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História Fim de semana na Fazenda - Capítulo 50


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Notas do Autor


Então... aqui termina a sua fic @sweerdaddario. Espero, de coração que tenha gostado. Posso ter pecado em alguns pontos (desculpe!), mas o que vale é a intenção...😉

Capítulo 50 - O Fim...


Fanfic / Fanfiction Fim de semana na Fazenda - Capítulo 50 - O Fim...

"As luzes coloridas piscavam e iluminavam as rochas, reluzindo em todo o ambiente, como um caleidoscópio. O barulho contínuo da água descendo na pequena cachoeira, já não era ouvido. Em seu lugar, os gemidos, frases soltas, sussurros, gritos de prazer, era tudo o que se ouviria, se tivesse alguém para ouvir por ali, mas não havia e era por isso que ambos podiam se libertar ao máximo. Estavam livres e à vontade.

_ Meu Deus... Alexander… para… por favor.. _ Magnus gritou, os quadris se movendo por vontade própria a cada estocada, sem piedade, que o maior dava. Alec começou a reduzir a velocidade dos golpes, porque parar de um vez não era algo que conseguisse fazer naquele momento, tomado pela excitação, como estava. Mesmo assim, retesou-se, nervoso. _ NÃO! _ Magnus voltou a gritar. _ Não para. Não para… por favor, não para… _ era uma súplica carregada de prazer e o mais novo, que mal conseguia discernir as palavras, quase em êxtase, não questionou, negou com a cabeça, afastando o nervosismo e apenas se lançou com tudo o que tinha, levando o outro a um orgasmo intenso. 

Gotas de sêmen respingaram no rosto de Alec, que fechou os olhos, jogando a cabeça para trás, em seu próprio gozo, insano e extremamente prazeroso. Insano, louco, surreal. Seu corpo ficou dormente. 

Magnus avançou sobre ele, que ficou sentado sobre seus calcanhares, incapaz de se mover, quando foi expulso do corpo do outro pela força dos próprios jatos. Ainda tonto, o mais velho ajoelhou-se, abraçando o marido, sentindo seus corações baterem enlouquecidamente, as carnes ainda tremendo, a respiração errática.

_ Você está aqui? _ Magnus perguntou, segurando o rosto do outro entre as mãos, observando o sorriso ébrio e o olhar perdido, o suor escorrendo em sua pele clarinha. 

_ Voltando..._ Alec abriu mais o sorriso, piscando várias vezes, antes de encará-lo e puxá-lo para si, novamente, em um abraço salgado pelo suor, aconchegante e caloroso. _ Você me levou muito longe com esse gel super estimulante. Aquilo foi insano..._ admitiu, finalmente se deitando nas cobertas, levando o menor consigo e o mantendo em seu abraço. 

_ Você pareceu estar meio fora de si, agora no final _ Magnus riu, acariciando o peito do maior. 

_ Fora de mim, senhor 'Para, não para…'? Você quase cortou a minha linha de raciocínio, me assustou…_ ele riu de volta. _ Eu ia parar. Jamais faria alguma coisa que você não quisesse, fiquei nervoso e preocupado. Eu machuquei você? _ perguntou, de repente, o libertando do abraço constritor, que Magnus já havia se acostumado.

_ Claro que não me machucou. Eu nem sabia ao certo o que estava falando...foi tudo tão louco, me deixou tão excitado...eu nunca quis que parasse de verdade. Desculpe, amor... _ respondeu, rindo muito. _ Acho que ambos estávamos meio fora de órbita. 

Alec concordou com a cabeça, rindo também. _ Essa coisa de estarmos longe da civilização, podendo expor tudo, nos soltar como quisermos, é muito libertador. Acho que precisamos disso mais vezes. Me sinto tão bem aqui, com você, só nós dois…

_ Não é como se não amássemos estar com os nossos filhos _ Magnus continuou e Alec assentiu, concordando com ele, novamente. _ Mas essa conexão é importante e, dessa maneira, em que podemos gritar, sentir tudo em voz alta, é apenas incrível e necessário…

_ Podemos tentar tirar um fim de semana a cada três meses para virmos. Sei que nem sempre vai dar, por causa dos compromissos profissionais e as crianças, mas vamos tentar _ Alec pediu.

