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História Final Mission. - Terceira temporada de Dangerous Love. - Capítulo 77


Escrita por:


Notas do Autor


Hellooooooooooooooooooooooooo meus amores ou Quarenteners!! (Essa foi péssima, eu sei)

Como estamos todos presos em casa, neste 3°dia de quarentena e provavelmente o tédio já está subindo a cabeça (como já subiu à minha), resolvi vir aqui dar uma postada básica para acalmar os nervos kkkkkkk
Na real, eu tô morta de saudades de vocês msm.

Tenho um novo projeto que vou colocar nas notas finais, então peço que leiam lá e pfvr me dêem um feedback a respeito, flw?

Bom, como o cap está com o final BEEEM tenso, vou deixar vocês tirarem suas próprias conclusões.

Boa Leitura...
(Não esqueçam das notas finais!!!)

Capítulo 77 - Reunião...


~ P.O.V Narrador ~

~Dois dias depois~

Na sala de comando, Kendall mexia nos computadores como em um dia normal.

Assim que saiu da ala médica quis voltar ao trabalho, mas tinha que descansar pelo menos um dia em casa segundo o sindicato.

Mesmo que sem achar necessário, foi para casa.

E lá ele resolveu algumas coisas mais do que necessárias para o fim definitivo do que o atormentava dentro da Interpol.

A porta se abriu e ele olhou diretamente na direção, um medo estranho o mantendo alerta mesmo depois de perceber quem era.

Logan o olhou e respirou fundo antes de entrar na sala e balançar a cabeça.

- Não pode trabalhar nessas condições, Kendall, você está apavorado. - Se apoia na mesa ao lado do loiro com uma pasta na mão e o loiro apenas levanta os ombros.

- "A única coisa que devemos temer é o próprio medo". - Cita e suspira o olhando.

- É exatamente disso que estou falando. - O moreno retruca. - E não use as palavras de Franklin Roosevelt contra mim sem saber usá-las. - Aponta emburrado e Kendall ri baixo.

- Mal humor logo cedo? - Volta os olhos para a tela do computador.

- Não é uma novidade. - Bufa e estende a pasta para o loiro. - Não sabe o que tive que fazer para conseguir isso, sorte sua que por ter o sobrenome que tenho consigo alguns... Privilégios por aqui. - Cruza os braços e vira o rosto para o outro lado com as bochechas levemente coradas.

- O que quer dizer com isso e esse rubor? - Ri do moreno e Logan balança a cabeça.

- Só vamos dizer que é pouco profissional. - Coça o pescoço. - Isso vai ajudar? - Kendall abre a pasta e checa o conteúdo.

- Sim, vai sim. - Diz e abre uma outra guia para começar a digitar.

- Ótimo. - Logan diz e volta a olhar para o outro lado.

- Vai, fala o que você teve que fazer. - Ri e o moreno o olha com as sobrancelhas erguidas. - Estou curioso, quase nunca te vejo corando.

- Foi humilhante. - Bufa. - Uma total idiotice. - Balança a cabeça.

- Deve ser algo considerado atentado ao pudor pelo seu nível de irritação. - Kendall arrasta a cadeira para outra mesa e Logan olha para o chão. - Fala logo. - Insiste.

- Ajudei a Maggie com o treinamento dos novatos. Hoje era aula de luta. - Murmura com os dentes cerrados. - Tinha que ser justo ela a encarregada deles hoje... - Morde o lábio.

- Foi tão ruim? - Vira a cadeira para o moreno e ele o encara sério. - Não está mais aqui quem falou. - Ergue as mãos e volta a mesa ao seu lado.

- Não sou bom ensinando. - Bufa. - E nem paciente o suficiente. - Sacode a cabeça.

- Own, quê foi? - Kendall faz um bico. - Um deles lutou melhor que você? - Ri alto.

- Não provoca Kendall. - Avisa e se inclina para olhar a tela. - Vai demorar muito? Tenho uma reunião daqui a pouco e depois tenho um monte de fichas para decifrar. - Kendall faz um barulho com a boca.

- Estou terminando. - Digita alguns códigos de números e letras que fazem Logan revirar os olhos. - E... Pronto. - Uma campainha toca e Logan olha para a direção.

- Espero que isso seja bom e não um sinal de que vai detonar em 5 segundos. - Kendall arrasta a cadeira pela sala até a outra mesa com outro computador.

- Não, só é um aviso prévio de que está em busca do perfil apresentado. - Dá de ombros.

