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História Fique longe dele. - Kim Taehyung - Capítulo 15


Escrita por:


Notas do Autor


Escrevi esse capítulo escutando "Singularity" do Tae no último volume...
Gente kkkkkkkkk desafiei a morte.

Mas sobrevivi pra não deixar vocês na mão! Boa Leitura.

Capítulo 15 - Se equivocou?


Fanfic / Fanfiction Fique longe dele. - Kim Taehyung - Capítulo 15 - Se equivocou?

|| Cha Yu-ri ||


Passamos boa parte da tarde explorando a reserva e coletando amostras da terra e algumas plantas exóticas, depois os professores nos liberaram para curtirmos o ar livre e tomarmos banho no lago.


Eu me diverti bastante, como nunca na minha vida toda, me senti feliz em perceber que estava me dando bem com todo mundo, admito que estava muito receosa quando entrei para essa turma, mas todos foram tão carinhosos e receptivos comigo, como se já me conhecessem há tempos.


Depois de um longo e produtivo dia, a noite logo começou a chegar.


18:00


O professor nos reuniu, e todos os alunos fizeram um círculo em volta dele.


— Muito bem, a noite chegou, a tarefa básica de agora é vocês formarem duplas e buscarem gravetos para fazermos fogueiras ok? Podem começar, mas não vão muito longe, levem lanternas pois já está ficando escuro. — Disse o Professor.


Que tarefa mais sem graça, por que tantas fogueiras? Vamos simular o inferno ou algo assim com tanto fogo? 


Ou talvez só garantir o estoque para os próximos dias, assim não precisaríamos ficar nos afastando para buscar gravetos toda hora, bem esperto da parte dele.


Todos começaram a formar as suas duplas e adentrar a mata.


Comecei a procurar por Min-Ji.


— Ei Yu-ri!


Ouvi alguém me chamar, e me virei na direção da voz.


Era Seokjin. 


Ele começou a se aproximar de mim, seu rosto estava levemente corado por causa do sol da tarde que pegou, usando uma blusa branca e um casaco azul marinho por cima, e um calção preto simples - espírito de acampamento -.


— Oi Jin. — Sorri.


— Então… quer ir pegar gravetos comigo? — Perguntou.


— Ah… eu iria com a Min-Ji. — Fiz bico.


Ele olhou para uma direção, apontando.


— Ela acabou de entrar na trilha com o Namjoon. — Ele riu. 


Nossa, ela nem sequer me avisou...


Olhei para ele, sorrindo de canto.


— Promete que vai me proteger dos ursos? — Brinquei.


— Prometo, vem! — Riu, me puxando pelo pulso.


Nós adentramos a trilha, ligamos nossas lanternas e seguimos mata a dentro, a floresta é tão linda de dia, mas a noite… é como um cenário de filme de terror.


Jin parecia tranquilo, pegando seus gravetos enquanto eu fazia o mesmo.


Dava para ouvir as vozes de alguns alunos, outros até passaram pela gente e logo sumiram.


— Acha que desse tamanho está bom? — Me mostrou um graveto de tamanho médio.


— Não deve ter problema, a não ser que o professor queira um tronco de árvore. — Dei de ombros zombando.


— Nossa, já imaginou? Sempre quis partir uma árvore no meio e gritar "madeira" enquanto ela caia, igual nos desenhos. — Riu.


Olhei para ele de cenho franzido.


— Ok senhor lenhador, vamos continuar. — Ri.


Pegamos mais alguns gravetos, estava ficando cada vez mais escuro, olhei em meu relógio de pulso e já eram 18:30.


— Quanto de graveto será que ele quer? — Jin perguntou, seus braços já estavam cheios.


— Sinceramente, acho que já está bom. — Falei. — Vamos voltar? 


— Vamos pelo outro lado, parece ser mais rápido. — Começou a andar na outra direção.


Caminhamos mais um pouco, peguei mais um par de gravetos que havia achado no chão.


Me virei para Jin.


— Olha Jin, parecem bracinhos. — Brinquei, balançando os pequenos gravetos.


Ele riu, exibindo seus belos dentes brancos perfeitamente alinhados.


— Me sinto um idiota por achar graça disso. — Balançou a cabeça.


— Eu gosto de garotos idiotas, os sérios são chatos. — Dei de ombros.


