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História Fire Whit Fire - Capítulo 1


Escrita por:


Notas do Autor


kkjjjjjjjjj eu fiz essa fanfic em um app novo e tipo, esse app não corrigi as palavras erradaskkkkj
se por algum acaso ter alguma droga de erro, foi meu corretor pq sério eu revisei essa bosta umas 5 vezes manos.

Boa leitura.

Capítulo 1 - O assassinato de Donquixote Rosinante



"O assassinato de Rosinante”


‘ Você sabia sobre o novo Serial Killer? Dizem que ele sempre aparece em um beco escuro as oito em ponto da noite. E caso ele perceber sua presença, o mesmo irá fazer três perguntas, e se você errar, você morre. Agora a grande pergunta é "e se acerta tudo?" Todas as pessoas que ficaram cara a cara com ele nunca chegaram perto de acertar a primeira pergunta. Também dizem que o mesmo corta a pele de seu rosto fora, para pendurar em sua parede e assim lembrar de quem já matou. Isso é apenas o que dizem saber dele, mas é claramente mentira. Seu nome? O seu nome é ainda desconhecido mas o chamam de "Creck D." Ele é conhecido por esse apelido, pois quando alguém erra uma de suas perguntas ele quebra suas pernas e braços, fazendo assim o "creck" Quando os ossos quebram. E o "D." É sobre ele sempre deixar a letra "D" Nas roupas de suas vítimas com o sangue delas.


    

[...]



— Não devia ficar horas e horas mechendo no computador. Faz mal... Principalmente para o seu sono. - falava Rosinante; um rapaz alto, loiro e com seu charme natural. Bastante desastrado e causador de problemas, mas bastante leal e muito bom companheiro - 


— Eu sei pai, mas eu preciso terminar meu tcc. A faculdade ontem me ligou, dizendo sobre algo relacionado ao meu tcc. Como se eu não tivesse feito na faculdade. - Disse Law; rapaz que quase chega perto da altura de Rosinante. Chato, antissocial, passa horas e horas em seu quarto estudando ou em busca de um emprego na internet. Mas é uma pessoa incrível -


— Mas você sempre fazia seus tcc, isso até que é estranho. 


— Eu sei, cora-san, parece que deletaram - law riu fraco - aquela faculdade era uma grande merda. 


— Concordo. Mas passe pelo menos um minuto sem estar com a cara nesse computador! Vamos nos divertir, conversar ou sei lá, comprar coisas. 


Law resmungou. 


— Eu prefiro terminar o tcc, pelo menos posso estar livre em outras horas. - disse com o tom de voz mais sério e ainda mechendo em seu computador - E eu também não tenho mais tempo para essas coisas Corazon. 


Rosinante apenas escutou o que o mesmo disse, permaneceu calado para não gerar uma briga. O motivo que ele queria que seu filho parasse um minuto de ficar nos aparelhos era para ambos se divertirem. Deu passos curtos para a porta, e olhou para trás. 


— Então eu irei ficar no jardim, qualquer coisa é só chamar Law. - saiu do quarto -


Law não deu ouvidos.


Passou praticamente a tarde toda fazendo seu tcc de história, sentia sua mente derreter, e a vontade de se divertir invadir todo o seu corpo, mente e alma. Não se importou com isso. Sempre que essa sensação vinha ele nunca se importava - só as vezes que ia bater um papo com Donquixote sobre coisas aleatórias. - Para ele, agora não era tempo para brincar. 


Escutou três batidas na porta, sabia quem era e o que a pessoa queria. 


— Pode entrar, Cora-san. 


— Oi filho, queria saber o que você quer jantar hoje. 


Law finalmente terminou seu tcc na hora em que Rosinante terminou sua fala. Fechou o computador e deu um longo suspiro de alívio. Encarou Rosinante com um tom de dúvida. 


— Eu faço a janta hoje de novo, até porque você fez ontem e a casa quase pegou fogo. 


— Não precisa fazer hoje - sorriu - eu mesmo irei fazer, eu aprendi a fazer miojo! Legal não é? - sorria com um brilho indescritível nos olhos - Vai law deixa por favor!!


Law deu uma pequena risada com o ato infantil do mais velho. 


