História Fire on Fire - Capítulo 3


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Categorias Bangtan Boys (BTS), ITZY
Personagens Jeon Jungkook (Jungkook), Jung Hoseok (J-Hope), Kim Namjoon (RM), Kim Seokjin (Jin), Kim Taehyung (V), Min Yoongi (Suga), Park Jimin (Jimin), Personagens Originais, Ryujin, Yeji
Tags Bangtan Boys (BTS), Jikook, Namjin, Romance, Sope, Taegi, Taeyoonseok, Taeyoonseok!flex, Vhope, Vmin
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Palavras 3.099
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Crossover, Famí­lia, Ficção, Fluffy, Lemon, LGBT, Mistério, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Universo Alternativo, Yaoi (Gay), Yuri (Lésbica)
Avisos: Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Perdoem a demora, está tudo muito corrido. Mas aqui está o capítulo. Achei meio parado, mas não deixa de ser importante para o desenvolvimento da fic.

Espero que gostem. ^^

Capítulo 3 - Sentimentos e segredos


Entrou no apartamento em que morava sozinho e andou até a sala colocando as chaves na mesa. Estava pensativo sobre a conversa que teve mais cedo com Namjoon.

Quando saíram da faculdade, o Kim lhe chamou para comer alguma coisa e aproveitou para conversar consigo.

— Peça o que quiser. É por minha conta. — Namjoon ofereceu enquanto se sentava na cadeira, sendo acompanhado pelo o outro. JungKook assentiu olhando o cardápio e acabou escolhendo algo doce para comer. — Não vai conseguir dormir assim.

— A última coisa que ando conseguindo é dormir. — riu fraco, mas o mais velho lhe olhou com preocupação.

— Vai continuar com isso até quando?

— Isso o quê?

— Fingindo que não está apaixonado por ele. — JungKook paralisou. Não esperava que alguém fosse perceber aquilo um dia, mas talvez ele desse muito na cara.

— Não sei do que está falando. — desconversou.

— Eu tô falando do Jimin, JungKook. — disse sério e JungKook se sentiu acuado, como se tivesse sido pego cometendo um crime. Engoliu em seco e desviou o olhar, começando a ficar nervoso e inquieto na cadeira. — Não precisa ficar nervoso, eu só quero conversar com você sobre isso.

— Não tem o que conversar sobre isso, hyung. — abaixou a cabeça.

— Claro que tem. É sobre seus sentimentos, não pode ignorá-los.

— E o que quer que eu faça? — gesticulou com as mãos. — Que eu chegue até Jimin e fale "Deixe Taehyung e fica comigo, porque eu sou perdidamente apaixonado por você"?

— Também não é assim…

— É assim sim. Eu não tenho escolhas, ou eu ignoro esse sentimento ou eu poderia tentar conquistá-lo mas isso requer magoar outra pessoa. — e a última coisa que JungKook queria no mundo era magoar Taehyung. — Eu não posso fazer isso.

— Não te pediria pra fazer isso, JungKook. Eu só quero que tome cuidado. Uma hora um deles vai perceber.

— Isso não pode acontecer, ficaria tudo estranho. Assim como ficou quando…

— Quando… — incentivou que o mais novo continuasse.

— Quando nós três transamos. — Namjoon o olhou como se esperasse que JungKook dissesse que aquilo era uma brincadeira, mas o mais novo apenas abaixou a cabeça envergonhado.

— Isso é sério? — recebeu um aceno positivo. — Céus… como isso aconteceu?

— Eles não namoravam ainda e éramos jovens curiosos demais…

— Alguém estava bêbado? — o mais novo negou. — Menos mal… então, estavam todos sóbrios… mas o que ficou estranho depois?

