História Finding a love: Demons Love Too - Capítulo 1


Escrita por: ~

Postado
Categorias Devil May Cry
Personagens Dante, Lady, Personagens Originais
Visualizações 21
Palavras 3.765
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Hentai, Yuri
Avisos: Adultério, Bissexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Desculpem os erros na idade, mas decidi deixar o Dante e o Vergil mais novos... Espero que gostem ^^

Capítulo 1 - Humans also love


Fanfic / Fanfiction Finding a love: Demons Love Too - Capítulo 1 - Humans also love

Basicamente a vida de Lady era só caçar alguns demônios de vez em quando e cuidar da pequena Sarah. Era uma vida até que boa, ganhava os seus trocados matando alguns demônios e tinha o seu lado maternal cuidado de Sarah... Mas no fundo, Lady sabia que não poderia se apegar demais a criança. Sarah era um amor de bebê, nem parecia que era filha de Vergil, com quase 6 meses, a filha de Angie e Vergil era um bebê sorridente e despreocupada e Lady gostava de ajudar a cuidar da pequena, mas sinceramente? Ela estava cansada dessa vida, queria algo novo, algo que a fizesse se sentir viva de novo. Não tinha parentes, a única pessoa que ela se lembrava era de sua mãe, morta  por Arkham (Lady se recusava a chamar aquele ser de "pai") doía demais ter essas lembranças, mas Lady queria amar e ser amada de volta. Ela sabia que Dante, Angie e até mesmo a enjoada da Trish gostavam dela, mas ela queria mais, muito mais.

  Ela estava indo dar uma volta com a bebê quando viu três crianças se aproximarem para brincar próximo a ela. Ela já estava a uns dois dias com Angie em sua casa e não iria embora tão cedo, a menina sentia falta de Vergil, isso era óbvio e Lady sabia que no último encontro havia rolado algo a mais do que uma simples "conversa". Angie não quis entrar muito no assunto, pois tinha uma certa vergonha de conversar com Lady sobre isso.

-Besteira, como se não já tivéssemos feito algo pecaminoso na vida.

Lady suspirou, sabia que Angie era tímida sobre esses assuntos, mas, não poderia força-lá a conversar sobre isso. As crianças pareciam que estavam brincando de luta. Era uma brincadeira interessante de se ver, os dois meninos lutavam como se já soubessem o que estavam fazendo, a única garota do grupo apenas ficava olhando. Ela possuía cabelos avermelhados lisos compridos e tinha uma pele branca. 

  -Vou te salvar do monstro, Kyrie!

A menina dos cabelos ruivos olhava para o menino de cabelo branco maravilhada. Era como se eles fossem almas gêmeas.

  -Eu sei que vai, Nero.

O garoto de cabelos brancos parecia ter uns 4 ou 5 anos, ele lembrava muito o Vergil ou Dante. Lady tirou essa idéia da cabeça logo de cara. Enquanto os dois lutava pela menina, Sarah se mexeu em seus braços, como se quissesse brincar junto.

 -Ei, eles são muito velhos para você!

A menina do cabelo vermelho viu Lady com a bebê e foi se aproximando.

-Ela é linda, como se chama?

Lady olhou para a criança e disse:

 -Sarah, seu nome é Sarah...

 -É um lindo nome... Me chamo Kyrie... Esse é meu irmão Credo e meu melhor amigo Nero.

Lady sorriu em resposta, não queria muito contato porque aquelas crianças pareciam pertencer próximo a Fortuna. Nero se aproximou de Kyrie, como se desconfiadas de Lady.

-Está tudo bem Kyrie?

-Está sim Nero, só vim ver a bebê, ela não é linda?

Sarah sorriu para Nero, mas a garoto apesar desviou o olhar e concordou e Lady percebeu que esse garoto parecia muito com o Vergil.



Angie estava estudando um pouco de magia para se defender quando precisasse, odiava ter que depender das pessoas, ainda mais de Lady ou Vergil. As magias era até que fácil e Angela adorava ainda poder controlar o fogo. Lady chegou com sua filha, ela estava com uma cara de assustada, como se tivesse visto o verdadeiro diabo.

