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História Fios De Cabelos Rosas - Capítulo 25


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Notas do Autor


Volteiiiiiiiiiii chorando por que amanhã eu tenho aula. 😭😭😭😭😭😭😭😭
Mas voltei.
E um aviso prévio, vai ter uma determinada cena, que para pessoas muito sensíveis seja pesada (não que eu tenha achado pesada, alguns amigos me chamam de insensível já deixando claro 😗😗 ), mas por vias das duvidas, vou avisar mesmo assim. e meio machista essa cena também. E ERRADA EM VÁRIOS FATORES. 🤦‍♀️

Ha claro, esse seria o símbolo da andrômeda, seria só as correntes douradas, e os pulsos dela, mas não achei uma imagem assim, então vai ficar essa aqui...

bem até mais as notas finais....

Capítulo 25 - I - Sanctuary


Fanfic / Fanfiction Fios De Cabelos Rosas - Capítulo 25 - I - Sanctuary

Antes, todos os caminhos iam.
Agora todos os caminhos vêm.
A casa é acolhedora, os livros poucos.
E eu mesmo preparo o chá para os fantasmas

 

 

 Capitulo 25 – Sanctuary

 

— Você sabe os benefícios desse Chã? — Yukino se esticou na cama, observando a chuva da janela, Rogue olhou rapidamente para a caneca esfumaste em suas mãos, e voltou seus olhos para a garota, que tinha um ar pensativo. — Uma simples bebida tem tantos fatores benéficos para nosso corpo, mas alguns que podem ser malignos, e uma via de mão dupla.

— Yuki, não estou entendendo. — Rogue falou, vendo-a sorrir.

— Eu acredito que o universo tem que se deixar em equilíbrio, tudo tem dois lados. — Ela falou molhando os lábios. — Existe luz e trevas, existe bem e o mal, e um equilíbrio, quando há um desequilíbrio pode ocorrer coisas como aquilo do Rogue do futuro.

— Entendi.... — Falou observando os cabelos da garota.

 

Rogue olhou para a cama fazia, se lembrando dos momentos que ocorreram ali, e fechou os olhos apertando as mãos em punhos, Frosch observou o dono antes de sair do quarto, não gostava de ver o dono triste, acabada por ficar triste junto, e sem Yukino ali, tudo ficava tão estranho, tão frio. Rogue suspirou pegando as duas malas onde as roupas de Yukino  estavam, e caminhou para a guilda, o anino ainda era de luto, mas os magos tinham voltado ao habitual.

— Rogue-san. — A balconista o cumprimentou assim que ele lhe entregou as malas. — Muito obrigada, não sabe como isso ajuda.

— Yukino ia gostar de doar as roupas dela também. —  Rogue falou, observando os magos. Seu olhar foi para Minerva que descia do segundo andar, usando uma calça de veludo e uma blusa que deixava amostra por cima estava seu sobretudo de gola alta preto, acompanhado de suas luvas. — A milady vai em alguma missão?

— Ah, acho que não, nos últimos dias, ela tem evitado fazer missões. — A mulher falou e Orga se aproximou. — Ela ainda não superou a morte do pai, e agora tem a da Yuki-san....

— Minerva queria saber da guilda desde que o pai dela era o mestre. — O mago falou sentando ao lado de Rogue que via a mulher ficando cada vez mais distante. — Acho que a morte da Yuki foi o suficiente para ela decidir fazer isso.

— Milady.... — O mago das sombras suspirou, tudo estava se ruindo aos poucos.

 

(AVISO: Cena pesada)

 

Aine e Alie encaram o casarão em ruinas, seus corpos estremeceram ao adentrarem o local, todos os cômodos da casa eram decorados em preto, prata e branco, deixando o local ainda mais macabro, as duas meninas olharam para a escadaria que levaria para os andares acima, querendo definidamente irem para seus quartos e se trancarem lá, mas sabia muito bem que não era esse o que iria realmente ocorrer.

— Chegaram as pestinhas. — A mulher de cabelos negros olhou para as duas e riu seco. — O pai de vocês está uma fera.