- Então essa é uma chance de encontrar o Merlim? - Kendall sorri e assente. - Ótimo, não aguento mais ver certos agentes por aqui... - Revira os olhos.

- Relaxa, ele não pode estar longe. - Murmura.

- O que disse? - Logan o olha e Kendall revira os olhos balançando a cabeça.

- Nada demais. - Dá de ombros fingindo normalidade.

- Enfim, me avisa pelo comunicador. - Logan finge desenteresse e Kendall assente apreciando sua atuação. - Deseje sorte com aqueles agentes. - Suspira.

- Tenta não matar ninguém nessa reunião. - Ri.

- É, não prometo nada. - Pisca e sai dali.

~ P.O.V Logan ~

Respiro fundo e olho ao redor no corredor.

Nada e nem ninguém.

Mas sinto os olhos mecânicos ao meu redor.

Uma coisa que Kendall não falou a ninguém sobre minha escuta é que é única por uma razão específica.

Ela meio que localiza objetos com mecanismos semelhantes ao dele a curto alcance.

Um zumbido irritante que me coloca na direção das câmeras.

Ou me deixa ciente de suas localizações.

Pego meu celular e vejo uma mensagem de Meredith me dando bom dia, hoje não pude esperar ela acordar para sair.

Me sinto péssimo por isso.

Mando outra mensagem pedindo para ela me ligar depois da reunião, que deve ser um horário mais calmo por aqui, pelo menos em hipótese.

Porém em sua resposta ela diz que infelizmente está sozinha na recepção hoje, então não vai poder ter um descanso tão cedo.

Sorrio e mando um "Ok" com uma carinha triste e sei que ela riu disso quando diz que mais tarde vai poder responder por ser a troca de turnos.

Hoje ela só tem meio período.

- "Agente Henderson, favor se dirigir a sala 5R imediatamente." - Uma voz ecoa pelo corredor e eu suspiro.

É, eu me atrasei outra vez.

Sigo até o elevador e ele me leva até o 7° andar.

Dali, sigo para a sala 5R. Uma das salas de reunião isoladas e sem câmera nenhuma para evitar pessoas bisbilhotando assuntos oficiais.

Dou duas batidas na porta e giro a maçaneta.

Essa e uma das poucas salas que não tem sensores de presença para abrirem automaticamente.

Acho que para tornar o momento mais surpreendente quando alguém entra.

Assim que entro vejo todos meio surpresos com minha presença, como se não estivessem cientes de que estaria aqui.

Farsantes.

- Agente Henderson, que honra nos brindar com sua presença na reunião que já começou à 5 minutos. - Coronel Granger me olha com uma pura expressão de sarcasmo.

- Desculpe o meu atraso, estava operando o sistema de rastreamento do alvo e acabou demorando mais do que o previsto. - Aceno com a cabeça e ele revira os olhos antes de se virar novamente para o quadro.

- Tome seu lugar, Agente. - Diz e eu reprimo a vontade de suspirar alto.

Sigo para a única cadeira vazia na mesa, bem ao lado da cadeira da cabeceira, que pertence à ele.

Ótimo, ele me colocou como braço direito dele... Agora é oficial.

Maravilha...

- Como eu dizia antes da interrupção, o alvo não se encontra mais na localização de New York. A cidade foi posta em alerta, todos os cantos revistados e possíveis testemunhas entrevistadas, mas ninguém sabe seu paradeiro. - Diz e eu mordo minha bochecha. - A principal suspeita é de que ele esteja se locomovendo de volta para San Diego, atrás de um alvo indeterminado. - Diz e me olha de relance. - Por hora. - Acrescenta e eu acabo deixando um suspiro escapar. - As medidas a serem tomadas serão apresentadas a seguir. - Então começa a escrever no quadro e eu fecho os olhos.

Ele está fazendo uma manobra tática do exército.

Procurando o inimigo para que seja neutralizado.

O olho incrédulo enquanto explica algo que só pode ter uma finalidade, o fracasso total seguido de vários agentes feridos.

Agentes que não tem nada com isso.

Só eu tenho.

Só eu devo ir.

- Perguntas? - Ele coloca as mãos para trás e eu olho para os outros na mesa, todos parecem discordar ardentemente da ideia, mas aparentemente têm medo de seu posto.

Típico.

- Me perdoe Coronel, mas discordo de sua manobra. - Digo e ele me olha. Seus olhos parecem ter faíscas de fogo. - Está colocando muita ação no que deve ser furtivo, com pouca repercussão. - Me levanta e sigo para o quadro. - Posso? - Estendo a mão e ele bufa antes de me entregar a caneta e seguir para sua cadeira. - Façamos o seguinte...

