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História Fios de ouro - Capítulo 42


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Notas do Autor


Hello, povo meu. Quarentena (o que eu espero que vcs tbm estejam fazendo, se possível) tem me dado tempo para finalmente escrever. Demorou, mas cá estou.

Espero que gostem, lavem a mão e fiquem em casa. <3

Capítulo 42 - 41 - Fuga


O dia estava escurecendo quando Maggie se deu por satisfeita de seu serviço. A saída de Lena custou uma comitiva com vinte soldados escoltando-a até o acampamento a Oeste, deixando lacunas na segurança que a atual comandante deveria preencher. Não foi fácil, com a imensidão do castelo Solare, proteger o que os El humildemente chamam de casa.  Eram muitas torres, corredores e portões para defender, sem o número costumeiro de soldados.

Tomou um dia todo para modificar suas estratégias, fechar portões com barricadas, acabar com as importações. No final, ela tinha certeza. Ninguém entraria em Solare, não sem permissão.

Seu último destino era o quarto de Sam. Mesmo que Alura e Eliza estivessem juntas a ajudando, era possível ver que não era o suficiente para Samantha. Não quando está sozinha com duas crianças, no meio de uma guerra, comandando um país inteiro. Não foi chocando quando Maggie a encontrou chorando, ou soluçando o mais silenciosa o possível.

Sam enxugou os olhos, mesmo sabendo ser tarde demais para esconder seu pico de emoção.

— Ei, está tudo bem? — Perguntou Maggie.

Sua pergunta possuía uma resposta óbvia, mas ignorar a epifania levaria Sam a esconder o que quer que estivesse sentido, como estava fazendo. Como uma observadora nata, ela tinha suas suspeitas. A rainha tinha uma tendência a se doar completamente, era de forma totalmente justificável pelo seu passado, porém, as pessoas não podem deixar de viver por elas mesmas.

Sam apenas acenou.

— Se me permite, majestade. Eu vejo que algo a incomoda. — Maggie se ajoelhou frente a cadeira. — Minha função é melhorar sua vida, diga-me. Farei o que está em meu alcance.

A estelliana fungou. Os sentimentos subindo à superfície, derramando por uma simples afirmação. Ela jamais imaginou ter Maggie como confidente, mas as circunstâncias mudavam e ensinavam que um dia, você talvez precise de amigos inesperados.  

— Tudo...? — Deu de ombros. — Se perdermos essa guerra... Daxam marcha à nossa casa, derruba nossos muros, mata nossos aliados, leva o resto de nós como prêmios. — Ela abraçou a si mesma, em busca de alguma proteção, ou talvez esperando que alguém a abraçasse. — E me sinto horrível por querer, em meio a isso tudo, um momento para mim...

Maggie segurou suas mãos, em um suave toque.

— Você não é horrível, ou deveria se sentir assim. Pedir ajuda não torna você uma mãe ruim! — Afirmou, esperando que conseguisse convencê-la. — Você tem estado vinte e quatro horas para suas filhas, eu nunca vi tal emprenho por tamanhas criaturinhas. Elas são sortudas por ter você, mas com pessoa, você também precisa descansar. Uma ama pode...

— Não... — Sam interrompeu. — Não é justo tirar alguém de seu bebê apenas para alimentar o meu, somos poderosas, mas não cruéis...

— Tudo bem, sem ama. Mas... — Seus olhos percorreram as garotas dormindo tranquilamente no berço ao lado da cama. — E se eu ficar por essa noite, você dorme e resolvemos o resto pela manhã?

Ofereceu Maggie. Após pais abusivos, ser vendida como escrava e sobreviver, ela pensava ser capaz de lidar com duas princesas que não faziam nada além de serem fofas.

— Algumas horas. — A rainha pontuou com firmeza.

Seu corpo implorava pelo que sua mente refutava. Ela não diria que seu cansaço era apenas a falta de sono; seus seios racharam, causando dor ao amamentar, e que, às vezes, sangravam. Seus problemas eram irrelevantes no cenário geral. Isso afogaria junto as lágrimas, em algum momento. A rainha de El não se deixaria derrubar por incômodos.