Alie olhou a madrasta, Dália era incapaz de dar filhos ao amante, e por conta disso fazia a vida das gêmeas um inferno, observou os olhos azuis gélidos junto com o desprezo que sentia por elas, os vestidos colados e obscenos que a mulher usava deixavam Aine um tanto desconfortável, e fazia com que Alie quermesse se esconder. Sempre que sua mãe estava longe, Dália fazia de tudo para irritar as duas.

—  Dália, eu não mandei ficar longe das minhas filhas? — As gêmeas observaram a mulher que descia pelo lado oposto da escada.

— Deveria pensar duas vezes antes de me direcionar a palavra, Ágata. — Dália debochou, e olhou para as gêmeas. — Suas filhas são tão inúteis quando você, ainda não entendo por que Derin mantem vocês três aqui!

— Eu gostaria de pelo menos alguns minutos de silencio! — As gêmeas estremeceram quando o pai apareceu no local, os cabelos castanhos amarrados e os olhos negros caíram nas meninas. —  inúteis e pouco, além de perder a Taghte de vista, deixaram que ela conseguisse a ultima chave de bronze.

— Mas pai.... —  Aine estremeceu, quando o homem a pegou pela a cabeça e apertou, fazendo alie estremecer de medo.

— Me chamou de que?

—  Senhor... —  respondeu, recebendo um riso de Dália, e um olhar de pena de sua mãe. —  Lhe chamei de Senhor.

—  Não importa. — Falou o Derin a soltando. — Tratem de pegar a vadia, se não quiserem ficar que nem a mãe de vocês. —  Derin se aproximou da mulher pegando uma chave de bronze que começou a brilhar. —  Ordem de Andrômeda:  me chupe.

Ágata gritou de dor caindo de joelhos, correntes negras brilharam envolvendo o corpo da mulher e quanto mais ela se recusava a ordem mais iriam aperta-la até a morte. O espirito de Andrômeda apareceu ao lado da mulher observando o homem, a pela princesa das correntes tentou impedir que suas correntes apertassem ainda mais a mulher, em vão. Derin que semicerrou os olhos guardando a chave, fazendo com que as correntes e o espirito sumissem.

—  Vocês duas tem um trabalho, e melhor faze-lo. —  Foi a última coisa que o homem falou, antes dele sumir adentro da casa, Dália chutou a mulher rindo e foi embora.

Alie se aproximou da mãe, enquanto Aine apertou os punhos.

—  Alie, seja mais forte. — Falou a gêmea. —  Ela não merece sua pena. —  A maga saiu deixando a irmã e a mãe sozinhas.

 

Quando as duas estavam em seu quarto sozinhas, Dália apareceu, com um sorriso e em sua cintura um chicote.

— Meninas, vocês têm uma missão. — Falou mostrando o chicote. — e se falharem de novo, eu terei total liberdade de dar o castigo.

Alie encarou a mulher, desejando que sua família voltasse como era antes, mas era impossível, seu verdadeiro pai tinha morrido, e sua mãe, estava presa a aquele ser, Dália estava ali para completar a tragédia.

— O que devemos fazer? — Aine pronta para fazer o serviço, seja la do que for, falou, fazendo sua irmã se perguntar por que não era como ela.

— Sequestrem a princesa.

 

Província de Stella.

 

— Lucy essa língua. — Levy falou olhando para os livros.

Tinha acordado aquela manhã, e agora estavam todos reunidos tomando café, graças ao mago de Gelo que pode ir na vila mais próxima para conseguir suprimentos, a nevasca já tinha parado, mas chegar na estação seria complicado, afinal a neve cobria todo o caminho. Lucy encarou a amiga, que lhe mostrou o livro que tinham achado.

— Sua mãe traduziu boa parte do livro. —  Freed falou, as duas olharam para a lacrima de comunicação. — Talvez possa ajudar melhor que eu.

Os papeis que tinham sido teletrasportando pela pequena plataforma que Lucy encontrara no escritório de usa mãe retornaram para a mansão, e Freed suspirou, vendo que estavam entrando em um beco sem saída.

— Obrigada Freed. — Lucy falou, e o mestre logo apareceu na lacrima. — Mestre? — O pequeno homem estava serio, fazendo com que Lucy se preocupasse.