_ Sim, nós vamos nos esforçar ao máximo, meu amor. Estar aqui com você é tão bom. Parece no começo, quando eu viajava às pressas para vir vê-lo. Eu não aguentava ficar muito tempo longe.

_ Eu preparei esse lugar especial como uma surpresa para você… Só queria ficar à vontade com você neste paraíso.

_ Acha que devemos trazer as crianças aqui? _ Magnus indagou e Alec ficou pensativo.

_ Melhor não… aqui é o nosso ninho de amor. Vamos levá-los àquela cachoeira menor, que tem um laguinho raso. Eles vão ficar encantados..._ seus olhos brilharam.

_ Sinto falta deles. Max ainda é tão pequeno…Será que Isabelle soube fazer as tranças de Madzie, como eu ensinei? Rafe precisava exercitar a leitura…

Alec riu. _ Ela perguntou sobre o noivado, quem fez o pedido e tal…_ Alec sorria.

_ O quê? Madzie quis saber do pedido de casamento, aos 6 anos? Em que mundo estamos? _ Magnus surpreendeu-se.

Alec ainda ria. _ Quase 7, Magnus. As coleguinhas são avançadas. Ela vai ser romântica...eu já disse. Sinto falta deles..._ suspirou. 

_ Somos bons pai? _ o mais velho perguntou, sonhador.

_ Acho que sim. Somos amorosos, atentos, preocupados... os amamos acima de tudo…_ Alec ponderou.

_ Somos pais…

_ Sim, nós somos pais…

_ Eu amo você, Alexander… você me deu uma vida e uma família maravilhosa…

_ Você quem me trouxe à vida e me fez seu marido e pai dos nossos filhos… eu amo tanto você…

O beijo foi calmo, mas apaixonado, cheio de agradecimento e amor. Estavam felizes, realizados. Haviam conseguido tudo o que sonhavam. A vida, enfim, havia sido boa com ambos.

***

_ Então… 

_ Papai, suas bochechas parece que vão pegar fogo _ Madzie riu, divertida. _ O senhor ainda não respondeu a minha pergunta, para que serve isso?_ a garota ainda brincava com o pacotinho de preservativo que estavam distribuindo na rua, quando ela e o pai passavam, depois de saírem do dentista.

_ O preservativo serve para evitar doenças sexualmente transmissíveis e para o controle de natalidade _ ele conseguiu falar. 

_ O que é taxa de natalidade? _ a filha franziu o cenho e Alec levou a mão à testa, enxugando o suor.

_ Está quente, não está?_ perguntou, vendo a outra negar com a cabeça. O toque da campainha fez Madzie pular do sofá e correr até a porta.

_ Tia Izzy!!! _ gritou, animada.

_ Salvo pelo gongo! _ Alec suspirou, se levantando do sofá com um sorriso genuíno. _ Irmã, que bom que chegou. A Madzie tem umas perguntas que sei que você vai poder responder. Eu tenho de sair agora...estou super atrasado _ foi falando, enquanto andava. Beijou a testa das duas e quase correu para fora da casa. Garotas de 10 anos podem enlouquecer os pais, às vezes.

***

_ Alexander… _ Magnus gemeu baixinho, em seu ouvido. _ Mais rápido… _ pediu, se forçando contra o marido, sobre a bancada da pia do banheiro. _ Estou tão perto..._ choramingou, manhoso.

_ Sim… também não vou aguentar muito mais… _ o rapaz avisou, o tomando na mão, ao mesmo tempo em que acelerava os golpes, atingindo a próstata do mais velho, o fazendo arquear-se e gemer mais intensamente. 

