História Fire on Ice (ABO) - Capítulo 6


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Categorias Histórias Originais
Personagens Personagens Originais
Visualizações 45
Palavras 1.522
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Famí­lia, Festa, Lemon, LGBT, Romance e Novela, Violência, Yaoi (Gay)
Avisos: Álcool, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Sexo, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Pessoas, vim fazer um pedido a todos vocês. Algumas pessoas me pedem para ler histórias e eu gostaria de pedir que parassem porque só me pedem para ler hentai mas eu não leio histórias desse gênero. Se quiserem recomendar, que seja Shounen - ai ou Yaoi porque é isso o que eu gosto de ler e não sou muito fã de outros que não esses dois.

Agradeço e boa leitura.

Capítulo 6 - Ice


Ice

Acordo e vejo Bruno do meu lado, isso poderia ter me surpreendido se não fosse pelo fato de me lembrar perfeitamente que eu o puxei para se deitar comigo. O que me surpreende de fato, é o alfa tão orgulhoso quanto ele ter se deitado ao meu lado.

-E aí Kristian, dormiu bem? – seus olhos me fitam e em seus lábios tem um pequeno sorriso. E em resposta a sua pergunta, apenas assenti com a cabeça –Bora comer alguma coisa? – assenti de novo.

Fomos até a cozinha e vi a mãe do Bruno colocando torradas na mesa junto com suco de laranja.

-Bom dia filho, bom dia Kristian – assenti em cumprimento.

-Bom dia mãe – ele beija a bochecha dela e nos sentamos a mesa. Vejo uma garota sentar a minha frente, ela é muito parecida com Bruno. Ela tem olhos castanhos e uma pele bronzeada assim como o alfa ao meu lado.

-Quem é você? – ela tem um sorriso malicioso nos lábios.

-Kristian – responde de forma seca. Não é porque ela é ômega que vou trata-la bem.

-E o que você é do meu irmão? – ela “ajeita” sua camiseta, mostrando um decote bastante chamativo. Vadia.

-Algo que não é da sua conta – dou uma mordida na torrada.

-Como é que é?

-Exatamente o que você ouviu. É surda por acaso? – ela me olha com raiva e admito, prefiro essa vagabunda com raiva de mim do que se oferecendo, tenho nojo de ômegas assim!

-Somos amigos Camilla. Feliz? Podemos comer em paz agora?

-Seu amigo é muito grosseiro!

-É o jeito dele – ela volta a me encarar

-Você poderia ser mais gentil com ômegas sabia?

-E você poderia arrumar sua camiseta porque eu não sou obrigado a ver seus seios – a mulher mais velha olha o decote da vadia e a olha de forma reprovadora.

-Camilla, se arrume direito. Não foi assim que eu te criei! – a garota revira os olhos e finge que arruma a roupa.

Depois deste momento desagradável, Bruno insistiu em jogarmos vídeo game em seu quarto e embora eu nunca tenha jogado em toda minha vida. Não que eu seja pobre ou algo assim, não. A questão é que meu pai sempre achou que por eu ter “matado” minha mãe, nunca mereci nada de bom.

O alfa me ensinou os comandos básicos e começamos a jogar um jogo de futebol que eu não lembro o nome e por ele saber jogar, logicamente ganhou de mim.

 

A neve cai suavemente nas pessoas, nos carros estacionados e chão. A lua esta linda e bastante brilhante.

-Seu desgraçado! – sinto um forte arder em meu rosto.

-Não estou mentindo, vá lá e veja que eu não estou mentindo

-Ela não é uma puta! – ele me empurra e sinto minhas costas baterem no muro do beco, meu corpo escorrega até chegar ao chão. Esse imbecil…

Me levanto e rapidamente vou até ele o acertando com um forte soco no rosto. Honestamente, eu poderia ter o matado com esse soco, conheço minha força e por isso estou tentando me controlar. Eu sei que se eu me irritar… Ele morre.

-Filho da puta! – ele vem na minha direção e me acerta vários socos, ou pelo menos tenta porque eu o pego pelo braço e o viro, ficando de costas para mim.

-Te avisei para não me irritar – meu braço direito pelo seu pescoço e sem esforço algum, arranco sua cabeça e deixo o corpo cair sob a neve.

O que foi que eu fiz?

-Bru… Bruno? – sua cabeça esta em minhas mãos –O que foi que eu fiz?

 

-Kristian? – volto a realidade e fito o rosto do alfa em minha frente. Ele tem uma expressão preocupada –Tá bem?

-O que aconteceu? – olho ao redor e percebo que estamos em seu quarto.

-O… O que aconteceu? V-Você ficou parado do nada, não ouvia nada do que eu dizia e começou a soar do nada. Você tá bem? Quer ir no médico?

-Não… Não precisa, agradeço

-Eu… Acho melhor você descansar um pouco – ele se levanta e estende a mão para mim, aceito sua ajuda e me levanto –Já volto, pode deitar na minha cama – faço o que ele diz e ele logo retorna com um pano úmido.

