História Finding The Pieces - Capítulo 5


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Categorias Histórias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Finding The Pieces, Prision Of Memories
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Palavras 1.184
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Drama (Tragédia), Famí­lia, Fluffy, Lemon, Romance e Novela, Shonen-Ai, Yaoi (Gay)
Avisos: Bissexualidade, Gravidez Masculina (MPreg), Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Dessa vez eu cheguei rapidinho porque eu estou inspirada ksksksks (isso é muito raro, então aproveitem enquanto estou aqui)
Não tenho nada pra falar.
Apenas curtam.
Boa leitura.

Capítulo 5 - O início de uma jornada


16 anos depois...

Mais um dia se inicia. Os dias aqui no vilarejo são tão monótonos... Bem, quase sempre. Levanto da cama e me espreguiço, faço minha higiene e me troco. Logo saindo de casa, pude sentir os raios matinais penetrarem meus olhos.

─ Ah, Bom dia! ─ Disse a senhora em frente que regava as flores.

─ Bom dia, Kenro. ─ Ela responde com um sorriso.

Desci as escadas que estavam em frente a minha casa e fui andando até o padeiro. Como sou simpático, fui dando bom dia para todos que eu via. Estava muito feliz hoje. Motivo? Hoje eu comemoro o meu décimo sexto aniversário. Ou seja... Eu finalmente ganharia minha própria espada! Ah, preciso passar na casa do ferreiro também...

─ Bom dia! ─ Disse a Ume, dona da casa de pães do vilarejo. ─ O cheiro está ótimo.

─Bom dia, querido. ─ Ela sorri para mim. ─ Chegou bem na hora, está saindo uma fornada quentinha.

─ Ah que sorte a minha. ─ Falei tirando meu saco de moedas. ─ Vou querer alguns então.

─ Vou buscar para você, só um pouco. ─ Logo, Ume traz um cesto com pães quentinhos.

─ Ah, eu adoro esse cheiro. Faz-me dar água na boca. ─ Pego o cesto em minhas mãos e entrego o dinheiro a ela. ─ Muito obrigado e tenha um bom dia. ─ Acenei a ela e segui meu caminho.

Fui andando até a beira de um lago, um pouco mais afastado das construções, onde sempre fico pela manhã até começar minhas atividades do dia.

─ E ai cara? ─ Dei um tapinha na cabeça do meu amigo, Gilbert. ─ Não pensei que viria tão cedo.

─ É que hoje meu pai só vai terminar umas entregas. Que são poucas, por sinal. ─ Ele afaga o lugar acertado. ─ Ah, feliz aniversário! ─ Ele joga folhas pro alto.

─ Ah, valeu. ─ Dei risada e limpei minha cabeça, que ficou cheio de folhas.

─ Aqui seu presente. ─ Ele me entrega algo comprido enrolado num pano. ─ Fui eu que fiz.

─ Valeu. ─ Sorri e abri. ─ Não... ─ Falei indignado. ─ É sério? ─ Gilbert faz que sim com a cabeça.

─ Pelo visto gostou.

─ Eu adorei. ─ Apreciei mais de perto a espada que havia ganhado. ─ Uau... Parece ser muito boa.

─ Já que eu iria te ver hoje, meu pai mandou te entregar. Mas a maior parte disso daí foi eu que fiz. ─ Gil bate no peito orgulhoso.

─ É uma bela espada. Mal vejo a hora de usar ela. ─ A abaixei. ─ Não aguentava usar aquelas espadas simples. Sabe quantas eu quebrei até hoje?

─ Muitas. Por isso que essa é feita de um material mais resistente.

─ Nossa! ─ Falei espantado. ─ Agora ninguém me para. ─ Falei confiante.

─ Ah tá. ─ Ele debocha da minha cara.

─ Nem fale nada, ok? Eu já te venci várias vezes.

─ Eu sei, mas tem muita gente que te mataria em cinco segundos.

─ É. Mas é por isso mesmo que estou treinando há mais de dez anos, não?

Sim, foi há muito tempo que já domino essa arte. Infelizmente, a pessoa que me ensinou a manusear uma espada faleceu em um ataque aqui no vilarejo. E eu estive lá. No combate e no momento que ele foi morto.

Memórias vieram à tona. Balancei minha cabeça para sair do transe.

