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História Final Fantasy - One Shot SaiDa - Capítulo 1


Escrita por:


Notas do Autor


Apreciem a história, nos vemos nos comentários, onde espero ansiosamente por críticas construtivas e demonstrações de carinho!

Capítulo 1 - Capítulo único


Dungeons & Dragons, para além de um jogo de mesa, era meu local de trabalho. Um bar suntuoso em uma região distante do centro das cidades, onde apenas convidados com permissão podiam entrar. Haviam rígidas regras que visavam garantir a segurança de todos ali presentes, confidenciando até mesmo suas identidades. Um local frequentado por admiradores de fetiches diversos, os quais eram presenteados com apresentações luxuriosas enquanto lhe eram servidos caros vinhos e whiskys. 

Dahyun e eu trabalhávamos sob o codinome Little Bunny e Foxxy. Recebera o apelido devido ao cabelo ruivo acobreado, como o de uma raposa, e Dahyun, sempre tão quieta e astuta, representava perfeitamente minha presa principal, um pequeno coelho. Após nossa primeira apresentação no lugar, passamos a receber numerosos convites repletos de interesse em mais uma demonstração de nossos desejos. E foi assim que tornei-me Foxxy, the charming Misstress, e Dahyun tornou-se Little Bunny, minha sub. 

Apesar de todo o vínculo que criamos ali, essa era nossa última apresentação. D&D resolveu tornar a despedida um evento surpreendentemente maior e notificar os fiéis clientes, que arremataram com invejável velocidade os lotes de ingressos. Como havia organização por parte de tudo o que ocorria no local, era limitado o número de frequentadores por horário, portanto - naquela sexta feira de outubro, Foxxy e Little Bunny lotariam a masmorra.  

•••

Nomeado "Final Fantasy", esse seria o último evento do qual participaríamos. Dahyun terminava agora de aprontar-se, apoiando um arco com orelhas de coelho sobre seus fios prateados. Vestindo uma saia em couro exageradamente curta, era possível ter um vislumbre do plug em um pompom branco, representando o animal que lhe dera nome, os seios, por sua vez, encontravam-se vergonhosamente cobertos por adesivos em formato de "X". Prendi meus fios em um alto rabo de cavalo, fechando o zíper do preto látex que cobria meu corpo pela última vez enquanto as botas com altos saltos ampliavam consideravelmente a diferença de estatura entre mim e a prateada. Braços familiares me envolveram a cintura ao que me levantei, sentindo a bochecha de uma mimosa Dahyun aquecer-me o ombro enquanto a dona dos mais lindos olhos castanhos me encarava.

- I'm ready for you, Foxxy! - Seu tom de voz soou cantado, denunciando um riso perverso após o dito. 

Minha destra não hesitou em rumar-lhe a delicada mecha de cabelo que caía sobre seus olhos, ajeitando-a por detrás da orelha enquanto me pus a olhar a garota com melosa ternura. 

- Não se esqueça da palavra de segurança, okay? Apesar da pressão de ser um grande evento de despedida, não quero que se contenha em expressar qualquer desconforto. 

Com um selar em meu ombro, a mais baixa assentiu e afastou-se para beber um copo de água que nos era fornecido, além de outras numerosas bebidas, no cômodo em que nos trocávamos. Com um último suspiro, trocamos um olhar afirmativo antes de confirmar com o segurança local que estávamos prontas. Enquanto caminhávamos pelo ventilado corredor que nos levava a caminho do palco, pensei alto em um antecipado saudosismo: Que o show comece! 

Prendi adequadamente a coleira de Little Bunny ao redor de meu pulso e adentramos a iluminada plataforma. Fomos recebidas com aplausos, gritos e assovios, aos quais cessei, ríspida e incorporada em meu papel, com um olhar desgostoso. Foxxy era uma personagem severa e fria. Odiava ser contrariada e queria tudo como mandava seus caprichos, então seus olhares e movimentos eram sempre bem calculados e meticulosos. Litte Bunny, por sua vez, era uma presa à mercê dos desejos da raposa, sempre manhosa e ansiosa por satisfazê-la. Ao que todos aquietaram-se, começamos.