(...)

- Ainda não foi nada definido, terão mais informações em breve sobre a missão. Dispensados. - Ele diz e todos começam a se levantar. - Logan, uma palavrinha. - Diz e eu permaneço de pé, exatamente aonde estava.

Os agentes lentamente vão deixando a sala até sobrarmos somente eu, ele e meu Tio, que acabou escutando meu Padrinho me chamando.

Ele tomava a cadeira na outra cabeceira da mesa, sendo o chefe, ele só tomava seu lugar de direito.

Sei que a situação não é boa, como meu tio, ele não me chama de Logan atoa.

- Oliver, pode sair? - Meu tio me olha e nega com a cabeça.

- Queira você ou não, ainda está na Interpol de San Diego e aqui quem comanda tudo sou eu Jeremy, comporte-se. - Diz e eu levanto as sobrancelhas surpreso, pela primeira vez ele me defende, isso é um ato histórico.

- Tenho todo direito de falar a sós com meu afilhado sem interferência sua. - O outro debate e eu suspiro.

- Então faça isso fora da Interpol. - Meu Tio rosna. - Aqui dentro ele é o agente Henderson, da porta para fora é seu afilhado. - Diz. - Boa sorte para tirar ele daqui com uma missão de nível superior em andamento. - Desafia com um sorriso de lado.

- Sabe das idiotices que ele andou fazendo? Só para constar, ele tem posto sua vida e carreira em risco por meros caprichos. - Meu Tio me olha e balança a cabeça.

- Percebeu que ele é um adulto e responde por seus atos, certo? - Meu Tio o olha cético.

- E já percebeu que ele pôs a vida de uma cívil em risco, se casando com ela só para satisfazer um desejo bobo? - Fecho meu punho e tento avançar, mas meu tio coloca a mão em meu peito me impedindo.

- Basta. - Diz calmo. - Logan tem plena ciência de seus atos e suas consequências, não tem o direito de tentar interferir nisso. - Diz firme.

- Tenho o direito legal de tentar colocar juízo na cabeça dele. - Diz e eu me surpreendo com o que acontece a seguir.

Meu tio segura seu pulso de uma hora para a outra e o empurra contra a mesa, prensando seu rosto na mesma, dobrando seu braço nas costas.

O encaro confuso até escutar um som de algo caindo no chão, mesmo com o carpete azul escuro, é possível ter ruídos.

Me abaixo e balanço a cabeça incrédulo com o que é.

Uma seringa.

- O que é isso? - A pego e me levanto encarando os dois. - Iam me drogar mais uma vez? - Meu Tio solta meu Padrinho que o encara raivoso.

- Não devia interferir em assuntos oficiais Oliver! - Reclama e eu franzo as sobrancelhas.

- Quando incluem um Agente que segue minhas ordens e ainda por cima, que é meu sobrinho, eu posso interferir. - Meu Tio ruge e eu encaro Jeremy.

- Ia me drogar? - Mostro a seringa e ele me olha como se eu finalmente tivesse compreendendo algo muito difícil.

- Sim, para o seu bem. - Diz e eu o encaro com repulsa pela esperança em sua voz. - Encare os fatos Logan, sem o soro que administraram em você para se esquecer de tudo, as coisas saíram dos trilhos. - Olho para a seringa em minha mão.

- O que é isso? - O olho. - É o soro que usaram em mim? - Ele nega com a cabeça.

- É um sedativo. - Diz e encara meu Tio. - Tem dois agentes do lado de fora, o levariam em segurança até a ala médica e fariam tudo da forma mais rápida e indolor possível. - Praticamente acusa o mesmo com o olhar.

- Não sabe o que está falando, pare de misturar a família com o trabalho, já é hora disso. - Meu Tio Oliver diz e eu passo a mão em meu pescoço, farto disso. - Não pode controlar ele, ninguém além dele pode tomar suas decisões. - O olho e me surpreendo novamente. - Demorei até perceber isso, mas agora eu sei. - Me olha e sorri de lado. - Deixe ele em paz. - Diz e encara o outro.

- Não vou permitir que faça isso, está colocando coisas muito maiores em risco seguindo um capricho dele. - Jeremy diz e toma frente. - Me dê isso, vamos acabar logo com essa brincadeira. - Estende a mão e eu levanto a sobrancelha.

- Para quê? - Dou um passo em sua direção. - Para destruir a minha vida e a minha felicidade? - Ele ri com deboche.