-Está tudo bem Lady?

Lady olhou para ela como se quisesse  esconder algo.

-Está sim... É só que vi umas crianças de Fortuna.

-Bom, mas isso não quer dizer nada, talvez fossem só moradores e...

-Difícil Angie, a maioria dos moradores de lá seguem essa seita ridícula de Sparda e ...

Angela desviou o olhar, meio triste.

-Desculpa, não quis ofender, sei que você sente falta do Vergil e saiba que ele está fazendo isso pelo seu bem e da Sarah.

Angela suspirou, sabia disso, só que no fundo, ela estava se sentindo uma inútil, queria ter os seus poderes de volta, por isso iria se empenhar bastante para aprender magia. Ela ouviu alguém bater na porta e foi atender, ela esperava que fosse Vergil, mas era Dante, estava com um sorriso lindo no rosto.

-Gente, que cara são essas?

Angie abraçou Dante com tanta força, que até ele se surpreendeu.

-Nossa, desde jeito o Vergil vai ficar com ciúmes de mim.

Ele sorriu para Angie, mas sabia que era só brincadeira, antigamente poderia até ter tido um queda por ele, afinal, eles são gêmeos, mas a garota amava Vergil de todo o coração e nunca pensaria em trai-ló.

-Então, cadê a minha diabinha?

Angela deu um tapa no braço de Dante.

-Cala a boca, seu idiota, não chama ela assim.

-Mas ela é! Não tenho culpa que você teve filho com o meu irmão.

Angie riu, apesar de realmente não gostar dele chamar sua filha assim, sabia que era de uma forma carinhosa. Lady se aproximou e disse:

-Na verdade, ela tá mais para anjinho mesmo, ela nem parece que é filho do Vergil.

Dante sorriu para Lady, parecia que havia uma química entre eles, Angie torcia para que Dante e Lady encontrassem alguém, mas ela sabia que Dante não iria querer compromisso agora, ele ainda tinha 24 anos e Lady mau falava sobre relacionamentos.

-Eu que evito de falar sobre isso, ainda me lembro daquele beijo que ela me deu... Apesar de amar Vergil, aquele beijo fora especial, foi bom.

Dante e Lady começaram a conversar e Angie foi buscar Sarah no quarto. Quando ela voltou com a filha, Dante foi se aproximando de Angie, a garota ofereceu para Dante pegar a criança no colo, mas o mesmo se recusou e Angela riu do jeito dele. Ela deixou Lady e Dante conversarem a sós, afinal, ela sabia que eles tinham muita coisa para conversar.




Lady achará que Angie não precisava sair da sala, eles só estavam conversando sobre negócios, além disso, Dante sabia que ela não gostava muito... Digamos, de coisas muito "explícitas".

-Na verdade, eu tenho um trabalho para você...

Lady se arrepiou, adorava os trabalhos que Dante passava para ela.

 -Está vendo esse lugar?

Dante apontava para um mapa que havia tirado do casaco vermelho. Parecia que dava para um bar ou algo assim.

-Sim e o quê tem?

-Vai ter uma cliente minha muito especial trazendo uma coisa para mim, preciso que vá pegar...

Lady quase xingou Dante, sério mesmo que ele estava a tirando como pombo correio?

 -Sério mesmo Dante? Achei que era algum demônio ou sei lá...

 -Relaxa Lady, você vai gostar e outra, minha cliente é boazi...

  -Não me interessa, não sou correio de ninguém... Vá você!

   -Angela, você não acha a Lady merece um descanço e sair um pouco?

Dante gritou e Lady sabia que isso iria ser golpe baixo, obviamente Angie concordou. Ela simplesmente cruzou os braços e bufou, não queria discordar de Angie e sabia que Dante iria convencer a garota a todo o custo. Ela foi, seria a última vez que seria empregada de Dante.