Puxei a garota pela coleira de modo grotesco até o grande "X", localizado no centro do palco, e ordenei que se pusesse sobre seus pés - ordem essa que fora obedecida sem rodeios, me permitindo prender os menores pulsos e tornozelos nas algemas almofadadas de cada extremidade. Com isso, tínhamos uma vista maravilhosa das costas e traseiro da mais nova, sendo tudo tão bem delimitado e curvilínio que pude notar como meu próprio corpo correspondeu ao estímulo visual. Procurei por um flogger na prateleira de utensílios que me eram fornecidos e optei por um rosado, a cor favorita de Dahyun - e também a cor que tomaria suas nádegas minutos após. Segurando-o firmemente, pude notar como a platéia nos observava calorosa e interessada, ansiando pelo movimento que seria feito a seguir. Deslizando as tiras de couro pelas pernas femininas, observei atenta a forma como arrepiou-se ao que essas deslizaram por suas costas. Sem me demorar mais, dei-lhe o primeiro golpe por sobre a nádega direita, a qual corou-se imediatamente. Bunny contraiu a mandíbula, segurando um gemido ao comprimir os olhos lacrimejantes.

- Se eu ouvir um gemido, dobrarei as chicotadas. - Disse forte e rispidamente, esperando que a maior acatasse a ordem dada.

Sussurros em prazer era um uníssono quase ensaiado por aqueles que assistiam, famintos por cada reação. Repeti o mesmo movimento anterior, alternando entre uma nádega e outra, por mais algumas vezes. Permiti minha mão livre acariciar a pele avermelhada à frente, desejando suavizar levemente a ardência sentida, observando como um artista apaixonado a obra-prima. Um novo açoite, forte e preciso, fora desferido sobre a nádega esquerda alheia. Meu olhar direcionou-se rapidamente em direção às reações da mais nova, notando como tentou forçar uma coxa contra a outra em uma resposta à ardência sentida, porém as algemas em seus pés impediam-na de concluir o movimento. Um riso baixo e divertido brincou em meus lábios, embebedada com toda a cena, vendo minha amada tão sensível. Segurei firmemente seu rosto, a observando por alguns instantes, notando algumas marcas umedecidas cobrirem suas bochechas. Acariciei com a ponta dos dedos cada uma das marcas, mas não me comovendo. Era tudo parte da encenação. Se Bunny estivesse a desgostar, diria a palavra de segurança, que garantia a ela um imediato cessar de meus atos. 

Apesar de quase satisfeita com aquela parte da cena, escolhi por prolongar um pouco mais. O traseiro da jovem ainda não apresentava o tom avermelhado desejado por mim. Acompanhando o pensamento, ouviu-se mais açoites preencherem o recinto, a misturar-se com os cochichos da platéia, tornando tudo numa sinfonia maravilhosa. Seus dedos envolviam as correntes que prendiam as algemas sobre os vértices da figura, agarrando-se ali em uma tentativa de sobrecarregar o que sentia, já que não lhe era permitido gemer. Dahyun mordia seu lábio, deixando um curto filete de sangue escorrer pelo mesmo em consequência da força exercida no ato, o que arrancou-me um sorriso satisfeito em vê-la conter-se com tanto fervor.

- Que vadia obediente, segurou os gemidos assim como mandei, hm? - Disse-lhe desafiadora, enquanto um sorriso orgulhoso pairava em seus lábios. - Vamos ver o quanto minha coelhinha aguenta. 

Decidi que mudaria o cenário então soltei cada uma das algemas que prendia o corpo feminino à cruz de Santo André, abraçando sua cintura de modo a me certificar que a menor não se machucaria ao ter o corpo livre, que aparentava estar ligeiramente sensível pelos atos anteriores. Os pulsos encontravam-se envoltos por marcas rosadas, assim como os tornozelos, devido ao movimentos que fizera enquanto reagia aos estímulos dolorosos. Fazendo menção de me dar um beijo, cortei o movimento ao pousar o indicador sobre a boca alheia, voltando um olhar questionador à plateia. 