- Felicidade? - Pergunta. - Ela não fará você feliz, está casado há o que? Uma semana? O que sabe de felicidade? - Rio e me viro.

- Esqueci de contar, verdade. - O olha e sorrio irônico. - Já estou casado há quase um ano nos papéis. - Ele arregala os olhos e vejo atrás dele meu tio dando uma risadinha. - A cerimônia foi há uma semana, foi muito bonita, de fato, mas eu já havia me unido em matrimônio com Meredith muito antes de você sequer sonhar. - Me aproximo e ele me encara. - Então não tente me manipular, não tem esse direito, nunca o teve mas me convenceu de que tinha. - Rosno. - Não chegue perto de mim, da minha esposa e nem da minha família. - Ele nega com a cabeça.

- Vai se arrepender de suas palavras Logan, seu pai... - Rio o interrompendo.

- Está falando de quem você também manipulou? - Levanto as sobrancelhas. - Quantos mais você mexeu com a cabeça? Porque pelos meus cálculos devem ser uns 33 até agora. - Ele nega com a cabeça irritado com meu deboche. - Fique longe. - Aviso.

- Então não tenho outra alternativa. - Puxa algo do outro bolso e então sinto uma picada em meu braço.

O olho e minha visão fica turva, ele puxa esse algo que me espetava e eu acabo soltando a seringa no chão.

Olho para meu tio e ele segura meu Padrinho enquanto grita para que eu fique acordado.

Fecho forte os olhos tentando espantar a névoa que toma minha visão, mas ela parece piorar a cada piscar de olhos.

Começo a perder o equilíbrio e puxo uma das cadeiras na mesa para me sentar, talvez assim essas vertigens diminuam.

Me sento e apoio a cabeça nas mãos, tentando manter os olhos abertos enquanto a porta se abre e dois agentes entram e seguram meu Padrinho, o algemando enquanto meu tio grita alguma ordem.

Ele se aproxima e diz algo, mas sua voz está tão distante que só consigo ver seus lábios se mexendo rapidamente.

Muito rápido, dificultando meu trabalho para lê-los.

Ele me segura pelos ombros e eu me encosto na cadeira.

Acho que estou mais mole do que pensava.

- "Fique acordado." - Sua voz ecoa abafada por algo que não sei o que é. - "A ajuda está vindo, vai ficar tudo bem."

- Não me deixe esquecer... - Peço e ele sorri balançando a cabeça. - Por... Por favor Tio... - Imploro e ele assente.

- "Respire". - Move os lábios e eu sinto meus olhos fechando.

Não consigo controlar parte alguma de mim mesmo.

Isso já aconteceu antes... Eu acho.

O olho novamente e sorrio.

- Não me deixe... Esquecer... - Ouço minha voz arrastada ecoando e reverberando pela sala toda. - Esquecer... - Então meus olhos se fecham.

Alguém me sacode. Também dá alguns tapinhas em meu rosto.

E então esse alguém me abraça.

Algo molhado cai em gotas em meu pescoço.

Lágrimas?

- "Você vai ficar bem filho..." - Uma voz muito distante sussurra. - "Só continue respirando." - Desejo poder dizer algo, dizer a ele que estou ouvindo e que vou continuar respirando, mas não consigo me mexer.

Se me mexo, não sinto.

Só quero que meu pai saiba que estou bem aqui, ouvindo ele.


Notas Finais


E morreu.
Fim.

BRINCADEIRA!! NÃO TAQUEM NADA EM MIM!!!!!

Ok, brincadeiras a parte, espero que tenha gostado do mistério no finalzinho, pq finalmente vão ter as respostas que tanto procuram no próximo capítulo.

Mas agora tenho que dar o meu aviso.

Seguinte:
Tenho percebido nos últimos tempos que o acesso ao Spirit está ficando meio complicado para alguns leitores. Visto que não estou mais recebendo o retorno de antes.
Não estou reclamando gente, nunca faria isso. Eu amo todos vocês quer comentem ou não.
Mas também tenho que pensar no melhor para ambos. Certo?
Então aqui está a minha proposta:
Assim que terminar de postar Final Mission e A Criminal Case, quero começar a postar no WattPad.

Como não há nada concreto, preciso saber a opinião de vocês.
Se fica mais fácil para vocês por lá ou por aqui mesmo.

Peço que dêem mesmo o feedback, ok?

Amo vocês, é só por hoje.
Provavelmente durante essa quarentena irei postar para tirar um pouco o tédio, então até breve.
#ContinuareiSempreEscrevendo
💙💙💙💙

Beijos e...
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Fui! ;♥


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