Maria estava no bar há quase uma hora, estava ficando de saco cheio, iria matar Dante assim que o visse, ele sabia em como a morena odiava esperar. Suspirando, pediu uma outra bebida, como um Anjo Caído, Maria não podia fazer nada de muito legal em sua vida, ela matava alguns demônios fracos, mas não podia relar em anjos ou demônios mais fortes. Seu nome verdadeiro era Moly quando foi expulsa do céu, por escolher o lado errado, Moly escolheu viver como uma caçadora de demônios e escolheu uma forma humana para viver e adotou o nome de Maria, achava um nome lindíssimo e sabia que era o nome da Mãe de Jesus e poderia até pensar que fosse uma irônia com o nome, mas não era, só gostava mesmo.

Maria suspirou, desde sua Queda no Céu, ela havia perdido um pouco do interesse de viver, tinha os momentos de glória,é claro, mas no geral, era tudo tão monótono, não havia parceiros, achava alguns homens repulsivos e por ter escolhido uma forma humana sensual, a maioria dos homens só queria sexo, ela não, Maria gostaria de um amor ou alguma aventura que pudesse mostrar a ela como estava realmente viva. Quando ela conheceu Dante, sabia que ele era diferente, em todos os sentidos, apesar dele ser filho de um demônio, sabia que Sparda fora um demônio "bom", diferente de Mundus, apesar disso, mantinha uma boa amizade com o demônio de cabelos brancos.

Maria estava distraída quando viu uma garota de cabelos curtos e olhos de cor diferentes se sentar perto dela. Ela tinha um jeito diferente, não possuía uma beleza de fazer inveja a todas as garotas, mas ela era muito bonita, estava usando uma blusa branca com mangas e um short curto, que mais parecia legging. E havia acessórios em sua cintura, como fosse munição. A garota de cabelos curtos viu que Maria a encarava demais.

-Perdeu alguma coisa em mim?

-Ei, calma aí menina, só estava vendo seu armamento... Bem legal.

A garota dos cabelos curtos apenas ignorou Maria.

-Ei, qual é o seu nome?

Ela ainda estava ignorando Maria, mas a mesma percebeu que a garota do cabelo curto estava olhando para o seu belo corpo, não podia negar que havia acertado na escolha de um corpo humano. Maria sorriu em resposta e a garota desviou o olhar.

-Estou esperando um cara, mas acho que ele vai dar um cano em mim...

-Dante né?

Maria arregalou os olhos.

-C-como você sabe?

-Vim a pedido dele... Então, o que você tem para ele?

Maria riu e não podia acreditar que aquele cara tinha sido pilantra com ela.

-Aquele demônio me paga... Era ele que ia me dar uma arma especial para matar demônios... Desgraçado!

Lady se aproximou dela e estendeu a mão:

-Talvez eu seja essa arma. Prazer, Lady!

Maria olhou para Lady e sorriu em resposta.

-Prazer, Maria.

Lady arregalou os olhos, como se aquilo fosse uma surpresa ou pegadinha.

-Está tudo bem Lady? A propósito, o nome combina muito com você...

Lady suspirou, parecia que não queria conversar sobre aquilo, Maria também deu de ombros.

-Então Maria , qual é a sua história?

-Você é direta em, vamos tomar algo e aí eu te explico.

Maria pagou umas bebidas para Lady, apesar da mesma não beber muito, a mesma aceitou por educação. Maria contou sua história inteira, a partir do momento da Queda, ela havia dito que se chamará Moly antes de ir para terra, mas por não se recordar de muita coisa no Céu, decidiu mudar de nome e de vida, decidiu adotar o nome de Maria por achar um nome lindo, decidiu também ter uma aparência bonita para atrair os demônios e mata-lós. Lady gostou da morena na mesma hora, era como se fossem amigas fazia tempo.

-Então gatinha, como é sua história?

Lady fechou a cara na hora, não queria lembrar de Arkham ou o que ele fez para sua mãe, mas decidiu contar, Maria parecia ser confiável.

-Meu pai desejava o poder demoníaco, para isso, ele matou minha mãe e quase a mim mesma... Por isso tive que mata-ló. Foi nessa época que conheci Dante e Vergil. Obviamente eu queria matar os dois, mas vi que eles eram diferentes dos outros sabe? Principalmente Dante...

Maria só ficou a encarando Lady por um momento.

-E você gosta dele desde então?

Lady se surpreendeu com a pergunta, apesar de se dar bem com Dante, ela não o amava. Pelo menos não desse jeito.

