor. Chegando lá eu te explico direitinho.

Ai meu Deus, Millie. Sim, claro que vou. Os meninos também ja estão indo. Depois de tanto tempo aqui na casa de Noah. Mas olha, amiga, fica calma. Estou indo. Te amo.



Encerramos a ligação. Eu me sentia melhor. A doçura e o carinho de Sadie, me reconfortava. Eu ainda soluçava um pouco quando pedi um Uber para a casa de Sadie. Não demorou nenhum minuto, quando ele para em frente ao condomínio. Saí da área coberta, onde ficava o porteiro, e fui em direção ao carro. Olhei para cima, com objetivo de ver a janela e cobertura de Finn. Por algum motivo, que eu queria pensar que não era óbvio, ele estava la. Ignorei sua presença e continuei andando. 


-Boa tarde... Senhora Millie...? - O motorista perguntou, certificando no aplicativo se era esse mesmo o nome. 

-Isso mesmo. Boa tarde. - Sentei no banco e trás e comi balas que tinha ali. Doce sempre me fazia sentir melhor. Era disso que precisava. 

Eu olhava Finn de dentro do carro com um pouco de dificuldade e percebi que a rádio que o motorista ouvia, era uma que apenas tocava música antigas. E a música, pela minha surpresa ou azar, era Every Breath you Take. 

-I'll be watching you. - cantarolei baixinho para que somente eu ouvisse enquanto olhava para ele.

O motorista acelerou e eu fiquei em silêncio, ao som de Every Breath you Take. Me lembrei do momento em que estava no carro hoje mais cedo com Finn, que ele disse que essa música sempre deixava ele bem. Lembrar daquela sorriso dele enquanto cantava, realmente me fez bem. Abri um leve sorriso de canto e comecei a cantar a música, ainda baixinho, me tornando novamente, o reflexo de Finn Wolfhard. 

O caminho para casa de Sadie, foi mais tranquilo que esperava. As lágrimas e soluços param. Apenas ouvia as músicas e olhava para o lado de fora do carro.


Em não muito tempo, ja estava com Sadie, em seu quarto enquanto eu contava o que tinha acabado de acontecer. 

-Foi isso... Sadie... Eu não aguentava mais ficar com ele e vim. Não podia ir pra casa com essa cara de porquinho. - Ela riu e eu imediatamente lembrei que tinha que avisar a minha mãe que dormiria na Sadie. Peguei meu celular que estava em cimada cama e liguei. 


Mamãe? 

Oi, filha. Já está voltando? Está cedo. 

Não. Eu estava pensando em dormir aqui na Sadie. Tudo bem? 

Se você somente ficar na Sadie, sim. Chega de saidinhas por hoje. Não acha? 

Claro, mãe. Pode deixar. Te amo. 

Também te amo. 


Desliguei e logo me deparo com um sorrisinho besta no rosto de Sadie. 

-Oque foi? 

-Eu estava aqui pensando. - Ela se sentou na cama. - A gente pode dar uma saída mais tarde. E aí? - Ela ainda mantia o sorriso no rosto. 

-Meu Deus, Sadie Sink. - coloquei a mão na testa e revirei os olhos. Sentei com ela na cama. -Minha mãe acabou de falar que não posso sair. - disse me jogando de costas na cama. -E além do mais...-levantei a mão e apontei meu indicador para cima.-... eu iria nessa situação? Desanimada? 

-Por isso mesmo! Você tem que sair! Animar, esfriar a cabeça. E além de tudo, esquecer disso que aconteceu. - Eu apenas a encarava. Séria. -Ah, vamos! Vai ser divertido! E sua mãe não vai ficar sabendo não, menininha que ja tem 18 anos. - eu ri com essa última parte. Realmente. Minha mãe esquece que eu ja fiz 18 anos. 

-Ta bom, Sadie. Mas pra onde vamos? - ela sorriu. Era meio malicioso, mas não com esse objetivo

-Pra uma balada. Mas uma bem longe daquela que você fez seus tristes 18 anos. 

-Ta...



5 horas dps... 21:32


Eu estava pronta. Vestia uma blusa azul escura emprestada de Sadie, com uma calça branca e um tênis da Adidas branco. Fiz uma maquiagem leve e um coque frouxo. Estava com nenhum ânimo pra maquiagem. Eu nem queria sair, pra falar a verdade. Mas eu precisava realmente dar um tempo aos trilhões de pensamentos. 

-E ai? Estou bonita? - Sadie diz quando saí do closet. 

-Mas gente... - Minha boca formava um entrada de túnel de tão aberta. Ela vestia um vestido verde de alça com um decote em "v", que ia até seus joelhos e sandálias altas nude. Enquanto a sua maquiagem... Era apenas um delineado gatinho com rímel e um batom vermelho. -Mas Sadie! Olha a roupa que eu estou indo! - Eu me levantei pra ela ver que desgosto. 

-Você também está linda, Mils. Eu que exagerei. - Ela andou até até bolsa que levaria e pegou seu celular. -Tudo bem se Noah ir com a gente? 

