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História Fire on Fire - Capítulo 24


Escrita por:


Notas do Autor


Boa leitura!! (Dica: leiam ouvindo Radio - Lana Del Rey!!!)

Capítulo 24 - Drarry



Harry POV. 

Os últimos dias pareciam irreais. Eu chegava a ter medo de acordar e nada do que estamos vivendo ser de verdade, de ainda estarmos presos na confusão, com Draco longe de mim, correndo perigo, sem que eu pudesse fazer nada.

Mas ali estávamos. Uma semana desde que ele havia recebido alta do hospital, uma semana morando juntos, e eu estava vivendo os melhores dias da minha vida. 

Ele estava sentado no chão da sala, com as costas recostadas no sofá onde eu estava  sentado, entre as minhas pernas, jogando o vídeo game que eu ensinei a ele. Eu observava cada detalhe dele, cada expressão de raiva quando não conseguia passar de fase, cada risada quando descobria uma nova função nos botões do controle. Foi uma surpresa ele ter gostado de algo tão simples, e tão trouxa, quanto isso. Ele e Teddy já estavam combinando de jogarem juntos no fim de semana, depois do grande piquenique que meu afilhado estava planejando para fazer com a gente.

Nós estávamos de licença do ministério. Quim nos deu 15 dias para nos recuperarmos completamente, e para Draco preencher todos os formulários e fazer todos os exames físicos para integrar a nossa seção de aurores. 

Era incrível estar vivendo essa paz, essa segurança, esse amor. Eu descobri que consigo amar até os defeitos de Draco. Por exemplo, ele tem um mau humor matinal característico. Eu perguntei por que ele quase sempre parecia animado quando tomávamos café da manhã juntos, pelo telefone, enquanto ainda estava foragido, ele disse que, tirando os dias em que estava se sentindo muito solitário e triste, acordar de manhã e saber que logo ouviria minha voz, fazia o mau humor dele desaparecer imediatamente. Eu derreti de amor, e impliquei ele dizendo que agora ele tinha ainda mais motivos para acordar feliz, uma vez que estava dormindo comigo. Ele deu risada, e disse que agora estava seguro nos meus braços, então o mau humor tinha se sentido confortável o suficiente para se reestabelecer.

– Essa droga de fase, por que eu não consigo simplesmente passar?! – ele bufou, e falava entre os dentes. Os nós das mãos brancos de tanta força que ele fazia para segurar o controle.

– Eu vou te ajudar a passar – escorreguei do sofá, empurrando ele levemente para frente, e me sentei no chão, puxando ele para se encaixar em mim. Ele pensou que eu fosse pegar o controle para passar de fase para ele, e já estava se virando para me entregar o aparelho – não, você vai jogar, eu vou te ajudar dando apoio. 

Ele arqueou o cenho, e bufou, se virando para tentar jogar a fase mais uma vez. Eu comecei a fazer carinho em seus braços, deixando beijinhos no pescoço dele. Ele estava sem camisa, então eu aproveitei e desci com os beijos pelos ombros, acariciando sua cintura.

– Eu definitivamente não vou conseguir me concentrar assim, Harry – sua voz saiu baixa, quase um lamento, e seu tom oscilava entre bravo e manhoso.

– Você precisa conseguir... – deixei a frase bem perto do ouvido dele – no final dessa fase tem um prêmio, você precisa chegar até ele... – finalizei com uma mordida suave no lóbulo, vendo como ele se arrepiou, mas pegou o controle com determinação. 

Ele foi passando pelos obstáculos, pegando todas as bandeiras e diamantes ao longo do trajeto, e quando chegou na parte em que estava tendo dificuldades, eu dei dicas de novos movimentos com os botões, apertados em sequências estratégicas, e ele mal piscava.

Minhas mãos passeavam pelo abdômen e pelo tórax dele. Desci uma delas para o elástico da calça de moletom que ele estava usando, percorrendo o contorno com os dedos, enquanto com a outra mão comecei a estimular um dos seus mamilos. A respiração dele já estava ofegante, e ele estava a um passo de ganhar a fase.

Entrei suavemente com os dedos pela sua calça, deslizando a ponta deles pela glande, encontrando-a já molhada de excitação, sua ereção completamente enrijecida. Ele entreabriu os lábios e franziu o cenho, e eu fechei a mão ao redor do seu membro, pressionando suavemente, enquanto apertava seu mamilo com os dedos da outra mão,  ao mesmo tempo que ele ganhava o jogo, chegando ao final da fase, recebendo um baú de ferramentas para a próxima etapa do jogo.