Ele ergueu o cenho.


— Bom saber… — Estendeu os braços para que eu colocasse os gravetos.


Estávamos quase chegando, eu já podia ver a iluminação da área de acampamento um pouco ao longe.


Mas então enquanto passávamos por um corredor de arbustos, um barulho ecoou.


— J-Jin… você ouviu isso? — Comecei a andar mais devagar, desconfiada.


— Isso o que? — Perguntou avoado, olhando ao redor.


O barulho ecoou novamente, por entre os galhos, mas agora mais alto.


— Ouviu agora? — Parei de andar.


Ele se virou para mim.


— Ouvi… — Respirou fundo. 


Eu já sentia minhas mãos gelarem.


— Será que é um bicho? Um lobo? Um urso? — Gemi começando a ficar com medo, estava tudo escuro, apenas com minha lanterna iluminando.


— Olha só, a gente não pode parar de andar, segura no meu casaco e me acompanha. — Sugeriu.


Assenti, me aproximando dele, agarrando com força a manga de seu casaco.


Tentei regular a minha respiração enquanto caminhávamos devagar de volta para o espaço de acampamento.


Mas de repente um vulto passou rapidamente entre as minhas pernas, e não pude mais me segurar.


Eu gritei, um grito tão forte que senti minhas cordas vocais arderem, pulei encima de Seokjin apavorada o fazendo se desequilibrar com o meu peso e cair no chão comigo por cima dele.


Todos os gravetos se espalharam pelo chão.


— Socorro! Eu não quero morrer! — Falei em tom choroso, afundando o rosto no peito de Jin.


Nós estávamos no chão, meus batimentos totalmente acelerados.


Senti duas mãos segurarem meus ombros.


— Yu-ri, olha isso, se acalma… — Disse Jin, chamando a minha atenção.


Comecei a erguer a minha cabeça, nervosa, olhando na direção em que Jin estava olhando.


— Um… coelho? — Ergui o cenho.


Então o que estava fazendo esse barulho e passou por minhas pernas foi a porra de um coelhinho fofo? Céus, eu mereço um prêmio por isso!


— Sim, um coelhinho, a merda de um coelhinho Cha Yu-ri! — Exclamou Jin entre risos.


Aquela sensação de medo começou a se dissipar, dando lugar ao constrangimento e risadas.


Não acredito que surtei e quase tive um ataque de pânico por causa disso.


— Me desculpa Jin, é sério… — Falei enquanto ria. — Eu sou uma idiota. 


Senti os dedos de Jin afastarem uma mecha do meu cabelo para detrás da minha orelha.


Olhei para ele, estávamos sendo iluminados pela minha lanterna que se encontrava no chão na nossa direção.


Ele sorriu singelamente, olhando nos meus olhos.


— Eu gosto de garotas idiotas… — Disse.


Não, ele não disse isso… 


Achei que estivesse me acalmando, mas meus batimentos voltaram a acelerar, meu cérebro parecia entorpecido, sem conseguir mandar nenhum comando para que eu reagisse.


Ele estava tão perto…


Seus olhos me prenderam ali, aquela expressão de garoto inocente dele me deixava extremamente intrigada e curiosa, mas e agora? 


— Ei! Vocês dois estão bem aí? Ouvimos um grito! — A voz do professor ecoa.


Sacodi a cabeça, saindo de cima de Jin.


— Estamos bem! Já estamos voltando! — Gritou Seokjin, se levantando do chão.


O ajudei a ajuntar os gravetos, e finalmente voltamos para o ponto de partida, estava tão envergonhada, mas ele nem pareceu se importar com isso, ainda bem.


— Yu-ri! — Min-Ji veio até mim. — Minha nossa, como vocês demoraram, achei que tinha acontecido alguma coisa. — Disse preocupada.


Neguei com a cabeça.


— Não, estamos bem, só pegamos um caminho diferente, por isso demoramos. — Suspirei.


— Então quem foi que deu aquele grito de gazela desesperada? — Ela franziu o cenho.


Ela me chamou de gazela? 


— Quem você chamou de gazela? — Olhei para ela de olhos cerrados.


Min-Ji arregalou os olhos, ficando sem graça.