— Eu não queria falar sobre isso Lucy, mas.... — Ele suspirou. — Eu conheci sua mãe.

— O que? — A loira indagou, alterando sua voz, chamando a atenção dos demais. — Como assim...

— Eu conheci sua mãe muito antes de você nascer. — O mestre falou, fazendo a maga dar de ombros. — E sabia que você era filha dela quando entrou na guilda pela primeira fez.

— O que a mãe da Lucy queria, velho? —  Natsu indagou, sentando ao lado da loira, que ainda processava a informação.

—  Ela me avisou, haveria um período que a filha dela teria que enfrentar algo. —  Makarov deu de ombros. —  Ela falou o que significava Estrelas Cadentes.

—  O que é? —  Sting atropelou as palavras, e Aika segurou o mesmo.

—  E o período de criação das chaves celestiais. — O mestre explicou. — Durante as próximas semanas cada chave celestial faz mais um ano de existência, mais precisamente 10.000 anos.

—  Elas são tão antigas assim.... —  Erza falou, vendo que Lucy olhou para sua bolsa. — Mas o que aquelas gêmeas queriam?

— Elas chamaram a Lucy de Taghte. — Levy lembrou, e o mestre encarou a loira. — Eu nunca ouvi essa palavra em nenhuma língua, o que Segnifica?

— Assim que possível, voltem para Magnólia. — Ele falou. — Os tigres também.  

— O que ouve Mestre? — Gray indagou, e Aika deu de ombros.

— Taghte e Draiconico. — Falou, chamando a atenção de todos. — Senhor Dreyar você por acaso sabe Draiconico?

—  Pensei que era uma língua proibida. —  O mestre falou. —  Mas sim, estudei um pouco de Draiconico com Layla.

—  Em Dragonover e a língua de encantamentos poderosos, tanto que nenhum súdito e permitido entrar. —  Aika explicou. — Só existe uma biblioteca com livros em Draiconico em todo continente, eu nunca foi para la.

— Mas o que você sabe sobre Taghte? —  Natsu indagou, desconfiado da irmã que revirou os olhos.

Le Daoine Taghte nan Diathan — Falou em Draiconico, e Lucy semicerrou os olhos. — Eu lembro que minha tia Maya falava muito isso.  

— Onde ela está agora? — Aika olhou para Gray.

— No cemitério real, enterrada. —  Sting abraçou a mesma por trás, colocando o queixo sobre a cabeça dela.

— O que vamos fazer? Esperar o próximo ataque das gêmeas? — O loiro tinha razão.

— Shirotsume e próximo daqui mestre. — Erza lembrou. — Podemos ir para lá e ver se conseguimos descobrir alguma coisa.

— Sim, por enquanto descansem, e Levy, tente descobrir mais informações sobre as estrelas cadentes. — A mesma acenou, antes de desligar a lacrima.

— Draiconico? — Sting indagou para a rosada, que bufou.

— E totalmente proibido por ser poderoso demais, falar as palavras que eu falei sem saber o significado e um perigo. — Uma lembrança brilhou na mente de Aika. — Mas eu sei alguém que sabe ler Draiconico.

— Quem? — Gray indagou, e Aika encarou o rosado, que entendeu o olhar preocupado da irmã.

— Porra.  — Natsu levantou indo para o lado de fora, sabendo de quem ela falava.

 

Dragonover — Coliseu dos Dragões.

 

A biblioteca ficava níveis abaixo do enorme e imponente coliseu, onde os livros em Draiconico eram guardados, Zeref sorriu, Ele não sabia se era muito inteligência ou muita burrice colocar livros com os encantamentos mais perigosos de todo o continente abaixo do local em que era treinado os jovens soldados, ele observou a construção. E depois as sacerdotisas que perambulavam por ali, todas elas eram proibidas de falarem com outras pessoas, por serem fluentes em Draiconico, Zeref riu daquela regra estupida, as Sacerdotisas eram mulheres inteligentes demais para falar em Draiconico com qualquer um, e a língua dos Dragões não era a única que elas sabiam falar. Zeref observou os níveis abaixo que eram carreados de mais livros, sacerdotisas e estantes, as plataformas arredondas que se perdiam abaixo, eram iluminadas por uma árvore feita de ouro que se ramificava no teto e descia até o último andar, uma luz pura saia iluminando o local, e se o mago era bom de memória, eram 17 andares.