-Gosto do Dante porque ele me ajudou, me ajudou quando eu não tinha mais ninguém no mundo, como um irmão mesmo.

-Compreendo, é, o Dante é um homem incrível mesmo... Ele também já salvou minha vida, apesar de ser um Anjo Caído.

Lady apenas a observava, ela falava do Dante como uma certa ternura, mas algo mais fraternal do que romântico.

-Enfim, vamos embora, temos trabalho para fazer...

Lady não acreditou no que ouvia.

-Hã? Como assim? 

-Você vai ser minha arma para caçar demônios, vamos!

Lady foi sem questionar, estava curiosa sobre isso, queria saber para onde Maria a estava levando.




Angela estava arrumando o quarto de Sarah quando Dante apareceu na porta, ele estava lindo (como sempre) usava um sobretudo vermelho sem camisa, com calças pretas e coturnos.

-Então, como está indo a maternidade?

Angela riu com o questionamento, não era do fetio de Dante fazer esse tipo de pergunta.

-Bom, está indo tudo bem, graças a sua ajuda e a de Lady.

-Ótimo

Dante foi se aproximando de Angie e ela por um momento lembrou de Vergil, sentia tanta falta do mesmo. Dante passou a mão em seu rosto e ela colocou sua mão em cima da dele. Ele foi se aproximando para um beijo. Angela desviou, gostava muito de Dante, mas ela não o amava.

-Dante, por favor, eu gosto de você, mas não desse jeito.

-Desculpa Angie, acho que no fundo, não consigo pensar que perdi para o Vergil.

-Perder para o Vergil? No quê?

-Perder uma pessoa especial como você... Não consigo aceitar isso.

-Dante, você tem que parar de achar que esta me perdendo para o Vergil. Eu o amo e sempre vou amar ele... E juntos tivemos uma filha... Eu te amo como irmão.

Dante sorriu para ela e disse:

-Acho que em relação a você, eu realmente perdi.

Angela olha para ele sério.

-Desculpe não ser esse tipo de mulher para você... Na verdade Dante, você só me ama por eu lembrar a Eva, não na aparência, mas pelo meu jeito.

Dante se virou, não gostava de ouvir essa conversa, porque no fundo, sabia que era verdade. Angela,enfim,perguntou:

-Então, aonde está Lady?

-Dei uma missão para ela. Sabia em como ela estava sentindo falta, por isso mandei ela numa missão junto com uma amiga minha.

Angie levantou a sobrancelha e cruzou os braços, curiosa.

-E quem é essa amiga?

Dante lhe deu um belo sorriso.

-Logo você irá descobrir.




Aquela mulher era estranha, simplesmente arrastou Lady para um lugar desconhecido e foi matar demônios fracos. Lady queria um desafio de verdade, uma batalha de verdade. Sabia que não poderia vencer demônios de alto escalam, mas queria uma batalha verdadeira.

 -Bom Lady, agora que eu conheci suas habilidades, acho que podemos ir para o verdadeiro desafio..

Hã? Aquela mulher só estava testando ela...?

-Você acha que sou alguma idiota? Você me arrasta para um lugar totalmente desconhecido e ainda acha que eu...

Quando Lady olhou para cima, ela viu um demônio com uma aparência bestial, ele parecia um touro gigante, só que mais horrível. Elas estavam em algum tipo de caverna ou algo que lembrasse isso, pois havia muitas rochas e pedregulhos, Lady sabia que esse parecia ser um desafio real.

A criatura olhou para as duas e rosnou, um som demoníaco saindo de sua boca gigante.

-O que essa vadias idiotas querem aqui?

Maria sacou dois punhais em suas mãos e disse:

 -Vingança.

Lady olhou sem entender mas não questinou, ela pegou sua arma também para ajudar a garota. O touro demoníaco veio correndo em direção a Maria, a mesma desviou sem muito problema, ela parecia que estava acostumada, pois nem sequer hesitou por um momento. Lady usou a sua bazuca e atirou na costela do demônio, o mesmo voltou suas atenções para Lady, por um momento, ela ficou petrificada em seu lugar, mas quando o monstro veio correndo em sua direção, ela usou a ponta da bazuca para se pendurar em uma pedra próximo.