---

Cenoura relinchou para as armas apontadas para ele.

— Quem vem lá? — O soldado exigiu, mirando nos forasteiros que tentavam entrar no acampamento militar.

— Abaixe esse arco antes que a rainha Lena mande espetar sua cabeça nele! — A oficial de sua escolta disse, enfurecida pela incompetência do homem, pelos dias em cima de um cavalo e a fome que havia acometido a comitiva. Todos eles precisavam de uma noite de sono. 

O rapaz tremeu com a corda, substituindo a flecha por uma reverência frenética.

— Majestade! — Disse ainda curvado, evitando contato com a rainha. — Me perdoe...

— Sim — Lena interrompeu qualquer pedido de desculpa, tão sem paciência quanto sua oficial. A cela de couro ardendo em sua panturrilha e sua vontade de ver Kara estavam sendo atrasadas por ele. — Deixe-nos entrar.

O muro era nada além de longos gravetos afiados, ao redor do acampamento, criando uma barreira apenas para os predadores noturnos. Seus reais inimigos vinham do Oeste.

Ela saltou de seu cavalo, dando as rédeas para o soldado que ainda estava curvado, seguindo adentro. Era um amontoado de lama, com tendas e homens ensanguentados. Eles pareciam tranquilos com as manchas de sangue em seus rostos, fresco ou não, gargalhavam à beira de fogueiras com copos das mãos.

Lena não deu mais dez passos antes de a General notar sua presença e de sua comitiva. Eles eram os únicos com roupas limpas e semblantes neutros, distinguidos como elefantes em meio a pássaros no céu.

— O que você está fazendo aqui? — Alex chiou, a agarrando em direção a maior tenda, ignorando os vinte homens esperando por suas ordens.

— Eu não podia ficar sentada e esperando — afirmou, esperando compreensão da cunhada. — Quero um lugar aqui, quero lutar por El.

Elas pararam a frente da porta de pano, claramente o único estabelecimento digno da família real. Distinto pelo tamanho e pela qualidade de panos que a compunha.

— Você não tem treinamento militar — Alex tentou argumentar, mesmo sabendo que a morena poderia ordenar que o fizesse e ninguém a contradiria, ela era a rainha.

— Sei como segurar uma espada — declarou, suspendendo a sobrancelha. Ambas sabiam que era requisito suficiente para qualquer outra pessoa entrar, mas Lena não era uma pessoa qualquer, ela casada Kara, a mãe de Lyra, e uma das mulheres mais importantes do reino, valiosa demais para morrer por luxúria. 

A ruiva apenas arrastou o pano, dando acesso para o interior daquele castelo de tecidos. Kara estava lá, em pé frente uma mesa de madeira abarrotada de mapas e livros, introspectiva em seus pensamentos. Alex teve que sonorizar para chamar sua atenção. Quando os olhos azuis alcançaram Lena, tornaram tão nublados quanto um dia de tempestade.

— Não. — Chiou.

— Você não sabe porquê estou aqui... — Lena tentou. Mordendo a saudade. Ela sabia que não seria fácil convencê-la totalmente que sua precisava estar lá.

A loira voltou-se para mesa.

— Eu sei, e a resposta é não.

Lena contraiu sua mandíbula.

— Eu não preciso da sua resposta — A morena retrucou, tentando não sucumbir a raiva. Ela tocou em cara Kara, fazendo-a com que deixasse aquela maldita mesa e olhasse em seus olhos. — Não há uma opção aqui, eu não posso simplesmente voltar. — Afirmou, tentando fazê-la entender pelo apelo em sua voz. — Por semanas, eu ignorei o fato que o choro da minha própria filha me irritava, eu odiava o barulho, a ideia de que ela não parava um minuto! — Sua mão bateu na madeira, com força. — Eu sei, sempre quis ter filhos, que por nove meses ficamos imaginado como seria o bebê que nasceria. Eu também sei que, em algum lugar, eu a amei. A amo ao ponto de sair de Solare, deixar Krypton e vir para cá, porque minha mente insiste que tudo ficará melhor se eu sufocar nossa filha com um travesseiro. Não é algo que eu controle, simplesmente acontece!