- Tem alguém querendo receber uma punição por aqui. - Um tom jocoso em luxúria fora experimentado, notando como todos correspondiam em afirmação frente ao dito. Com um riso soprado, voltei um olhar repreensivo para a mais baixa, que rumou seus olhos culposos para o chão. Puxando fortemente a coleira que envolvia seu pescoço, a ordenei que não desviasse a atenção para outro pronto e assim ela o fez. - Não deixarei que goze a não ser por segunda ordem. 

Dito isso, a empurrei e joguei seu corpo por sobre o divã avermelhado, vislumbrando seu corpo ajoelhado sobre o estofado com um quadril tão empinado quanto possível. Um riso incrédulo escapou por meus lábios, soltando a coleira sobre o chão enquanto me aproximei por trás do sofá, encontrando seu rosto. 

- Que putinha exibida, mostrando a bunda de forma tão expansiva e sem vergonha. - Meu polegar deslizava pelo lábio inferior alheio, notando como os olhos da garota se fecharam ao que esta deslizou a língua pelo mesmo. Puxei-o rapidamente, desferindo um tapa com força regulada sobre a pele clara da bochecha feminina e, por ouvir um gemido descondente, a repreendi. - Espero que isso não tenha sido uma reclamação. 

Dei a volta novamente, podendo agora alcançar o tecido da saia que vestia Bunny, abrindo o zíper e forçando-a para baixo, de modo a conseguir retirá-la. Ao que feito, tornei a ouvir como todos aqueles animalescos sussurros desejavam-na e isso me enlouquecia. Saber que todos ali a queriam tanto mas que somente eu poderia recebê-la em minhas mãos era uma sensação inebriante. Com um riso interessado, tornei a alisar a região avermelha da bunda feminina, cuja saia não cobria o suficiente para proteger dos açoites de minutos antes. Meus dedos deslizaram pela região interna de sua coxa, pressionando o plug com o polegar em uma provocação enquanto meus dedos constatavam a umidez da região à frente. 

Com os dedos melados pela lubrificação de Bunny, os rumei até os lábios e deslizei a língua por eles, deixando um riso perverso e desejoso cobrir-me a boca. Todos pareciam igualmente embebedados com a cena, minha coelhinha era de dar água na boca. Envolvi temporariamente a cintura à frente, de modo a alcançar as fitas que censuravam os mamilos da garota, descolando-as com velocida. Um arfar pôde ser ouvido, mas apenas enrolei os pedaços de fita preta entre os dedos e joguei sobre o chão. Procurei por um par de algemas e prendedores na prateleira, escolhendo dois acinzentados para mordiscar-lhe os seios e os ajeitei em Dahyun. Prendi seus pulsos sobre suas costas, notando como apoiou o tronco sobre o encosto do sofá, completamente vulnerável. Grunhindo baixo em manha pela dor aguda sentida em seus mamilos, apertei-lhe os fios e fiz com que me olhasse, a repreendendo. 

- Logo ficará dormente, putinha. Não é você que está tão molhada, com essa bunda empinada para todos verem? Aguente sem reclamações. 

Um assentir tímido concluiu a discussão. Aproximei-me de seu quadril, preparando-me para estimumá-la sem permitir que alcançasse um orgasmo. A ver naquele estado me incendeava por inteiro, nossas cenas sempre foram focadas no prazer da garota pois sentia-me completamente satisfeita apenas em vê-la gozar e se divertir com o que ocorria ali, sabendo que, após o final dos atos de bondage, nos amariamos do jeitinho baunilha que minha garota amava.