Poucos minutos depois, Magnus se desmanchava na mão de Alec, que o preenchia com seu prazer.

_ Isso… Eu...eu adoro esses seus revivals, Alexander _ Magnus sorriu largo, os braços descansados ao redor do pescoço do maior, que ainda sentia as pernas tremerem um pouco, mas se mantinha firme, com as mãos nos quadris do marido. _ Mas não somos mais tão jovens para foder escondido no banheiro de um hotel _ ele mordeu o lábio inferior. _ Se nos pegarem aqui, vamos parar na delegacia.

_ É nosso aniversário de casamento... merecemos fazer coisas diferentes… para comemorar… Você gostou da surpresa? Lembrou da nossa festa? _ ele ria baixinho, com a memória. 

_ Simmmm_ Magnus respondeu, manhoso, e beijou a ponta do nariz do outro. _ Você fingiu passar mal, e eu, ingenuamente, acreditei. Não sabia como era bom ator, até ali…

_ Sabe que só uso meus dotes artísticos para foder você onde eu quiser..._ o mais novo confidenciou em seu ouvido, cínico.

_ Você nunca para, Alexander... está sempre inventando e me surpreendendo. Como no ano passado, quando fechou a Pandemonium só para transarmos sobre o balcão do bar, como na noite em que chegou em Nova York. Você é louco…_ os olhos de Magnus brilhavam e ele falava empolgado.

_ Por você...Sou louco por você... sempre serei..._ Alec declarou-se.

_ Também sou louco por você… Mas, agora precisamos sair daqui e voltar para o restaurante do hotel. Vão achar que estamos tentando dar um calote _ Magnus riu.

Alec riu alto. _ Você gostou do jantar? Achei que seria o ideal para termos acesso ao hotel onde tivemos nossa festa de casamento. 

_ Você é maquiavélico, garoto..._ Magnus apertou seus olhos pequenos.

_ Apenas administro bem minhas ideias, e não sou mais um garoto. Sou seu homem, seu marido, pai dos seus filhos…

_ O amor da minha vida…

_ O amor da minha vida é você…

***

_ Você está com ciúmes! _ Alec apertou os lábios. 

_ Cuidados! _ Magnus quase gritou, com o dedo em riste.

_ Não pode manter Madzie em uma redoma. Ela precisa viver sua vida de adolescente, ter suas experiências… Magnus, não a prenda por ciúmes, por favor..._ os olhos de Alec demonstravam toda dor que o mais velho não via havia muito tempo. A realidade caiu sobre ele imediatamente e foi automático correr para o outro e o guardar em um abraço apertado.

_ Desculpe, desculpe, desculpe, amor...eu não serei o louco ciumento que atrapalhará a vida da nossa filha _ falou, os olhos marejando, o queixo descansado sobre o ombro do maior.

_ Não precisa se preocupar...Rafe irá com ela na festa. Ele estará ao redor dela e a protegerá.

_ Rafe vai com a namorada, não vai sequer lembrar que a irmã existe..._ Magnus resmungou.

Alec riu. _ Ela também vai encontrar alguém..._ respondeu baixinho. _ Alguém que vai cuidar da segurança dela.

Magnus afastou-se bruscamente. _ Madzie tem alguém? Por que eu não sabia disso? Por que você sabe disso? Por que ela não me contou? Por que você não me contou? Quem é esse garoto? Ele tem família? _ bombardeou o marido com perguntas.

_ Por isso você ainda não sabia... porque se exalta fácil e Madzie não saberia como responder, porque ainda está confusa e só precisa de apoio, não cobranças, neste momento.

_ Quem é esse cara? _ Magnus rosnou. _ Ela confiou em você e não em mim..._ seus maxilares travaram e o tom da voz foi de  desolação.

Alec pegou Magnus pela mão e o levou até o sofá, sentando frente a frente. _ Madzie está apaixonada pela Tara. Há sinais de que Tara também sinta o mesmo e ela vai se declarar e pedi-la em namoro, hoje. Nossa filha está com medo e não contou para mim… eu percebi o conflito e conversei com ela, até que acabasse desabafando comigo. Não falei para você, nem para ninguém, porque é algo que ela precisa fazer. 