Alex mordeu o lábio, incerta se deveria sair ou não.

— Eu sou um perigo a Lyra! — Rosnou. — Queira você ou não. Um filho político comanda as transições diplomáticas, em guerra, quem tem poder é Alex, como General.

As duas se direcionaram a ruiva, escondida entre as vigas e paredes de pano, tentando fingir não ter ouvi a conversa sobre sua sobrinha.

— Precisamos de todos que conseguirmos — Declarou, antes de sair. Não querendo intervir em uma briga a qual teria que escolher entre Kara ou Lena.

— Desculpa. — Kara sussurrou. — Por ignorar o que você estava sentido e desmerecer sua opinião.

— Bom... — A morena foi a frente, olhando os mapas pela primeira vez. —Preciso matar a saudade que sinto, depois preciso explique com o que estamos lidando e me mostre que não é só porque você tem um pau que pode ir para guerra.

---

Por longas horas, tudo o que Maggie fez foi sentar e ouvir a respiração suave de Sam e os bebês, enquanto começar a limpar as unhas. Era estranho, a adaga que usava era a mesma que trouxe tamanha discórdia na família, mas era a mesma que salvara a mulher que amava... A afirmação repentina a surpreendeu. Ela amava Alex? Não...Sim...? Alex nem mesmo queria um relacionamento, ou confiava em alguém entrar em um. E ela era uma das piores pessoas para se confiar, ao menos era o que sua reputação pregava.

Sua reflexão foi interrompida por murmúrios insatisfeitos crescentes. Ruby estava se sacudindo em sua cama, atrapalhando o sono de Lyra e pretendendo acordar Sam de seu descanso merecido. Deixando a adaga de lado, Maggie foi até o ninho de travesseiros que suas princesas dormiam. Tomando Ruby em um embalo suave e as levando para fora do quarto.

Ela checou tudo, frauda, cólica e sono, até chegar à conclusão final.

— Eu sei, estômago pequeno, mas poderia aguentar só mais um pouquinho? — divagou com a garota sonolenta — Sua mãe precisa dormir, sabe? Um dia você vai aprender a gostar de dormir, e entenderá o que é ser acordada no meio da noite. — Elas andaram por alguns corredores, tranquilamente. — Sabia que você tem menos da metade do meu tamanho, mas é mil vezes mais poderosa que eu, e mais rica também? — A garotinha bocejou, ignorando-a completamente — Você está começando a pegar os traços de suas mães, Kara que se contente, você é Sam inteirinha...

Seu monólogo foi interrompido por passos de corrida. Seu instinto apertou Ruby mais forte, pressentindo o pior, ninguém deveria estar correndo a essas horas sem ser problema. As vozes vieram depois, sussurradas em um daxamita conhecido. A ideia deles dentro de Solare ruiu a confiança de Maggie, haviam alertas a serem soados e crianças que precisavam estar em algum lugar seguro.

Ela deu meia-volta, não pretendendo lutar com um bebê no colo e sem qualquer arma. Maggie se dirigiu o mais rápido e silencioso possível de volta a área real. Com chefe de segurança, ela tinha conhecimento das passagens secretas, mas apenas moradores interinos do castelo poderiam acessa-las, por isso, sua primeira parada foi o quarto do príncipe Jonathan.

Ele estava dormindo profundamente quando Maggie o sacudiu. Nathan apenas arregalou os olhos ao sinal de silêncio.

— Estamos sendo atacados, você informa os outros. Onde fica sua passagem? — Ela questionou enquanto o arrancava de cima da cama, tentando equilibrar Ruby com a outra. Nathan a guiou até tapete felpudo, por baixo não aparentava nada mais que o resto do piso, mas uma pequena fresta, grande suficiente para o príncipe abrir um alçapão, diferenciava para os olhos que sabiam o que procurar.

Malditos El e suas habilidades de fugir da morte.