— Fingimos os três que nada daquilo tinha acontecido. Se eu pudesse voltar atrás, jamais teria feito aquilo. — mordeu o lábio, pensando naquele tempo. — Mas as coisas ficaram mais íntimas entre eles. E foi quando me afastei e tentei conhecer pessoas novas, mas eu estava tão confuso sobre meus sentimentos. Pensei que estivesse apaixonado pelos dois, mas percebi que era somente por Jimin. Por Taehyung eu sempre senti algo mais fraterno, então me doeria muito mais magoar ele. — JungKook achava Taehyung puro demais para o mundo, o Kim foi uma das pessoas que mais lhe ajudou e que estava sempre ajudando os outros. Não conseguia ser grosso com ninguém e sempre alegrava os outros apenas sorrindo. — Mas eu olho Jimin e penso que só queria uma chance… Ele é tão fofo, mas ao mesmo tempo tão intenso, o sorriso dele me desestabiliza inteiro. Eu me sinto eufórico quando olho ele, quando ele é carinhoso comigo, quando lembra do que gosto e do que não gosto. — JungKook suspirou triste e Namjoon o olhou compactuando com aquela tristeza, ver o outro daquele jeito lhe partia o coração. — Mas eu sei que nunca vou tê-lo e tenho que me conformar com isso.

— Às vezes a vida pode nos surpreender… — Namjoon disse suspirando. E realmente pensava assim. Já teve um relacionamento que durou um bom tempo, mas infelizmente não era pra acontecer. Agora se via apaixonado pela professora de dança, Kim Chungha. Não tinha coragem de confessar seus sentimentos para ela, pois tinha medo de isso prejudica-los no trabalho e também não sabia se a Kim sentia algo por si, mas como ele gostava de dizer… a vida é bastante surpreendente. — É cedo pra dizer o que pode ou não acontecer.

— Eu sei que quer me consolar hyung, mas não me dê esperanças. Eles estão juntos há tanto tempo, chega a ser difícil imaginar que um dia eles poderiam terminar. Não consigo visualizar.

— Não sabemos o dia de amanhã. Tudo pode acontecer… — Namjoon disse pensativo, mas concordava com JungKook. Era difícil visualizar Taehyung e Jimin terminando algum dia. Se isso algum dia acontecesse seria estranho demais para ele. — Mas como não sabemos o dia de amanhã, vamos aproveitar a vida hoje. — sorriu e pode avistar em seguida, seu pedido e o de JungKook chegando. — Há tantas pessoas no mundo, vai achar alguém legal.

— É. Pode ser... — o mais novo respondeu provando um pouco do doce que foi deixado pelo atendente em sua mesa. Em seguida, levantou o rosto e sorriu para Namjoon. — Obrigado. — o outro apenas sorriu para si e começou a comer.

JungKook suspirou e foi até o quarto, tomou um banho e escovou os dentes. Seguidamente deitou-se de barriga pra cima e ficou olhando para o teto.

— Ai Jimin-ssi, sai da minha cabeça. — e pensando no Park, JungKook dormiu.

***

1 semana depois

Discou o número que já fazia um tempo que não ligava e esperou ser atendido, mesmo não tendo muita fé nisso.

Mas para sua surpresa, foi atendido.

— Omma…

— Jimin? — a voz feminina disse surpresa. — Hum… quanto tempo não liga.

— Você sabe o porquê… — a mulher apenas suspirou do outro lado. — Feliz aniversário, omma. — disse carinhoso.

— Obrigada meu filho. — ocorreu um breve silêncio. — Não poderia vir hoje aqui em casa? Seu pai ficaria feliz.

— Portanto que eu não leve nem Taehyung e nem JungKook, né? — respondeu.

— Filho… seu pai fala isso pro seu bem.

— Que bem? — perguntou tentando ser paciente.

— Você sabe… eles são gays…

— Eu não sou tão diferente deles, mãe. O fato de eu ser bissexual, não exclui que eu também gosto de homens.

— Park Jimin!

— O quê? É a verdade que vocês tentam ignorar, quase me fizeram casar com uma amiga minha. Mas felizmente eu e Seulgi escapamos de um casamento infeliz.

— Era pra vocês estarem casados hoje…

— Não, e sabe por quê? Porque ela gosta de mulheres. Seulgi está muito feliz com Joohyun e eu estou muito feliz com Taehyung.

— Vocês todos um dia irão se arrepender desse pecado que estão cometendo…

— Amar agora é pecado?

— No que você se tornou filho? — a mulher disse com tristeza, mas não mais triste como Jimin estava. Ser rejeitado pelos próprios pais lhe doía.