-Suas tolas, acham que pode me vencer usando apenas armas de fogo?

-Tem razão, por isso vou usar algo mais forte!

Maria pegou uma arma totalmente diferente, parecia ser uma Colt Python, só que tinha algo a mais nela, não parecia uma magnum comum, foi quando Lady percebeu que tinha balas de prata. O demônio pareceu temer quando viu aquilo, pois ele foi correndo em direção da Maria, só que dessa vez, ele foi mais rápido e estava furioso, Lady por um momento ficou com medo por Maria, mas ela apenas atirou no touro. Ele não caiu de imediato, apenas recuou um pouco, Maria olhou para Lady como se pedisse ajuda. Ela logo sacou a bazuca e atirou no demônio umas três vezes, o touro não sabia se ia em direção a Lady ou Maria.

Maria rapidamente se juntou a Lady e ambas apontaram as armas para o touro demoníaco.

-Você já era!

E as duas dispararam a suas munições na besta e o animal começou a jorrar sangue para todos os lados, isso fez com que Lady e Maria ficassem ensopadas de sangue. As duas saíram de lá rindo e brincando, era como se realmente estivessem vivas.




Lady não podia acreditar que tinha matado aquele demônio grandalhão, as duas estavam rindo e brincando de seu estado de imundice. Era como se fosse o primeiro demônio que ela houvesse matado.

 -Cara, você viu aquela hora quando a bala acertou o coração dele?

-E depois quando minha bazuca atingiu o cérebro dele e voou miolos para todos os lados!? Não foi lindo?

Maria olhou para ela um momento séria e depois riu.

 -Você é muito louca!

Lady riu com o comentário, era bom esquecer das coisas por um momento, finalmente se sentiu viva de novo.

 -Então, qual era o nome dele?

-Era o Belial, ele foi uns dos demônios que foi responsável pela minha queda no Céu. Jurei vingaça contra todos eles!

Lady lembrou de Arkham por um momento, sentiu ódio do homem que a gerou, mas pelo menos o desgraçado já estava morto.

-Não é por nada não, mas precisamos de um banho urgentemente, ainda mais você que toma conta da sobrinha do Dante.

Lady viu que estava ensopada de sangue e vísceras, era realmente algo nojento, não podia chegar assim na casa de Angie, iria ficar questionando o que aconteceu e sem contar que não queria voltar para lá ainda. Pelo menos não tão cedo.

-Sei que nos conhecemos agora... Mas você não podia pelo menos deixar eu passar a noite na onde você mora?

-Claro, se você não se incomodar de ficar em locais que tenha armas ou alguns estudos sobre demonologia.

-Bom, eu adoro armas, meu trabalho é esse... Sobre a demonologia, só gosto de caçar demônios mesmo, quem gosta dessas coisas era o irmão gêmeo maluco do Dante, o Vergil.

-Já ouvi falar dele, foi ele e um tal de Arkham que queriam conquistar o poder de Sparda não é? Na Torre Temen-ni-gru.

Lady suspirou, não queria tocar nesse assunto, pelo menos não agora.

Chegaram na casa de Maria rapidamente, sua pequena residência não era muito chique, mas também não era simples. Parecia que ela era maníaca por limpeza, pois seus pertences estavam tudo no lugar. Sua sala e cozinha estavam arrumados como se ninguém fosse ali um tempo, não possuía pó, só estava tudo muito organizado. Lady estava indo em direção ao banheiro quando Maria chamou:

-Pode ir tomar banho se quiser, pego algo para você em um minuto.

Lady nada disse, apenas foi em direção ao banheiro e foi tirando as suas roupas. Era até um insulto jogar aquelas roupas fétidas de sangue em um local tão limpo. Ela simplesmente colocou as roupas numa sacola.