– Eu disse que tinha um prêmio no final da fase... – ele soltou o controle, apoiando as duas mãos no tapete felpudo da sala, arrastando os dedos, quando eu comecei a mastubá-lo com vontade. Seu quadril já estava se mexendo involuntariamente contra minha mão.

Ele me forçou a parar tudo, se virando nos meus braços, ficando de joelhos na minha frente. Seu olhar estava tão intenso que os olhos azuis chegavam a estar cinzas. Ele se inclinou, puxando minha camiseta para fora do meu corpo, ao mesmo tempo que roçava os lábios nos meus, e iniciava um beijo molhado. Ele se levantou, virou de costas para mim, e tirou a calça lentamente, exibindo o corpo e o traseiro perfeitos. Eu fiz menção de me levantar, mas ele me impediu, ficando em pé entre as minhas pernas, apoiando as duas mãos nos meus ombros, e olhando nos meus olhos. 

– Tira essa calça... – sua voz saiu como uma ordem, firme, baixa, completamente sensual, e eu só pude erguer o quadril e tirar a calça, chutando ela para longe. Subi com as mãos pelas pernas dele, passei pelas nadegas, apertando suavemente, adorando como ele fechou os olhos e jogou a cabeça para trás. Cheguei à sua cintura, puxando ele para baixo. Estiquei as pernas, e assim que ele se sentou sobre o meu colo, eu dobrei os joelhos, fazendo ele se encaixar perfeitamente sobre mim – eu amo você...

Ele embrenhou as mãos nos meus cabelos, me puxando para um beijo, enquanto rebolava o quadril sobre o meu colo. Nossos membros roçavam um no outro, me fazendo ofegar entre o beijo. Ele desceu uma das mãos, segurando os dois juntos como pôde, começando a nos masturbar um no outro, e eu sentia espasmos subindo pelo corpo todo. O beijo já estava atrapalhado, porque nós dois estávamos nos movimentando na tentativa de prolongar as sensações, então eu desci com a boca para os mamilos dele, deixando mordidas e sugando com vontade, adorando ver a pele ficar vermelha na mesma hora, e ele gemer a cada movimento mais forte que eu fazia com a boca.

Ele se esticou, pegando uma varinha, que eu não sabia se era minha ou dele, em cima do sofá, e fazendo um feitiço de conjuração, deixando uma boa quantidade de lubrificante preencher sua mão. Eu gemi em antecipação, ele espalhou todo líquido gelado pelo meu membro e ergueu o quadril, me posicionando bem à sua entrada.

Uma de suas mãos foram para o meu ombro, enquanto a outra firmava minha ereção, e ele descia devagar, me fazendo penetrá-lo. Eu já estava vendo estrelas, sentindo o quanto ele era apertado. Estava segurando sua cintura, ajudando-o a se firmar, e adorando ver a expressão de prazer que havia em seu rosto. Os dentes branquinhos mordendo o lábio inferior, o cenho levemente franzido, a respiração acelerada, as bochecas vermelhas. Era tudo extremamente sensual, e logo eu já estava inteiro dentro dele, sentindo espasmos ao meu redor, e eu mesmo franzi o cenho, tentando controlar o impulso de me movimentar com força contra ele. Mas ele mesmo pareceu não aguentar mais esperar, e logo estava cavalgando e rebolando sobre mim, enquanto eu apertava suas coxas com vontade, e ele arranhava minhas costas. 

Nossos corpos suados se chocavam, e com um movimento eu o derrubei no chão, saindo com tudo de dentro dele. Deitei sobre ele, que abriu as pernas, me posicionei novamente na sua entrada, e ia penetrá-lo com calma, mas ele me puxou com uma das pernas, me fazendo entrar com tudo, e nós dois deixamos gemidos altos ecoarem pela sala. Eu segurei suas pernas dobradas, pelos joelhos, enquanto colava nossos peitos, e sentia suas mãos se arrastando pelas minhas costas e se enroscando no meu cabelo. Comecei a estocá-lo com vontade, deixando meu membro sair quase completamente do seu corpo, e voltando com tudo. Ele projetava o quadril de encontro a mim, e eu já estava perdendo o fio da sanidade, passando a acelerar as estocadas, enquanto ele gemia meu nome. Seu membro clamava por atenção entre os nossos corpos, e eu soltei uma das suas pernas, fechando a mão ao redor da sua ereção, masturbando-o com a mesma intensidade que o penetrava.

Eu sabia que ele estava quase alcançando o ápice, e elevei o tronco, apoiando uma das suas pernas no meu ombro, alcançando um ângulo que atingiu em cheio sua próstata. Ele gemia alto, quase gritando, pedindo por mais. Os espasmos ao redor do meu membro aumentaram, ao mesmo tempo que ele gozava em jatos, se desmanchando na minha mão. 