Magnus o encarou, atônito. _ Que pai sou eu que não percebi isso?

_ Calma, amor… você é um pai incrível. Eu só estava mais ligado nos detalhes, sabe que sou minucioso. Percebi olhares, sentimentos, angústia, ansiedade, medo… 

_ Você é um pai muito melhor do que eu..._ lágrimas escorreram pelo rosto do mais velho. _ Eu não vi nada…

_ Magnus...eu sempre precisei prestar muita atenção para saber qual era o humor do meu ex-marido a cada manhã, a cada instante, para não falar alguma bobagem que o irritasse. Treinei… me condicionei e isso não acaba… eu faço isso até hoje. Eu preciso saber como as pessoas estão, antes de falar com elas...eu...eu acho que vou ser assim para sempre..._ Alec admitiu, abaixando os olhos para as mãos, no colo. 

_ Não o vejo me analisando há muito tempo..._ Magnus tomou suas mãos. 

_ Eu não faço mais com você..._ um sorriso doce e pequeno surgiu. _ Eu sei que nunca vai me magoar, gritar comigo...eu apenas sei. Não ache que é um pai ruim, porque você não é…_ concluiu, enquanto Magnus se aproximava mais o trazendo para o seu peito, o abraçando e protegendo como havia feito todos aqueles anos.

_ Eu gosto da Tara. É uma boa garota...está sempre aqui e...é bonita. Vai formar um belo casal com a nossa menina linda _ o mais velho suspirou. _ Somos bons pais…

_ Sim, nós somos…

***

Alec sentou-se na cama de súbito, acordando Magnus de seu sono leve.

_ O que foi? Você está bem?_ o mais velho se sentou também, colocando a mão no ombro do rapaz.

_ Eu tive um pesadelo… _ a mão de Alec estava sobre o peito que subia e descia rápido. 

Magnus aproximou-se mais e cobriu sua mão, o abraçando pelo ombro. _ Quer falar sobre isso? _ perguntou, com tranquilidade.

Alec virou-se um pouco, o encarando, levando a outra mão a nuca do menor e o puxando em um beijo demorado e lento, cheio de amor e um pouco de ansiedade.

Quando finalmente se afastaram, ele o fitou. _ Não foi tanto um pesadelo, mas um sonho louco… meio como uma longa história...um filme de drama e amor... Nós nos conhecíamos em uma fazenda...Eu era o capataz e veterinário _ Alec riu e Magnus riu junto.

_ Você nem sabe montar…_Magnus riu. 

_ Mas eu sabia _ corrigiu, presunçoso, já gostando do sonho._ E você não sabia… Ah...eu era viúvo…_ lembrou._ E muito mais velho...

_ Como assim você tinha outro cara? Ei… não estou gostando desse pesadelo _ franziu o cenho.

_ Se eu era viúvo, ele já estava morto, idiota..._ Alec revirou os olhos. _ E ele havia sido abusivo..._ fez um bico. _ Eu tinha muitos traumas por causa disso…

_ Coitadinho do meu amor...todo traumatizadinho _ Magnus fez um muxoxo e beijou sua bochecha.

_ Ainda sinto um pouco da angústia, embora muito distante… Nós nos casamos... você me fodeu na pia do banheiro do salão de festas, em um hotel luxuoso... caralho, a gente fazia tanto sexo..._ Alec fechou os olhos, satisfeito.

_ Eu também quero ter esse sonho erótico _ Magnus protestou.

_ Cala a boca _ Alec bateu no ombro dele. _ Tivemos três filhos e eu superei meus traumas, porém não 100%, talvez 99,9%, com terapia e você. 

_ Foi um sonho completo _ Magnus ficou pensativo.