Seu próximo destino foi a porta ao lado, Elizabeth ressonava, parecendo a criança que deveria ser. Diferente do irmão, ela despertou ao menor sinal de invasão, seus olhos vagando de Maggie a Ruby em seu colo, dormindo como se o mundo não estivesse desabando em suas cabeças.

— Eu preciso que você toque o alerta, envie todos os soldados para cá. Onde é sua passagem secreta? — Liz não demonstrou medo, apenas determinação em ajudar, ao sumir dentro de uma parede atrás de sua cortina.

Atravessando o corredor com cautela, seus pelos arrepiaram ao ver a porta de Sam aberta, diferente de como havia deixado. Ela se preparou para pior, se preparou para explicar à Kara como uma de suas esposas acabou morta em seu próprio quarto, em como a futura rainha de El morreu antes mesmo de saber que existiu. Felizmente, para sua própria surpresa, o corpo no chão não era de Sam, e sim um homem perto demais de onde Lyra dormia. Em pé ao lado do morto, a rainha parecia a beira surto interno.

Ao ver Ruby, seu corpo finalmente se deu conta que tremia como uma folha solta, a adaga caiu no chão e sua mão cobriu o grito de terror. Ela acordara com uma sombra ao lado do berço de suas filhas, sua reação refletiu na adaga em cima da mesinha, um segundo depois ele estava morto.

Maggie foi até Lyra, para então entregá-la a Sam.

— Daxamitas, tudo faz sentido agora — ela começou ignorando que Sam não conseguia dizer uma palavra — a guerra nunca esteve no campo — rosnou — eles estiveram aqui o tempo todo, esperando como cobras até estarmos vulneráveis para dar o bote. — Ela não negava ser uma estratégia inteligente, baixa e suja, mas muito bem pensada. Os pontos mais fracos de Kara; suas filhas. — Onde fica sua passagem?

Maggie recolheu a adaga, sua espada esquecida no quarto que compartilhava com Alex, alinhada com a armadura e longe o suficiente para ser impossível consegui-la.  

Sam apenas apontou para a estande de livros. Maggie arrastou, tomando cuidado com a garota que carregava. A passagem era como qualquer outra, uma parede lisa com uma saída em meio as pedras idênticas. O corredor secreto se revelou depois de alguns minutos de procura. Ela olhou para Sam, ainda parada no meio do quarto, murmurando algo para o bebê inquieto.

— Ei... — tocou seus ombros, sentindo-os tensionados. Os olhos castanhos tinham uma pequena borda de lágrimas. — Precisamos nos reunir com os outros, você conhece o caminho para os abrigos, não? — Caspian a havia ensinado em uma de suas aulas, mas ela não sabia se seu cérebro poderia processar o que estava acontecendo. Parecia o mesmo pânico de quando seus pais foram mortos, mas agora ela fazia o papel de mãe.  

Era algum tipo de looping? Ela estava destinada a perder pessoas na calada da noite? Até quando Daxam continuaria tomando coisas dela? Suas mãos apertaram o embrulho em seus braços, desejando ter Ruby também. Ela morreria antes de deixar algo acontecer a Lyra e Ruby

Ela seguiu Maggie, entrando no corredor. Sam segurava a tocha enquanto a mercenária empurrava a parede de volta. Deixando-as presas em um labirinto de corredores e pedras. O sangue de Samantha, congelou, parando seu coração de bater, ao ouvir o alarme, tão parecido com o que acordou seus pais.

Elizabeth os havia alcançado, agora todo o castelo sabia que estavam sendo atacados.

Merda! — Elas prenderam a respiração com medo de serem ouvidas. Daxamita estava sendo falado no quarto de Sam, não soava como os estudiosos falavam, e sim como os nativos. Como aqueles que invadiam sua casa — Seus idiotas! Cada quarto tem uma passagem secreta, se deixarmos elas escaparem, acabou! Revistem cada canto desse quarto. São apenas dois bebês!

Maggie segurou seu braço um pouco de forte, a empurrando para mais dentro da passagem, para longe da ameaça das espadas afiadas e a morte.

