História Fillie- Um novo Amor - Capítulo 103


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Categorias Stranger Things
Personagens Billy Hargrove, Bob Newby, Chefe Jim Hopper, Dr. Martin Brenner, Dustin Henderson, Eleven (Onze), Jonathan Byers, Joyce Byers, Kali "Eight" (Oito), Karen Wheeler, Lucas Sinclair, Maxine "Max" Mayfield / "Madmax", Mike Wheeler, Nancy Wheeler, Personagens Originais, Sam Owens, Steve Harrington, Will Byers
Tags Eleven, Fillie, Finn, Mike, Mileven, Milliebobbybrown, Onze, Romance, Stangerthings, Teen
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Palavras 2.791
Terminada Sim
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Foi mal pelo titulo e pelo capitulo tbm kkk E que to morrendo de sono e eu não sirvo pra pensar quando to com sono! kk

Daqui pra frente e so sofrimento então... E melhor vocês lerem e se prepararem pros próximos...

Boa leitura!

Capítulo 103 - Sangramento...


Alguns dias depois...

 

 

Olivia narrando...

 

Me acostumar com a ausência dele não estava sendo fácil, depois daquela noite, de nos entregarmos totalmente um ao outro, ele se foi.

 

Ainda me lembro de quando acordei e ele já não estava ali, eu ainda podia sentir seu cheiro nos meus lençóis e também na blusa que envolvia meu corpo. Mike me deixou uma carta, dizendo que não me acordou por que não queria se despedir, não tinha coragem e sinceramente eu também não tinha.

 

Eu não contei pra ninguém sobre o que tinha acontecido no meu quarto depois do baile, eu não me sentia confortável com isso, tinha vergonha e também certeza de que meu pai ficaria uma verdadeira fera. Mas, quem sabe quando eu me sentir mais a vontade eu divida isso com a mamãe, tenho certeza que ela vai entender. Mas por enquanto, e um segredo meu e dele...

 

Conversávamos pelo menos umas duas vezes por dia, ou por vídeo, ligação e ate mensagens. Era bom, ele me contava como estavam as coisas em NY e aparentemente ia tudo bem, eu ficava feliz por ele mas, ainda queria ele aqui comigo.

 

Os primeiros dois dias foram os piores, era como se a ficha ainda não tivesse caído, fiquei trancada o dia todo no quarto e não saia pra nada, eu só não tinha vontade de fazer nada... Depois acabei me tocando que bom, eu tinha que continuar a viver não e mesmo? E então eu conversei com Mike e ele me incentivou que por mais que doesse eu e ele tínhamos que seguir com nossas vidas e foi isso o que fiz.

 

E dês de então, como tenho os amigos e a família mais maravilhosos desse mundo, eles vem me dado toda a força que podem.

 

A tela do meu computador, que agora fica ligado o dia todo por via das duvidas, ativou me dizendo que tinha alguém me chamando, era ele. Ainda não tínhamos conversado hoje ainda então sai correndo pra cadeira e aceitei a chamada.

 

-Oi! – Ele disse sorrindo assim que atendi.

 

-Oi! Como você esta? – perguntei sorrindo.

 

-Com saudades mas, estou bem. E você? – perguntou de volta.

 

-Com  saudades também mas, tudo bem, só o meu avô que ainda ta no hospital. – comentei, vovô Robert já estava a quase uma semana completa no hospital e pela preocupação da mamãe eu já sabia que as coisas não iam bem.

 

-Nenhuma melhora? – ele perguntou, neguei. – Nem imagino o que vocês tem passado...

 

-A minha mãe e quem aceita tudo isso pior né mas eu ainda espero que ele melhore... – franzi os lábios em uma linha reta. – Mas vamos falar de outra coisa, como e a escola daí? – perguntei fazendo o possível pra retomarmos o bom animo.

 

-E muito boa, os professores são legais... E escola, Liv. – rimos.

 

-Já fez amigos? – perguntei, ele franziu a testa.