Apoiei as duas mãos no chão, dando mais algumas estocadas, e ele projetou o quadril com mais força de encontro a mim. Alcancei meu máximo dentro dele, gemendo longamente, sentindo meu corpo inteiro se contorcer em um arrepio violento. Me deixei cair sobre ele, porque meus braços perderam toda força, e ele me abraçou ofegante. Me movimentei devagar, saindo com calma de dentro dele, que franziu o cenho de leve, mas logo depois sorriu, me deixando tranquilo.

– Você é incrível – deixei beijos por todo seu rosto, fazendo o sorriso dele aumentar ainda mais – eu amo você, Draco. 

– Nós somos incríveis – ele disse, me fazendo sorrir – e você é o amor da minha vida – nos beijamos, apaixonados.

– Banho? – perguntei.

– Sim! Por favor – ele respondeu rindo, e nós seguimos para o banheiro, ao mesmo tempo que ouvimos Skul voltar de sua caçada noturna – ainda bem que você só chegou agora, Skul. Seu timing foi perfeito – nós continuamos rindo. Minha coruja já estava completamente acostumada com ele, e deu um piado como se tivesse compreendido o que ele disse.

Decidimos ficar um tempo dentro da banheira de pedra, com a água quentinha, e agradeci aos céus por ter optado por uma bem grande. Quando eu percebi, já estávamos excitados de novo, com Draco deixando bem claro que queria inverter as posições dessa vez, pela forma como dedicou longos minutos acariciando meu traseiro. Decidi ajudá-lo, sorri sacana para ele, me levantei e fiquei de costas. Me ajoelhei nos degraus da banheira, apoiei os cotovelos na borda, ficando de quatro, enquanto ouvia ele rir anasalado.

– Você é terrível, Harry – ele ainda ria.

– Eu não tenho problema nenhum com isso. Inclusive acho essa história de ativo e passivo bem cafona – disse, enquanto ouvia ele se movimentar dentro da água, e ofeguei quando ele agarrou meu quadril com força, me fazendo desequilibrar e apoiar as mãos ao invés dos cotovelos na borda da banheira.

Ele não disse nada, deixou uma trilha de beijos começando do meu pescoço, descendo por toda minha coluna, chegando até o fim dela, na borda das minhas nadegas. Ele se endireitou, levando os dedos até minha entrada, e eu senti como estavam gelados, percebendo que ele tinha conjurado o lubrificante de novo. Um dedo, depois dois, ele penetrou e movimentava com cuidado, mas eu já estava excitado demais para ir com calma, movimentando meu quadril de encontro à sua mão. Ele tirou os dedos, e não esperou para vir com tudo para dentro de mim. Seu membro entrou de uma vez, e eu gemi alto, chegando a ver estrelas. Não senti dor alguma, apenas prazer. Ele apoiou uma das pernas nos degraus da escada da banheira, puxou meu tórax, me envolvendo com um dos braços pelos ombros, e colou minhas costas no seu peito, enquanto a outra mão se fechou com pressão no meu membro. As estocadas vieram com força, e eu pedia mais. Ele me soltou, e eu apoiei os cotovelos novamente na borda, empinando ao máximo. Ele segurou meu quadril com as duas mãos, e acelerava os movimentos, fazendo meu corpo todo sacudir, atingindo minha próstata com força. 

– Draco... – eu gemi o nome dele, deitei o rosto em um dos meus braços, e comecei a me masturbar, gozando com poucos movimentos, enquanto ele se desfazia dentro de mim. Ele ainda se movimentou mais algumas vezes, prolongando nossas sensações, e saiu devagarinho de dentro de mim, me fazendo suspirar.

Ele me ajudou a voltar para dentro da banheira, e nós nos abraçamos e ficamos nos beijando por muito tempo.

– Eu disse que nós dois somos incríveis – ele disse depois de um tempo, e nós sorrimos, cúmplices. 

Saímos do banho, e resolvemos fazer algo para comermos, porque estávamos famintos. Draco serviu whisky de fogo para nós, eu acendi algumas velas, e percebi que passaríamos a madrugada toda entre fodas deliciosas, porque só uma dose da bebida foi suficiente para nos deixar excitados de novo. Eu agradecia aos céus por estarmos juntos, e também precisava agradecer Quim mais uma vez, porque esses dias de licença seriam muito bem aproveitados.


Notas Finais


Oi! Gostaram de ver os dois se divertindo?! 🔥🔥🔥

O próximo seria o último, mas provavelmente vai ser o penúltimo. Vamos descobrir amanhã hehehe

🧚🏻‍♀️


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