História Fique comigo - Capítulo 41


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Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens Jung Hoseok (J-Hope), Personagens Originais
Tags Hobi, Hoseok, Jhope
Visualizações 43
Palavras 653
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Drama (Tragédia), Ficção Adolescente, Literatura Feminina, Romance e Novela
Avisos: Adultério, Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 41 - Hoseok 21


Fanfic / Fanfiction Fique comigo - Capítulo 41 - Hoseok 21

Assim que minha aula termina, corro até a sala de fotografia para conseguir alcançar SoHyun antes que ela saia. Como eu sei qual seu curso? Bem... Talvez eu tenha olhado sua ficha de matrícula, mas só talvez.

-Oi, senhorita. -A olho, encostado na parede de frente para a porta. -Tem tempo?

-Professor! -Uma das meninas que estão na minha turma sai da sala, sorridente. -O que faz aqui?

-Por favor, fora da sala de dança eu sou aluno igual a você. -Alinho a jaqueta jeans que estou usando e me aproximo de SoHyun. -Eu vim tentar a sorte de conseguir levar essa garota para tomar uma bebida comigo.

-Oh, sortuda! -Vejo seus olhos brilharem. -Já que estou sobrando... Até semana que vem, professor.

-Até! -Viro para SoHyun. -Então... São 18h, os bares estão começando a abrir... Vem beber comigo?

-Não sei. -Me olha meio tensa.

-Vamos! É sexta feira. -Seguro as leterais de seu casaco, puxando leve. -Já que não quer me dar seu número, bebe comigo.

-Eu não sou boa com bebidas.

-Nem eu. -Dou de ombros. -Vamos?

-Aish! -Leva a mão até a testa.

-Isso! Tem um lugar aqui perto que é incrível! Você vai amar.

*Quebra de tempo*

-Para! -Estamos gargalhando há quase meia hora. Contamos como foi a vida esse 1 ano longe um do outro e, por mais que momentos ruins tenham vindo, é hilário pensar em tudo o que aconteceu. -Mas eu não tive culpa!

-Como não? -Seca uma lágrima e funga, tentando controlar a risada. -Você xingou a mãe dele!

-Eu não xinguei a mãe dele! E outra... É rap, tá? Tem umas ofensas legais.

-Ofensas legais. -Repete, olhando para seu copo quase vazio. -A gente já bebeu muito.

-Qual é? Eu nem lembro a última vez que fiquei bêbado! Vamos aproveitar! -Chamo o barman, pedindo mais uma rodada para nós dois. -Vamos ter isso como uma comemoração.

-E o que vamos comemorar?

-Nosso casamento. -Digo simples, fazendo ela rir mais ainda. -Ria enquanto pode, moça. Você ainda vai ser minha mulher.

-Eu tô muito enjoada. -Me olha, tocando o estômago.

-Vai vomitar?

-Eu acho que sim...

-Espera! -Tiro o dinheiro da carteira, entrgando para o rapaz. -Fica com o troco!

É meio hilário me ver tentando ajudar uma pessoa bêbada caminhar em linha reta, pois, provavelmente, eu estou ainda pior que ela. A levo até o banheiro externo e fecho a porta atrás de mim. -Tudo bem, me dá a bolsa. -Ponho minha jaqueta no chão, perto do vaso. -Ajoelha aí e tenta não tocar nisso, não sabemos quantas bundas encostaram aí.

-Eu não vou vomitar na sua frente! -Toca o estômago mais uma vez.

-Para com isso. -Faço um rabo de cavalo com seu cabelo assim que a vejo ajoelhar de uma vez e logo começar a por todas as bebidas que misturamos para fora. -Tudo bem. -Não sou a pessoa do estômago mais forte ou algo do tipo, mas sinto que preciso fazer isso por ela.

-Eu odeio vomitar! -Reclama antes de outro jato extremamente alcoólico sair de sua garganta.

-Eu sei. Também odeio... Põe para fora... Isso, garota. Terminou? -A ajudo a se levantar.

-Acho que sim... Minha boca está com um gosto horrível. -Caminhamos para fora do banheiro.

Eu seguro minha jaqueta pela parte que ficou para cima e a jogo no chão do carro. -Desculpa... Estraguei seu rolê, né?

-Não! -Tiro um pacote de chicletes do bolso e ponho 4 em sua boca. -Aqui, mastiga isso. Vai ajudar com o gosto ruim... Quer deitar? Eu quero muito.

-No chão? -Me olha como se eu fosse um idiota.

-Não, Einstein! -Abro a porta do carro. -O banco de trás cabe nós dois. É só se espremer.

-Não vou deitar num banco de carro com você!

-Não? -Entro e me deito, deixando pouco, mas espaço suficiente para metade dela. Meu plano é que a outra metade fique sobre mim. -Então fique aí. 



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