Minha destra cobriu a intimidade alheia, deslizando dois dedos pelos grandes lábios até regiões mais internas, disbribuindo a lubrificação por toda a extensão da genitália. Em um lento vai e vem, iniciei movimentos aos quais todos voltavam olhares atentos. Dahyun comprimiu os olhos enquanto modeu levemente o interior notando como aquela região encontrava-se pulsante, incentivando-me a continuar. Com o paddle ao lado, usei a mão livre para desferir sobre a dianteira de sua coxa uma golpe, deixando o marcar de um coração devido ao espaço vazado de mesmo formato.  

- Irá contar cada golpe em alto e bom som, coelhinha. - Disse em um tom de voz elevado, de modo que todos ali pudessem escutar.  

Me certificaria de que ela não desviasse sua atenção apenas para o prazer sentido, desejando que esta pudesse reconhecer o misto entre a dor e o êxtase que tanto a fazia delirar. Pedi para que me preparassem uma vela e trouxessem-me logo, voltando novamente minha atenção para o corpo a frente. Meu indicador passou a estimular com maestria o ponto sensível de seu clitóris, alternando mais alguns açoites em um paddling, fechando os olhos ao ouvir o arfar feminino, me permitindo imaginar o que estaria a sentir. Notei como a voz rouca da garota não abalava-se em repetir o número de vezes em que havia sido atinginda, motivando-me a acelerar meus movimentos com os dedos. Introduzindo dois deles em sua entrada, passei a penetra-la com desejo, notando como os músculos internos envolviam meus dedos umedecidos. A garota pareceu afetar-se, pois o próximo contar de golpe veio em um tom rouco, me causando inexplicável satisfação. Não a deixaria gozar, pelo menos não em frente ao público. Era uma ordem e seguiria com ela. Acelerando o ritmo com que penetrava a mais nova, notei como esta segurava-se ansiosa para não atingir o que seu corpo tanto desejava, apertando uma coxa contra a outra, forçando os pulsos dentro da algema. 

Uma vela branca me fora entregue com uma parte já derretida sobre o recipiente e, como em um presente para aqueles que assistiam, retirei meus dedos do interior de Bunny, a qual cerrou os punhos de maneira ansiosa e desagradada, para poder segurar a vela. Antes de virar o conteúdo sobre a intimidade alheia, acariciei brevemente o local como em um aviso, de modo que pudesse preparar-se para o que viria a seguir. O líquido viscoso escorreu por sobre a carne umedecida, avermelhando a região e arrancando da mais nova um agudo gemido pela possível queimação sentida. Certificando-me da altura com que derramava a parafina, pude atentar-me sobre o fato de poder acabar queimando a garota, portanto, mantive uma distância razoável e segura. O resultado final da obra, ao que esperamos esfriar, foi um perfeito molde da região recém coberta pela parafina, a qual enrijeceu-se e pude retirá-la cuidadosamente. Com a peça em mãos, aproximei da platéia e, recebendo a atenção de todos, disse que seria feito um sorteio, o qual foi prontamente bem recebido por todos com fervorosos sussurrares.

Questionei-me brevemente se deveria permitir a menor gozar durante aquele evento. Nunca a havia permitido tal ato, pois confidenciava-me suas expressões e reações de um orgasmo intenso, sempre tão bem provocado por mim. Sentia um acréscimo de autoestima por mim mesma sempre ao notar como o corpo delicado de Bunny derretia-se entre meus braços ao que essa gemia por um último instante em nossas noites. Mas era nossa última apresentação, então cogitei a possibilidade.