 

-Não vai ficar brava? – ele perguntou, por que eu não sinto que isso vai acabar bem?

 

-Eu devo ficar brava? – perguntei, estalei os dedos nervosa.

 

-Não e só que... Eu fiz um amigo sim mas... – eu acho que eu já estava entendendo tudo...

 

-E uma garota? – perguntei seria, ela assentiu.

 

-Sim mas, você não tem que se importar com isso, princesa. E só uma amiga... – ele começou a gesticular com as mãos, respirei fundo.

 

-Tudo bem. – falei o mais calma que eu conseguia.

 

-Serio? – ele perguntou como se duvidasse do que eu tinha dito, assenti.

 

-Sim mas, você também não precisa ficar me falando dela e nem me contando as coisas que fazem juntos ok?! – o ciúme falava mais alto, ele riu.

 

-A gente não faz nada junto, amor... Não precisa ficar com ciúmes, ela só e da mesma sala que a minha. – justificou, suspirei.

 

-Eu não to com ciúme! – me defendi, ele riu fraco.

 

-Certeza? – ela arqueou uma das sobrancelhas, bufei.

 

-E só que... Você ta ai e eu to aqui e você diz que tem uma amiga... – poxa eu tinha meus motivos...

 

-Mas como você mesmo disse Beatriz e só uma amiga, pode ficar despreocupado que eu só tenho olhos pra uma canadense de olhos azuis e sardinhas... – rimos juntos.

 

-Tudo bem... – concordei, o horário me chamou atenção. – Putz, Mike. – levei a mão ate a testa.

 

-O que foi? – ele perguntou visivelmente preocupado.

 

-Ava ia vir me pegar pra irmos fazer umas coisas ai as cinco da tarde e já são quatro e meia! Tenho que ir me arrumar! – falei apressado, ele riu.

 

-Tudo bem, vai lá. Eu também tenho que colocar algumas tarefas do colégio em dia. – disse.

 

-Não vai ficar bravo? – perguntei.

 

-Não, vai lá! – falou sorrindo.

 

-Ok então. – sorri. – Eu te amo muito, beijo! – me despedi.

 

-Também te amo muito, menina! Beijo pra você também. – acenamos e então eu desliguei a chamada saindo correndo igual uma louca pra dentro do banheiro.

 

 

Millie narrando...

 

 

Outra crise respiratória, era a quarta em menos de uma semana e isso já estava me deixando preocupada de verdade, eu relutava contra as lagrimas em meus olhos pra não chorar ali, na frente do medico que nos explicava o quão tensa a situação de meu pai estava ficando.

 

Eu sinceramente nem escutei direito o que ele dizia, a única coisa que eu escutei com clareza foi “ Não temos mais opções e nem tempo, me perdoem” foi o que ele disse antes de se levantar e deixar eu e minha irmã mais velha, Paige, sozinhas naquela sala branca.

 

A lagrima escorreu pelo meu rosto ate cair sobre o tecido da calça jeans que eu usava, então era assim? Não tinha mais nada a se fazer? Só aceitar a perda?

 

Paige me envolveu em seus braços e me deixou chorar ali o tempo que eu precisava, quando já me sentia um pouco mais livre daquela angustia, ou melhor, quando eu já não tinha mais lagrimas, por que a angustia nunca iria embora, ela referiu a palavra a mim.

 

-Mills, temos que contar pros outros... Aproveitar o tempinho que ainda temos pra nos despedir. – disse ela, os olhos também vermelhos, com certeza também derrubou algumas lagrimas nesse meio tempo.

 

Algo veio em minha mente enquanto eu pensava no que ela havia me dito, a lista de meu pai... O acampamento, era o único item que ainda não tínhamos feito. E eu me negava a deixar isso assim.

 

-O acampamento. – murmurei pensando alto.

 

-Como? – a loira perguntou sem entender.

 

-O acampamento, Paige. Precisamos fazer, antes que não aja tempo. – falei serio, ela me encarou com a testa franzida.