Sim, alteza. — O título não era um engano. Matthew Daxam estava em Solare, organizando o ataque! Elas cuidariam disso depois, quando não estivessem sob a ameaça de Lyra ou Ruby chorarem.

Os corredores de labirinto eram quase tão assustadores quanto aquelas que as perseguiam, eram escuros frios e intermináveis. Jamais estiveram sequer perto para abrir uma das portas, quem dirá encontrar algo.

— Para qual lado? — Sussurrou Maggie, não sabendo se estavam perto de uma parede fina ou alguma porta sensível, o medo de que a qualquer momento fossem pegas era maximizado pela desorientação.

Sam entrou em desespero quando Lyra começou a expressar seu descontentamento, o murmurinho se elevou para um choro forte. A garota não se contentou em ser sacodida e acalmada, alguma coisa a incomodava e precisava de alívio imediato.

— Não agora, meu amor. Não agora... — Ela iniciou um chiado tentando acalma-la, mesmo sabendo que só pararia quando suprisse o que Lyra precisava.

Elas recuaram um pouco com o ponto de luz se aproximando.

— Samantha? — Era um sussurro de uma voz conhecida.

— Alura! — As mulheres se olharam à luz das tochas, felizes por alguém com experiencia e conhecimento para guia-las.

— Nathan levou Eliza, Jasmim e Lorenzo para o abrigo. Eu disse que esperaria vocês para irmos juntas.

Sam queria chorar de alegria.

— Elizabeth tocou o alarme, de servos aos cidadãos de Krypton, eles sabem que estamos sendo atacados. — Afirmou a antiga rainha.

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Elas realmente não pretendiam chegar a esse ponto. Quando Lena propôs matar a saudade, sua ideia era abraços e beijos, mas Kara começou a morder seu lábio, tocar nos locais certos e gemer. Era o pior cenário possível, ficar excitada no meio de um campo militar, em uma tenda com paredes de pano. Mas a loira era sempre irresistível.

Ainda faltavam semanas para se livrar das consequências de uma criança passando por sua vagina, mas haviam outras coisas para se fazer sem penetração que a deixavam inconsciente do local onde estavam ou da situação.

— Onde fica sua cama? — Kara apenas grunhiu.

Era uma cortina depois da sala principal, uma cama grande e lençóis macios.

— Se não a convenci que precisa de mim aqui.... — Disse, enquanto desamarrava Kara daqueles panos apertados, sem tirar os olhos dos dela. Estavam lívidos, ansiosos para o que Lena tinha a fazer. — Tenho lido... alguns livros

— Que tipos de livros? — Disparou ansiosa, pensando se deveria ser tão rendida a morena, mesmo sendo sua esposa. Sexo com ela era sempre um mar de surpresas. — Oh, Rao...! — Sua voz engasgou ao sentir a língua molhada em seu pênis, uma sensação que a desestruturou totalmente. — Lena...? Não acho que posso viver com muito disso...

A morena tentou não riu, enquanto se concentrava em levar o máximo que seu reflexo conseguisse. A El choramingou, tentando se focar em outra coisa além de Lena a devorando ou gozaria sem aproveitar muito. Seu tempo estava melhorando com a experiência, mas havia casado com mulheres lindas o suficiente para sempre testar sua resistência.

A parte restante foi tomada por suas mãos, em uma tortura lenta. Em algum ponto acima, Kara apenas gemia e apertava os cabelos negros, ignorando que qualquer um perto da tenda poderia ouvir a rainha se desfazendo na boca de Lena. Determinada a mata-la de prazer, a morena respirou fundo e afundou o comprimento até o fim, recebendo um grunhido alto de Kara e seu gozo no fundo de sua garganta.

Ela se retirou para o lado, observando a respiração pesada da loira. Demorou alguns minutos até que se normalizasse. Finalmente ela notou estar quase totalmente vestida, e com Lena dando-lhe um sorriso presunçoso.


Notas Finais


Até a proxima att ^^ #FiquemEmCasa


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