Deixar a água do chuveiro cair sobre seu cabelo curto foi relaxante, estava sedenta pelo banho e essa foi uma sensação maravilhosa. Apesar de não gostar muito, ela acabou usando os sabonetes e shampoos de Maria, tudo para tirar aquele cheiro horrível de sangue. Depois que terminou o banho e de se seca, Lady foi em direção ao quarto de Maria. E a mesma estava lá, separando algumas roupas para Lady, a mais nova percebeu que Maria também tinha acabado de sair do banho, pois estava molhada e enrolada numa toalha. Maria realmente possuía um corpo belo e escultural, ela tinha um bronzeado natural, como se sempre estivesse na praia, seus cabelos eram encaracolados, de uma forma bem baixa e comprida até a cintura. Lady desviou o olhar e mordeu o lábio, era loucura sentir isso, ela mau conhecerá Maria, só estava com ela apenas algumas horas. Maria percebeu o olhar da garota no mesmo instante e foi se aproximando.

-Sei que você está me olhando Lady...

Lady ficou vermelha e desviou o olhar, era estranho sentir isso. Maria de repente deu  um beijo na mais nova. Lady retribuiu o beijo, não achava certo desviar do beijo sendo que ela estava na casa de Maria. Depois que elas terminaram o beijo, Lady estava se sentindo quente.

-Por que fez isso?

-Não sei, estava cansada dos mesmo romances e senti você diferente, algo como atração mesmo...

Lady não perdeu tempo e voltou a beijar a morena, Maria retribuiu o beijo, mas dessa vez o seu beijo foi mais intenso e selvagem, era como se Lady já soubesse no que ia dar. Maria começou a tirar a toalha de Lady, mas a mesma parou.

-E-eu nunca fiz isso antes... Tô com medo.

Maria beijou as mãos de Lady.

-Tudo bem, minha caçadora, eu também nunca transei com outra mulher, mas sempre tem uma primeira vez e se você não gostar, eu paro... Mas duvido que você não vai gostar.

Maria voltou a beijar Lady com mais intensidade. A mais nova não lutou contra as suas vontades e deixou-se entregar, Maria foi bem delicada, seus beijos iam fazendo trilha no corpo de Lady. Maria foi tirando a toalha de Lady e a mesma tirou a parte de Maria. Quando as duas ficaram nuas, elas continuaram as carícias, Maria foi beijando a barriga de Lady até encontrar o seu sexo, a mesma começou a beija-lá e chupa-lá. Agora Lady gemia e apertava os cabelos de Maria com força, a morena apertava sua bunda enquanto fazia sexo oral em Lady. Quando Lady estava chegando ao seu êxtase, Maria parou, Lady fez um biquinho .

-Por que parou?

-Você vai ver... E vai gostar!

Maria deu um sorriso enorme para Lady e pediu para mesma se deitar em sua cama. Elas fizeram um 69 para ambas sentirem prazer ao mesmo tempo. Lady gostou da sensação, era maravilhoso dar e receber prazer. Era sua primeira vez com uma mulher e ela não estava arrependida, sabia que era indecisa em sua relação sexual. Maria a chupava com carinho e Lady gemia entre os beijos na vagina de Maria. Elas acabaram chegando no clímax juntas e Lady soube que sua primeira vez com outra mulher foi a melhor de todas.

Maria e Lady ficaram abraçadas juntas na cama, era um sentimento de carinho tão bom, algo que Lady sentia tanta falta, ela havia gostado de Angie no começo, mas talvez fosse mais por uma carência, com Maria foi diferente, foi apaixonante... Viciante.

-Então Lady, gostou da sua primeira vez comigo?

Lady sorriu.

-Mary... Meu nome verdadeiro é Mary.

Maria a olhou sem entender.

-Por que você mudou?

-Dante me chamou de Lady na primeira vez que me viu. Quis abandonar meu antigo nome por causa do meu pai, o Arkham...

-Tá de brincadeira que aquele cara é o seu pai?

-Era, ele morreu e eu não o via como pai desde quando ele matou minha mãe.

Maria deu um beijo na testa de Lady.

-Desculpa gatinha... Não vou mais tocar no assunto, por falar nisso, Dante acertou, Lady é mais sua cara.

Lady riu e beijo Maria e no fundo, sabia que tinha achado um amor.


Notas Finais


Desculpem a demora, tô entrando em semana de provas, não vou postar uma história tão cedo (só nas férias).


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