 

-Mas, Mills... Como vamos fazer um acampamento? Papai nem pode sair daquela cama. – isso era verdade...

 

-Eu não sei, Paige. Só sei que temos que dar um jeito nisso. – Me levantei da cadeira com pressa, eu ia dar um jeito nisso.

 

-Ta, eu te ajudo. O que tem em mente? – ela perguntou.

 

-Podemos vir pra cá. Já que ele não pode ir, nos viemos. – falei pensativa.

 

-Mas não vai caber barracas naquele quarto e eu duvido muito que vão deixar todos nos dormimos aqui... – ela me trazia pra realidade.

 

-Não precisamos dormir, Paige... O que acha de chocolate quente e marshmallow? – tentei.

 

-E uma boa idéia... Podemos contar historias, lembra aquelas chatas que o papai sempre contava? – me recordou ela, assenti com a cabeça.

 

-Sim, e também os álbuns de família. – minha irmã assentiu.

 

-Estão na minha casa. – falou ela.

 

-Então e isso, Paige! – Sorri fraco. – Tem que ser hoje! – ela assentiu, não podíamos perder tempo.

 

-Tudo bem então... Eu vou ligar pra Ava e mandar ela avisar todo mundo. – A loira pegou o telefone.

 

-Eu vou me despedir da mamãe e já vou dar um jeitinho de ir atrás de uns marshmallos e chocolate. – ela assentiu então.

 

-Ok, nos vemos aqui a noite então? – assenti.

 

Minha irmã saiu indo em uma direção e eu sai logo em seguida indo na oposta. Estava caminhando pelos corredores do hospital quando senti aquela dor horrível na lombar outra vez, já faz alguns dias que estou sentindo isso... Virei a direita indo em direção aos quartos.

 

Minha cabeça trabalhava em tudo o que estava acontecendo, agora eu estava realmente preparando um despedida pro meu pai, me preparando para o perder, para nunca mais ouvir sua voz, ou então escutar um dos seus conselhos, suas piadinhas, sentir seu abraço...

 

As lagrimas voltaram a descer e minha visão se turvou, imaginando ser por conta das lagrimas sequei os olhos com as costas das minhas mãos mas, não adiantou muito. Logo em seguida um tonteira se pesou em minha cabeça e eu fui obrigada a me apoiar em uma das paredes para não cair com tudo no chão. Senti algo quente molhando o tecido da minha calcinha... Algo não esta certo, engoli a seco e comecei a respirar fundo no intuito de regularizar minha respiração e conseguir firmar meus pés novamente, a dor na lombar parecia se tornar cada vez mais forte, era como uma cólica, indescritível e atormentando.Uma enfermeira que passava por ali me viu e logo correu em minha direção.

 

-Tudo bem, senhora? – ela perguntou, eu começava a voltar em mim.

 

-Sim... Foi só um mal estar. – sorri fraco, ela me encarava com os lábios franzidos.

 

-Seus lábios estão recheando, acho que deveria procurar um dos médicos... – aconselhou ela.

 

-Eu irei fazer isso, obrigada. Só vou passar no banheiro antes. – ela assentiu.

 

-Quer que eu a acompanhe? – perguntou prestativa.

 

-Não. Eu estou bem... – isso não era uma total verdade, ela sorriu e assentiu se retirando dali em seguida.

 

Respirei fundo outra vez, a dor agora parecia estar indo embora, mas a sensação de que havia algo molhado entre minhas pernas permanecia, entrei no primeiro banheiro que vi.

Estava vazio, o lugar era claro e havia três cabines sanitárias, entrei em uma delas e logo abaixei a calça juntamente com a calcinha... Meu deus, tenho certeza que isso não deveria estar acontecendo...

 

 

 

 

Sangue...

 

 

 

 

 

Finn narrando....

 

Ava entrou gritando como uma louca dentro de casa, o rostinho vermelho entregava que andou chorando...

 

-Ei o que foi? – perguntei assim que a alcancei.

 

-Não tenho boas noticias, Finn... – avisou ela, engoli a seco.