— Eu pensei que tinha sido exilado. — O mago negro encarou a mulher, que utilizava as mesmas roupas das sacerdotisas, a única diferença era que Zeref conhecia ela.

— E pensei que era proibido falar, Nadire. — A mulher riu, e Zeref observou os cabelos azuis cortados a altura do pescoço. — Virou chefe das sacerdotisas então.

— E você um imperador narcisista.  — O humor de Nadire não tinha mudará nada nos últimos dias. — O que faz em Dragonover? Posso falar para sua irmã, sabia?

— Como, se ela nem estar por aqui? — Falou mostrando a carta. — Ela me enviou isso.

— Oras? — Nadire observou o local. — O que você fez? — Falou lendo a Carta. — Milagre, a princesa deixar o orgulho de lado.

— Não e só ela que está deixando. — Nadire riu. — Sabe o que ela precisa, não sabe?

— Sei sim. — A mulher suspirou. — Me siga.

Zeref andou atrás da mulher, e algumas jovens o reconheceram, sendo o príncipe exilado, em breve Igneel apareceria ali, ao saber que o mago estava dando uma “visita” em um lugar que não deveria.

— Como foi ficar trancafiada aqui 400 anos Nadire? — A mulher riu seco, vendo o mesmo dar de ombros. — Eu sabia que as sacerdotisas da árvore sagrada não morrem, mas ficar jovem, isso e novidade.

— Aqui tem livros suficiente para mais 400 anos, exilado. — Nadire adentrou a uma sala, sentando em um sofá, onde o Mago sentou a sua frente. — E sim, não envelhecemos, não deveria ficar tão surpreso, árvore dar energia para vivermos sempre, desde que juremos proteger esse lugar.

— A árvore aceita qualquer mulher? — Ele provocou. — Até aquelas que deitam com a realeza?

Nadire semicerrou os olhos, arrumando sua postura.

— Aceitamos todas as mulheres que buscam paz e espiritualidade. — Zeref revirou os olhos.

— Que vida de merda. — Resmungou.

— Sabe que as histórias dos seus ancestrais estão gravadas nesses livros — Nadire lembrou. — Deveria ler um pouco mais sobre sua família.

— Meu interesse na vida e nas merdas de Athena e quase zero. — Falou pigarrando. — Vamos ao que realmente interessa.

— Sua irmã pediu encantamentos de purificação e de ligação de sangue. — Nadire falou lendo a carta. — Estranhamente ela pediu para serem Draiconico.

— Seja lá qual for o plano daquela pestinha ela quer ter certeza que não vai dar errado. — Nadire semicerrou os olhos. — O que?

— Ligação de sangue em Draiconico Zeref? Sei que é muito mais do que um rostinho sereno e bonito. — O mago arregalou os olhos. — Sabe o que ocorre?

— liga duas pessoas por sangue. — O mago negro massageou as têmporas. — Mas se uma morrer, a outra também morre, que merda você está planejando Aika.


Notas Finais


eu lendo o cap agora a pouco, quando eu estava escrevendo me pareceu uma ótima ideia doar as roupas da Yukino, agora pensando aqui, QUEM DOA ROUPA DE MORTO 😮? se bem que as roupas da minha vo foram doadas, mas ainda assim, você conheceu a pessoa ("você" a pessoa que pegou as doações) e a roupa fica lá. seria melhor ter queimando essa merda.

Agora fazer que nem aquelas revistas que fala um resumo da novela, só dessa vez. 😅😅
nesse capitulo vimos que:
Natsu está duvidando da AIka.
Aika sabe mais do que está dizendo?
Zeref não tem respeito nenhum pela religião alheia.
E não vamos comentar sua relação com a Nadire, por contas de uma imperatriz ciumenta.
E que a Autora precisa ser internada (todo mundo sabe disso desde o primeiro capitulo)

ATE O PRÓXIMO. Queria ter essa vontade para ir na aula amanhã, ou a vontade que eu tenho para comprar material..... BJSS 🥰


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