— Foi você? Meu Deus desculpa, eu não sabia. — Riu. — Por que você gritou desse jeito?


— Por causa da merda de um coelhinho filhote, agora vamos encerrar esse assunto! — Bufei.


Ela ergueu as mãos em redenção.


— Não está mais aqui quem falou.


                                     •••


22:00.


Todos foram mandados ir para suas barracas, já havíamos jantado, além de jogar conversa fora envolta da fogueira por um tempinho, mas os alunos pareciam muito cansados, tínhamos feito muita coisa hoje, então era óbvio que a noite não seria tão animada.


Já estavam em suas devidas barracas, prontos para descansar para o dia de amanhã.


Min-Ji estava sentada ao meu lado, passando repelente para dormir, e enquanto fazia isso, eu ria dela.


— Pare de rir Yu-ri, vão acabar te ouvindo. — Resmungou.


— Eu não acredito que você veio de lingerie, sério? Pra que isso? Não poderia ter trago um pijama normal? — Indaguei.


Ela revirou os olhos.


— Eu poderia se minha mãe não tivesse lavado tudo, só me sobrou isso, por sorte ainda tenho casacos. — Falou.


— Minha nossa, não deixe nenhum garoto te ver assim… principalmente o Namjoon. — Disse em tom malicioso, na intenção de a provocar.


As bochechas dela imediatamente ficaram vermelhas, ela parecia um tomate.


— Se você não parar eu vou te matar sufocada com esse travesseiro! — Murmurou raivosa.


Soltei uma risada baixa.


Ela se cobriu com seu casaco, e se enrolou dentro do seu saco de dormir.


Eu já estava pronta para dormir, então apenas desliguei a luminária em forma de sorvete que havia trago.


— Boa noite Ji. — Bocejei.


— Boa noite Yu-ri… — Respondeu, também bocejando.


Minhas pálpebras começaram a pesar, e então fechei os olhos, adormecendo.


01:45.


Me virei para o outro lado, estendendo meu braço. Meus olhos começaram a se abrir devagar, estranhando não ter sentido o corpo de Min-Ji ao meu lado.


Tateei o saco dormir, notando que o mesmo estava vazio. 


Me ergui, acendendo minha luminária.


Min-Ji não está mais aqui!


Franzi o meu cenho, me perguntando para onde ela poderia ter ido.  


Estava um pouco zonza pelo sono, e começando a ficar preocupada, quando ouvi um som de passos e uma sombra enorme contornar a minha barraca.


Engoli seco, mordiscando meu lábio inferior para conter um grito.


Respirei fundo, rezando para que fosse Min-Ji retornando.


— Min-Ji, é você? — Perguntei em tom baixo, a sombra parou bem na frente da minha barraca.


O zíper começou a ser aberto, eu já estava ficando arrepiada e receosa, preparando a minha goela para acordar Deus e o mundo caso fosse um sequestrador.


Minha barraca foi aberta, revelando uma figura alta com uma lanterna nas mãos.


Cerrei os olhos, começando a reconhecer aquela silhueta.


— Slenderman? — Fiz uma careta.


— Quão medrosa você é? — Taehyung coloca a sua cabeça para dentro da barraca.


Revirei os olhos.


— O que faz aqui? — Perguntei em tom baixo.


Ele sorriu de canto.


— Levanta, vem comigo, quero te mostrar uma coisa. — Gesticulou.


Franzi o meu cenho.


— Ir com você? Para onde? Por que eu deveria? Sabe que horas são? — Soltei de uma vez.


Ele bufou.


— Anda logo Yu-ri, você vai gostar, vem! — Estendeu a mão.


— Mas e se a Min-Ji voltar e não me encontrar aqui?


— Pelo amor de Deus, acha mesmo que ela vai voltar agora? Vi ela a 10 minutos atrás entrando na barraca do Namjoon. — Revirou os olhos. — Meu braço está começando a cansar, anda!


Arregalei os olhos, não acredito que Min-Ji me deixou sozinha pra ir ficar com ele! Que bela amiga, me trocando por macho e nem me avisa!


Acho que aquele papinho da mãe dela ter lavado todas as roupas e deixado somente a lingerie é mentira, ela veio de propósito.


— Cha Yu-ri! — Taehyung exclama em sussurro, me fazendo despertar dos pensamentos.