 

-Seu pai? – perguntei, ela assentiu varias vezes fazendo cara de choro, a abracei já temendo o pior, ela começou a chorar no meu ombro.

 

-Ele não morreu ainda se e o que esta pensando... – alertou ela pro meu alivio, eu realmente já estava pensando no pior mesmo... – Mas ta quase lá, Finn... – ela voltou a chorar.

 

-Eu sinto muito, Ava... – acariciei seus cabelos loiros, ela era como uma filha pra mim, vi essa garota crescer.

 

-Eu também sinto... – ela secou o rosto e me encarou. – Millie e Paige querem fazer o acampamento, o da lista, no hospital... São mais loucas que eu. – eu riu fraco. – Mandaram eu te avisar, mandaram eu avisar todo mundo mas... Eu to afim de subir la em cima e passar o resto do dia chorando no colo da Olívia. – ela foi sincera, sorri e beijei sua testa.

 

-Vai lá... Eu cuido disso. – confirmei.

 

-Valeu... – ela agradeceu e então saiu correndo pro andar de cima.

 

 

Numa coisa ela tinha razão, suas irmãs era maluquinhas, um acampamento num hospital? Eu precisava entender essa historia direito. Minha cabeça logo foi pra outro lugar, Millie, pra ser mais exato. Ela acabou de receber uma péssima noticia, deve estar péssima e eu queria mesmo poder lhe dar um abraço apertado agora...

 

Peguei meu telefone e a liguei, caixa postal... Franzi os lábios, estranho já que ela sempre me atende... O jeito seria ligar pra Paige, tentar entender tudo isso e ajudar no que puder.

 

Liguei e a mais velha me explicou tudo o que planejavam. Eu sinceramente duvido muito que vão permitir que umas dezesseis pessoas mais dois bebes fiquem dentro de um quarto de hospital de uma vez só mas, eu também não quis contrariá-las...

 

 

 

Maxon narrando...

 

-Você vai me derrubar, Maxon... – Maya resmungava enquanto eu a segurava com os pés no ar.

 

-Se você ficar quieta não vou. – falei rindo.

 

-Aaaah. – Ela gritou quando se desequilibrou e caiu com tudo em cima de mim, começamos a rir igual hienas. – Eu falei que ia cair. – ela disse rindo enquanto me dava um tapa no peito e rolava pro meu lado saindo de cima de mim.

 

-Eu falei que era só você ficar quieta, ruiva. – rimos.

 

Me ergui um pouco ficando por cima dela agora, ela era tão linda... A pele clarinha e as bochechas avermelhadas, eu podia ver algumas sardinhas ali... Os cabelos vermelhos como o fogo e os olhos tão azuis e intensos como o mar e aqueles lábios carnudos e vermelhos, eram a minha completa perdição, sorrimos um para o outro e então eu depositei um beijo rápido em seus lábios... Na verdade rápido por que fomos interrompidos.

 

-Desculpa atrapalhar os pombinhos mas e importante... – minha mãe disse escorada na madeira da porta, nos sentamos na cama e a encaramos.

 

Eu acho que meus pais nem estranham mais encontrar eu e May assim... Essa semana foi a melhor da minha vida, não nos desgrudamos nem por um segundo e tenho que admitir eu encho a boca pra contar pra todo mundo que agora ela e minha e de mais ninguém.

 

-Algum problema, mãe? – perguntei, ela fez careta.

 

-Mais ou menos isso... – falou ela, eu e May nos entreolhamos.

 

-Não fizemos nada. – eu e May logo dissemos em unissom, a mais velha de nos começou a rir.

 

-Não estou dizendo que vocês fizeram algo, se acalmem... – ela falou se aproximando de nos e se sentando na beira da minha cama. – Na verdade e com o Robert... – contou, arregalei os olhos.

 

-Ai deus, ele... – May levou a mão ao peito e engoliu a seco.