-Não precisa…

-Claro que precisa. Agora cala a boca e tente dormir um pouco – fecho meus olhos e me concentro no aroma de orvalho do alfa que esta perto de mim.

Me deixei levar pelo cansaço...

(…)

-Kristian, Kristian acorda

Abro meus olhos e vejo a irmã de Bruno, ela esta com outra roupa, uma mais curta e que mostra bem suas curvas ligeiramente exageradas. Ela esta vestindo um cropped ciganinha vermelho bastante pequeno e com isso dá para ter uma visão de seus seios. Na parte debaixo, ela veste um short nas quais eu me pergunto se isso é mesmo um short ou a calcinha dela!

-O que você quer? – para minha surpresa, ela se senta em cima de mim –O que você tá fazendo!?

-Eu só quero brincar um pouquinho – ela aproxima nossos rostos e seu aroma nojento se espalha pelo cômodo.

-Eu não tenho idade para brincar – a tiro se cima de mim e me levanto da cama –Onde esta seu irmão ou sua mãe?

-Minha mãe foi no mercado e Bruno sai para sei lá onde – ela se aproxima de mim e eu recuo dois passos –Por que tá fugindo de mim?

-Porque eu prefiro transar com uma lata de lixo do que com você

-O que? – ela me olha espantada.

-Eu sei que você é uma vadia

-O que você disse da minha irmã? – vejo Bruno parado no batente da porta –Retire o que disse dela

 

“Boate Sex Apple”

Uma placa grande com um brilho bastante chamativo anuncia uma das boates mas famosas e frequentadas deste lugar.

 

-Kristian, eu estou falando com você!

-O que?

-Não se faça de desentendido – ele me fita furioso com seus olhos vermelhos.

-Não tem porquê pedir desculpas. Não menti em nada – ele agarra a gola da minha camiseta.

-Você chama minha irmã de vadia e ainda diz isso?!

-Podemos conversar em outro lugar? – digo com calma e o fitando.

-Vamos vai – ele segura ,eu pulso com força e saímos de casa, indo em direção de algum lugar que só ele sabe.

Estamos andando numa rua que normalmente é movimentada mas por estar de noite, se torna quase que uma rua fantasma, as únicas pessoas que vem aqui são prostitutas e drogados.

-Por que nos afastamos tanto da sua casa?

-Por que se vamos brigar, vamos fazer longe da minha casa

-Brigar? – do que ele esta falando? Por que iríamos brigar?

-Humph! Você chamou minha irmã de vadia! – diz alterado.

-Eu entendo que esteja irritado mas você nem mesmo sabe o porquê de eu ter a chamado de vadia

-E nem quero saber!

-Bruno, por favor… Ela trabalha numa boate. Sex Apple

-Seu desgraçado! – sinto um forte arder em meu rosto.

-Não estou mentindo, vá lá e veja que eu não estou mentindo

-Ela não é uma puta! – ele me empurra e sinto minhas costas baterem no muro do beco, meu corpo escorrega até chegar ao chão. Esse imbecil… Não, preciso manter a calma ou posso mata-lo! Me levanto e o fito, seus olhos são vermelhos e vejo apenas ódio. Preciso fazer alguma coisa para evitar um desastre.

-Eu não disse que ela é

-Ah não? Você falou que ela é uma vadia!

-Eu sei… Por favor me escute – recebo mais um soco no rosto.

-Não! Eu tentei ser legal com você, te deixei  ficar uns dias na minha casa e é assim que você retribui?!

-Bruno – sinto sua mão no meu pescoço e a falta de ar começa a se fazer presente –Bru… no…

Ele me empurra contra a parede e dá vários socos em meu rosto e costelas. Não sei quanto tempo ele ficou me batendo mas sei que fiz de tudo para me controlar e não fazer nada que eu possa me arrepender depois.

Alguns tempo depois ele para e eu caio no chão quase que de imediato no chão que agora esta completamente coberta pela neve. Minhas costelas doem demais assim como meu rosto que tenho certeza que ficará inchado mais tarde.

-Desgraçado… - diz ofegante.

-Sex Apple… Onze horas… - minha voz sai bastante falha.

-O que?

-Vá lá… Por favor

Eu teria certeza que ele ignoraria o que eu falei mas tive uma pequena visão com ele indo até onde eu disse.

Ele se vira de costas e vai embora, me deixando caído e todo fodido. Eu tento me levantar para ir a algum lugar mas minha dor me impede de me mover; solto um gemido de dor ao tentar de novo.

Sem conseguir me levantar, sem ter onde ir e sem saber o que fazer, apenas me deixo ficar onde estou.

A neve vai caindo sobre mim, cobrindo meu corpo e o frio vem cada vez mais. O que eu não daria para estar na cama quentinha do quarto de hospedes ou a cama do Bruno.

Bruno

Será que ele esta bem? Ele foi lá? Ele vai voltar para me buscar?

 

 

 

Droga!



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