— Eu não quero mais falar sobre isso. Espero que curta bem seu aniversário. Eu ainda amo você omma, mas não podemos manter uma relação boa enquanto você não me aceitar. — a mulher ficou em silêncio, Jimin apenas desligou e colocou o celular em cima da mesa e ficou olhando-a, como se vesse algo interessante. Apenas queria distrair sua mente.

Se sentindo derrotado jogou os braços na mesa, deitando a cabeça entre eles em seguida. Na porta da cozinha, Taehyung observava o namorado. Lamentava muito pela relação de Jimin com os pais não ser boa, queria fazer algo pra mudar aquilo, mas sabia que não podia...

***

— Já vai! — JungKook gritou para quem apertava sua campainha sem parar. Quando abriu a porta estranhou vê-lo ali. — Tae? O que faz aqui tão cedo?

— Nem tão cedo assim. São 06:00 horas. — entrou no apartamento. — Tem ninguém aqui não, né? — Jeon negou e Taehyung se sentou no sofá.

— Mas seu horário de trabalho não é agora e você sempre vai direto pra casa dos hyungs. — Taehyung sabia que JungKook se referia a Yoongi e Hoseok.

— Ah, é que eu resolvi ir mais cedo, daí pensei em passar aqui para irmos juntos. — JungKook arqueou a sobrancelha, algo estava estranho…

— Está escondendo algo?

— Eu não. — desviou o olhar.

— Tae…

— Tá tá. Eu saí mais cedo porque ouvi uma conversa do Jimin com a mãe dele e comecei a pensar demais, então resolvi sair mais cedo pra ir para a mansão. Mas no caminho, tive a sensação de estar sendo seguido. Então como aqui estava mais perto, vim para cá. Podia ser um ladrão, sei lá. Ou talvez seja só impressão minha, sou tão paranóico às vezes.

— Sendo seguido? — JungKook perguntou e o outro assentiu. — Toma mais cuidado, hyung.

— Tomarei.

— Mas espera… que conversa era essa de Jimin com a mãe dele?

— O mesmo de sempre… — suspirou. — Às vezes acho que estraguei a vida dele. Ele perdeu tudo…

— Não se culpe por isso. Se aquele casamento tivesse acontecido, nem você, nem Jimin, nem Seulgi e Joohyun estariam felizes agora.

— Eu sei, mas-

— Sem mas Kim Taehyung. Não é sua culpa o que aconteceu. Os pais de Jimin-ssi que são preconceituosos, os errados são eles. E também fazemos coisas na vida que tem consequências, Jimin escolheu a própria felicidade e não se arrepende disso. Você se arrepende?

— Eu me arrependo de não ter dado uma chance a ele antes… — sussurrou baixo, mas JungKook ouviu. Taehyung tinha segredos que guardava a sete chaves e sabia disso, mas não iria questionar sobre. Se o Kim quisesse lhe contar algum momento, contaria.

Voltando a realidade, JungKook foi até a cozinha conferir se estava tudo em ordem e voltou à sala.

— Vamos? — Tae assentiu se levantando e indo em direção à porta, sendo acompanhado pelo mais novo.

***

Totalmente distraído, Taehyung andava em direção ao quarto dos pequenos. Quando menos percebeu, tropeçou em algo mas conseguiu se equilibrar antes que caísse no chão.

Atordoado, procurou o que havia causado aquilo e achou uma corda não muito grossa amarrada em dois vasos grandes que tinha naquele corredor, de um vaso para o outro encostados nas duas paredes opostas uma da outra.

Suspirou já imaginando quem havia aprontado aquilo, até que viu Soobin com um olhar inocente se aproximar.

— Bom dia hyung. — Taehyung o olhou sério e o garoto sorriu fraco.

— Quem fez isso? — ergueu a sobrancelha e o garoto desviou o olhar para o lado e logo se pode ouvir duas risadas femininas, mas de crianças.

— Yeji, Ryujin. — Taehyung chamou e as duas garotas apareceram, sorrindo travessas. Mas embora, Taehyung fosse encantado por aquelas crianças, se manteve sério. — Vocês três fizeram isso? — perguntou e os três pararam com as faces risonhas. Onde estava o babá doce e gentil?

— Sim… — falaram baixo.

— Por quê? — cruzou os braços.