 

-Não... Ainda não. – negou minha mãe. – Mas, não e segredo pra ninguém que as coisas não vão nada bem, parece que agora não vão nada bem mesmo! – explicou. – Millie e Paige decidiram fazer uma despedida pra ele sabe... Pra podermos ver ele uma ultima vez em vida, enquanto ainda temos tempo pra isso... – eu e May assentimos.

 

-A, nos vamos né?! – Perguntei olhando pra ruiva, ela concordou. – No hospital? – perguntei voltando minha atenção pra minha mãe.

 

-Sim... Eu não entendi muito bem, só mandaram a gente estar lá a noite, seus pais devem ir também, May... -  falou.

 

-E certamente... – concordou ela.

 

 

Millie narrando...

 

O medico entrou na sala e me encarou serio.

 

-Millie, por que não me procurou antes! – brigou ele, eu tinha acabado de fazer uma renca de exames e pelo visto as coisas não iam bem, engoli a seco.

 

-E só que... – suspirei. – Eram tantas coisas acontecendo. – ele me encarou serio e negou com a cabeça voltando a atenção para os papeis e ultrassons a sua frente.

 

-Millie, não tem jeito. Eu vou ter que te internar. – ele falou me olhando  nos olhos.

 

-O que? Não, não posso ficar presa aqui, não agora. – isso estava fora de cogitação.

 

-Millie, eu não estou brincando. Seu caso, o caso do seu filho esta me preocupando. – suspirei os olhos enchendo de lagrimas.

 

-Mas, não tem mais nada que possa ser feito. Doutor, eu... eu só preciso dessa noite. E uma coisa importante. – comecei a choramingar.

 

-Talvez eu tenha um remédio que possa ajudar mas, eu não posso te dar certeza de nada. – falou deixando os papeis sobre a mesa.

 

-E só essa noite, juro que eu mesma venho pela manhã e me interno, eu só preciso dessa noite e realmente muito importante pra mim... – uma lagrima escorreu pelo meu rosto e eu a limpei antes que alguém pudesse ver, o medico bufou.

 

-Tudo bem... Uma noite. – ele começou a escrever algo em uma receita, quando acabou me entregou. – Vá ate a sala de medicação, uma dose deste ai na veia. – assenti. – Evite situações nervosas, estresse, tente ficar o Maximo de repouso que conseguir, não pegue peso e se acontecer outro sangramento como o de agora, você vem pra Ca na hora e nem vamos discutir vou te internar no mesmo instante. – ela era serio, assenti.

 

-Muito obrigada, por tudo. Eu prometo que amanhã cedinho estou aqui. – ele assentiu e se levantou me acompanhando ate a porta.

 

-Não se esqueça do eu disse, qualquer coisa você venha pra Ca correndo! – me alertou, assenti e então parti dali indo para a sala de medicamentos aonde tomei o remédio indicado por ele.

 

 

Eu sabia do risco que estava correndo, sabia do risco que estava proporcionando na vidinha que eu carregada dentro de mim, eu sabia que Finn ficaria um fera comigo quando soubesse, por isso mesmo eu não contaria, pelo menos não agora. Mas, eu precisava desse noite, eu preciso de uma ultima noite ao lado dele, escutando suas piadinhas sem graças e ouvindo sua gargalhada...

 

Eu não podia perder, talvez, a única chance que eu teria de me despedir dele ainda em vida...


Notas Finais


Certo, vamos dar uns murros na Millie e internar ela nesse hospital logo! Brincadeiras a parte, ate que da pra entender o lado dela né?!

Mike ja esta fazendo amiguinhas novas?? Não vou nem falar nada... ( BIA, TUA MENINA CHEGOU KKK )

E esse " Acampamento" ? Ja vamos nos preparar pras sabias palavras do nosso vovô Robert e pra chorar ate não querer mais...

Agora vou dormir kkk
Beijos pra todo mundo!
AAAH eu ia me esquecendo kk Somos a terceira fanfic mais comentada no gênero Stranger Things ( Outra vez kk ) Obrigada a todo mundo!! <3 Amo cada um de vocês!


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