_ Nossa filha era gay… tão linda, apaixonada… os garotos eram héteros. Ahhhhh nem era um pesadelo… foi lindo, afinal…_seu sorriso era doce.

_ Eu quero sonhar esse sonho..._ Magnus fez um bico, emburrado. _ Eu nunca sonho com a gente e você sonha que transamos muito…_ reclamou.

_ Talvez seja um aviso..._ Alec ergueu uma sobrancelha. _ Já namoramos há quase um ano e… bem… até dormimos juntos nos fins de semana e temos alguns momentos quentes… Talvez…_ calou-se.

_ Talvez…? _ Magnus ergueu as sobrancelhas.

_ Talvez seja um aviso para confirmar que eu já estou pronto..._ o olhar do mais novo era maroto e Magnus se aproximou mais ainda. 

_ Acha que está pronto? Teve um sonho e por isso acha que ficou pronto?

_ Eu já vinha pensando sobre isso nos últimos dias..._ ele mordeu o lábio inferior, acariciando o tórax do namorado e o empurrando na cama, pairando sobre seu corpo. _ Talvez por isso tenha sonhado toda essa loucura. Eu fico pensando como será o nosso futuro, depois da faculdade...se vamos continuar juntos...se vai ser bom transar com você… Você é tão paciente comigo…

_ Ei, eu amo você..._ Magnus puxou sua nuca, o beijando castamente. _ Vamos fazer quando você estiver pronto, nem que seja daqui a um, dois anos...Eu consigo esperar…

_ Eu não quero mais esperar..._ Alec falou baixinho, os olhos brilhando e um sorriso doce nos lábios. _ Eu quero você… Eu quero você... quero tanto você… _ pediu manhoso.

_ Alexander… foi o sonho que deixou você assim? Pode se arrepender…_ o outro preocupou-se.

_ Não vou… Sei o que quero… não sei o porque de todo esse sonho, do marido abusivo, dos traumas...mas sei que todo o resto é como será a nossa vida...e eu quero começá-la agora…_ murmurou, se esfregando nele, com ousadia, mostrando que já estava ficando duro e o provocando.

_ Alexander..._ Magnus gemeu.

_ Geme meu nome quando estiver todo enfiado em mim..._ o rapaz sussurrou no ouvido do namorado. _ Quero sentir... quero tudo… a dor, o prazer… Me einto muito corajoso esta madrugada...por favor..._ pediu.

_ Caralho, garoto, não me pede assim que o meu pau vai fazer um rebelião e me controlar inteiro..._ Magnus já tinha a respiração pesada, quando a mão de Alec adentrou sua boxer, começando a estimulá-lo, o deixando cada vez mais duro.

_ O meu já se rebelou..._ o rapaz riu, de forma infantil. _ Me fode, Magnus... vamos começar a nossa vida… vai ser tudo daqui em frente… Sei que tudo está apenas começando… me fode... Vamos iniciar uma nova etapa no nosso relacionamento…

_ Me pedindo assim… caralho...eu vou foder você para sempre..._ o mais velho cedeu, o tomando em um beijo pesado, forte, cheio de desejo, ansiedade e amor. 

Seria inevitável… se amavam.

Viveriam uma intensa história de amor, como a do sonho? Quem sabe? O amor estava ali, o medo de se atirar de vez naquilo já não existia mais. Alec e Magnus já eram um só, em um emaranhado de braços e pernas, gemidos e gozo. Estavam fundidos. Se amavam. E, mesmo que nada tivesse começado em um fim de semana na fazenda, seguia ali, em uma noite quente de sexo… uma nova etapa começava em suas vidas…"

.

.

Fim

 










Notas Finais


Surpresa!!!
Por essa você não esperava @sweetiedaddario ....kkkkkk
Decepcionei você? Espero que releve a brincadeira...
Adorei escrever essa fic.
Agora vou buscar inspiração para terminar a outra fic "A Festa" .
E, quando concluí-la, farei aquela outra...😉😄
Bjs e até breve!


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