─ Enfim. ─ Disse numa tentativa de mudar a conversa. ─ Temos café da manhã. ─ Levantei a cesta de pães. ─ E se não comermos logo, vão esfriar.

─ Opa! ─ Gilbert esfrega as mãos, pronto para devorar os pães.

A manhã foi agradável. Ficamos conversando sobre coisas aleatórias.

─ Diga-me, como se sente em ficar mais velho? ─ Gilbert se deita na grama.

─ Ah sim, minhas costas dizem por mim. ─ Ri. ─ Não é nada demais para mim. ─ Olhei para as águas do lago, por um momento, nenhum pensamento veio em mente.

─ Não precisa responder se não quiser, mas... ─ Gilbert hesita. ─ Você nunca disse sobre seus pais.

─ Ah... ─ Pensei um pouco. ─ Eu não sei quem são... Nunca os conheci.

─ Desculpa. ─ Gil se levanta e me olha, lamentando. ─ Eu não queria...

─ Tudo bem. ─ Espreguiço-me. ─ Bem, até onde me contaram, eu fui encontrado à beira de um rio, aquele que abastece o vilarejo, em um cesto, enrolado e com esse colar. ─ Mostrei a ele. ─ A anciã disse que talvez seja dos meus pais. Então eu mantenho sempre comigo.

─ Tem vontade de conhecê-los?

─ Sei lá... Tipo... ─ Coço a nuca. ─ Acho que não. Acho que eles não me queriam por isso me abandonaram. Pelo menos, é isso que eu sempre pensei.

─ Acho que não. Vai que eles não tinham condições de te criar e...

─ E me jogaram no rio. ─ Arqueio uma sobrancelha. ─ Claro, faz todo sentido. Eles não terem condições de me criar e depois de tacarem no rio. ─ Falei sarcástico.

─ Ainda penso que eles te amavam. ─ Gil se levanta.

─ Não acho isso. ─ Levanto também. ─ Se eles realmente me amavam, não iriam me abandonar. ─ Suspiro. ─ Vamos voltar. Preciso ajudar um pessoal a fazer a colheita desse ano. Antes que comece a nevar.

─ Pois é, acho estranho não ter começado a esfriar. ─ Ele olha para o céu. ─ Não tem uma nuvem sequer hoje também.

─ É. ─ Virei-me e peguei minha espada. ─ Vamos?

─ Sim, senhor.

Ri do tratamento que ele me deu. Assim que chegamos perto das construções, devolvi a cesta a senhora Ume.

─ Estava uma delícia. ─ Sorri em agradecimento.

─ Que bom que gostou. ─ Ela sorri. ─ Sempre faço com muito carinho para vocês.

─ Acho que é por isso que são deliciosos.

─ Ah, você é um menino tão bom, Kenro. ─ Ela afaga meus cabelos. ─ Ah, antes que eu esqueça, a anciã estava te procurando.

─ É? Então eu vou até lá. Obrigado. ─Despedi-me dela.

─ Ih, o que você fez? ─ Gilbert me olha receoso.

─ Nada, até onde eu saiba.

─ É isso! Você não fez nada! ─ Ele diz como se tudo faz sentido.

─ Até parece! ─ O soquei.

Chegando lá, peço para que Gilbert esperasse do lado de fora. Bato uma vez e ouço a permissão dela para eu entrar.

─ Licença. ─ Disse fechando a porta. ─ A senhora me chamou?

─ Sim, chamei. ─ A anciã Sarah já está em sua idade. Andava com o apoio de uma bengala e mancava, mas não quer dizer que ela não esteja saudável. Pelo contrário, está mais forte do que nunca. ─ Sente-se. ─ Ela aponta para um tapete, enfrente a uma parede onde havia um mapa da região. E, ao lado, estantes com infinitos livros.

─ Aconteceu algo? ─ Perguntei preocupado.

─ Sim, aconteceu.

Minha respiração ficou pesada, nervoso do que ela iria dizer. Engoli em seco e esperei ela se pronunciar.


Notas Finais


Pra quem estiver interessado em saber como é a espada do Kenro (não,não essa. A que corta. Se bem que as duas cortam... ESQUECE!) https://goo.gl/images/BeRgFi
Espero que tenham gostado. Não sei se tem algum erro, mas já vou me desculpando. Aconteceu um troço e não sei se a versão revisada é essa que postei. Enfim...
Beijinho para minhas cabrinhas <3


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