— Ok, vamos… — Segurei sua mão.


Ele me ajudou a levantar e sair da barraca, olhando ao redor para se certificar de que não tínhamos feito nenhum barulho.


Taehyung segurou meu braço, me puxando.


— Não faça barulho ok? — Pediu.


— Para onde vai me levar? — Perguntei.


— Vai ver quando chegarmos.


Adentramos a mata, ele começou a me guiar por uma trilha um pouco estreita e muito escura, o único som era dos animais noturnos, corujas, grilos, sapos, eu sentia calafrios.


Eu não estava entendendo nada, nem sei o motivo de ter topado vir com ele, não faço ideia para onde está me levando, só espero que não me mate.


Trajava um moletom branco e uma calça moletom preta da Adidas, com certeza ele deve ter uma coleção dessas calças de cada cor. Estava começando a ficar cada vez mais desconfiada com a distância que estávamos tomando, seria esse o meu fim? 


— Taehyung para on…


— Chegamos. — Ele parou, soltando o meu braço.


Me virei, e instantâneamente minha boca se abriu em um perfeito "O". Meus olhos nunca ficaram tão encantados com a visão que estavam tendo nesse momento.


Era uma cachoeira, se derramando em uma pequena lagoa, e logo acima o céu completamente estrelado, com a lua cheia fazendo reflexo na água.


Aquela era a paisagem mais linda que eu já tinha visto em toda a minha vida, eu podia ver o céu refletido naquela água cristalina mesmo a noite.


Um sorriso se fez em meus lábios sem que eu percebesse, e caminhei até a margem daquele lago, para olhar mais de perto, sentindo a brisa fria passear por meu corpo.


Era incrível, tão incrível que não parecia real.


— É lindo… — Murmurei.


— Muito… — Ouço a voz de Taehyung atrás de mim. — Eu tinha encontrado esse lugar enquanto pegávamos gravetos, então… sei lá, senti vontade de te trazer aqui.


Franzi o cenho.


— Por que não me chamou antes? Por que agora tão tarde?


— Se eu tivesse te chamado antes, todos iriam vir, e perderia a graça. — Suspirou.


— Que graça? — Perguntei sem tirar os olhos da paisagem, de costas para ele.


Mas mesmo de costas, eu pude sentir que ele estava se aproximando por trás de mim.


Como uma cobra


— A graça de ser secreto… — Sussurrou ao meu ouvido.


Um arrepio brusco percorreu meu corpo. Eu estava paralisada.


As mãos de Taehyung percorreram vagarosamente pela lateral dos meus seios até chegar a minha cintura, a apertando levemente.


Sua cabeça também se inclinou, me fazendo sentir sua respiração contra a pele de meu pescoço.


Não… de novo não…


— Taehyung… não ouse fazer isso… — Falei.


Ele riu baixo.


— Não fale desse jeito, vou entender como um desafio… — Murmurou com sua voz rouca e grave. — E eu adoro desafios…


Beijou o meu pescoço, deslizando os seus lábios pela minha pele.


De fato, esse lugar é lindo, para mim era mais uma paisagem digna de ser apreciada, mas para Kim Taehyung… era o mais perfeito cenário para montar uma armadilha.


Ele não me trouxe aqui somente para ver isso, ele me trouxe aqui para ficarmos sozinhos, longe dos outros… 


Eu sou tão tapada, tomada pela curiosidade, e agora me encontro mais uma vez presa na teia dessa aranha sexualmente atraente que é Taehyung.


Ele continuou me beijando, afastando o meu cabelo para frente, seguindo com seus lábios até a minha nuca.


É como se ele já soubesse todos os lugares que te deixam sensível…


Respirei fundo, tomando forças para me afastar.


Mas assim que me virei para sair, ele me segurou, me puxando para perto de si.


— Eu disse que isso não iria mais acontecer! — Exclamei.


Ele umedeceu os lábios, aproximando o seu rosto do meu.


— Não posso beijar a sua boca? — Perguntou.


Neguei com a cabeça, recuando o meu rosto.


— Não…


— Por que não? — Inclinou sua cabeça para o lado, olhando fixamente em meus olhos.


Engoli com dificuldade.


— Por que eu não quero… — Suspirei pesada, meu corpo estava ficando quente mesmo com o clima frio do ambiente.


