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História Fique Comigo! - Capítulo 6


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Notas do Autor


Bolinhos, cheguei com ca-pi-tu-lo, Novinho!
Espero que aprovem... Boa leitura!

Capítulo 6 - Perfeito!


Fanfic / Fanfiction Fique Comigo! - Capítulo 6 - Perfeito!

Ryō on:

Eu estava revendo alguns documentos quando Lēffur bateu na porta do escritório.

- Entre. – Eu disse sem levantar os olhos da documentação.

- Jovem mestre, o senhor Haru, acaba de chegar e aguarda sua presença. – O velho homem disse fazendo uma rápida reverencia, após abrir a porta.

- Obrigado, Lēffur. – Eu fechei a pasta e levantei fechando os botões do terno, indo até a porta. – Estou indo até ele. Verifique se as coisas já estão prontas para nossa partida, por gentileza.

Ele fez mais uma rápida reverencia e eu sai indo em direção a figura masculina, que se encontrava em frente as vidraças, um tanto perdido em seus, altos, pensamentos. Um doce aroma de pêssego já tomava o ambiente e preenchia meus pulmões. Com a claridade que entrava, pude perceber sua pele branca, tão branca que chegava a ser pálida. Ao me aproximar percebi o estilo desleixado do mesmo, usando um moletom preto, com listras verde limão nas laterais, que impedia observar suas curvas com clareza, exceto a bunda.

- Senhor, Haru Kyouta?! É um prazer conhecê-lo. – Falei parando ao seu lado, recebendo um olhar surpreso. – Meu nome é Ryō Anagawa, é um prazer conhece-lo.

- Igualmente! – Sua voz soou como uma doce e perigosa melodia seguida de um sorriso travesso, que não pude deixar de perceber.

Seus olhares se fixaram em mim e, pude notar, que me estudava, ao passo que eu fiz de igual modo. Ele tinha um rosto sério, apesar do sorriso faceiro, os olhos vivos e brilhantes de tom dourado, juntamente com os cabelos escuros e bagunçados, que caiam sobre a testa em um, quase perfeito, degrade, ficavam maiores em cada ponta do rosto, tornando-o ainda mais alinhado e ambos, tanto os olhos quanto os cabelos, contrastavam com a pele pálida, como os belos vampiros da literatura. As sobrancelhas bem desenhadas e as bochechas, um tanto, rechonchudas, a boca fina e rosada não o deixa menos sexy, o nariz afinado casava-se bem com o restante da face que era tão lisa e, aparentemente, sedosa como seda.

- Jovem mestre. – A voz de Lēffur me tirou de meus pensamentos e percebi que Haru não ficou confortável com sua presença. – O helicóptero está pronto, ambas as malas estão dentro e o piloto já está aguardando.

- Ótimo! Obrigado, Lēffur.

- Tenha um bom voo, jovem mestre. – Ele disse se retirando e eu pude ouvir Haru bufando.

- Algum problema, senhor Haru? – O encarei novamente.

- Bem, gostaria que me chamasse apenas de Haru, para começo de conversa. – Ele me olhou sério e percebi ainda mais seu incômodo quando seu aroma se tornou mais pesado.

- Lēffur, o desrespeitou de alguma forma? – A pronuncia pareceu o deixar ainda mais irritado e o aroma se tornou de desprezo ou repugnância, como achar melhor.

- Apenas não me sinto a vontade com serviçais. Podemos ir? – Me perguntou amenizando o aroma e voltando a ficar doce.

- Claro, como preferir. – Me aproximei dele e estendi a mão. – Me acompanha?

- Está me chamando para dançar, por um acaso? – Ele me olhou brincalhão e não pude deixar de sorrir. – Mas aceito, mesmo assim. – E pegou minha mão.

Começamos a andar até a porta que dava para a virando e por fim para o caminho de pedras. Ele me olhou desconfiado.

- Essa é realmente a única forma de chegarmos? – Me perguntou olhando para o helicóptero e pude sentir o nervosismo em seu questionamento.

- Bem, não é a única, mas a mais rápida. Gostaria de chegar lá antes do almoço. Espero que não tenha problemas com isso.

- Certo. – Ele pareceu respirar fundo, como se tomasse coragem. - Não saberei até tentar.

A essa altura o piloto já havia ligado os motores e as hélices já estavam fazendo um barulho bem alto. Eu coloquei minha mão sobre o seu cabelo, incentivando-o a baixar a cabeça, já próximo ao helicóptero, ajudando-o a entrar e se acomodar em seguida.

******Quebra de tempo******

O voo foi tranquilo e em menos de 40 minutos chegamos ao destino. Vocês tinham que ver a cara fofa que ele fez durante a viagem. Foi uma mistura de nervosismo com empolgação. De qualquer forma, a minha curiosidade quanto a ele só aumentava, mas não importa o quão curioso eu esteja, estamos aqui a trabalho e meus instintos terão de esperar.  
Nós descemos do helicóptero e eu peguei nossas malas, descemos as escadas até a cobertura e enquanto eu colocava as malas no quarto, Haru encarava o apartamento. Eu já havia reservado tudo então o almoço deveria está chegando.

- Eu já havia pedido o almoço, espero que goste de massas. – Falei colocando o casaco sobre a poltrona da sala.

TOC, TOC

- Adoro massas. Eu abro. – E todo saltitante ele abriu a porta.

- Senhores, seu pedido. Aproveitem! – O jovem rapaz, que trouxe o carrinho, colocou-o na sala e fazendo uma reverencia rápida, saiu.

- Vamos comer? Estou cheio de fome. – Haru disse todo animado, indo até a cozinha e colocando dois pratos, que ele achou não sei como, sobre a bancada. 

- Vamos sim. – Eu respondi pegando os pratos sobre o carrinho e ponto próximo aos pratos.

Nós nos sentamos, nos servimos, e começamos a comer.

-Isso está delichioso... – Haru disse com a boca um tanto cheia de macarrão. – Desculpe. – Disse após engolir.

- Que bom que gostou. – Eu disse rindo, colocando uma garfada na boca.

Passamos uns dez minutos comendo em silêncio e então o aroma de pêssego preencheu novamente meus pulmões, mas dessa vez nublado minha mente. Meu corpo ficou quente e comecei a respirar mais pesado, senti meu volume nas calças e quase não acreditei. Eu entrei no Cio. Respirei fundo e me levantei.

- Um instante... – Deixei a frase solta no ar e me dirigi, o mais rápido que pude, até o quarto.

Chegando ao quarto, retirei o terno e afrouxei a gravata, tudo parecia estar me sufocando. Meu membro pulsava, preso na calça social e minha respiração ficava cada vez mais pesada, ao passo que abri minha blusa social e a calça. Não sei quanto tempo passou mais logo ouvi a voz do Haru no outro lado da porta.

- Ryō, estou entrando. 

Ele me encarou surpreso e mais uma vez o sorriso maroto montou seus lábios rosados. Ele parecia estar tendo pensamentos indecentes a medida que se aproximava.

- Não posso garantir o que acontecerá a partir daqui e...

- E isso será perfeito!


Notas Finais


Bolinhos, até o próximo.


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