— Certo, certo. Mas você vai comprar o miojo. 


— Beleza! Eu irei ir no mercado agora, eu irei chegar de.. - olhou o relógio em seu pulso - provavelmente oito da noite, já que são sete e meia. 


— Eu estarei esperando ansiosamente - riu. Law se divertia muito com o pai, e não negava isso -


Corazon apenas fechou a porta com o sorriso ainda em seu rosto. Arrumou o cabelo e foi para o mercado mais próximo, estava feliz por finalmente ter aprendido algumas coisa sobre culinária. 



[…]



Andava pelas ruas com umas três sacolas cheias de pacotes de miojo com vários sabores que o mesmo achou pelo supermercado. Tinha um sorriso enorme em seus labios. Finalmente vai mostrar para o seu filho que o mesmo sabe fazer uma simples comida. Era como se eles fosse se divertir como antes; pai e filho brincando com comida - ou perdendo comida, já que Rosinante sempre queimava tudo no final. -


Sem querer, o mesmo acaba deixando um pacote cair de sua sacola, escutou a comida caindo e logo voltou para colocar na sacola. 


— argh, queria saber como que esse pacote caiu. - riu fraco - me pergunto como que law consegue aguentar meu lado desastrado. 


Quando o mesmo ia seguir seu caminho de volta escutou uma voz um tanto peculiar no beco em que o mesmo estava próximo. 


Viu dois olhos aparecem entre a escuridão. O mesmo estava começando a ficar nervoso rapidamente. 


O rapaz que estava dentro do beco aproximava-se mais e mais, dava até para ver as roupas que o garoto usava. 


O mesmo usava uma blusa vermelha com detalhes pretos de mangas longas, sua calça era cinza e tinha vários bolsos. Seu cabelo estava um tanto bagunçado, assim como seu rosto; olheiras enormes, boca um pouco desidratada e uma mancha vermelha na bochecha. Ah, e o garoto era bem baixinho. 


— Olá. 


—E-eh... Oi? 


— Poderia responder umas três perguntas - sorriu - por favor? Elas apenas vão depender de sua vida, nada mais. 


Corazon finalmente percebeu com quem estava falando. Sentiu seu coração acelerar, e entrou em pânico mentalmente. 


— Diga. Estou todo ouvidos. - estava também um pouco confiante, já que o mesmo tinha uma inteligência incrível. Mas obviamente queria sumir dali -


O garoto sorriu. 


— Por que o milho verde é amarelo?


E com essa simples pergunta, Rosinante sentiu absolutamente toda a sua vida passar diante de seus olhos. Aquilo era uma piada? 


Respirou fundo e pensou. 


— O verde não se refere à cor do alimento, mas sim ao seu ponto de maturação.


O garoto no qual fez a primeira pergunta ficou encarando o loiro com um olhar incrédulo. Não acreditava naquilo. 


— Segunda pergunta; O que fica molhando durante a secagem? 


E de novo, Corazon pensava que estava respondendo uma criança de seis anos. 


Pensou de novo com cautela, se errasse aquela pergunta era o seu fim. 


— T-toalha? 


O garoto se levantou da lixeira em que estava sentado. Aproximou-se do loiro e o encarou com um olhar macabro enquanto sorria mostrando seus dentes branquinhos e um tanto afiados. Rosinate estava ficando paralisado, não sabia o que fazer, estava suando mais que o normal e com o coração quase parando. 


—Terceira pergunta; Havia um homem que nasceu antes de seu pai, matou sua mãe e se casou com sua irmã. No entando não havia nada de errado com o que ele tinha feito. Por quê?


Rosinante dessa vez não soube a resposta. Cálculos e mais cálculos foram feitos, mas nenhum tinha a resposta para aquela charada. Estava perdido, era seu fim. 


Decidiu fazer a primeira coisa que veio em mente. 


— Ei o que é aquilo atrás de você? - falou apontando para o beco no qual o garoto saiu -


— Onde? - disse o garoto olhando para trás em busca de algo -


Donquixote não esperou nem um segundo e começou a correr como se dependesse de sua vida. E depende. Estava perto de um poste que tinha um pouco de luz, durante a correria deixou três ou mais pacotes caírem no chão, e não ligou para aquilo. Preferia viver com seu filho do que ficar sem três pacotes de miojo de carne que foi quinze reais. 