-Nenhum. - Disse me levantando e me olhando no espelho. Eu não estava com uma cara muito boa. E não teria por que não estar. - Vamos? 

-Vamos. 


Chegamos la, encontramos Noah ja parado na porta da balada esperando a gente. Abracei ele e fomos em direção a fila e ficamos pouco tempo, não tinha muita gente. Não sei como, mas Sadie comprou 3 ingressos pra umas das baladas mais caras. E isso diminui a quantidade de gente. 

Chegamos la, sentamos no bar. Eu e Noah pagaríamos as bebidas essa noite. 

-Pode deixar que eu pago as bebidas de nós 3. - digo enquanto resolvemos o que beberíamos. - Você ja pagou minha entrada. 

-É. Eu divido com você, Mills. Até porque, ela também pagou a minha. - Noah diz. 

-Não vou reclamar. - Sadie diz rindo. 


A noite estava sendo muito boa. Eu tinha me esquecido de tudo. Eu dançava com Noah e Sadie na pista. Riamos, tirávamos fotos. Estava tudo bem perfeiro. Nem parecia que hoje cedo, eu tinha chorado e sofrido tanto. Eu agradeceria a Sadie por essa noite.

Eu estava devolta ao bar com Noah, quando percebi que Sadie não estava com a gente. 

-Você viu a Sadie? - perguntei ao Noah enquanto passava meus olhos por todo lugar procurado a ruiva. 

-Deve estar ai pegando alguém. - Ele diz bebendo um gole de Vodka com Sprite. Revirei meus olhos em resposta. Ele bebendo demais. Como sempre. 

-Eu vou atrás dela. Não sai daqui. - sai e fui em direção a qualquer canto pra ver se Sadie não estava agarrada com qualquer um. Eu estava próximo ao camarote quando alguém põe a mão no meu ombro. Eu me aliviei. Tinha achado Sadie. Me virei pra falar com ela e não foi muito bem ela que eu vi. 

-JACOB? - Eu gritei. Não via Jacob desde meus 15, 14 anos. 

-Millie! - Ele me abraçou. Sentia o cheiro de álcool dele. Eu não acredito que depois de todo aquele tempo, ele aparece de novo. Junto com Iris. Estranho.

-O que você está fazendo aqui? - pergunto me separando dele. 

-O mesmo que você. - Depois dele dizer isso, ele me puxou para o canto que tinha acabado de procurar Sadie. -Eu to louco pra matar saudade. - Ele diz segurando o meu queixo enquanto me imprenssava na parede. 

-Me solta, Jacob. Eu não quero. - digo me debatendo. Eu estava sentindo nojo de Jacob. Quem ele achava que era pra fazer isso comigo? 

-Mas eu sim. - Jacob começou a me beijar enquanto me apertava e acariciava. Eu nao retribuia seu beijo, apenas usava toda minha força tentando afastar ele de mim. Quando eu consegui afastar ele por um tempo, eu gritei. 

-Me solta! - eu estava prestes a chorar. Eu não queria estar ali. Jacob não podia fazer isso comigo. Não é não! Eu me sentia abusada, mas não conseguia fazer mais nada. Jacob tinha tomado todo poder sobre mim. Eu estava chorando enquanto Jacob chupava meu pescoço e depositava beijos no mesmo, quando senti alguém puxando ele. 

-Solta ela! - Ouço Noah gritar. Mais lágrimas escorriam pelo meu rosto. Eu precisava sumir dali. E onde estava Sadie pra me acudir? Eu me ajoelhei no chão enquanto chorava sozinha. Ouvia os gritos dos dois ecoando pelo meus ouvidos e sempre quando ouvia Jacob falar, lembrava do que ele tinha feito comigo e mais lágrimas saíam de mim. Eu estava encolhida  naquele canto, quando Sadie aparece.

-Vamos embora daqui. - Ela me dá a mão e me levanta. Enquanto caminhávamos, ouvi um som diferente, como de socos. Eu olho pro Jacob e Noah e os dois estavam se batendo. Eu corro em direção aos dois e tento separar. Eu gritava por ajuda, minha voz não saia mais, eu não conseguia fazer mais nada, Quando vejo flash's vindo de paparazzis que tiravam fotos de Jacob, Noah e infelizmente eu. 

Eu não podia aparecer em nenhum lugar nas redes sociais e jornais. Disse a minha mãe que não sairia e o que irião  pensar ao me verem separando porrada de Noah e Jacob? Um cantor famoso? Meu mundo desabou em um dia e não sabia como eu poderia fazer com que voltasse ao normal. Eu queria voltar pra casa e fingir que nada aconteceu. 

-Eu mandei você não sair de la! - Grito.

 


Notas Finais


Então, gentem
Pois é, aqui nessa fic, Jacob será muito mais lixo que ja é, assim como Iris. E a respeito da foto de Jillie...
Pois é, ela postou no insta dando feliz dia dos namorados, se não me engano. Se alguém ainda tinha dúvida do relacionamento deles, a prova está ai...

Espero que tenham gostado 💓
Até.


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