— Era um comp… cumpi- — Ryujin tentou falar, mas a pequena ainda tinha dificuldade com palavras mais compridas.

— Cumprimento? — perguntou e a pequena assentiu. Taehyung franziu o cenho. Que cumprimento estranho aquele. Os olhou pensando no que deveria fazer. Lembrou da conversa que teve com Hoseok e Yoongi. Falaram que não deveria deixar aquelas crianças fazerem o que quiserem e então seguiu a ordem. — Não se cumprimenta as pessoas assim, vocês sabem?

— Sempre fizemos isso. — Yeji deu de ombros.

— Mas comigo não vai ser assim. — os olhou fixamente e pela primeira vez ficaram envergonhados. Taehyung negou com a cabeça e começou a desamarrar a corda. — Eu poderia ter me machucado, outra pessoa também, inclusive vocês. Se continuarem com isso, eu vou ter que ir embora, querem isso?

— Não, TaeTae não pode ir embora não. — Ryujin abraçou a perna dele. — Não fica bravo com a gente. — e naquele momento, Taehyung deixou escapar um sorriso.

— Não estou bravo, só chateado. Não podem ficar fazendo essas coisas. Não é legal. — negou com a cabeça e Soobin o olhou.

— Desculpa hyung, isso não vai acontecer mais. — o garoto disse baixo se aproximando e Taehyung afagou sua cabeça.

— Certo… — olhou Yeji e ela apenas saiu em direção ao quarto. Era bastante orgulhosa para admitir que estava errada. Taehyung assentiu entendendo, nem tudo era fácil assim, mas ele saberia lidar com aquilo.

— Hyung, pode nos ajudar com a lição de casa? — perguntou o garoto. Taehyung voltou a atenção a ele e sorriu assentindo.

— Claro que sim. — pegou Ryujin no colo a segurando com um braço só e a corda, segurou com a mão desocupada. Logo os três entraram no quarto.

***

Depois das crianças terem sido levadas ao colégio, Taehyung foi à cozinha que estava vazia pois Jisoo havia ido à lavanderia.

Bebeu água. Depois disso lavou seu copo, quando avistou alguém apressado, vestido de jaleco branco, entrando na cozinha e indo até a cafeteira, enchendo um copo de café e batendo o pé impaciente no chão.

— Bom dia, Hoseok-ssi. — naquele momento o homem lhe olhou e acenou com a cabeça.

— Bom dia. — voltou a olhar para algum ponto na parede, como se estivesse com a cabeça longe. Taehyung notou o olhar meio triste de Jung, mas sua atenção foi tomada pela cafeteira.

— Senhor Jung, seu café! — alertou e Hoseok olhou o copo que já tinha ultrapassado o limite, desligou rapidamente e xingou baixinho. Taehyung se aproximou e o ajudou a limpar. — Está tudo bem? — perguntou e o outro lhe encarou.

— Está sim… Eu só estava com a cabeça longe. — disse sem lhe olhar e bebeu do café rapidamente. Taehyung continuou olhando-o. Não levou aquela resposta a sério.

— Não parece…

— Não se preocupe Kim, é só o trabalho que às vezes me deixa tenso. — disse se dirigindo até a pia para lavar o copo, mas o Kim segurou o objeto.

— Deixa que eu lavo, acho melhor o senhor ir descansar. — disse lavando o copo e Hoseok lhe fitou divertido.

— Está me dando ordens, Kim? — cruzou os braços.

— O q-quê? N-Não. — respondeu envergonhado. Não queria ter soado que estava dando ordens, foi apenas um conselho.

— Eu estou brincando com você. — riu fraco e o outro suspirou.

— Eu já vou indo, Hoseok-ssi. — ia em direção à porta da cozinha, no entanto, Jung lhe chamou.

— Não precisa de tanta formalidade, pode me chamar de hyung. — disse. — Vou fazer o que recomendou. — dito isso, saiu da cozinha.

Taehyung ficou ali parado, pensando naquela breve interação. Tá… o Jung até que era legal.

Por fim saiu da cozinha, decidido a ir embora, mas quando estava chegando na porta de entrada, Yoongi entrou por ela.

— Já está indo, Taehyung?

— Sim…

— As crianças te deram algum trabalho? — perguntou tirando a touca azul da cabeça.