— Humanos são tão ingénuos. 


Dor. Era isso que sentiu. 


Parou lentamente de correr, se encostou na parede, olhou para baixo e viu uma parte de uma faca atravessando seu peito. Olhou para trás e viu o garoto andando em sua direção com um sorriso nos lábios, e as mãos no bolso. 


— Quando alguém erra uma de minhas perguntas, você já sabe o que acontece, não é? 


— S-sim... Mas e-eu ainda não respondi, certo? Apenas corri. - falava nervoso. -


— Então, qual é a resposta? Já que você se acha o esperto daqui. 


Rosinante se permaneceu calado. 


— Era de imaginar. Acertou as duas primeiras, e isso foi o que me impressionou - deu uma risadinha - mas dessa você não escapa, assim como os outros. 


O garoto se aproximou mais e mais do loiro que estava ainda imóvel e com as mãos no peito, sentindo o sangue as vezes pingar na calçada que estava um tanto frio. 


Ficou na pontinha dos pés, a boca do menino estava tão próxima da boca de Donquixote, que o mesmo estava com uma duvida do que aquele garoto iria fazer consigo. Matar era o principal, claro. 


Riu. 


Em uma velocidade sobre-humana o mesmo pegou ss pernas de Donquixote, fazendo o mesmo cair. A queda fez o mesmo bater sua cabeça brutalmente no chão, fazendo assim, um pouco de sangue cair. 


— NÃO! ME DEIXE VOLTAR PARA A MINHA CASA! - deixou poucas lágrimas caírem - E-Eu tenho um filho... E eu preciso ver o mesmo ter uma família. 


— Oh, o coitadinho aqui tem um filhinho? - deu uma risada escandalosa e exagerada. - Estou pouco me fodendo para isso meu querido. 


A força que o mesmo tinha era um tanto incomum. Derrepente os dois chegaram ao beco de onde todo o inferno começou, Corazon estava desesperado, fazia de tudo para sair, mas nada acontecia. Sua força foi sugada, a fraqueza e o medo o dominava. 


Não enxergava muita coisa, mas logo sentiu algo, ou melhor, alguém em seu colo. Mãos deslisaram suavemente por cima de sua blusa até seu rosto. Dois dedos tocaram os lábios do loiro e assim, as mãos foram rapidamente para seus braços.


— Se gritar, será pior.              


Segurou fortemente o braço esquerdo e torceu ele. Era possível escutar os ossos quebrando, assim com os choros do mais velho. Sentia os vasos sanguíneos se romperem. 

Foi para o braço direito, e fez outro processo; pegou a mão de Rosinante e empurrou com toda a força para baixo. Passou as pequenas mãos no braço do mesmo fazendo um leve carinho. Ficou em pé rapidamente e, colocou os pés suavemente em cima de seu braço, pisoteando em cima dele como se estivesse pisando em um simples inseto. Rindo enquanto fazia aquele tipo de tortura. 

Quando terminou, sentou-se mais uma vez no colo dele, mas dessa vez, puxou o mesmo pela mangá da camisa, fazendo seus rostos ficarem perigosamente próximos. 

Donquixote não tinha força nem para respirar. 


— Últimas palavras? 

— Vai pro inferno! 

— Bons sonhos, seu mal educado. 


O garoto colocou sua mão nos cabelos loiros que tinha alguns tons de sangue e ficou batendo a cabeça do mesmo no chão. Sangue e mais sangue era derramado. Risadas escandalosas podia ser ouvidas de longe. 


... 


“ Law, me perdoe... Não fui um ótimo pai, um ótimo amigo ou um ótimo irmão. Não sei me defender, nem ao menos te defender, eu acho. Sou irritante, mas é que eu me importo com você, com sua saúde, com simplesmente tudo em você. Daria minha vida por você... Espero que você me perdoe, não pelo fato de ser fraco, mas sim, porque eu não pude... Ver você sendo feliz... Com sua família... Law, eu te amo... ”



E assim, Donquixote Rosinante foi brutalmente assasinado por Creck "D".


009


Notas Finais


carai queria excluikkkkk olha que horrível 😀


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