De modo, então, a finalizar nosso evento, tendo em vista que o horário aproximava-se do fim, entreguei o objeto de parafina à produção ao lado, retornando para o divã. Cuidadosamente trouxe o corpo de encontro ao meu, me sentando sobre o estofado e apoiando meus saltos sobre o piso amadeirado. Ajeitando a mais nova de modo que ela encarasse a platéia, meus braços envolveram-lhe a cintura enquanto seus joelhos eram-lhe dispostos ao lado de minhas coxas, permitindo à Dahyun sentar-se sobre meu colo em um cavalgar invertido. Um tanto confusa, mas sem esquivar-se do papel, Bunny permitiu-me seguir o que estava a planejar, apesar de evidente dúvida. Com a canhota, puxei-lhe os fios, expondo a sensível pele de seu pescoço, a qual não hesitei em cobrir por beijos, chupões e lambidas, enquanto meus dedos rumaram afoitos a intimidade inchada e sedenta. O Bônus, aquele ato de carícia e ternura por sobre o menor corpo, me seria um finalizar adequado, apresentando à todos o amor puro de uma raposa por sua presa. Meus movimentos, então, começaram lentos mas não duraram no ritmo inicial por muito tempo, pois logo arfares puderam ser ouvidos e entendi que seu corpo precisada de mais. 

- Eu deixo minha coelhinha gozar, hm? Mostre a eles como a raposa lhe devora deliciosamente bem. - Sussurrara próximo ao ouvido feminino, evitando afastar a boca de sua pele tão sensível e clara. Emanava dela um cheiro delicioso que não esquecera desde o nosso primeiro encontro. Apesar de utilizar sempre um tom de voz agressivo frente à todos, aos pés do ouvido da minha garota eu era doce, como quem recompensa um ato bem feito.

Com aquele ato final de luxúria, permiti que minha garota gozasse frente ao público pela primeira e última vez, em um gemido alto como em mais um presente àqueles que assistiam. E assim finalizamos juntas, do mesmo modo que começamos, recriando nossa primeira apresentação. Fomos recebidas com aplausos ao que soltei Bunny das algemas e prendedores, aproximando-nos do finalizar do palco para agradecer. 

Um saudoso sentimento me invadia o peito e certamente a companheira sentia-se da mesma forma. O salário oferecido ali nos permitiu construir juntas uma vida satisfatória, mas que agora desejávamos seguir apenas nós duas. Retirando-nos do palco, abracei a cintura de Dahyun, que encontrava-se muda e quieta, recuperando-se do que acontecera anteriormente. Notando suas pernas trêmulas, segurei seu corpo em meus braços, ao estilo noiva, e rodei-lhe no ar. Seu riso me fez sorrir e demos uma última olhada para o palco que afastava-se, dando lugar ao próximo show que começaria em breve. 

Minha ex-coelhinha depositou um selar terno e demorado sobre meus lábios ao que adentramos o cômodo em que nos encontrávamos antes. Com um sorriso cansado mas satisfeita, pude notar como sussurrou uma declaração amarosa, me cobrindo por abraços, em suspiros pesarosos. 

- Vai me encher de beijos em casa hoje e para sempre! - Sua voz era manhosa e suave, incapacitando-me de negar todo e qualquer pedido feito sob seu uso. 

Assenti em positiva, acariciando seu rosto com uma das mãos enquanto a outra parecia lhe cobrir a nudez. Precisava recompensar corretamente a dona de meu coração.

Assim foi o nosso último show. 

"O que eu vou fazer, e o que você vai sentir, pode parecer doloroso; mas é uma dor para atingir um prazer sublime. O objetivo não é fazer sentir dor, é fazer você voar. Você não tem que se aterrorizar com uma sessão de BDSM ou com um castigo. Você pode pensar nisso como se fosse uma cena de um filme de suspense, na qual você não sabe o que vai acontecer. Você vai sentir um tapa, e depois, no mesmo lugar, dois beijos ou duas lambidas; apanhar, e depois sentir um carinho reconfortante. E, a soma de tudo isso, a soma dos sentimentos com esse contraste de dor e de prazer é o que faz do BDSM algo tão incrível. Sexo selvagem e doçura infinita, suavidade e dureza, o inferno e o céu."


Notas Finais


Apesar de um tanto difícil escrever sobre o assunto, confesso ter gostado bastante. Espero que possam se divertir ao ler o conteúdo!
Comentem abaixo, obrigada.


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