Taehyung pensou por alguns segundos. Deveria falar sobre o que ocorreu mais cedo com as crianças? No fim, pensou em algo que sabia que o Min iria atrás de saber.

— Acho melhor perguntar isso a elas, Yoongi-ssi. — Yoongi sorriu e abaixou a cabeça. Achava Taehyung muito fofo.

— Irei fazer isso. — disse lhe olhando. — Mas não me chame de Yoongi-ssi. Apenas Yoongi ou hyung está bom.

— Ok… hyung. — olhou o mais baixo e lembrou de algo. — Eu não quero parecer fofoqueiro ou enxerido. — começou e o Min lhe fitou atento. — Mas eu vi o Hoseok-s… hyung na cozinha agorinha e ele não parecia muito bem. — Yoongi assentiu já imaginando o que tinha acontecido.

— Não está sendo fofoqueiro, nem enxerido, Taehyung. — disse gentil tentando tranquilizar o mais novo. — Obrigado por me avisar.

— É… ok. Eu já vou. Tchau, hyung. — se despediu e saiu pela porta.

Depois de fechar a porta, Yoongi olhou para o nada e suspirou. Andou em direção às escadas e subiu por elas. Quando parou de frente ao seu quarto, parou e pensou um pouco.

Ele sabia porque Hoseok não estava bem. Queria tanto tirar aquela dor do marido, mas sabia que não podia.

Abriu a porta e encontrou o Jung sentado na beira da cama, sem o jaleco, apenas com a camisa de botões e a calça que ficava bem marcada no corpo. Foi até a cama e subiu nela, engatinhando até o marido e lhe abraçando por trás, o dando beijos na nuca.

— Ei… — chamou e Hoseok suspirou deitando a cabeça no ombro do menor. Yoongi pegou a mão esquerda do maior, entrelaçando os dedos nos seus e levou até a boca beijando-a. — Não vou dizer pra não ficar mal com isso, eu sei que não é fácil pra você, pra mim também não é… Mas eu estou aqui com você, pode chorar no meu ombro se quiser e eu não vou me importar, sabe por quê? — o Jung virou um pouco a cabeça lhe olhando. — Porque eu te amo. — disse e beijou a testa do outro com carinho, e esse fechou os olhos deixando uma lágrima cair.

— É o aniversário dela… ela era minha melhor amiga, nossa melhor amiga. — deixou mais lágrimas caírem. — O que aconteceu… não foi justo com ela.

— A vida não foi justa com nenhum de nós três. — lamentou ao lembrar das situações que passaram. — Mas agora estamos aqui e ela… está descansando e olhando por nós. — sorriu fraco. A morte de Euijin também lhe doeu bastante. — E como resultado de tudo aquilo, tivemos três crianças. E embora Soobin não seja filho biológico de nenhum de nós dois, ele é nosso filho tanto quanto Yeji e Ryujin são, porque o que importa é o que sentimos e ele é nosso filho sim.

— Nossas crianças… — Hoseok sorriu fraco parando de chorar aos poucos e abrindo os olhos novamente.

— Podíamos adotar mais um, não é? — o Min sugeriu rindo fraco, vendo que o marido já se sentia melhor.

Talvez futuramente… — Yoongi assentiu e naquele momento o outro se virou lhe olhando. — Eu te amo tanto, Yoon… — acariciou o rosto do outro e ganhou um sorriso.

— Eu também te amo. Muito. Muito. Muito. — disse selando os lábios aos do marido e lhe puxando pra cama até que estivesse os dois deitados e abraçados. — E vou amar sempre.

— Sempre… — Hoseok sorriu lhe puxando pra deixar um beijo no pescoço branquinho. — Pra sempre.


Notas Finais


Mesmo sendo autora da fic, os itálicos me deixam aflita sksks

Bom, eu nunca sei o que falar aqui. Mas obrigada por lerem minha bebê, eu tento dar o meu melhor nela, embora eu saiba que tem coisas para melhorar, aos poucos vou conseguindo.

E os personagens secundários com o tempo vão ganhando mais espaço na história, veremos talvez novos personagens em breve.

Até a próxima atualização. Kisses. Se hidratem.


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