Ele sorriu de canto.


— Certo. — Mordiscou o lábio inferior.


Começou a me empurrar devagar, até que senti minhas costas se chocando levemente contra um enorme tronco de árvore, ele prensou o meu corpo contra o seu, passeando sua mão pelo meu ombro até a minha nuca.


Apertou o meu quadril com sua mão contra o seu, e eu pude jurar que senti alguma coisa consideravelmente rígida me encostar.


Ele avançou no meu pescoço outra vez, afastando meu casaco para o lado, expondo uma parte do meu torso, eu estava apenas com uma camisa preta de alça por baixo.


Seus beijos eram lentos, e foram descendo até a minha clavícula.


Eu estava ficando louca aos poucos, por mais que eu tentasse sair dali, eu não conseguia, era como se ele drenasse todas as minhas forças, me deixando assim, inerte, cedendo sem reclamar. Não vou ser uma hipócrita em dizer que não gosto disso, quem não gostaria de ser "acariciado" e beijado assim? O problema é que… ele torna tudo muito pior…


Por que era tão bom vindo dele? Por que ele me deixa assim? O que ele tem de tão especial?


— Eu disse… para não… me beijar… — Arfei, segurando seu braço.


— Você disse para não beijar a sua boca. — Falou. — Mas não disse que eu não poderia beijar outros lugares. — Sua voz soou tão provocativa.


Ok, admito, ele daria um ótimo ator pornô.


— Eu não quero isso, por favor… para… — Suspirei arrastada.


Ele ergueu a cabeça, segurando meu rosto provavelmente ruborizado com a mão direita, me olhando nos olhos com aquele olhar devorador que sempre se manifestava nesses momentos.


— Engraçado, Yu-ri… — Começou. — Sua boca diz não, mas o seu corpo responde diferente sempre que eu te toco.


Neguei com a cabeça.


— Isso é… mentira… hmmm… — Deixei escapar um gemido quando ele beijou minha pele próxima a minha orelha, fazendo um fraco movimento de sucção.


Ele voltou a me olhar.


— Viu só? — Riu fraco. — Eu não sou de ficar em preliminares, Yu-ri...


Apertei seu braço.


— Eu não quero ser mais uma Taehyung, não quero ser esse tipo de garota que você fica e descarta… não quero ser só mais um momento para você...


Ele franziu o cenho.


— Ei, não precisa esse drama todo, eu não estou aqui só pra você?


— Não, você está aqui só por agora… — Resmunguei.


— Então o que você quer de mim? — Perguntou sério.


Respirei fundo… isso é tão estranho, ele está tão perto que nem consigo respirar, meu corpo inteiro está tenso.


— Eu queria você só pra mim, sem ter de dividir com ninguém… — Falei em tom baixo.


Ele levantou uma sobrancelha.


— Isso não seria egoísmo? — Rebateu em tom baixo.


— Egoísmo? Amar e ficar com uma pessoa só não é egoísmo… é respeito! — Exclamei.


Ele riu, balançando a cabeça negativamente.


— Você está exigindo algo de mim, que talvez eu nunca vá conseguir te dar… — Disse, apertando meu quadril.


— E por que não? — Desviei o olhar.


Ele ficou em silêncio por alguns segundos, encostando sua testa na minha.


— Eu não sirvo para esse tipo de coisa… 


Pressionei a manga de seu moletom com as mãos.


— É claro que não… — Ri sem graça. — Nunca conseguiria ser de apenas uma garota…


— Eu não quero pertencer a garota nenhuma. — Disse.


Minhas mãos foram de encontro ao seu rosto.


— Se equivocou? — Ergui o cenho.


Bufou, ameaçando me beijar, mas se conteve, mordiscando seu lábio inferior.


— Yu-ri… — Taehyung tentou falar.


— CHA YU-RI! CADÊ VOCÊ? 


Uma voz ecoou não muito longe daqui, chamando por mim...














Notas Finais


É O QUE???????

Antes de me despedir, gostaria de agradecer a todos os favoritos e comentários, isso me faz quase explodir de felicidade e me incentiva a continuar essa fanfic que eu tinha 0 expectativas.

Obrigada de coração ♥️♥️♥️♥️

Até o próximo!


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